Questões Militares Comentadas sobre significação contextual de palavras e expressões. sinônimos e antônimos. em português

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Q1373012 Português

TEXTO 3

Canção da América

Amigo é coisa para se guardar

Debaixo de sete chaves

Dentro do coração

Assim falava a canção que na América ouvi

Mas quem cantava chorou

Ao ver seu amigo partir


Mas quem ficou, no pensamento voou

Com seu canto que o outro lembrou

E quem voou, no pensamento ficou

Com a lembrança que o outro cantou


Amigo é coisa para se guardar

No lado esquerdo do peito

Mesmo que o tempo e a distância digam “não”

Mesmo esquecendo a canção

O que importa é ouvir

A voz que vem do coração


Pois seja o que vier, venha o que vier

Qualquer dia, amigo, eu volto

A te encontrar

Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar


(NASCIMENTO, Milton. Unencounter (Canção da América). Álbum: Journey to Dawn. Produção: Jim Price. Composição: Fernando Brant e Milton Nascimento. Letra: Fernando Brant. EUA: A&M Records. 1979.)

Observe os trechos a seguir:

“Dei-me conta, com uma intensidade incomum, da coisa rara que é a amizade.” (linhas 1 a 2, do texto 1 - “A amizade”)

“Amigo é coisa para se guardar” (verso 1, do texto 3 - “Canção da América”)


De acordo com o contexto apresentado nos textos 1 e 3, as expressões destacadas significam, respectivamente:

Alternativas
Q1363957 Português

TEXTO VI

Heróis na Vida Real

Vanessa Guimarães

    A palavra herói originou-se na Grécia antiga e era muito utilizada para nomear as divindades idolatradas pelos gregos que representavam os valores e as crendices do povo. Aquelas figuras, que se destacavam por atos de coragem, com valores e ações extraordinárias, principalmente feitos brilhantes durante guerras e batalhas, eram consideradas heróis.

    A mitologia e as lendas deram origem a personagens fictícios que se misturam com a realidade e muitas vezes são referenciados e adorados por diferentes povos, perpetuando-se nas histórias e na memória de crianças e adultos de diversas gerações. Os livros, desenhos e filmes ajudam a manter vivas as histórias criadas há séculos.

    Muitas vezes citamos exemplos fantasiosos e irreais para exemplificar e ilustrar fatos cotidianos, nos esquecendo de personagens reais, que existem em nossa sociedade e que trabalham ou trabalharam arduamente para tornar nosso país e nosso mundo um lugar melhor para se viver.

    O lugar de princesas, príncipes, personagens com capas, máscaras e roupas bem desenhadas e coloridas é nos gibis, nas fábulas e nos cinemas. Já os heróis de verdade, que são pessoais reais e viveram ou vivem no meio de seu povo, podem ser classificados com simples palavras como dedicação, igualdade, luta, suor, trabalho, reflexão, educação e informação. São eles os responsáveis por mudanças de comportamento, rupturas de culturas, quebras de paradigmas e desenvolvimento de novos hábitos e pensamentos. Muitos ultrapassaram barreiras sociais e antropológicas de .uma época, lutaram contra políticos e culturas e até arriscaram suas vidas para romper dogmas,, preconceitos, políticas antiquadas e formas de administrar atrasadas, desrespeitosas e cruéis.

    Os heróis de verdade se tornam imortais através de seus projetos, ações e lutas, deixando legados e lições importantes através da história. Citarei alguns dos líderes que me cativaram e que, ao meu ver, transformaram tudo e todos ao seu redor através de suas atitudes e da forma de se comunicar.

    Símbolo da paz e defensor do uso de armas pacíficas para protestar, Mahatma Ghandi foi um líder pacifista que lutou pela independência da índia, país que era colonizado pela Inglaterra. Sua principal arma de resistência pacífica à dominação do império britânico foi um longo jejum.

    Nelson Mandela foi um advogado e o primeiro presidente da África do Sul (1994-1999). Durante toda a sua vida ele lutou pela liberdade, justiça e democracia em seu país. Ficou 27 anos na prisão e só foi libertado após uma campanha internacional a favor de sua liberdade, em 1990. Ele lutou contra o regime do Apartheid, um sistema racista que se iniciou em 1948. "Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele", discursou o ativista político estadunidense e pastor Martin Luther Kiug Jr. em 1963. [...]

