Questões Militares Comentadas sobre português

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Ano: 2014 Banca: PM-SC Órgão: PM-SC Prova: PM-SC - 2014 - PM-SC - Cabo da Polícia Militar |
Q2025811 Português
Analise o texto abaixo e assinale a alternativa em que as palavras preenchem CORRETAMENTE as lacunas do seguinte período:
“Prestes a completar uma semana de trégua, Santa Catarina volta a registrar ocorrências relacionadas a onda de atentados. Na noite desta terça-feira, um ônibus e um carro foram incendiados em Florianópolis e outro carro foi incendiado em Penha. A última ocorrência registrada havia sido no dia 14 de outubro.” (notícia publicada em http://diariocatarinense.clicrbs.com.br, no dia 22/10/14)
A ___________ de uma nova onda de ataques provoca uma grande ________ na população e deixa os empresários ________ em relação ao futuro dos seus negócios.
Alternativas
Ano: 2014 Banca: PM-SC Órgão: PM-SC Prova: PM-SC - 2014 - PM-SC - Cabo da Polícia Militar |
Q2025810 Português
O Procedimento Operacional Padrão nº 103 – Análise e Resolução de Problemas em Segurança Pública – estabelece, em seu item 2, b, I, o seguinte:.
“b. Realizar reunião no CONSEG para a identificação de problemas:
I. Mobilizar o maior número possível de pessoas diferentes para participar do processo de identificação de problemas, congregando, preferencialmente, os seis grandes da polícia comunitária”
Quanto à classe gramatical, as palavras destacadas no texto acima são, respectivamente:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: PM-SC Órgão: PM-SC Prova: PM-SC - 2014 - PM-SC - Cabo da Polícia Militar |
Q2025809 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas em conformidade com a nova reforma ortográfica da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q2025553 Português

Uma Galinha


Clarice Lispector



Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã.

Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio.

Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado.

Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre.

Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se poderia contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma.

Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, parecia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos:

— Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! ela quer o nosso bem!

Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão:

— Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida!

— Eu também! jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros.

Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto.

Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado.

Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos.

Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos.


Texto extraído do livro “Laços de Família”, Editora Rocco - Rio de Janeiro, 1998, pág. 30. Selecionado por Ítalo Moriconi, figura na publicação “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século

 De acordo com o texto é CORRETO afirmar que: 
Alternativas
Q1664788 Português

Com base no texto abaixo, responda a questão.


Texto base:

“Mulher: Que é isso, João, você está em casa! Diga!

João Grilo: É que o gato que eu lhe trouxe descome dinheiro.

Mulher: Descome dinheiro?

João Grilo: Descome sim.

Mulher: Essa eu só acredito vendo!

[...]

João Grilo: Está aí o gato.

Mulher: E daí?

João Grilo: É só tirar o dinheiro.

Mulher: Pois tire!

[...] João Grilo: (Virando o gato pra Chicó, com o rabo levantado) Tire aí, Chicó!

Chicó: Eu não, tire você!

[...]

João Grilo: (Passa a mão no traseiro do gato e tira uma prata de cinco tostões.) Está aí, cinco tostões que o gato lhe dá de presente”.


(SUASSUNA, Ariano. Auto da compadecida. Rio de Janeiro: Agir, 2005. p. 77-79). 

O texto base apresenta uma das diretrizes sobre a qual Ariano Suassuna constrói Auto da compadecida, ou seja, um texto literário que traduz uma arte erudita, com intromissão de raízes populares da cultura nordestina, traduzida pelas histórias que fazem parte do imaginário popular. Nesse sentido, Auto da compadecida classifica-se como:
Alternativas
Q1664785 Português

Leia atentamente os excertos abaixo:


        Juros bancários

    Juro é o custo do dinheiro, o valor que o tomador de recursos deve pagar a mais sobre o valor emprestado, depois de determinado período. É como se o devedor pagasse ao credor um aluguel pelo dinheiro emprestado. A taxa de juros é o valor, em porcentagem, desse aluguel, a ser pago a cada dia, mês ou ano, até a liquidação total da dívida. 


