Questões Militares Comentadas sobre vocativo e termos acessórios da oração: adjunto adnominal, diferença entre adjunto adnominal e complemento nominal, adjunto adverbial e aposto em português

Foram encontradas 194 questões

Q829216 Português
Tendo como base o que prescreve a norma culta padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa cuja análise está correta.
Alternativas
Q829214 Português

Analise as assertivas que dizem respeito ao trecho a seguir. “Não se trata de uma tese nova. Ela foi levantada pela primeira vez em 1985, num livreto do teórico da comunicação americano Neil Postman: Amusing ourselves to death (Nos divertindo até morrer), relembrado por seu filho Andrew em artigo recente no The guardian.”(l. 09 a 14)

I. O primeiro período é constituído de uma oração absoluta sem sujeito.

II. Está de acordo com a Norma Gramatical Brasileira a seguinte reescrita => Não se trata de uma tese nova: esta tese foi levantada pela primeira vez em 1985.

III. O termo Neil Postman classifica-se como agente da passiva, uma vez que é o elemento que realiza a ação expressa na locução verbal indicativa de voz passiva.

IV. O termo do teórico da comunicação americano associa-se a um substantivo, especificando-lhe o sentido, sendo, portanto, um adjunto adnominal.

V. O substantivo livreto encontra-se flexionado no grau diminutivo sintético para representar uma relação de tamanho.

Está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Q815231 Português

Leia:

Às vezes, uma dor me desespera...

Nestas ânsias e dúvidas em que ando,

Cismo e padeço, neste outono, quando

Calculo o que perdi na primavera. (Olavo Bilac)

Na estrofe acima, as vírgulas estão separando

Alternativas
Q815229 Português

Analise os termos em destaque e coloque AA para adjunto adnominal e CN para complemento nominal. Em seguida, assinale a sequência correta.

( ) Um cordão de lâmpadas coloridas cortava a rua principal em ziguezague. (Ganymédes José)

( ) Para que literatura? Para termos o direito ao sonho e a garantia da realidade. (Olga de Sá)

( ) Sonho ser acessível e desejável para todos uma vida simples e natural, de corpo e de espírito. (Albert Einstein)

Alternativas
Q815214 Português
Assinale a alternativa em que o termo em destaque classifica-se como aposto.
Alternativas
Q814185 Português
Em todas as alternativas há aposto, exceto em uma. Assinale-a. 
Alternativas
Q814182 Português
Leia: I. A euforia e o calor daquela noite expulsaram da sala o silêncio. II. Naquela noite, sob o calor da euforia, o silêncio partiu. Os termos destacados, nos textos acima, são, na sequência,
Alternativas
Q814156 Português

Leia:

1 - A extinção de grandes áreas de vegetação no Brasil ocorre, em muitos casos, devido a queimadas provocadas pelo próprio nativo.

2 - Durante o inverno, as pousadas de Maromba, Visconde de Mauá e Maringá ficam cheias de turistas.

3 - A aldeia dos tupinambás fica perto da área litorânea para facilitar o contato com o mar.

Sobre os termos destacados acima, é correto afirmar que

Alternativas
Q734005 Português

“O policial militar Vinícius Alexandre Gonçalves, de 31 anos, foi enterrado com honras militares na tarde desta sexta-feira (16) em Florianópolis. O enterro ocorreu às 17h30 no cemitério do bairro Itacorubi, onde também foi velado.

O soldado morreu por volta da 0h de sexta, após levar um tiro na comunidade Morro do Horácio, em Florianópolis. (...) O comandante-geral da Polícia Militar em Santa Catarina, Coronel Paulo Henrique Hemm, lamentou nas redes sociais a morte do agente.”

Disponível em: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2016/09/pm-morto-no-morro-do-horacio-e-enterrado-em-florianopolis.html. Acesso em 12/11/2016.

Sobre o trecho da notícia acima, em relação aos termos da oração é correto afirmar que:

Alternativas
Q724825 Português

                 OMS: 80% dos habitantes sofrem com poluição

                                           em 3 mil cidades


      Oito de cada dez pessoas que vivem em zonas urbanas respiram um ar com níveis de poluição que supera os limites recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com uma situação notoriamente mais grave nos países de renda média e baixa. Neste último grupo de países, 98% das cidades com mais de 100 mil habitantes não cumpre com as normas internacionais em matéria de qualidade do ar, enquanto nos países ricos essa porcentagem cai para 56%. Esses são alguns dados mais relevantes da base de dados sobre poluição ambiental apresentada hoje pela OMS, que inclui informações de 3.000 cidades em 103 países, o que representa a maior compilação de dados feita até o momento.

   “Na maioria dos países pobres, a qualidade do ar está piorando e isso se tornou uma tendência, enquanto se observa o contrário nos países com uma renda maior”, declarou o coordenador do Departamento de Saúde Pública da OMS, Carlos Dora.