    A "Santa das Sarjetas" Anjezê Gonxhe Bojaxhiu, mais conhecida como Madre Teresa de Calcutá, que foi canonizada em setembro de 2016 pela Igreja Católica, foi uma missionária religiosa de etnia albanesa, naturalizada indiana. A "padroeira dos pobres e necessitados" fundou a congregação religiosa Missionárias da Caridade, que ajudou milhares de pobres, sem-teto e doentes em fase terminal que não possuíam condições financeiras de pagar seu tratamento. [...] O atual Dalai Lama Tenzin Gyaíso é o líder espiritual do budismo tibetano, monge e doutor em filosofia budista. 0 14° Dalai Lama é o líder espiritual e o porta-voz do povo tibetano e sua missão é estabelecer o diálogo, a harmonia, paz e compaixão mundial na atualidade. [...]

    A estudante e ativista paquistanesa Malala Yousafzaifoi baleada pelo Talibã com apenas 15 anos, por lutar publicamente a favor da educação feminina no Paquistão, onde os direitos dos homens são diferentes dos das mulheres. Ao desafiar a política pública nacional, escrever para veículos de comunicação regionais e internacionais, e ainda participar de palestras, seminários e até entrevistas para redes de televisão, a estudante e sua família receberam ameaças de grupos de talibãs. "Nossos livros e nossos lápis são nossas melhores armas. A educação é a única solução, a educação em primeiro lugar", disse Malala em seu discurso na Assembléia de Jovens da ONU (Organizações das Nações Unidas). [...]

    Essas pessoas despertam em nós a certeza de que somos capazes e de que podemos ir além. Ler sobre a história de vida e de luta de cada um deles nos motiva. Vamos seguir adiante tendo em mente esses ensinamentos e a visão de que podemos sempre nos transformar em pessoas e profissionais melhores, fazendo bem ao próximo. Sempre admirarei o exemplo desses grandes líderes, que são os nossos verdadeiros heróis. Seus .trajetos podem e devem ser passados adiante. Todos nós queremos ser tratados com respeito, educação e ética, só que muitas vezes é mais fácil cobrar do outro do que nos esforçar para mudar a nós mesmos. Ajudemos as pessoas ao nosso redor, independente de quem seja, sem esperar nada em troca, apenas plantando uma pequena semente que um dia germinará e se multiplicará.

Fonte: http://obviousmag.ors/cult e cia/2016/10/herois-da-vida-real.html. Acesso em: 15/10/2018. (Adaptado)



Glossário:

Dogma: é uma crença ou doutrina estabelecida de uma religião, ideologia ou qualquer tipo de organização, considerada um ponto fundamental e indiscutível de uma crença.

Paradigma: um exemplo que serve como modelo, padrão.

Considere as seguintes afirmações sobre propostas de alteração de frases do texto.
I - Se em “defensor do uso desarmas pacíficas” (6o parágrafo) fosse retirada a palavra “pacíficas”, não haveria nenhuma alteração no sentido do texto. II - Se “perpetuando-se” (2o parágrafo) fosse substituído por “mantendo-se”, nenhuma outra alteração seria necessária à frase. • III - Se trocássemos “nos motiva” (10° parágrafo) por “torna-nos focados”, o sentido da mensagem que se veicula no período em questão continuaria inalterado. IV - O período manteria o mesmo sentido se a expressão “ao meu ver” (5o parágrafo) fosse deslocada para o seu início.
Está correto o que se afirma em::
Alternativas
Q1363956 Português

TEXTO VI

Heróis na Vida Real

Vanessa Guimarães

    A palavra herói originou-se na Grécia antiga e era muito utilizada para nomear as divindades idolatradas pelos gregos que representavam os valores e as crendices do povo. Aquelas figuras, que se destacavam por atos de coragem, com valores e ações extraordinárias, principalmente feitos brilhantes durante guerras e batalhas, eram consideradas heróis.

    A mitologia e as lendas deram origem a personagens fictícios que se misturam com a realidade e muitas vezes são referenciados e adorados por diferentes povos, perpetuando-se nas histórias e na memória de crianças e adultos de diversas gerações. Os livros, desenhos e filmes ajudam a manter vivas as histórias criadas há séculos.

    Muitas vezes citamos exemplos fantasiosos e irreais para exemplificar e ilustrar fatos cotidianos, nos esquecendo de personagens reais, que existem em nossa sociedade e que trabalham ou trabalharam arduamente para tornar nosso país e nosso mundo um lugar melhor para se viver.

    O lugar de princesas, príncipes, personagens com capas, máscaras e roupas bem desenhadas e coloridas é nos gibis, nas fábulas e nos cinemas. Já os heróis de verdade, que são pessoais reais e viveram ou vivem no meio de seu povo, podem ser classificados com simples palavras como dedicação, igualdade, luta, suor, trabalho, reflexão, educação e informação. São eles os responsáveis por mudanças de comportamento, rupturas de culturas, quebras de paradigmas e desenvolvimento de novos hábitos e pensamentos. Muitos ultrapassaram barreiras sociais e antropológicas de .uma época, lutaram contra políticos e culturas e até arriscaram suas vidas para romper dogmas,, preconceitos, políticas antiquadas e formas de administrar atrasadas, desrespeitosas e cruéis.

