Questões Militares
Sobre termos essenciais da oração: sujeito e predicado em português
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“Eu também já fui brasileiro / moreno como vocês. / Ponteei viola, guiei forde / e aprendi na mesa dos bares / que o nacionalismo é uma virtude.”
Em relação à oração a que pertence, é correto afirmar que
(1) indeterminado
(2) simples
(3) composto
(4) oculto
( ) João da Cruz e Sousa nasceu no Desterro, atual Florianópolis, em 1861.
( ) Deixaram a biblioteca limpa e arrumada.
( ) Nas palavras daquele texto, permaneci imerso por horas.
( ) Glauceste Satúrnio e Dirceu são os pseudônimos de dois grandes líricos da poesia arcádica brasileira.
( ) As flores têm pétalas vermelhas. (oração com sujeito simples)
( ) Havia flores na varanda. (Oração sem sujeito)
( ) Amanheceu subitamente. (Oração sem sujeito)
( ) Fazia um calor terrível. (oração com sujeito simples/paciente)

Leia:
A vida ficou mais dura para os políticos do mundo. Quando um governo ataca os próprios cidadãos, deve perder seus direitos soberanos.
No texto acima, os predicados destacados são, respectivamente,
Leia:
“Não tenham medo de mim, que eu não sou nenhum papa crianças, nem eu venho desmanchar prazeres de ninguém.”
No trecho acima, há
Leia:
“No final do ano, você sempre fala para você mesmo tudo o que quer mudar. Neste ano faça isso antes.”
Em relação à classificação sintática dos termos em destaque, assinale a alternativa correta.
Observe as frases abaixo:
I. As questões de inglês estão difíceis.
II. O artista deu uma entrevista àquele repórter.
III. O aluno saiu do exame cansadíssimo.
Os predicados nas três frases são
Leia:
“Da chaminé de tua casa
Uma a uma
Vão brotando as estrelinhas...”
No texto acima, o sujeito é classificado como
ESPERA UMA CARTA
Carlos Drummond de Andrade
Agora sei por que não vieste, depois de tanto e tanto te esperar. Cheguei a supor que não existisses. Imaginei, às vezes, que foras ter a outra porta, e alguém se beneficiava de ti. Era o equívoco mais consolador, afinal não se perderia a mensagem. Eu indagava os rostos, pesquisava neles a furtiva iluminação, o traço de beatitude, que indicasse conhecimento de teu segredo. Não distinguia bem, as pessoas se afastavam ou escondiam tão finamente tua posse, que a dúvida ficava enrodilhada à minha esquerda. O desengano, à direita. E não havia combate entre eles. Coexistiam, mais a cabeçuda esperança.
Todas as manhãs te aguardava. Ao meio-dia já era certo que não vinhas. O resto do dia era neutro. Restava amanhã. E outro amanhã. E depois. Repousava, aos domingos, dessa expectação sem limites. Via-te aparecer em sonho, e fechava os olhos como quem soubesse que não te merecia, ou quisesse retardar o instante de comunicação. Esperar era quase receber. Cismava que te recebera havia longos anos, mas era menino e sem condições de avaliar-te, ou vieras em código, e eu, sem possuir a chave, me quedava mirando-te e remirando-te como à estrela intocável.
Muitas recebi durante esse prazo. Não se confundiam contigo. Traziam palavras boas ou más, indiferentes, quaisquer. E o receio de que entre elas rolasses perdida, fosses considerada insignificante? Desprezada, como impresso de propaganda?
As dádivas que devias trazer-me, quais seriam? Nunca imaginei ao certo o que de grande me reservavas. Quem sabe se a riqueza, de que eu tinha medo, mas revestida de doçura e imaginação, a resumir os prazeres do despojamento? Ou a glória espiritual, sem seus gêmeos a jactância e o orgulho? Ou o amor – e esta só palavra me fazia curvar a cabeça, ao peso de sua magnificência. Eu não escolhia nem hesitava. O dom seria perfeito, sem proporção com o ente gratificado. E infinito, a envolver minha finitude.
Mas agora sei por que não vieste nem virás. Estavas entre inúmeras companheiras, jogadas em sacos espessos, por sua vez afundados num subterrâneo. E dizer que todos os dias passei por tuas proximidades, até mesmo em cima de ti, sem discernir tua pulsação. Servidores infiéis ou cansados foram acumulando debaixo do chão o monte de notícias, lamentos, beijos, ameaças, faturas, ordens, saudades, sobre o qual os caminhões passavam, os dias passavam, passavam os governos e suas reformas. Escondida, esmagada no monte, sem sombra de movimento, lá te deixaste jazer, enquanto eu conjeturava mil formas de extravio e omissão. Cheguei a desconfiar de ti, a crer que zombavas de minha urgência, distraindo-te por itinerários loucos. Suspeitei que te recusavas, quase desejei que fogo ou água te liquidassem, já que te esquivavas a tua missão.
E foi o que aconteceu, sem dúvida. A umidade e os ratos de esgoto te consumiram. Restam – se restarem – fragmentos que nada contam ou explicam, senão que uma carta maravilhosa, esperada desde a eternidade, por mim e por outro qualquer homem igual a mim, foi escrita em alguma parte do mundo e não chegou a destino, porque o Correio a jogou fora, entre trezentas mil ou trezentos milhões de cartas.
OBS.: O texto foi adaptado às regras do Novo
Acordo Ortográfico.
Assinale a alternativa correta quanto à classificação do sujeito, respectivamente, para cada uma das orações abaixo.
– Choveu pedra por no mínimo 20 minutos.
– Vende-se este imóvel.
– Fazia um frio dos diabos naquele dia.


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“ Conta a lenda que dormia Uma Princesa encantada A quem só despertaria Um Infante, que viria De além do muro da estrada.”
Os sujeitos dos verbos destacados acima são, respectivamente,
O veículo elétrico não emite gás carbônico ou nenhum outro tipo de gás nocivo ao meio ambiente.
Assinale a alternativa em que o predicado destacado classifica-se como o predicado presente no trecho em destaque na frase acima.
I. "os soldados britânicos e suas apalpadelas"é sujeito da oração.
II. "so limite da inconveniência"é objeto direto do verbo "chegar".
Ill. "britânicos"é adjunto adnominal de soldados.
IV. "insolentes"é adjunto adverbial de modo.
Em relação aos itens apresentados, estão corretos apenas:
