Questões Militares Comentadas sobre regência em português

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Q378508 Português
Julgue os itens que se seguem, considerando as ideias veiculadas no texto acima, a sua estrutura e seus aspectos gramaticais.

No segmento ‘fronteiriça à de Catayo’ (l.38-39), o emprego do sinal indicativo de crase seria obrigatório ainda que se eliminasse a preposição “de”.
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Q378486 Português
Com relação às ideias e às suas estruturas linguísticas do texto apresentado, julgue os itens a seguir.

A correção gramatical do texto seria preservada caso o trecho “conectam você com a mãe natureza” (l.36) fosse reescrito da seguinte maneira: conectam você para com a mãe natureza.
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Q360593 Português
Julgue os próximos itens, acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto.

O trecho “Tratava-se da área de maior concentração de escravos nos sertões, a ponto de existirem quadrinhas abordando esse estranho recorde” (l.7-9) pode ser reescrito, sem prejuízo do sentido original do texto e da correção gramatical, da seguinte forma: Tratavam-se de escravos concentrados, majoritariamente, na área dos sertões, a ponto de haverem quadrinhas abordando esse estranho recorde.
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Q360579 Português
Em relação às ideias e aspectos linguísticos do texto, julgue os itens a seguir.

Na linha 1, o emprego do sinal indicativo de crase em “à Antártida” justifica-se porque o termo “envio” exige complemento regido da preposição “a” e o termo “Antártida” está precedido de artigo definido feminino.
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Ano: 2013 Banca: PM-SC Órgão: PM-SC Prova: PM-SC - 2013 - PM-SC - Cabo da Polícia Militar |
Q2025760 Português
Assinale a alternativa INCORRETA em relação à regência verbal:
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Q753379 Português
Observe, nos períodos a seguir, a regência dos verbos e dos nomes. I - Os funcionários procederam a contagem dos pontos. II - A decisão de Ana implicava em prejuízos futuros. III - Seu comportamento é incompatível com o ambiente escolar. IV - Eva prefere ficar em casa a ir a um show. V - Todos aspiram à liberdade de expressão. Assinale a sequência que corresponde apenas aos períodos corretos.
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Q753378 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa em que a regência da forma verbal sublinhada está correta.
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Q753365 Português
Nas relações de regência, um termo regente, quer seja nome quer seja verbo, pode ter mais de um termo regido. Observe as frases a seguir:  A- Ela sempre gostou de conquistar, de sobressair, de dominar. B - Na época, demonstrava interesse por sapatos, por livros e por chapéus. C - Fazia jus a ser criticada, porém não a sofrer discriminação. Pode-se afirmar que: I - Em A, as expressões sublinhadas são regidas pelo mesmo verbo: gostar. II - Em B, os termos sublinhados estão sob a regência do verbo demonstrar. III - Em C, as orações sublinhadas estão regidas pelo substantivo jus. Está correto o que se afirma em:
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Q718391 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta em relação à regência verbal.
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Q682108 Português

Leia o poema a seguir:


Canção do vento e da minha vida

Mário Bandeira


O vento varria as folhas, 

O vento varria os frutos, 

O vento varia as flores... 

E a minha vida ficava 

Cada vez mais cheia

De frutos, de flores, de folhas. 


O vento varria as luzes, 

O vento varria as músicas, 

O vento varia os aromas... 

E a minha vida ficava 

Cada vez mais cheia 

De aromas, de estrelas, de cânticos. 


O vento varria os sonhos 

O vento varria as amizades...

O vento varria as mulheres.

E a minha vida ficava

Cada vez mais cheia

De afetos e de mulheres.


O vento varria os meses

O vento varria os teus sorrisos...

O vento varria tudo!

E a minha vida ficava

Cada vez mais cheia

De tudo.


 (Estrela da vida inteira. 5. Ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1974. p. 165-6.) 

