Questões Militares Comentadas sobre português
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Analise os períodos compostos abaixo.
É dúvida que ele não compareceu à reunião.
A dúvida é que ele não compareceu à reunião.
As orações subordinadas destacadas nos períodos acima exercem funções sintáticas diferentes. Marque a opção correta que apresenta, respectivamente, essas funções:
Preencha as lacunas abaixo com a forma correta do particípio dos verbos indicados entre parênteses, seguindo a norma culta da Língua Portuguesa.
Após muitos estudos, constatou-se que aquele concreto já estivesse se ______ no muro. (enxugar)
Durante séculos, pensava-se que aquele concreto já tivesse se ______ no muro. (enxugar)
O zelador não entendeu por que o síndico não havia ______ sua obra. (entregar)
O zelador não entendeu por que sua obra não foi ______ pelo síndico. (entregar)
A sequência de palavras que preenche corretamente as lacunas é:
Quanto à diferença de sentido das orações I e II, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
I. Os pilotos, que passam por rigorosos treinamentos de segurança, são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância.
II. Os pilotos que passam por rigorosos treinamentos de segurança são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância.
() O período entre vírgulas na oração I é classificado como uma Oração Subordinada Substantiva Adjetiva Restritiva.
() A oração “que passam por rigorosos treinamentos de segurança”, sem a vírgula, funciona como Oração Subordinada Substantiva Adjetiva Explicativa.
() Na oração I, o uso da vírgula passa a ideia de que todos os pilotos que passam por rigorosos treinamentos de segurança são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância.
() Na oração II, a ausência de vírgulas limita o conceito de que apenas os pilotos que passam por rigorosos treinamentos de segurança são preparados para lidar com situações de emergência em voos comerciais de longa distância, isto é, não são todos que estão preparados.
Sobre os pronomes pessoais de tratamento, informe verdadeiro (V) ou falso (F) para as assertivas abaixo e, em seguida, marque a opção que apresenta a sequência correta.
() “É uma honra estar na presença de Vossa Santidade, cuja sabedoria e liderança inspiram a todos.” (Papa)
() “Pedimos humildemente a Vossa Eminência que ilumine nossos caminhos com sua infinita sabedoria.” (Príncipes)
() “Humildemente, dirigimo-nos a Vossa Reverendíssima, buscando sua orientação e bênçãos.” (Sacerdotes e Bispos)
() "É com grande respeito que me dirijo a Vossa Alteza, reconhecendo sua dedicação e sabedoria.” (Reis e Rainhas)
Analise as orações abaixo quanto à concordância no plural.
I. Quando as pessoas vêem quaisquer pessoas desconhecidas, procuram questioná-las.
II. Os barulhos vêm das casas do lado.
III. Estas tecnologias nada têm a ver com as realidades das pacatas cidades.
IV. Agora os pesquisadores reveem os resultados obtidos nas pesquisas.
O plural está correto apenas nas assertivas
Analise o trecho abaixo, observando o emprego dos mecanismos de coesão e coerência textual, e marque a opção correta sobre o uso dos elementos de referenciação.
"As hortas caseiras têm se tornado uma tendência crescente, não apenas por sua capacidade de promover uma alimentação saudável, mas também devido à sua contribuição para o bem-estar psicológico dos indivíduos. Elas têm se revelado como uma alternativa prática, ao permitir que os consumidores cultivem seus próprios alimentos, escolhendo com precisão o que desejam plantar. Isso tem gerado uma verdadeira transformação nos hábitos alimentares da população, ao ponto de alguns até afirmarem que o cultivo de hortas caseiras substitui atividades terapêuticas, proporcionando relaxamento e prazer. Além disso, elas têm se expandido para além das grandes cidades, com o aumento da demanda por produtos naturais e locais."
Quando da tragédia brotam heróis e lições
Por Oscar Bessi

(Disponível em: correiodopovo.com.br/blogs/oscarbessi – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a coesão por referenciação, analise as afirmações a seguir:
1. Na linha 08, a palavra “seus” estabelece uma relação de posse entre “rios” e “cidades”.
2. Na linha 12, o pronome relativo “que” tem como referente o substantivo “heróis”.
3. Tanto a expressão “heróis anônimos” (l. 12) quanto “seres humanos iluminados” (l. 13-14) referem-se àqueles que se dedicaram a ações de solidariedade.