      Se for feita uma extrapolação dos dados pode-se sustentar que mais da metade da população urbana vive em cidades com um nível de poluição 2,5 vezes maior do que o recomendado e que somente 16% respira um ar que cumpre com as normas. Na apresentação desses dados à imprensa, Carlos Dora destacou que em todas as regiões, inclusive demasiadamente pobres, algumas cidades estão conseguindo melhorar a qualidade de seu ar, mas lamentou que “a maioria de cidades estejam no caminho errado”.

    No entanto, a poluição ambiental não deve ser observada como uma fatalidade nos países pobres: “há certas cidades que pertencem a países com poucos recursos e que melhoraram a qualidade de seu ar e isso é muito promissor”.

      A OMS atribui mais de 7 milhões de mortes por ano à poluição do ar, causada pela elevada concentração de partículas pequenas e finas que provocam diversas doenças - câncer de pulmão e doenças respiratórias - e aumenta o risco de derrame cerebral e cardiopatia.

     Segundo Carlos Dora, se a poluição do ar fosse reduzida para uma quarta parte, conforme os limites estabelecidos pela OMS, se conseguiria reduzir em 15% a mortalidade.

     As cidades que experimentaram progressos o fizeram graças a melhoras em seus sistemas de transporte coletivo e incentivando o uso de veículos não motorizados, particularmente bicicletas, aumentando os espaços verdes e melhorando a gestão dos resíduos.


(Portal Terra, 12/05/2016. Disponível em https://noticias.terra.com.br/ ciencia/sustentabilidade/oms-80-dos-habitantes-de-cidades-sofremcom-poluicao-acima-dos-limites,85960d8d6fc49e578118846e37dde- 0c08wmhfiu7.html)

Em relação ao TEXTO 2 e aos aspectos linguísticos da Língua Portuguesa, julgue, como Certo (C) ou Errado (E), o item a seguir.

No excerto “[...] declarou o coordenador do Departamento de Saúde Pública da OMS, Carlos Dora.”, os termos em destaque classificam-se sintaticamente como vocativo.

Alternativas
Q724418 Português

TEXTO III

                                                          O mito de Narciso

      Narciso era um belo rapaz, filho do deus do rio Céfiso e da ninfa Liríope. Por ocasião de seu nascimento, seus pais consultaram o oráculo Tirésias para saber qual seria o destino do menino. A resposta foi que ele teria uma longa vida, se nunca visse a própria face.

     Muitas moças e ninfas apaixonaram-se por Narciso, quando ele chegou à idade adulta. Porém, o belo jovem não se interessava por nenhuma delas. A ninfa Eco, uma das mais apaixonadas, não se conformou com a indiferença de Narciso e afastou-se amargurada para um lugar deserto, onde definhou até que somente restaram dela os gemidos. As moças desprezadas pediram aos deuses para vingá-las.

     Nêmesis apiedou-se delas e induziu Narciso, depois de uma caçada num dia muito quente, a debruçar-se numa fonte para beber água. Descuidando-se de tudo o mais, ele permaneceu imóvel na contemplação ininterrupta de sua face refletida e assim morreu. No próprio Hades ele tentava ver nas águas do Estige as feições pelas quais se apaixonara.


CEREJA, William Roberto & MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: Linguagens. São Paulo: Atual Editora, 2006, p. 22.


Vocabulário do texto III

ninfa: divindade dos rios, mares e bosques.

oráculo: aquele que responde e orienta quem o procura.

definhou: tornou-se magro.

induziu: levou a fazer algo.

ininterrupta: constante.

Narciso: [Do Mito. Narciso, personagem famosa pela admiração à sua própria beleza ] S.m. homem muito vaidoso, enamorado de si mesmo. 

Observe os trechos abaixo, retirados do texto III, e assinale a alternativa correta: I - "A ninfa Eco, uma das mais apaixonadas, não se conformou com a indiferença de Narciso e afastou-se amargurada para um lugar deserto...” II - “Nêmesis apiedou-se delas e induziu Narciso, depois de uma caçada num dia muito quente, a debruçar-se numa fonte para beber água.”
Alternativas
Q691562 Português
Ao longo do texto o autor se vale de diferentes tipos de aposto. Assinale a única opção em que NÃO se encontra essa construção sintática:
Alternativas
Q691558 Português
As expressões sublinhadas estabelecem uma noção de tempo, EXCETO a que aparece na opção
Alternativas
Q670640 Português
Analise os itens a seguir com base nas noções de morfossintaxe. I Os termos sublinhados em “gesto de selvageria” (l. 16) e “acidentes da natureza” (l. 44) têm função adjetiva. II Há um desvio quanto às regras de concordância verbal em “Incidentes do tipo desse, em que fui inadvertido coadjuvante de um boçal na padaria, se repete” (l. 23 e 24). III Em “Por que tanta agressividade na manhã que mal começava” (l. 21), o vocábulo “mal” funciona como advérbio, com o sentido de “apenas”. IV Os verbos sublinhados, em “Se se vive por uma causa, espera-se morrer por ela” (l. 25 e 26), encontram-se na voz passiva sintética, imprimindo um tom de objetividade ao texto. São corretas as afirmações que constam dos itens
Alternativas
Q661260 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma análise correta.
Alternativas
Q652023 Português

Leia:

Na verdade não existem meninos de rua.

