Questões Militares Comentadas sobre português
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(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
( ) “Tão milagroso que eu não conseguia acreditar...” (5º§) – Oração subordinada adverbial consecutiva.
( ) “Eu tinha medo mas era um medo vital e necessário...” (3º§) – Oração coordenada sindética aditiva.
( ) “... eu pensava seriamente que era uma das fantasias mais belas...” (5º§) – Oração subordinada adjetiva restritiva.
( ) “Quando horas depois a atmosfera em casa acalmou-se, minha irmã me penteou...” (10º§) – Oração subordinada adverbial temporal.
(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
( ) A palavra “indispensável" é acentuada por ser paroxítona terminada em l.
( ) A mesma regra de acentuação que vale para “pé" vale também para “até".
( ) A palavra “rainha" deve receber acento no “i" porque é a 2ª vogal do hiato.
( ) “Máscaras" e “calculávamos" recebem acento porque são vocábulos proparoxítonos.
(Lispector, Clarice. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998)
A hipótese mais provável da narradora ter achado a fantasia a mais bela, apesar de não corresponder à real imagem, se explica pelo(a)
I. Ontem eu caí da cama.
II. O juiz indeferiu o pedido de tutela.
III. Aderimos à mobilização geral.
IV. Vocês devem fazer todos os exercícios até amanhã.
Podem ser passadas para a voz passiva:
Elas _________ fizeram questão de levar as evidências, que encaminharam __________ às documentações, como provas as piores ___________, para a condenação.
O movimento começou, o lixo fede nas calçadas.
Todo mundo circulando, as avenidas congestionadas.
O dia terminou, a violência continua.
Todo mundo provocando todo mundo nas ruas.
A violência está em todo lugar.
Não é por causa do álcool,
Nem é por causa das drogas.
A violência é nossa vizinha,
Não é só por culpa sua,
Nem é só por culpa minha.
Violência gera violência.
Violência doméstica, violência cotidiana,
São gemidos de dor, todo mundo se engana...
Você não tem o que fazer, saia pra rua,
Pra quebrar minha cabeça ou pra que quebrem a sua.
Violência gera violência.
Com os amigos que tenho não preciso inimigos.
Aí fora ninguém fala comigo.
Será que tudo está podre, será que todos estão vazios?
Não existe razão, nem existem motivos.
Não adianta suplicar porque ninguém responde,
Não adianta implorar, todo mundo se esconde.
É difícil acreditar que somos nós os culpados,
É mais fácil culpar Deus ou então o diabo.
O crime é venerado e posto em uso por toda terra,
De um polo a outro se imolam vidas humanas.
No reino de Zópito os pais degolam os próprios filhos,
Seja qual for o sexo, desde que sua cara não lhes agrade.
Os coreanos incham o corpo da vítima à custa de vinagre
E depois de estar assim inchado, matam-no a pauladas.
Os irmãos Morávios mandavam matar com cócegas’’
TITÃS. Violência. Disponível em:
O movimento começou, o lixo fede nas calçadas.
Todo mundo circulando, as avenidas congestionadas.
O dia terminou, a violência continua.
Todo mundo provocando todo mundo nas ruas.
A violência está em todo lugar.
Não é por causa do álcool,
Nem é por causa das drogas.
A violência é nossa vizinha,
Não é só por culpa sua,
Nem é só por culpa minha.
Violência gera violência.
Violência doméstica, violência cotidiana,
São gemidos de dor, todo mundo se engana...
Você não tem o que fazer, saia pra rua,
Pra quebrar minha cabeça ou pra que quebrem a sua.
Violência gera violência.
Com os amigos que tenho não preciso inimigos.
Aí fora ninguém fala comigo.
Será que tudo está podre, será que todos estão vazios?
Não existe razão, nem existem motivos.
Não adianta suplicar porque ninguém responde,
Não adianta implorar, todo mundo se esconde.
É difícil acreditar que somos nós os culpados,
É mais fácil culpar Deus ou então o diabo.
O crime é venerado e posto em uso por toda terra,
De um polo a outro se imolam vidas humanas.
No reino de Zópito os pais degolam os próprios filhos,
Seja qual for o sexo, desde que sua cara não lhes agrade.
Os coreanos incham o corpo da vítima à custa de vinagre
E depois de estar assim inchado, matam-no a pauladas.
Os irmãos Morávios mandavam matar com cócegas’’
TITÃS. Violência. Disponível em:

O texto em destaque é uma campanha para o desarmamento de pessoas que não têm o porte legal de armas.
A única análise impossível de ser referendada no texto é
O discurso da primeira personagem é marcado por modificadores verbais que evidenciam as mais diversas circunstâncias. A única alternativa que apresenta um termo ou expressão com outra função morfossintática é

A charge tem como principal denúncia a
No texto esta dito que acidentes de trânsito são causados principalmente porque
Leia o fragmento seguinte retirado do texto acima: "Tambem pode ser desenvolvida posteriormente, mas exige trabalho mais complexo que a simples divulgaçao de normas, regulamentos e treinamento nas ruas.” Identifique o grau em que se encontra nele empregado o adjetivo "complexo” .