        Spread bancário

    O spread é a diferença entre o que um banco paga como rendimento de investimentos de seus correntistas e o que recolhe de juros para emprestar dinheiro. Nem tudo no spread é lucro. Incluem-se ali, também, outros valores, como o risco estimado de inadimplência dos tomadores de empréstimos e custos administrativos.

Fonte: Guia do Estudante/Matemática, 2014.

Os excertos são discursos sobre sistema financeiro e representam a opção do produtor do texto em usar um gênero textual que:
Alternativas
Q1341256 Português

Leia a tirinha abaixo para responder aos item:


https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/74978/1.png


Na tirinha de Mafalda, a ironia presente só pode ser identificada a partir da seguinte interpretação:

Alternativas
Q1341254 Português

Leia os textos I, II, III e IV a seguir e assinale a única resposta correta em cada questão:


Os termos sublinhados e numerados em Imagem associada para resolução da questão (texto III, 6o parágrafo) representam, do ponto de vista sintático, as seguintes funções, respectivamente:
Alternativas
Q1337492 Português

Imagem associada para resolução da questão

As personagens femininas do texto “Glória” e da charge acima, de Miguel Paiva, são semelhantes por:

Alternativas
Q1337462 Português

Leia atentamente a charge de Calvin:

Imagem associada para resolução da questão


A ideia existente no terceiro quadrinho só não se contrapõe à seguinte passagem do texto 1:

Alternativas
Q1337458 Português
Leia atentamente a seguinte afirmação: Partindo do pressuposto que a fórmula matemática apresentada no texto 2,  Imagem associada para resolução da questão


trata-se de um somatório, cuja variável t é determinada pelo grau de satisfação individual mediante os pequenos fatos do cotidiano, pode-se afirmar que quanto maior a variável, maior o resultado da felicidade. Analise as proposições abaixo, retiradas do texto 1 , em relação às ideias apresentadas na afirmação:
I. “Melhor ser minimamente feliz várias vezes por dia do que viver eternamente em compasso de espera.”(l. 38 e 39) II. “Afinal, desde que nos entendemos por gente aprendemos a sonhar com essa felicidade no superlativo”. (l. 3 e 4) III. “Na vida real, o que existe é uma felicidade homeopática, distribuída em conta-gotas.” (l. 8) IV. “Criada para viver grandes momentos, grandes amores e aquela felicidade dos filmes...” (l. 23 e 24)  V. “Agora, viajando com frequência por causa de seu trabalho, ela descobriu que dá pra ser feliz no singular.” (l. 18 e19)
São verdadeiras as proposições:
Alternativas
Q1336261 Português

TEXTO I

Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão


Quanto à finalidade dos textos I, II e III, é correto afirmar que

Alternativas
Q1336258 Português

TEXTO I

Imagem associada para resolução da questão


Imagem associada para resolução da questão


A análise comparativa entre os textos I, II e III permite afirmar que 

Alternativas
Q1335442 Português
O item 11 refere-se ao texto 1 e à figurinha abaixo Imagem associada para resolução da questão
As personagens da figurinha acima estão brincando com um instrumento musical, chamado berimbau. Em relação aos movimentos da capoeira feitos por uma das personagens, a frase do texto 1 que mais se aproxima na interpretação com esta figurinha é:
Alternativas
Q1334466 Português

TEXTO VIII

A bola

Toquinho


Pulo, pulo, pulo, vou de pé em pé.

Da chuteira do menino na vidraça da mulher.


Salto, salto, salto mais que perereca.

Pulo o muro e caio em cima da cabeça de um careca.


Corro, corro, corro na praia de manhã

E quando eu balanço a rede é festa no Maracanã.


Rolo, rolo, rolo rápido e rasteiro

E sou muito maltratada pelos pés de peladeiro.


Pulo, pulo, pulo, vou com quem vier.

Joguei com Nilton Santos, com Garrincha e com Pelé.


Salto, salto, salto com todo carinho.

Joguei com Rivelino, com Tostão e Jairzinho.


Rolo, rolo, rolo com satisfação.

