Questões Militares
Comentadas sobre uso da vírgula em português
Foram encontradas 327 questões
Leia:
A viagem parecia-lhe sem jeito, nem acreditava nela. Preparava-a lentamente, e só se resolvera a partir quando tudo estava definitivamente perdido. (Graciliano Ramos)
Coloque V (verdadeiro) ou F (falso) nas afirmativas que seguem sobre o uso das vírgulas no texto acima e assinale a alternativa que corresponde à sequência correta.
( ) Todas as vírgulas são de coordenação.
( ) Há uso de vírgula antes da conjunção e para separar oração com sujeito diferente.
( ) A vírgula antes da conjunção e separa oração subordinada consecutiva.
( ) A vírgula antes da conjunção e marca a separação de oração
coordenada adversativa.
Considere o diálogo abaixo.
— Será que, depois de tudo que aconteceu, o Zeca vai se atrever a vir aqui.
— Eu acho que... Não sei... Creio que sim. Se a necessidade for maior que o escrúpulo...
— Tem gente de todo tipo neste mundo mesmo!
Quanto à pontuação, quais falas estão corretas?
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa acerca de pontuação, analise as afirmativas a seguir. I. As vírgulas em [1] e [2] são obrigatórias. II. Em [3], é possível inserir uma vírgula. III. A inserção de uma vírgula em [4] é facultativa, enquanto, em [5], é obrigatória.
Está correto o que se afirma em
Observe a seguinte sentença: “o gol mais bonito na pelada de domingo foi do João que é engenheiro”.
Tendo em conta unicamente o sentido dado pela sentença e considerando a oração adjetiva destacada, analise as afirmativas abaixo.
I. Havia mais de uma pessoa chamada João na pelada de domingo.
II. Não é possível saber se havia mais de uma pessoa chamada João na pelada de domingo.
III. Se houvesse uma vírgula antes do pronome “que”, não seria possível definir se havia ou não outra pessoa chamada João na pelada de domingo.
São verdadeiras apenas as opções:
• … esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. (2° parágrafo) • … ia lançando, numa formosa letra cursiva, sobre o papel Tojal do Estado, estas frases fáceis… (3° parágrafo)
Emprega-se a vírgula para separar as passagens destacadas, que funcionam no período, respectivamente, como:
I- A vírgula em "Que me perdoem os analistas de funções, tabelas, números complexos e logaritmos" [...] (1°§) é usada para separar termos de mesma função sintática.
lI- A vírgula em "Calma lá, meu chapa, não foi isso que eu disse..." (4°§) é usada para separar um vocativo.
lII- A vírgula em "O que falta entender é que falta, principalmente, interpretação de texto" (7º§) é usada para separar orações coordenadas assindéticas.
Está correto o que se afirma em:
Leia o slide a seguir.

Disponível em: <https://pt.slideshare.net/DiegoPrezia/numerais-30801152>. Acesso em: 10 fev. 2020.
É correto afirmar que a palavra especificamente está grafada entre vírgulas pelo mesmo motivo que esse
sinal gráfico foi empregado em
2. Ao tratar de conflitos do desenvolvimento atrasado e veloz da Coreia do Sul, Bong Joon-ho, o diretor, acertou na mosca: falou ao mundo inteiro dos desequilíbrios demenciais do capitalismo contemporâneo.
3. Mas convém não esquecer, sobretudo, a grande enchente que assola Seul e alaga a casa da família pobre: é também dos desequilíbrios climáticos brutais contemporâneos que “Parasita” trata.
4. Toda essa novidade veio num ano em que os indicados estiveram muito acima da média habitual. Pelo menos “O Irlandês”, “Coringa”, “História de um Casamento” e “Era Uma Vez em... Hollywood” destacaram-se recentemente, para não falar da proeza, mais técnica do que outra coisa, de “1917”.
5. Seja como for, era tido como favorito por muitos desde que levou, também surpreendentemente, o Globo de Ouro.
Leia o slide a seguir.

É correto afirmar que a palavra especificamente está grafada entre vírgulas pelo mesmo motivo que esse
sinal gráfico foi empregado em
Leia o trecho da canção de Gilberto Gil para responder à questão.
Se eu quiser falar com Deus
Se eu quiser falar com Deus
Tenho que ficar a sós
Tenho que apagar a luz
Tenho que calar a voz
Tenho que encontrar a paz
Tenho que folgar os nós
Dos sapatos, da gravata
Dos desejos, dos receios
Tenho que esquecer a data
Tenho que perder a conta
Tenho que ter mãos vazias
Ter a alma e o corpo nus
(www.google.com.br, acesso em 10.07.2020)
I. O Museu da Pessoa é colaborativo, ou seja, qualquer pessoa pode se voluntariar para contar sua história.
II. A curadora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, teve a ideia de criar a instituição no fim dos anos 1980.