Considerando a regência do verbo “varrer” e do adjetivo “cheia”, no contexto, é possível estabelecer relações entre elas e o conteúdo da canção. Identifique quais dos itens seguintes correspondem às relações corretas:  
I - Agente da ação de “varrer”, o vento age diretamente (sem preposição) sobre as coisas e seres que fazem parte da vida do eu lírico. II - “Varrer” é verbo transitivo direto o que pressupõe uma ação direta do eu lírico sobre as coisas e seres que fazem parte da vida do eu lírico. III - A regência do adjetivo “cheia” sugere uma atitude passiva do eu lírico, que fica imóvel diante da ação do tempo. IV - A regência do adjetivo cheia (de) sugere o que fica acumulado, para o eu lírico, da experiência vivida, apesar (e em razão) da ação devastadora do tempo. Quais afirmativas estão corretas?  

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Ano: 2013 Banca: UEG Órgão: PM-GO Prova: UEG - 2013 - PM-GO - Soldado da Polícia Militar |
Q676058 Português
No último parágrafo do texto, os pronomes que acompanham as formas verbais “acompanhá-los” (linha 33) e “revestí-las” (linha 35) referem-se, respectivamente, a
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Q655660 Português

Observe:

I. Os alunos obedeceram o professor sem contestações.

II. O bairro em que chegamos fica afastado.

III. Ele me lembrou de minhas obrigações.

De acordo com a norma culta, a regência verbal está correta em

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Q636910 Português
Assinale a alternativa cuja sentença está de acordo com as regras gramaticais normativas.
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Q636899 Português
Analise as afirmativas abaixo, de acordo com as regras normativas e, em seguida, assinale a alternativa correta.
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Q632418 Português
Analise as afirmativas abaixo e assinale a opção em que o verbo precisa de complemento mesmo não sendo transitivo.
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Q632409 Português

Analise as alternativas abaixo e identifique a(s) sentença(s) em que a regência do verbo visar está de acordo com os padrões normativos.


I. Esperamos que o diretor vise aos documentos hoje à tarde.

II. Tais medidas visam melhorar o trânsito em nossa cidade.

III. Vise ao centro para acertar o alvo. 

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Q614964 Português
Campeonato do desperdício
     No campeonato do desperdício, somos campeões em várias modalidades. Algumas de que nos orgulhamos e outras de que nem tanto. Meu amigo Adamastor, antropólogo das horas vagas, não me deu as causas primeiras de nossa primazia, mas forneceu-me uma lista em que somos imbatíveis. Claro, das modalidades que "nem tanto".
     Vocês já ouviram falar em lixo rico? Somos os campeões. Nosso lixo faria a fartura de um Haiti. Com o que jogamos fora e que poderia ser aproveitado, poder-se-ia alimentar muito mais do que a população do Haiti. Há pesquisas do assunto e cálculos exatos que "nem tanto". Somos um país pobre com mania de rico. E nosso lixo é mais rico do que o lixo dos países ricos. Meu falecido pai costumava dizer: rico raspa o queijo com as costas da faca; remediado corta uma casca bem fininha; pobre, contudo, arranca uma lasca imensa do queijo. Meu pai dizia, e tenho a impressão que meu pai era um homem preconceituoso, mas em termos de manuseio dos alimentos nacionais, arrancamos uma lasca imensa do queijo, ah, sim, arrancamos.
     Outra modalidade em que somos campeões absolutos, o desperdício do transporte. Ninguém no mundo consegue, tanto quanto nós, jogar grãos nas estradas. Não viajo pouco e me considero testemunha ocular. A Anhanguera, por exemplo, tem verdadeiras plantações de soja em suas margens. Quando pego uma traseira de caminhão e aquela chuva de grãos me assusta, penso rápido e fico calmo: faz parte da competição e temos de ser campeões.
    Na construção civil o desperdício chega a ser escandaloso. Um dia o Adamastor, antropólogo das horas vagas, me veio com uma folha de jornal onde se liam estatísticas indecentes. Com o que se joga fora de material (do mais bruto ao mais sofisticado) , o Brasil poderia construir todos os estádios que a FIFA exige e ainda poderia exportar cidades para o mundo.
     Antigamente, este que vos atormenta, levava um litro lavado para trocar por outro cheio de leite. Você, caro leitor, talvez nem tenha notícia disso. Mas era assim. Agora, compra-se o leite e sua embalagem internamente aluminizada para jogá-la no lixo. Quanto de nosso petróleo vai para o lixo em forma de sacos plásticos? Vocês já ouviram falar que o petróleo é um recurso inesgotável? Claro que não! Mas sente algum remorso ao jogar os sacos trazidos do supermercado no lixo? Claro que não. Nossa cultura de mosaico nos tirou a capacidade de ligar os fenômenos entre si.
    E o que desperdiçamos de talentos, de esforço educacional? São advogados atendendo em balcão de banco, engenheiros vendendo cachorro-quente nas avenidas de São Paulo, são gênios que se desperdiçam diariamente como se fossem recursos, eles também, inesgotáveis. No dia em que a gente precisar, vai lá e pega. No dia em que a gente precisar, pode não existir mais. Não importa, vivemos no melhor dos mundos, segundo a opinião do Adamastor, o gigante, plagiando um tal de Dr. Pangloss, que ironizava um tal de Leibniz.BRAFF, Menalton.