    Os heróis de verdade se tornam imortais através de seus projetos, ações e lutas, deixando legados e lições importantes através da história. Citarei alguns dos líderes que me cativaram e que, ao meu ver, transformaram tudo e todos ao seu redor através de suas atitudes e da forma de se comunicar.

    Símbolo da paz e defensor do uso de armas pacíficas para protestar, Mahatma Ghandi foi um líder pacifista que lutou pela independência da índia, país que era colonizado pela Inglaterra. Sua principal arma de resistência pacífica à dominação do império britânico foi um longo jejum.

    Nelson Mandela foi um advogado e o primeiro presidente da África do Sul (1994-1999). Durante toda a sua vida ele lutou pela liberdade, justiça e democracia em seu país. Ficou 27 anos na prisão e só foi libertado após uma campanha internacional a favor de sua liberdade, em 1990. Ele lutou contra o regime do Apartheid, um sistema racista que se iniciou em 1948. "Eu tenho um sonho. O sonho de ver meus filhos julgados por sua personalidade, não pela cor de sua pele", discursou o ativista político estadunidense e pastor Martin Luther Kiug Jr. em 1963. [...]

    A "Santa das Sarjetas" Anjezê Gonxhe Bojaxhiu, mais conhecida como Madre Teresa de Calcutá, que foi canonizada em setembro de 2016 pela Igreja Católica, foi uma missionária religiosa de etnia albanesa, naturalizada indiana. A "padroeira dos pobres e necessitados" fundou a congregação religiosa Missionárias da Caridade, que ajudou milhares de pobres, sem-teto e doentes em fase terminal que não possuíam condições financeiras de pagar seu tratamento. [...] O atual Dalai Lama Tenzin Gyaíso é o líder espiritual do budismo tibetano, monge e doutor em filosofia budista. 0 14° Dalai Lama é o líder espiritual e o porta-voz do povo tibetano e sua missão é estabelecer o diálogo, a harmonia, paz e compaixão mundial na atualidade. [...]

    A estudante e ativista paquistanesa Malala Yousafzaifoi baleada pelo Talibã com apenas 15 anos, por lutar publicamente a favor da educação feminina no Paquistão, onde os direitos dos homens são diferentes dos das mulheres. Ao desafiar a política pública nacional, escrever para veículos de comunicação regionais e internacionais, e ainda participar de palestras, seminários e até entrevistas para redes de televisão, a estudante e sua família receberam ameaças de grupos de talibãs. "Nossos livros e nossos lápis são nossas melhores armas. A educação é a única solução, a educação em primeiro lugar", disse Malala em seu discurso na Assembléia de Jovens da ONU (Organizações das Nações Unidas). [...]

    Essas pessoas despertam em nós a certeza de que somos capazes e de que podemos ir além. Ler sobre a história de vida e de luta de cada um deles nos motiva. Vamos seguir adiante tendo em mente esses ensinamentos e a visão de que podemos sempre nos transformar em pessoas e profissionais melhores, fazendo bem ao próximo. Sempre admirarei o exemplo desses grandes líderes, que são os nossos verdadeiros heróis. Seus .trajetos podem e devem ser passados adiante. Todos nós queremos ser tratados com respeito, educação e ética, só que muitas vezes é mais fácil cobrar do outro do que nos esforçar para mudar a nós mesmos. Ajudemos as pessoas ao nosso redor, independente de quem seja, sem esperar nada em troca, apenas plantando uma pequena semente que um dia germinará e se multiplicará.

Fonte: http://obviousmag.ors/cult e cia/2016/10/herois-da-vida-real.html. Acesso em: 15/10/2018. (Adaptado)



Glossário:

Dogma: é uma crença ou doutrina estabelecida de uma religião, ideologia ou qualquer tipo de organização, considerada um ponto fundamental e indiscutível de uma crença.

Paradigma: um exemplo que serve como modelo, padrão.

Em relação ao período “Essas pessoas despertam em nós a certeza de que somos capazes e de que podemos ir além. " (10° parágrafo), afirma-se que:
I - Evidencia-se a ocorrência de uma oração subordinada substantiva completiva nominal. II - A palavra que grifada poderia ser substituída por as quais. III - A substituição de despertam por provocam implicaria alteração de regência.

Qual(is) está(ao) correta(s)?
Alternativas
Q1353208 Português

Observe o trecho: “Tem gente que esperou tanto o prato ficar pronto que morreu antes. Com fome.” (Texto 1,Imagem associada para resolução da questão  13 e  Imagem associada para resolução da questão 14)

Assinale a alternativa em que, unindo-se os dois enunciados, seja mantido o significado lógico do contexto, sem desrespeitar as normas da língua padrão. 