III. Mais de 25 anos depois da fundação do museu, Worcman pensa o mesmo.
Com base nas regras de pontuação descritas por Celso Luft (1998), é correto afirmar que as vírgulas presentes nos trechos indicam o uso de:
Leia:
Curiosa palavra. Idoso. O que acumulou idade. Também tem o sentido de quem se apega à idade. Ou que a esbanja (como gostoso ou dengoso). Se é que não significa alguém que está indo, alguém em processo de ida. Em constraste com os que ficam, os ficosos... (Luís Fernando Veríssimo)
O texto acima define o vocábulo idoso com liberdade
expressiva do autor. Ao ser reescrito, observando-se as regras de
pontuação, algumas opções são possíveis. Assinale a alternativa
em que a pontuação não atende às normas gramaticais.
Leia o texto para responder à questão
[...] Mas a ciência tem o inefável dom de curar todas as mágoas; o nosso médico mergulhou inteiramente no estudo e na prática da medicina. Foi então que um dos recantos desta lhe chamou especialmente a atenção, – o recanto psíquico, o exame de patologia cerebral. Não havia na colônia, e ainda no reino, uma só autoridade em semelhante matéria, mal explorada, ou quase inexplorada. [...]
– A saúde da alma, bradou ele, é a ocupação mais digna do médico.
– Do verdadeiro médico, emendou Crispim Soares, boticário da vila, e um dos seus amigos e comensais.
A vereança de Itaguaí, entre outros pecados de que é arguida pelos cronistas, tinha o de não fazer caso dos dementes. Assim é que cada louco furioso era trancado em uma alcova, na própria casa [...]; os mansos andavam à solta pela rua. Simão Bacamarte entendeu desde logo reformar tão ruim costume; pediu licença à Câmara para agasalhar e tratar no edifício que ia construir todos os loucos de Itaguaí. [...] A ideia de meter os loucos na mesma casa, vivendo em comum, pareceu em si mesma sintoma de demência e não faltou quem o insinuasse à própria mulher do médico.
– Olhe, D. Evarista, disse-lhe o Padre Lopes, vigário do lugar, veja se seu marido dá um passeio ao Rio de Janeiro. Isso de estudar sempre, sempre, não é bom, vira o juízo.
[...] Uma vez empossado da licença começou logo a construir a casa. Era na Rua Nova, a mais bela rua de Itaguaí naquele tempo, tinha cinquenta janelas por lado, um pátio no centro, e numerosos cubículos para os hóspedes.[...] A Casa Verde foi o nome dado ao asilo, por alusão à cor das janelas, que pela primeira vez apareciam verdes em Itaguaí. Inaugurou-se com imensa pompa; de todas as vilas e povoações próximas, e até remotas, e da própria cidade do Rio de Janeiro, correu gente para assistir às cerimônias, que duraram sete dias. Muitos dementes já estavam recolhidos; e os parentes tiveram ocasião de ver o carinho paternal e a caridade cristã com que eles iam ser tratados. [...] Itaguaí tinha finalmente uma casa de orates.
Fonte:http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000012.p
dfoalienistaacessoem02/12/2019
As crônicas da vila de Itaguaí dizem que em tempos remotos vivera ali um certo médico, o Dr. Simão Bacamarte, filho da nobreza da terra e o maior dos médicos do Brasil [...]. Estudara em Coimbra e Pádua. Aos trinta e quatro anos regressou ao Brasil [...]
— A ciência, disse ele a Sua Majestade, é o meu emprego único; Itaguaí é o meu universo.
Dito isso, meteu-se em Itaguaí, e entregou-se de corpo e alma ao estudo da ciência [...]. Aos quarenta anos casou com D. Evarista da Costa e Mascarenhas, senhora de vinte e cinco anos, viúva de um juiz de fora, e não bonita nem simpática. [...] Ela reunia condições fisiológicas e anatômicas de primeira ordem, digeria com facilidade [...]; estava assim apta para dar-lhe filhos robustos, sãos e inteligentes. Se além dessas prendas, — únicas dignas da preocupação de um sábio, D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus, porquanto não corria o risco de preterir os interesses da ciência na contemplação exclusiva, miúda e vulgar da consorte.
Ela mentiu às esperanças do Dr. Bacamarte, não lhe deu filhos robustos nem mofinos. A índole natural da ciência é a longanimidade; o nosso médico esperou três anos, depois quatro, depois cinco. [...] e à sua resistência (de D. Evarista), — explicável, mas inqualificável, — devemos a total extinção da dinastia dos Bacamartes.[...]
http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/bn000012.pdfoalie nistaacessoem02/12/2019(adaptado)
“D. Evarista era mal composta de feições, longe de lastimá-lo, agradecia-o a Deus”. Sobre a norma de colocação pronominal utilizada, em destaque, no enunciado anterior, assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.
Obedeceu-se à norma da _____, no exemplo
destacado, porque o verbo aparece _____, a oração
está na _____ e não há vocábulos ou tempo verbal que
justifiquem outro tipo de colocação.