Questões Militares Comentadas sobre redação - reescritura de texto em português

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Q827005 Português


Com base no texto acima, julgue o item subsequente.

O trecho “A rigor, não há um só momento em que a humanidade esteja livre das preocupações ou das limitações que o tempo lhe impõe” (l.1-3) admite, sem prejuízo para a correção gramatical e para o sentido do texto, a seguinte reescrita: A rigor, não tem um só momento que a humanidade se livre das preocupações ou restrições a ela impostas pelo tempo.

Alternativas
Q826998 Português


A partir do texto acima, julgue o item a seguir.

Sem que se contrarie o sentido original do texto, o trecho “certamente, percebeu a alegria com que simulam lutas” (l.2-3) pode ser reescrito da seguinte forma: com certeza, notou a alegria com a qual simulam lutas.

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Q743767 Português
Texto 1:
Palavras, palavras...
Ando descobrindo coisas óbvias acerca do uso da língua, do idioma falado. Uma delas — que me surpreendeu — é que falar é sempre improvisar. E eu até hoje não me tinha dado conta disto! Não sei se você, leitor, já percebeu, mas a verdade é que, quando você pergunta à empregada o que ela sugere para o almoço, sua resposta é um improviso, e tanto ela pode dizer: “por que não se faz a costela de porco?” ou... “pode ser costeleta” ou... “faz tempo que o senhor não come costeleta”... Enfim, o que importa aqui é mostrar que a frase não está pronta, que ela é apenas uma das possibilidades de formular do falante. Certamente, há os lugares-comuns, frases já prontas que usamos automaticamente, e que foram inventadas por alguém e tão bem inventadas que todo mundo passou a repeti-las.
E disso passei a outro aspecto do uso do idioma: a palavra, a força que têm certas palavras. Por exemplo, a palavra negro. Pelas implicações raciais, pela carga de história e preconceito que pesam sobre ela, tornou-se explosiva. Para certas pessoas, referir-se a alguém como negro é quase uma ofensa, quando devia ser natural. Já um conhecido meu, que é negro e justamente revoltado com os preconceitos que experimentou ao longo da vida, radicalizou. “Lá em casa — afirmou ele — ensinei os meninos a não dizem ‘a coisa preta’; lá se diz ‘a coisa tá branca’”. Não pude deixar de rir.
— Você tá de gozação.
— Não é gozação, não. Temos que acabar com essas expressões que são fruto da discriminação.
Lembrei então de outras palavras e expressões que poderiam gerar reações semelhantes. A palavra amarelo muitas vezes é usada de maneira que poderia ofender a chineses e japoneses, se é que se consideram mesmo amarelos: “o cara amarelou”, “tá amarelo de fome”. Quando menino, ouvia as pessoas mais velhas dizerem: “desculpa de amarelo é comer terra”, frase que nunca entendi direito mas que, sem dúvida, está longe de ser um elogio aos ditos amarelos.
Augusto Meyer, em seu livro Os pêssegos verdes, informa como a cor amarela, que no Oriente simbolizou a Casa Imperial e, para o poeta grego Píndaro, expressava o esplendor do sol, entrou em desprestígio com Dante, para quem o amarelo era a cor de uma das três caras de Satanás. De lá pra cá, o amarelo tornou-se um estigma para judeus e até para prostitutas e leprosos. Isto sem falar em expressões depreciativas como “imprensa amarela”, “sorriso amarelo” e, pior, “ameaça amarela”, que esteve em voga durante a segunda guerra mundial, quando os japoneses se aliaram a Hitler.
Como se vê, certas palavras podem gozar de momentos áureos ou períodos negros (com perdão da palavra) e até mesmo adquirirem significado ironicamente contrário ao seu sentido original. Este foi o caso de Pinel, sobrenome de um famoso psiquiatra francês e nome de um pronto-socorro psiquiátrico do Rio. Durante os anos 70, os jovens drogados da zona sul da cidade, quando entravam em surto, eram levados para lá. Em consequência disso, na gíria desses jovens, o nome do médico passou a significar a doença mental que ele se dedicara a tratar.
— Fulano está pinel.
Ou seja, está surtado ou pirou, enlouqueceu. De gíria de um pequeno grupo, a expressão passou à imprensa e à televisão. Nos especiais televisivos da época, que falavam da juventude, era frequente ouvir-se a palavra pinel usada como sinônimo de loucura. Chegou mesmo a ser dicionarizada como tal. Aí, os descendentes do doutor Philippe Pinel, indignados, protestaram.
(GULLAR, Ferreira. Coleção Melhores Crônicas. São Paulo: Global, 2004. p.164-166.)
Na frase, “Certamente, há os lugares-comuns, frases já prontas que usamos automaticamente...”, é possível utilizar a seguinte pontuação sem qualquer prejuízo sintático e/ou semântico em relação à frase original:
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Q743640 Português