Alternativas
Q1348630 Português
Em "Consertando erros anteriores e mantendo os acertos no futuro", as palavras sublinhadas apresentam uma relação de
Alternativas
Q1337419 Português
TEXTO II
LINDO BALÃO AZUL
(Compositor: Guilherme Arantes)
Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou um cientista
O meu papo futurista
É lunático

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Tenho alma de artista
Sou um gênio sonhador
E romântico

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou aventureiro
Desde o meu primeiro passo
Pro infinito

Eu vivo sempre
No mundo da lua
Porque sou inteligente
Se você quer vir com a gente
Venha que será um barato

Pegar carona
Nessa cauda de cometa
Ver a Via Láctea
Estrada tão bonita
Brincar de esconde-esconde
Numa nebulosa
Voltar pra casa
Nosso lindo balão azul

Nosso lindo balão azul
Oh! Oh! Oh! Oh!

Nosso lindo balão azul
Uh! Uh! Uh! Uh!

Disponível em: <https://www.letras.mus.br/guilhermearantes/46311>. Acesso em: 4 JUN 18
Aponte os versos da canção “Lindo Balão Azul” nos quais existe uma relação de sinonímia entre os vocábulos que os compõem.
Alternativas
Q1327629 Português
TEXTO II
PEQUENOS DELITOS
Walcyr Carrasco
    Compras do mês. Percorro as prateleiras do supermercado olhando gulosamente tudo aquilo que é bom mas engorda. Um senhor magro e grisalho para diante dos iogurtes. Olha em torno, cautelosamente. Agarra uma garrafinha sabor morango, abre e vira na boca, bem depressa. Esconde a embalagem. Disfarço, mas sigo o homem. Podem me chamar de abelhudo. Sou. Minha desculpa é que só tento entender o comportamento humano para escrever depois. Dali a pouco o homem pega um pacote de bolachas. Abre. Come algumas. A sobremesa? Na banca de frutas. Uvas itália tiradas do cacho. Um pêssego pequeno. Devora. Esconde o caroço no bolso. Nem sei como consegue fazer a digestão, tal a rapidez. Não, não se trata de nenhum MSS — Movimento dos Sem-Supermercado ou coisa que o valha. É um senhor com jeito de vovozinho e trajes de classe média. Termina as compras de barriga cheia e com expressão de vitória.
    — Faço de tudo para não praticar pequenos delitos — conta uma amiga.
    — É uma responsabilidade pessoal.
    Culposamente, lembro de quando vou comprar fruta seca. Adoro uva passa. Com a desculpa de experimentar, pego uma. Duas. Três. Trezentas! Outra amiga é absolutamente contra camelôs. Diz que emporcalham a cidade. Há uma semana chegou com um brinquedo para os filhos.
    — Paguei baratinho — contou animada.
    — Era de uma banquinha do centro da cidade. Espantei-me.
    — Você não é contra?
    — Sou contra, mas não sou burra!
    Pode? Hoje em dia se fala muito em ética. Mas, quando podem dar o golpe nas pequenas coisas, muita gente se sente orgulhosa. Conheço uma livraria, em Pinheiros, onde sempre se aceita devolução. Recentemente uma senhora levou seu exemplar. A gerente não reconheceu o livro. A cliente teimou. Ela verificou todas as notas. Simplesmente o título não havia sido negociado. Insistiu: 
    — Eu troco, desde que a senhora me diga a verdade. Não é daqui, é?
A mulher reconheceu: havia comprado o exemplar há tempos, em outro lugar. Mesmo assim, aceitou a troca e saiu satisfeitíssima com um livro novo. Outra cliente levou o livro de atividades do filho, acompanhada pela criança. Trocou. Dias depois se descobriu que os questionários internos estavam preenchidos a mão. Era golpe.
    — Que exemplo essa mulher dá ao filho? — admira-se a moça.
   E quando o troco vem errado? Confesso que a minha primeira reação é de alegria! De repente, tenho mais dinheiro do que pensava. Em seguida lembro que a diferença será paga pelo caixa. Devolvo. Já vi gente feliz da vida porque o dono da loja fez confusão nos preços. Outra coisa que odeio é emprestar e não receber. Há uma predisposição, para não pagar pequenas dívidas. Mesmo quem empresta fica sem jeito. — São só cinco reais... não faço questão.
    Como se fosse feio receber o que é seu! Já ouvi, uma vez que reclamei.
    — Pão-duro! Você liga pra mixaria?
    Tenho um conhecido que jamais tem dinheiro para dar ao manobrista. Sempre pede um trocado. Se eu não tenho, pede desculpas ao homem.
    — Da próxima vez, dou em dobro. Ou então:
    — Saí sem talão de cheques. Hoje você paga o jantar, o próximo é meu. Ah, que raiva! De facadinha em facadinha, faz uma bela economia.
    Surrupiar um queijinho no supermercado parece não ter sequer importância. Mas os pequenos delitos, quando somados, tornam a vida na cidade grande ainda mais selvagem.