Existem meninos na rua.

As expressões destacadas no texto exercem, respectivamente, a função de

Alternativas
Q652008 Português

Leia:

“O pardalzinho nasceu

Livre. Quebraram-lhe a asa.

Sacha lhe deu uma casa,

Água, comida e carinho.” (M. Bandeira)

Os termos destacados no texto acima exercem respectivamente a função de

Alternativas
Q651999 Português

Leia:

No mais interno fundo das profundas

Cavernas altas, onde o mar se esconde,

Lá donde as ondas saem furibundas [...]”

Os termos destacados no texto exercem, respectivamente, a função de

Alternativas
Q651998 Português
Assinale a alternativa que não contém aposto.
Alternativas
Q649733 Português

      O desaparecimento dos livros na vida cotidiana e a diminuição da leitura é preocupante quando sabemos que os livros são dispositivos fundamentais na formação subjetiva das pessoas. Nos perguntamos sobre o que os meios de comunicação fazem conosco: da televisão ao computador, dos brinquedos ao telefone celular, somos formados por objetos e aparelhos.

      Se em nossa época a leitura diminui vertiginosamente, ao mesmo tempo, cresce o elogio da ignorância, nossa velha conhecida. Há, nesse contexto, dois tipos de ignorância em relação às quais os livros são potentes ou impotentes. Uma é a ignorância filosófica, aquela que em Sócrates se expunha na ironia do "sei-que-nada-sei". Aquele que não sabe e quer saber pode procurar os livros, esses objetos que guardam tantas informações, tantos conteúdos, que podemos esperar deles muita coisa: perguntas e, até mesmo, respostas. A outra é a ignorância prepotente, à qual alguns filósofos deram o nome de "burrice". Pela burrice, essa forma cognitiva impotente e, contudo, muito prepotente, alguém transforma o não saber em suposto saber, a resposta pronta é transformada em verdade. Nesse caso, os livros são esquecidos. Eles são desnecessários como "meios para o saber". Cancelada a curiosidade, como sinal de um desejo de conhecimento, os livros tornam-se inúteis. Assim, a ignorância que nos permite saber se opõe à que nos deforma por estagnação, A primeira gosta dos livros, a segunda os detesta.

      [ ... ]

      Para aprender a perguntar, precisamos aprender a ler. Não porque o pensamento dependa da gramática ou da língua formal, mas porque ler é um tipo de experiência que nos ensina a desenvolver raciocínios, nos ensina a entender, a ouvir e a falar para compreender. Nos ensina a interpretar. Nos ajuda, portanto, a elaborar questões, a fazer perguntas. Perguntas que nos ajudam a dialogar, ou seja, a entrar em contato com o outro. Nem que este outro seja, em um primeiro momento, apenas cada um de nós mesmos. 

      Pensar, esse ato que está faltando entre nós, começa aí, muitas vezes em silêncio, quando nos dedicamos a esse gesto simples e ao mesmo tempo complexo que é ler um livro, É lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura em que ler é proibido. Os meios tecnológicos de comunicação são insidiosos nesse momento, pois prometem uma completude que o ato de ler um livro nunca prometeu. É que o ato da leitura nunca nos engana. Por isso, também, muitos afastam-se dele. Muitos que foram educados para não pensar, passam a não gostar do que não conhecem. Mas há quem tenha descoberto esse prazer que é o prazer de pensar a partir da experiência da linguagem - compreensão e diálogo - que sempre está ofertada em um livro. Certamente para essas pessoas, o mundo todo - e ela mesma - é algo bem diferente. 

(TIBURI, Márcia. Potência do pensamento: por uma filosofia política da leitura. Disponível em http://revistacult.uol.com.br - 31 de jan. 2016 - com adaptações) 

Assinale a opção em que o termo sublinhado tem o mesmo valor sintático que a oração destacada em "É lamentável que as pessoas sucumbam ao clima programado da cultura” (4°§) .
Alternativas
Respostas
81: B
82: D
83: A
84: B
85: D
86: C
87: C
88: C
89: A
90: E
91: B
92: A
93: E
94: B
95: B
96: A
97: B
98: B
99: C
100: B