Em www.cartacapital.com.br - Acesso em 14 jan., 2013 - adaptado.

Dr.Pangloss - personagem de Cândido, de Voltaire. Caracteriza-se pelo extremo otimismo.
Leibniz - Autor da teoria de que nada acontece ao acaso. Estamos no melhor dos mundos possíveis, o ser só é, só existe, porque é o melhor possível. Adamastor, o- gigante - personificação do Cabo das Tormentas, em Os Lusíadas, do escritor português Luiz Vaz de Camões,
Em que opção a regência do termo destacado apresenta um desvio da norma padrão?
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Q473091 Português
Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade, publicado no livro Alguma Poesia, para responder à questão.

                          Balada do Amor através das Idades


            Eu te gosto, você me gosta
            desde tempos imemoriais.
            Eu era grego, você troiana,
            troiana mas não Helena.
            Saí do cavalo de pau
            para matar seu irmão.
            Matei, brigamos, morremos.

            Virei soldado romano,
            perseguidor de cristãos.
            Na porta da catacumba
            encontrei­te novamente.
            Mas quando vi você nua
            caída na areia do circo
            e o leão que vinha vindo,
            dei um pulo desesperado
            e o leão comeu nós dois.

            Depois fui pirata mouro,
            flagelo da Tripolitânia.
            Toquei fogo na fragata
            onde você se escondia
            da fúria de meu bergantim.
            Mas quando ia te pegar
            e te fazer minha escrava,
            você fez o sinal-­da-­cruz
            e rasgou o peito a punhal...
            Me suicidei também.

            Depois (tempos mais amenos)
            fui cortesão de Versailles,
            espirituoso e devasso.
            Você cismou de ser freira...
            Pulei muro de convento
            mas complicações políticas
            nos levaram à guilhotina.

            Hoje sou moço moderno,
            remo, pulo, danço, boxo,
            tenho dinheiro no banco.
            Você é uma loura notável,
            boxa, dança, pula, rema.
            Seu pai é que não faz gosto.
            Mas depois de mil peripécias,
            eu, herói da Paramount*,
            te abraço, beijo e casamos.

            *Importante estúdio de cinema

                  (Carlos Drummond de Andrade. Alguma Poesia.
                        Rio de Janeiro: Record, 2007)

Considere os versos:

                  onde você se escondia
                  da fúria de meu bergantim.
                                                 (3.ª estrofe)

                  Você cismou de ser freira…
                                                (4.ª estrofe)

Atendendo à norma-­padrão e preservando o sentido do texto, podem-­se substituir as expressões em destaque, correta e respectivamente, por
Alternativas
Respostas
221: E
222: E
223: E
224: C
225: A
226: C
227: C
228: D
229: C
230: A
231: A
232: A
233: C
234: A
235: E
236: E
237: D
238: B
239: D
240: E