Fonte: https://comissaodecultura.files.wordpress.com/2011/06/walcyr-carrasco-pequenos-delitos-e-outras-crc3b4nicas.pdf
A crônica é um gênero textual narrativo que parte de um fato do cotidiano e geralmente apresenta um uso mais literário da língua. Isso contribui para a aproximação e identificação do leitor com o texto, mas também exige do leitor um conhecimento de mundo específico para a compreensão e interpretação. No trecho "De facadinha em facadinha, faz uma bela economia", a expressão em destaque equivale, semanticamente, ao ditado popular:
Alternativas
Q1327604 Português

TEXTO I (Adaptado)

A MENINA DOS FÓSFOROS

Hans Christian Andersen


    Era a última noite do ano, véspera do Ano Novo. Nevava, o frio era terrível e começava a escurecer. No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre, descalça, de cabeça descoberta. Ao sair de casa, trazia chinelos. Mas eles eram grandes demais para ela, pois haviam sido de sua mãe. E porque eram grandes, a menina os perdera ao atravessar a rua, correndo, no momento em que dois carros passaram, velozmente. Não conseguira encontrar um dos chinelos, que ficara enterrado na neve. E um garoto levara o outro, dizendo que o usaria como berço quando tivesse filhos.

    A menina caminhava com os pezinhos nus, arroxeados de frio. No bolso de seu velho avental, trazia fósforos e segurava alguns na mão gelada, que oferecia aos transeuntes repetidamente. Ainda era no tempo em que se vendiam fósforos soltos, e não em caixa. Durante todo o dia, ninguém lhe comprara um só palito de fósforo, nem lhe dera uma moeda. Sofrendo frio e fome, a pobrezinha, andando pela rua, parecia apavorada. Os flocos de neve caíam-lhe sobre os longos cabelos louros, que formavam graciosos cachos. Mas a menina estava longe de pensar em cabelos bonitos.

    Todas as janelas estavam iluminadas e chegava até a rua um aroma delicioso de pato assado.

    Cansada e com frio, encolheu-se num canto, entre duas casas. Uma delas avançava mais sobre a rua que a outra. Sentou-se, encolheu as perninhas, mas continuava a sentir frio. Não tendo vendido um único fósforo, não possuindo uma única moeda, não ousava voltar para casa, onde o pai certamente a espancaria. Além disso, também fazia frio na casa onde moravam, que era uma casa sem forro, com o telhado cheio de fendas, por onde o vento soprava, apesar de tentarem fechar as brechas com palha e trapos. Suas mãozinhas estavam geladas e enrugadas. O calor de um pequenino fósforo lhe faria bem. Talvez não pudesse, com os dedos duros, tirar um fósforo do pacotinho e acendê-lo. Mas conseguiu tirar um e riscou-o. O fósforo acendeu e sua chama clara e quente parecia uma velinha, dentro da concha de sua mãozinha. Era uma luz estranha. A garotinha imaginou estar sentada em frente a uma grande lareira de ferro, com adornos e um tambor de latão polido. O fogo crepitava alegremente, aquecia e reconfortava. A pequena já ia estendendo os pés, para aquecê-los também... Mas estava apenas sentada na rua, com um pedacinho de fósforo queimado na mão.

    Riscou novo fósforo, que deu luz clara e viva. Ela viu então o interior de uma casa, onde estava posta a mesa, com toalha muito branca e fina porcelana. O pato assado fumegava, recheado de ameixas e maçãs. De repente, aconteceu uma coisa extraordinária. O pato saiu da travessa e andou pela sala, com o garfo e a faca espetados nas costas. Assim, chegou até junto da menina pobre. Então o fósforo se apagou e só se via a parede, grossa e fria.

    Ela acendeu outro fósforo. Viu-se sentada sob os ramos da mais linda árvore de Natal. Era ainda maior e mais rica do que a árvore que ela vira através da porta envidraçada na sala do rico negociante, no Natal passado. Milhares de velas brilhavam nos ramos verdes e figuras coloridas, como as que adornam as vitrines das lojas, a fitavam. A pequena estendeu as mãos para o alto, mas o fósforo se apagou. As velas de Natal foram subindo, cada vez mais, e ela viu que eram estrelas cintilantes. Uma delas caiu, traçando um longo risco de fogo no céu.