Texto 2

The Queen

    Confesso que gosto da rainha Elizabeth, que, se entendi bem, o que eu duvido, colocou um blog, ou coisa parecida, seu na internet. Ela parecia exercer seu reinado com placidez e um toque de tédio, de quem gostaria mesmo de estar com os seus cavalos, embora às vezes seja difícil saber se alguém está chateado ou apenas sendo inglês em público. Mas, agora, sabe-se que o enfado da rainha escondia um desejo secreto de modernização e relevância. O blog da rainha seria uma resposta às repetidas sugestões para que se aposente. Ela se renova para ficar. Ou talvez só esteja preocupada em poupar a nação do Charles, ou o Charles da nação.
    Nas fotografias de Elizabeth quando moça, nota-se — se não for uma tara minha — uma certa sensualidade no rosto, algo nos olhos que ela teve que domar para não fugir com um cavalariço, ficar e cumprir suas obrigações. Sobrou disso uma resignação irônica que se vê nos cantos da sua boca até hoje. O inglês Alan Bennett escreveu uma peça sobre Anthony Blunt, um aristocrático historiador de arte que era consultor do palácio e também, soube-se muitos anos depois, espião da União Soviética, em que a rainha aparece, de surpresa, numa cena. Elizabeth e Blunt têm uma conversa sobre a autenticidade na arte que também é uma conversa sobre a duplicidade nas pessoas e a crescente vulgarização da monarquia e suas riquezas, e em que ela diz: “Um monarca já foi definido como alguém que não precisa olhar antes de se sentar. Não mais. É preciso olhar, hoje em dia, pois uma boa possibilidade de a sua cadeira não estar ali, mas em exibição em outro lugar.” A frase é de Bennett, mas é possível imaginá-la dita pela rainha, com o meio sorriso desencantado de quem um dia sonhou ser outra coisa, mas não teve escolha.
(VERISSIMO, Luis Fernando. O mundo é bárbaro e o que nós
temos ver com isso
. Rio de Janeiro: Objetiva, 2008. p. 131-132)
Na frase “Mas, agora, sabe-se que o enfado da rainha escondia um desejo secreto de modernização e relevância.”, é possível utilizar a seguinte pontuação sem qualquer prejuízo sintático e/ou semântico em relação à frase original:
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Q743632 Português

Texto 1

Clonagem de textos


    A internet aproxima amigos e divulga informação: só é nociva à medida que as pessoas são, elas próprias, nocivas. Infelizmente, uma destas nocividades tem se manifestado em forma de desrespeito ao direito autoral.
    Circula pela internet um texto meu sobre saudade, chamado A dor que dói mais, publicado no site Almas Gêmeas e no meu livro Trem-bala, assinado por Miguel Falabella, inclusive com uns enxertos vulgares, licençapoética que o “co-autor”, seja ele quem for, se permitiu. Também andou circulando um texto meu chamado As razões que o amor desconhece, desta vez creditado a Roberto Freire. No dia Internacional da Mulher, a apresentadora Olga Bongiovanni, da TV Bandeirantes, leu no ar o meu texto O mulherão, e em seguida o disponibilizou no site do programa, onde pude constatar alguns parágrafos adicionados por algum outro co-autor ávido por fazer sua singela contribuição. A produção corrigiu o erro assim que foi avisada. Quem controla isso?
    Imagino que essa apropriação indevida venha lesando diversos outros cronistas, que por dever de ofício produzem textos diariamente, tornando-se inviável o registro de cada um deles. A fiscalização fica por conta do leitor, que, conhecendo o estilo do escritor, pode detectar sua autenticidade.
    Não chega a ser um crime hediondo e também não é novo. Credita-se a Borges um texto sobre como ele viveria se pudesse nascer de novo, que os estudiosos da sua obra negam a autoria, e Gabriel García Marques, pouco tempo atrás, teve que desmentir ser ele o autor de um manifesto meloso que andou circulando entre os internautas. Luis Fernando Veríssimo também andou negando a autoria de um texto sobre drogas, que assinaram com se fosse dele. Todas as pessoas que escrevem estão e sempre estiveram vulneráveis a esses enganos, involuntários ou não, mas não há dúvida de que a internet, pela facilidade e rapidez de divulgação de e-mails, massificou a rapinagem.
    Perde com isso, primeiramente, o autor, que vive de seu trabalho e que fica à mercê de ter suas palavras e pensamentos transferidos para outro nome, ou, pior ainda, adulterados: não são poucos os que acrescentam sua própria ideia ao texto e mantêm o nome do autor verdadeiro, pouco se importando em corromper a legitimidade da obra. E perde também o leitor, que é enganado na sua crença e que poderá vir a passar por desinformado. Viva a internet, mas que os gatunos virtuais tratem de produzir eles mesmos suas próprias verdades.
Março de 2001