Hoje jogo com Romário, Ronaldinho e Luizão.


Corro, corro, corro do começo ao fim.

Depois que acaba o jogo, ninguém mais lembra de mim.


É, a vida é assim, o tempo passa

E fica relembrando

Canções do amor demais.


Sim, será mais um, mais um qualquer

Que vem de vez em quando

E olha para trás.

É, existe sempre uma mulher

Pra se ficar pensando.

Nem sei, nem lembro mais.


 Toquinho. A bola. Intérprete: Moraes Moreira. In: Casa de

Brinquedos. São Paulo: Universal, C1995. 1CD. Faixa 11.

Sobre o TEXTO VIII, responda à questão.

Marque V ou F para as afirmações abaixo, a partir da leitura do TEXTO VIII.

( ) A brincadeira é muito praticada por meninos.

( ) A mulher aparece num espaço doméstico ou imaginário.

( ) A menina joga junto com os meninos.

( ) Futebol parece brincadeira de menino.

( ) A bola só cai no pé de jogadores famosos.

Alternativas
Q1334464 Português

TEXTO VIII

A bola

Toquinho


Pulo, pulo, pulo, vou de pé em pé.

Da chuteira do menino na vidraça da mulher.


Salto, salto, salto mais que perereca.

Pulo o muro e caio em cima da cabeça de um careca.


Corro, corro, corro na praia de manhã

E quando eu balanço a rede é festa no Maracanã.


Rolo, rolo, rolo rápido e rasteiro

E sou muito maltratada pelos pés de peladeiro.


Pulo, pulo, pulo, vou com quem vier.

Joguei com Nilton Santos, com Garrincha e com Pelé.


Salto, salto, salto com todo carinho.

Joguei com Rivelino, com Tostão e Jairzinho.


Rolo, rolo, rolo com satisfação.

Hoje jogo com Romário, Ronaldinho e Luizão.


Corro, corro, corro do começo ao fim.

Depois que acaba o jogo, ninguém mais lembra de mim.


É, a vida é assim, o tempo passa

E fica relembrando

Canções do amor demais.


Sim, será mais um, mais um qualquer

Que vem de vez em quando

E olha para trás.

É, existe sempre uma mulher

Pra se ficar pensando.

Nem sei, nem lembro mais.


 Toquinho. A bola. Intérprete: Moraes Moreira. In: Casa de

Brinquedos. São Paulo: Universal, C1995. 1CD. Faixa 11.

Sobre o TEXTO VIII, responda à questão.

: Sobre a letra de música "A bola", pode-se afirmar que quem fala no texto é
Alternativas
Q1334459 Português

Imagem associada para resolução da questão

(SOUZA, Maurício de. Almanaque Historinhas de uma página Turma da Mônica. São Paulo: Editora Abril, Ed. nº 9, fev. 2014.)

Sobre o TEXTO VI, responda à questão.

Na segunda tirinha, Cebolinha xinga o coelhinho da Mônica. A explicação para a atitude de Cebolinha no último quadrinho é que ele


Alternativas
Q1334453 Português

Imagem associada para resolução da questão

Sobre o texto III, responda à questão.

Segundo o TEXTO III, a Lego foi criticada por usuários dos seus brinquedos por

Alternativas
Q1334439 Português
Imagem associada para resolução da questão

No 2º quadrinho, a fala do Recruta Zero – “Se ele não dissesse...” – apresenta uma oração subordinada, cuja oração principal está subentendida. O verbo da oração cipal, nesse caso, resulta da representação de uma ação que
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Q1334438 Português

Imagem associada para resolução da questão


Na tira do Recruta Zero, o humor também decorre da confluência das duas formas de linguagem -a verbal e a não verbal. Nesse caso, a expressão fisionômica das personagens reforça a comicidade, centrada na ideia de que 

Alternativas
Respostas
7001: B
7002: C
7003: E
7004: D
7005: B
7006: E
7007: A
7008: D
7009: E
7010: D
7011: E
7012: B
7013: A
7014: E
7015: A
7016: A
7017: C
7018: D
7019: B
7020: D