    — Deve ter morrido alguém – disse a pequena.

    A velha avó, única pessoa que lhe quisera bem, mas que já estava morta, costumava dizer: "Quando uma estrela cai, sobe aos céus uma alma."

A menina tornou a riscar um fósforo contra a parede. No clarão produzido em volta, ela viu, radiante e iluminada, a velha avó, meiga e bondosa.

    — Vovó! – gritou a pequena. – Leva-me contigo! Sei que não mais estarás aí quando o fósforo se apagar. Desaparecerás como a boa lareira, o delicioso pato assado e a linda árvore de Natal! 

    Riscou apressadamente o resto dos fósforos que havia no pacotinho, para ter a avó ali a seu lado e segurá-la. O clarão dos fósforos tornou-se mais intenso que a luz do dia. Nunca a avó fora tão grande e bela. Ergueu a menina nos braços e as duas voaram, felizes, para as alturas, onde não havia frio nem fome, nem apreensões. Voaram para junto de Deus. Quando raiou a manhã, muito fria, encontraram, ali no cantinho, entre as duas casas, a menina com as faces coradas e um sorriso a brincarlhe nos lábios. Morrera de frio na última noite do ano. A aurora do Ano Novo brilhava sobre o pequenino cadáver, que jazia com os fósforos nas mãos. Um maço inteiro estava queimado. 

   — Ela quis aquecer-se – disseram.

ANDERSEN, Hans Christian. Contos de Andersen. Tradução de Guttorm Hanssen. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2002. 


Analise o trecho: "No frio e na escuridão, perambulava pela rua uma menina pobre..." (1º parágrafo). Qual palavra poderia substituir a que está em destaque sem prejudicar o sentido original? Imagem associada para resolução da questão
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Q1017022 Português

               Empresas de tecnologia querem lei federal de privacidade nos EUA


      As leis de privacidade pelo mundo afetaram em cheio as empresas de tecnologia desde o início do ano. Só no primeiro semestre, a União Europeia e o Estado da Califórnia, nos EUA, criaram leis para proteger os dados pessoais de seus cidadãos. Agora, na tentativa de driblar as novas regras, companhias de tecnologia estão estudando formas de criar uma lei federal americana que atenda a seus interesses.

      O movimento teve início em maio, quando a Europa começou a aplicar sua nova lei (GDPR, na sigla em inglês) que permite que as pessoas solicitem seus dados e restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações.

      Em junho, foi a vez da Califórnia fazer o mesmo, estabelecendo um parâmetro de privacidade para os EUA. Agora, as principais empresas de tecnologia estão indo para a ofensiva. Nos últimos meses, o Facebook, o Google, a IBM, a Microsoft e outros pressionaram agressivamente as autoridades na administração Trump para começar a delinear uma lei federal de privacidade. A lei teria um duplo objetivo: ela iria se sobrepor à lei da Califórnia e, ao mesmo tempo, daria às empresas ampla margem de manobra sobre como as informações digitais pessoais eram tratadas.

            (Cecília Kang, do The New York Times. Estado de S.Paulo, 29.08.2018)

Com a substituição do termo destacado na frase “Agora, na tentativa de driblar as novas regras...”, a redação está correta quanto à regência verbal, em conformidade com a norma-padrão da língua, em:
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Q1017021 Português

               Empresas de tecnologia querem lei federal de privacidade nos EUA


      As leis de privacidade pelo mundo afetaram em cheio as empresas de tecnologia desde o início do ano. Só no primeiro semestre, a União Europeia e o Estado da Califórnia, nos EUA, criaram leis para proteger os dados pessoais de seus cidadãos. Agora, na tentativa de driblar as novas regras, companhias de tecnologia estão estudando formas de criar uma lei federal americana que atenda a seus interesses.

      O movimento teve início em maio, quando a Europa começou a aplicar sua nova lei (GDPR, na sigla em inglês) que permite que as pessoas solicitem seus dados e restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações.

      Em junho, foi a vez da Califórnia fazer o mesmo, estabelecendo um parâmetro de privacidade para os EUA. Agora, as principais empresas de tecnologia estão indo para a ofensiva. Nos últimos meses, o Facebook, o Google, a IBM, a Microsoft e outros pressionaram agressivamente as autoridades na administração Trump para começar a delinear uma lei federal de privacidade. A lei teria um duplo objetivo: ela iria se sobrepor à lei da Califórnia e, ao mesmo tempo, daria às empresas ampla margem de manobra sobre como as informações digitais pessoais eram tratadas.

            (Cecília Kang, do The New York Times. Estado de S.Paulo, 29.08.2018)

Considere as frases do texto:


●  ... restringe a forma como as empresas obtêm e lidam com informações.