4. Na linha 26, o pronome “se” em “não se submete” tem como referente a palavra “homem”.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
Quando da tragédia brotam heróis e lições
Por Oscar Bessi

(Disponível em: correiodopovo.com.br/blogs/oscarbessi – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando a palavra “calamidade” (l. 04), analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Um significado válido para a palavra, considerando sua ocorrência no texto, é “catástrofe”.
( ) A palavra é classificada morfologicamente como um adjetivo uniforme, pois não apresenta variação de gênero, existindo apenas no feminino.
( ) Trata-se de uma palavra com cinco sílabas na qual não ocorrem dígrafos nem encontros consonantais.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
A retirada da primeira vírgula desse trecho:
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
Sabe-se que o fenômeno da crase no português representa tradicionalmente a junção de dois sons de “a”: uma preposição, que pode ser exigida por verbo, adjetivo, substantivo e até por advérbio, e um artigo “a” ou pronome demonstrativo iniciado por “a”. Ou seja, o fenômeno pode ser dividido em duas partes. No trecho acima, o emprego do acento grave indicativo de crase deve-se parcialmente:
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
A preposição destacada foi empregada no contexto acima com valor de:
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
O termo destacado exerce, na oração a que pertence, função sintática de:
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
O termo “mais”, no contexto acima, não possui valor comparativo, senão indica quantidade imprecisa, indefinida, ao formar a expressão “mais de”. Dentre as opções abaixo, aquela em que o vocábulo “mais” foi empregado com valor temporal é:
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
O texto abaixo deve ser lido com atenção, para responder a questão.
Quase todos os produtos que entraram e saíram do País neste ano, bem como suas matérias-primas, dependeram de uma logística complexa, baseada no comércio marítimo e fluvial. Tais produtos, essencialmente conduzidos por um ramo de atividade profissional conhecido como Marinha Mercante, encontram, nos mares e rios, uma via essencial de escoamento, importação e distribuição.
O Brasil é um País marítimo, detentor de uma área com mais de 5,7 milhões de km², a Amazônia Azul, por onde transita cerca de 95% do comércio exterior. Além disso, mais de 80% da população brasileira vive a menos de 200 quilômetros da costa, e mais de 20 milhões de empregos dependem direta ou indiretamente do mar.
O mar e as hidrovias interiores são, portanto, importantes cenários para o desenvolvimento das atividades econômicas que integram a cadeia logística do comércio nacional e internacional e, também, para aquelas que têm como base a exploração dos recursos naturais, a produção e a prestação de serviços nas Águas Jurisdicionais Brasileiras (AJB).
Por essa razão - e também pelo turismo e os demais serviços aquaviários -, é fundamental enaltecer a importância da Marinha Mercante para a sociedade e o seu papel estratégico na economia nacional, por gerar empregos e induzir melhorias na infraestrutura e nos serviços referentes ao ramo. Dessas atividades participam Aquaviários, Profissionais não Tripulantes, Tripulantes não Aquaviários, Portuários e profissionais de Atividades Correlatas.
Nesse contexto, a Marinha Mercante, celebrada a cada dia 28 de dezembro - data alusiva ao nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá -, é o conjunto das organizações, pessoas, embarcações e outros recursos dedicados às atividades marítimas, fluviais e lacustres de âmbito civil. Ou seja, ela não é uma instituição, e sim um ramo de atividade profissional.
Dentro desse conjunto, são chamados de aquaviários os profissionais que, com habilitação certificada pela Autoridade Marítima (no caso brasileiro, a Marinha do Brasil), operam embarcações em caráter profissional (...).
Disponível em: https://www.marinha.mil.br/. Acesso em 05/01/2025 (com adaptações).
A oração destacada desempenha, em relação ao núcleo a que se liga, a função sintática de: