Questões Militares Comentadas sobre português
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( ) Os vocábulos “egoísmo" (l. 4) e “vício" (l. 9) são acentuados pela mesma razão.
( ) O ponto e vírgula existente depois da palavra “nós" (l. 13) pode ser substituído por ponto, sem comprometer a estrutura da frase, desde que se faça o ajuste necessário na forma verbal “são" (l. 13), o que não se aplica ao mesmo sinal de pontuação presente nas linhas posteriores (l. 15-16-17).
( ) O sinal indicativo de crase presente em “à", nas duas ocorrências (l. 23 e 24), é dispensável, pois os nomes femininos, em ambos os casos, estão tomados em sentido genérico.
( ) A oração “que aparecesse um messiânico comandante" (l. 30) exerce função subjetiva no contexto frasal.
( ) A forma verbal “conduzisse" (l. 31) expressa uma ação hipotética no passado subordinada a outra que está simultaneamente no passado.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Segundo o enunciador do discurso,
( ) o policial militar, como qualquer ser humano, sofre as influências do meio e, assim, mesmo orientado para agir diferente, também se deixa levar pelo aluvião dos antivalores da sociedade contemporânea.
( ) o profissional que milita em prol da segurança pública, diante da banalização da violência, não espera mais uma reversão da realidade do dia a dia, razão por que simplesmente age sem nenhum respeito pela vida alheia.
( ) certas ações praticadas por policiais militares se justificam, em determinadas ocasiões, pelo fato de eles agirem de acordo com valores que lhes foram repassados de outra profissão, cuja missão é bem diferente da que lhes foi confiada.
( ) os integrantes da Polícia Militar têm consciência de que precisam construir uma nova corporação voltada para o pleno cumprimento do seu dever, construindo, assim, outro cenário, com outros valores e a certeza de estar contribuindo de fato para a consolidação da democracia no país.
( ) os militares, de modo geral, por serem treinados para o combate e vivenciarem o perigo a todo instante, já não sabem direcionar seus atos para a valorização da corporação a que pertencem, tornando-se desprovidos de respeito e amor ao próximo, tendo em vista a falta de perspectivas de mudança da realidade em tela.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

É uma ideia inaplicável à situação retratada nessa charge a indicada na alternativa
passeio no Ibirapuera
uma cerejeira florida
interrompe a conversa
No texto, NÃO há
A voz do canavial
Voz sem saliva da cigarra,
do papel seco que se amassa,
de quando se dobra o jornal:
assim canta o canavial,
ao vento que por suas folhas,
de navalha a navalha, soa,
vento que o dia e a noite toda
o folheia, e nele se esfola.
Sobre o poema, é INCORRETO afirmar que a descrição
Velha chácara
A casa era por aqui...
Onde? Procuro-a e não acho.
Ouço uma voz que esqueci:
É a voz deste mesmo riacho.
Ah quanto tempo passou!
(Foram mais de cinquenta anos.)
Tantos que a morte levou!
(E a vida... nos desenganos...)
A usura fez tábua rasa
Da velha chácara triste:
Não existe mais a casa...
– Mas o menino ainda existe.
O poema apresenta uma diferença entre
I. o passado (a infância) e o presente (a velhice) vivido pelo eu lírico.
II. um espaço puramente natural (o campo) e outro sociofamiliar (a casa).
III. o que é desfeito pelo tempo (a casa) e o que ele não apaga (a lembrança).
IV. a chácara (espaço ideal) e a cidade (espaço arrasado pela usura).
Estão corretas apenas:
Excerto 1: Para muitas pessoas, mesmo professores universitários, a África era um país. “Ah, você veio de onde? Da África?" “Sim, da Guiné-Bissau." “Ah, Guiné-Bissau, região da África." Quer dizer, Guiné-Bissau pra eles é como Brasil, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro.
Excerto 2: Porque a novela passa tudo de bom, o pobre vive bem, né? Mesmo dentro da favela, você vê aquela casa bonitinha, tal. Então tinha uma ideia, eu, pelo menos, tinha uma ideia de um Brasil... quer dizer, fantástico!
(Extraídos do curta-metragem Identidades em trânsito, de Daniele Ellery e Márcio Câmara. Disponível em: http://portacurtas.org.br)
Excerto 1: Para muitas pessoas, mesmo professores universitários, a África era um país. “Ah, você veio de onde? Da África?" “Sim, da Guiné-Bissau." “Ah, Guiné-Bissau, região da África." Quer dizer, Guiné-Bissau pra eles é como Brasil, São Paulo, Santa Catarina, Rio de Janeiro.
Excerto 2: Porque a novela passa tudo de bom, o pobre vive bem, né? Mesmo dentro da favela, você vê aquela casa bonitinha, tal. Então tinha uma ideia, eu, pelo menos, tinha uma ideia de um Brasil... quer dizer, fantástico!
(Extraídos do curta-metragem Identidades em trânsito, de Daniele Ellery e Márcio Câmara. Disponível em: http://portacurtas.org.br)