●  ... pressionaram agressivamente as autoridades (...) para começar a delinear uma lei...


Os termos destacados nas frases significam, correta e respectivamente,

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Q978240 Português

Considere os versos 68 a 80 do texto 2, transcritos abaixo:


“Esse passo que vai

sem esmagar as plantas

no campo de batalha,

à procura de sítios,

segredos, episódios

não contados em livro,

de que apenas o vento,

as folhas, a formiga

reconhecem o talhe,

mas que os homens ignoram,

pois só ousam mostrar-se

sob a paz das cortinas

à pálpebra cerrada.”


Acerca de “vento”, “folhas” e “formiga”, pode-se afirmar que

Alternativas
Q978239 Português
A respeito do uso do vocábulo “sabidos” (texto 1, verso 21), pode-se afirmar que
Alternativas
Q978238 Português
O vocábulo estranho ao campo morfossemântico da palavra “hética” (texto 1, verso 58) é
Alternativas
Q978237 Português

O valor semântico do vocábulo “errado”, exaltado pela autora no texto 1 em


“Amo e canto com ternura

todo o errado da minha terra.” (versos 29 e 30)


não se aplica a

Alternativas
Q978233 Português

“Amo e canto com ternura / todo o errado da minha terra” (texto 1, versos 29 e 30).


A substantivação do adjetivo “errado”, antecedido pelo determinante “o”, que aparece no trecho acima destacado do poema de Cora Coralina

Alternativas
Q978232 Português
Os becos descritos no texto 1 denunciam lugares marginalizados, abandonados e, mais frequentemente, não amados. Assinale a opção em que o verso transcrito condiz com essa afirmativa.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2018 - CFN - Soldado |
Q968114 Português
No fragmento “(…) vela a vida no seu violão vivida e por um vilão levada.”- linhas 18, 19 e 20 – é estabelecido qual relação semântica entre os termos destacados?
Alternativas
Q965873 Português

                                                    Texto I


                 Atlas da Violência mostra relação entre crimes e

                                  baixo desenvolvimento

                                                                                        Por Fernando Molica


      Os dados do ‘Atlas da Violência 2018: políticas públicas e retratos dos municípios brasileiros’ revelam que a violência é menor em cidades de maior desenvolvimento humano. A análise dos 309 municípios com mais de 100 mil habitantes mostrou que as taxas de homicídios são superiores naqueles que concentram populações mais pobres, baixos índices de atendimento a crianças e adolescentes e mais casos de desocupação e de gravidez na adolescência.

      Os números reforçam os contrastes entre as cidades que ficam nos extremos da tabela: Brusque (SC) e Queimados (RJ). Na primeira, a taxa de homicídios e mortes violentas ficou em 4,8 casos por 100 mil habitantes; na outra, o índice chegou a 134,9. Os municípios mais violentos se concentram nas regiões Norte e Nordeste. Os números analisados são do ano de 2016.

      Os dados do Atlas mostram o tamanho da desigualdade: em Brusque, a taxa de atendimento escolar na faixa de zero a três anos era de 31,3%, em Queimados, de 14,5%; a renda média por pessoa dos 20% mais pobres chegou a R$ 505,50 na cidade catarinense e a R$ 180 na do Estado do Rio.

      Os índices de desocupação entre os 18 e 24 anos nos dois municípios foram de, respectivamente, 3,8% e 22%; os de gravidez na adolescência, de 1,3% e 2,9%. Outro dado relevante é o percentual de jovens entre 15 a 24 que não estudavam nem trabalhavam, os “nem-nem”: em Brusque, eram 1,2% do total; em Queimados, 13%. [...]

      Os dados foram analisados pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública. No estudo, os pesquisadores frisam a necessidade de olhar a segurança pública de maneira mais ampla, não restrita apenas à atuação policial. Para eles, “a confusão sobre a produção do trabalho policial com a produção de segurança pública gera uma injustiça para as próprias organizações policiais, pois coloca toda a carga do problema sobre as mesmas.

      Desse modo, quando a situação se deteriora, a responsabilidade recai sobre os ombros das polícias.” Esse processo, frisam, faz com que sejam diminuídas as responsabilidades de governos que não desenvolveram “um planejamento adequado e um plano de prevenção que componham uma política de Estado”.

Adaptado de: <https://veja.abril.com.br/brasil/atlas-da-violencia-mostra-relacao-entre-crimes-e-baixo-desenvolvimento/> . Acesso em: 17 out. 2018.

De acordo com o contexto, assinale a alternativa que substitui adequadamente o termo destacado em:
“No estudo, os pesquisadores frisam a necessidade de olhar a segurança pública de maneira mais ampla, não restrita apenas à atuação policial.”
Alternativas
Q956565 Português

                                  À beira do abismo?


      Se você é uma daquelas pessoas que acredita que o mundo caminha rapidamente para o abismo, o livro Factfulness, de Hans Rosling e família, pode ser um bom remédio. O tom é de autoajuda. O próprio autor usa a expressão “dados como terapia”. Mas isso em nada diminui o valor da obra, cujo propósito é mostrar que o planeta é um lugar bem melhor do que a maioria das pessoas pensa.

      O médico sueco Hans Rosling, que teve como coautores seu filho Ola e sua nora Ana, basicamente usa montanhas de dados para nos convencer de que quase todas as nossas intuições sobre o estado econômico, sanitário e social dos humanos na Terra estão erradas, e o ritmo em que as melhoras têm ocorrido é surpreendente.

      Rosling, que morreu no ano passado, antes da conclusão da obra, apela aos truques dos bons conferencistas, atividade na qual se consagrou. Ele começa submetendo seus leitores a testes de múltipla escolha com questões sobre distribuição de renda, gênero, educação, violência, saúde etc.

      A maioria dos indivíduos testados se sai extremamente mal, e é aí que ele aproveita para dar as boas novas, isto é, informações como a de que a proporção de pessoas vivendo em pobreza extrema caiu à metade nos últimos 20 anos ou de que mais de 80% das crianças do mundo têm acesso a vacinas. Na sequência, Rosling esmiúça dez vieses (ele chama de instintos) que conspiram para que as pessoas não assimilem esse tipo de informação, que, vale ressaltar, tem sido destacada também por autores como Steven Pinker, Michael Shermer, Deirdre McCloskey.

      Rosling não está afirmando que chegamos a um mundo ideal e não há mais nada a fazer. Ao contrário, diz que ainda há muito sofrimento desnecessário e que podemos melhorar. Mas um dos requisitos para tomar as decisões certas é ter uma noção realista da situação em que nos encontramos, e, nisso, boa parte da humanidade fracassa.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 02.09.2018. Adaptado)

A forma verbal “esmiúça”, empregada no quarto parágrafo, equivale à expressão:
Alternativas
Q956561 Português

                                  À beira do abismo?


      Se você é uma daquelas pessoas que acredita que o mundo caminha rapidamente para o abismo, o livro Factfulness, de Hans Rosling e família, pode ser um bom remédio. O tom é de autoajuda. O próprio autor usa a expressão “dados como terapia”. Mas isso em nada diminui o valor da obra, cujo propósito é mostrar que o planeta é um lugar bem melhor do que a maioria das pessoas pensa.

      O médico sueco Hans Rosling, que teve como coautores seu filho Ola e sua nora Ana, basicamente usa montanhas de dados para nos convencer de que quase todas as nossas intuições sobre o estado econômico, sanitário e social dos humanos na Terra estão erradas, e o ritmo em que as melhoras têm ocorrido é surpreendente.

      Rosling, que morreu no ano passado, antes da conclusão da obra, apela aos truques dos bons conferencistas, atividade na qual se consagrou. Ele começa submetendo seus leitores a testes de múltipla escolha com questões sobre distribuição de renda, gênero, educação, violência, saúde etc.

      A maioria dos indivíduos testados se sai extremamente mal, e é aí que ele aproveita para dar as boas novas, isto é, informações como a de que a proporção de pessoas vivendo em pobreza extrema caiu à metade nos últimos 20 anos ou de que mais de 80% das crianças do mundo têm acesso a vacinas. Na sequência, Rosling esmiúça dez vieses (ele chama de instintos) que conspiram para que as pessoas não assimilem esse tipo de informação, que, vale ressaltar, tem sido destacada também por autores como Steven Pinker, Michael Shermer, Deirdre McCloskey.

      Rosling não está afirmando que chegamos a um mundo ideal e não há mais nada a fazer. Ao contrário, diz que ainda há muito sofrimento desnecessário e que podemos melhorar. Mas um dos requisitos para tomar as decisões certas é ter uma noção realista da situação em que nos encontramos, e, nisso, boa parte da humanidade fracassa.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo. www.folha.uol.com.br. 02.09.2018. Adaptado)

O tom é de autoajuda. O próprio autor usa a expressão “dados como terapia”. Mas isso em nada diminui o valor da obra... (1° parágrafo)


O emprego do vocábulo “Mas” permite concluir que, em livros do estilo de Factfulness, o tom de autoajuda pode ser considerado como indício de um texto

Alternativas
Respostas
281: B
282: B
283: A
284: B
285: D
286: B
287: B
288: A
289: B
290: A
291: E
292: B
293: C
294: E
295: C
296: A
297: A
298: D
299: D
300: E