(MEDEIROS, Martha. Non-stop - Crônicas do cotidiano.
7ª edição. Porto Alegre: L&PM, 2007. p. 187-188.)
A palavra ávido, em “...onde pude constatar alguns parágrafos adicionados por algum outro co-autor ávido por fazer sua singela contribuição.”, poderia ser substituída pelo seguinte sinônimo sem qualquer prejuízo do sentido original da frase:
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Q661720 Português
Mãos dadas

Não serei o poeta de um mundo caduco.
Também não cantarei o mundo futuro.
Estou preso à vida e olho meus companheiros.
Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.
Entre eles, considero a enorme realidade.
O presente é tão grande, não nos afastemos.
Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.
Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,
não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,
não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,
não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.
O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens presentes,
a vida presente.
(Carlos Drummond de Andrade. Obra completa.)

A exortação contida no verso Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas também estaria expressa de maneira coerente e gramaticalmente correta na seguinte frase:
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Q562814 Português
                                                Planos em alta

      O aumento do número de brasileiros com plano de saúde, de 50% na última década, levanta dúvidas sobre a capacidade das empresas de prestar atendimento aceitável a essa legião de clientes.
      Não se pode descartar, ainda, o risco de uma piora na já combalida rede pública de saúde do país.
      Os beneficiários de planos de saúde chegam a 46,6 milhões, ou um quarto da população. A bonança econômica dos últimos anos e o crescimento do emprego formal, com a consequente oferta de seguro-saúde aos funcionários, ajudam a explicar o fenômeno. Além disso, o serviço deficiente na rede pública estimula a migração para os serviços particulares.
      Um dos efeitos colaterais a evitar nessa transição seria a sobrecarga da rede pública, sem o equivalente aumento da remuneração pelos seus serviços. É plausível que os planos, assoberbados com a nova leva de clientes antes à margem dos serviços de saúde, sejam tentados a intensificar a prática de direcionar pacientes de tratamentos mais complexos e caros para a rede estatal.
      O número de clientes de planos de saúde subiu 9% nos 12 meses até março deste ano, contra uma elevação de somente 3% nos leitos no setor particular que não atende ao SUS (Sistema Único de Saúde).

                                                                                                      (Folha de S.Paulo, 24.08.2011)
Leia o trecho: É plausível que os planos, assoberbados com a nova leva de clientes antes à margem dos serviços de saúde, sejam tentados a intensificar a prática de direcionar pacientes de tratamentos mais complexos e caros para a rede estatal.

Assinale a alternativa em que o trecho é corretamente reescrito, mantendo-se o sentido do texto.
Alternativas
Q266647 Português
Os itens de 6 a 10 apresentam reescrituras de trechos de texto extraído de sítio da Internet. Julgue-os quanto à correção gramatical.


Em resgates a acidentados, os integrantes do corpo de bombeiros buscam a manutenção das condições básicas de vida: retiram a vítima do veículo de forma adequada, tentam evitar o estado de choque, contém hemorragias, imobilizando fraturas, fazendo desobstrução e ventilação das vias aéreas, na tentativa de evitar paradas cardíacas.

Alternativas
Q266646 Português
Os itens de 6 a 10 apresentam reescrituras de trechos de texto extraído de sítio da Internet. Julgue-os quanto à correção gramatical.


Quando os integrantes do corpo de bombeiros são chamados, saem imediatamente em missão de salvamento, que podem ser de vários tipos: pessoas envenenadas ou intoxicadas, vítimas presas em elevadores, quedas em poços, afogamentos, captura de animais (selvagens ou domésticos), vazamento de gás etc.

Alternativas
Q266645 Português
Os itens de 6 a 10 apresentam reescrituras de trechos de texto extraído de sítio da Internet. Julgue-os quanto à correção gramatical.


Há, no interior de muitas unidades de resgate, uma pequena unidade de tratamento intensivo equipada com um conjunto de instrumentos de primeiros socorros, como desfibriladores (equipamentos utilizados para reanimar vítimas que sofram parada cardíaca) e cilindros de oxigênio, além de outros equipamentos necessários para casos de emergência.

Alternativas
Q266644 Português
Os itens de 6 a 10 apresentam reescrituras de trechos de texto extraído de sítio da Internet. Julgue-os quanto à correção gramatical.


Além de combaterem incêndios, trabalho de suma importância, os bombeiros desempenham, cotidianamente, várias e diferentes missões, as quais, grandes ou pequenas, são essenciais para quem precisa de ajuda. Nas grandes cidades, por exemplo, quando ocorrem atropelamentos e colisões de veículos (muitas vezes, com vítimas em estado grave), a agilidade dos bombeiros é fundamental.

Alternativas
Q266643 Português
Os itens de 6 a 10 apresentam reescrituras de trechos de texto extraído de sítio da Internet. Julgue-os quanto à correção gramatical.

Os bombeiros carregam com eles até serras elétricas, que são usadas no caso dos passageiros ficarem presos nas ferragens. Para melhorar o sistema de atendimento e dar os primeiros socorros as vítimas, muitas cidades brasileiras contam com o resgate do corpo de bombeiros, uma unidade especial que possui veículos diferenciados e é composta por uma equipe altamente treinada para dar um atendimento preliminar as vítimas.
Alternativas
Q265656 Português
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Julgue o item seguinte, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do
texto acima.


No trecho “Será de se estranhar se o populismo xenófobo e as forças centrífugas se tornarem incontroláveis?” (L.28-30), a correção gramatical seria mantida caso as formas verbais “Será” e “tornarem” fossem substituídas por Seria e tornassem, respectivamente.


Alternativas
Q265655 Português
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Julgue o item subsequente, relativos às estruturas linguísticas do fragmento de Raízes do Brasil.

No trecho “A parte maior do que o todo” (L.24), a correção gramatical seria mantida caso o elemento “do” fosse omitido.
Alternativas
Q265654 Português
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Julgue o item subsequente, relativos às estruturas linguísticas do fragmento de Raízes do Brasil.

No trecho “Nas formas de vida coletiva, podem assinalar-se dois princípios” (L.1-2), seria mantida a correção gramatical do texto caso o pronome “se” fosse deslocado para logo após o verbo auxiliar, escrevendo- se podem-se assinalar.
Alternativas
Q265649 Português
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Julgue o item subsequente, relativos às estruturas linguísticas do fragmento de Raízes do Brasil.

Preservam-se a correção gramatical e o sentido original do texto ao se substituir, na oração “como existe uma ética da aventura” (L.25-26), a conjunção “como” por já que.
Alternativas
Q258198 Português
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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto acima,
julgue o item a seguir.

A palavra “Tampouco” (L.9) poderia ser corretamente substituída, no texto, por Também não.

Alternativas
Q258197 Português
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Considerando as ideias e as estruturas linguísticas do texto acima,
julgue o item a seguir.

Sem prejuízo para o sentido original ou para a correção gramatical do texto, o período “Somam-se a isso perdas decorrentes da ineficiência nos sistemas de irrigação e distribuição da água” (L.19-20) poderia ser reescrito da seguinte forma: Isso soma-se às perdas causadas pela ineficiência dos sistemas de irrigação e distribuição da água.

Alternativas
Q258196 Português
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Julgue o item a seguir, relativo ao texto acima.

Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir o trecho “como a de retirar aos pássaros” (L.9-10) por como a retirada dos pássaros.

Alternativas
Q258186 Português
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Com referência às ideias do texto acima e às estruturas linguísticas
nele empregadas, julgue o item que se segue.

Mantendo-se a correção gramatical e o sentido original do texto, o trecho “Nem pepino nem espinafre” (L.1) poderia ser reescrito da seguinte forma: Ora pepino, ora espinafre.

Alternativas
Respostas
281: E
282: C
283: B
284: D
285: B
286: C
287: B
288: E
289: E
290: C
291: C
292: E
293: C
294: C
295: C
296: E
297: C
298: E
299: E
300: E