Questões Militares Comentadas sobre português

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Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: Comando do 2º Distrito Naval
Q1343343 Português

Leia o texto a seguir.

"Senhor, nada valho. Sou a planta humilde dos quintais pequenos e das lavouras pobres." (Cora Coralina)

Que opção estabelece corretamente a relação de sentido entre as duas frases do texto acima?

Alternativas
Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: Comando do 2º Distrito Naval
Q1343336 Português
Assinale de acordo a opção correta com relação ao emprego da vírgula, com a norma padrão.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343133 Português

“Canção para álbum de moça”:

Imagem associada para resolução da questão

Considerando o poema acima e o livro de que ele é parte integrante – Claro Enigma (1951), de Carlos Drummond de Andrade –, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: UFPR Órgão: CBM-PR Prova: UFPR - 2017 - CBM-PR - Aspirante |
Q1343126 Português
O texto abaixo, uma transcrição da fala em vídeo do youtuber Felipe Castanhari, é referência para a questão.
Olá, meus queridos amigos. Tudo bem com vocês? Eu sou Felipe Castanhari. E vocês devem ouvir falar muito sobre a tal guerra na Síria. Que estamos o tempo todo na tevê e na internet. E eu notei que a grande maioria das pessoas não fazem ideia do que tá rolando. Por que uma galera tá enchendo os barcos com risco de morrer só pra sair de um país? Mano, o que está acontecendo? Basicamente, o que tá rolando ali é uma guerra civil que está devastando o país. São centenas de milhares de pessoas mortas. E tem muita gente desesperada tentando sair desta M. Pessoas que perderam suas casas, perderam suas famílias estão tentando deixar o país a procura de uma vida decente. Mas como assim, a Síria chegou nessa situação de M.? Vamos imaginar que a Síria é um grande colégio, uma grande escola. E esse colégio é governado por um cara chamado Bashar al-Assad, que está comandando esse grande colégio desde 2000. Antes disso, quem comandava esse grande colégio era seu pai, um rapaz chamado Hafez alAssad. Digamos que a democracia não é um conceito muito cultuado nesse colégio, porque é a mesma família que manda naquela P. há 40 anos. Só que aconteceu uma grande M. em 2011 e tudo mudou. Lembra que estamos fazendo de conta que a Síria é um grande colégio, certo? Então temos várias turmas no ensino médio. Cada uma delas com 30 alunos mais ou menos. Ninguém gostava do diretor, do dono da escola. Só que mesmo assim o pessoal ficava meio de boa. Ficava todo mundo meio que passando de ano, sabe? [...] Só que em 2011 a galera de uma das salas resolveu descer pro pátio e protestar contra o diretor. Porque ele dava meio que uns privilégios só pra umas turmas. E o resto do colégio meio que se F., meio que se F. legalmentis. Então, tinha uma galera que tava meio cansada disso e foi lá pro pátio protestar. Eles foram lá e fizeram um protesto pacífico. Ele chegou lá e viu aquela confusão no pátio e resolveu expulsar todo mundo que tava ali protestando. [...] Meteu bala geral. [...] Só que foi aí que começou a virar uma loucura, porque as próprias salas começaram a se dividir. Então ao invés do colégio inteiro partir pra cima do diretor, eles começaram meio que formar panelinhas. E quando as panelinhas se encontravam no pátio, elas começavam a brigar entre elas. [...] Véio, isso é um P. absurdo [...]. Pessoal, vamo entender isso. As pessoas preferem arriscar suas vidas e morrer afogado no mar do que ficar lá na Síria. Olha a M. que tá acontecendo. [...] Além de ter bombardeio, as pessoas de Alepo, a principal cidade do conflito da Síria, elas estão sem água, sem comida, remédios, energia elétrica. Alepo virou um verdadeiro inferno. E a gente pode fazer um pouquinho mais do que ficar indignado. Talvez isso esteja muito longe da gente. Mas a gente aqui no Brasil tem como ajudar. Existem várias entidades como a Unicef que estão fazendo um trabalho de socorro aos civis na Síria, especialmente as crianças, galera. A gente pode fazer doações para essas entidades. E às vezes uma pequena quantia pra você pode fazer uma P. diferença pruma criança lá na guerra.

Considere o trecho que vem na sequência da fala de Castanhari.

E outra coisa que você podia fazer é não apoiar pessoas de políticas do mal ou contra os refugiados da Síria. Porque no meio disso tudo tem pessoas ignorantes que dizem que os refugiados da Síria são todos terroristas. Porque no meio disso tudo, o que as pessoas precisam é de países dispostos a estender a mão para elas. Porque no meio de todo esse sofrimento, dessa guerra, de toda essa morte, a única esperança que um refugiado tem de ter uma vida normal está nas mãos de um país vizinho disposto a estender a mão pra essa pessoa. [...]

Assinale a alternativa que sintetiza o trecho em formato de discurso indireto

Alternativas
Q1333266 Português

Texto 2

LIVROS

Os livros, penso que são

Como portas encantadas,

Que levam a lindas terras,

Onde moram anões e fadas.


Lugares longe e tão belos

Aonde eu não podia ir,

Mas, agora, com esta porta,

É só ter cuidado e... abrir.

(LOVE, Adelaide. LIVRO: O MUNDO DA CRIANÇA,vol. 2, editora DELTA S.A., Rio de Janeiro.)

As frases abaixo foram retiradas dos textos 1 e 2, explorando os vocábulos onde e aonde.

-> “Onde eu conserto?” (Texto 1)

-> “– Ei, onde você achou isso?” (Texto 1)

-> “Onde moram anões e fadas.” (Texto 2)

-> “− Aonde eu não podia ir,... (Texto 2)

Assinale a letra correspondente à alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases com as palavras onde ou aonde.

I. ___________ você colocou o livro, Pedro?

II. Os lugares ________ praticamos a leitura imperam o silêncio.

III. Os livros levam-me _________? A mundos antes inimagináveis!

IV. As aventuras são descobertas através de vários horizontes. __________ devo dirigir-me nestas viagens para obter esclarecimentos?

V. ____________ Pedro quer chegar com essa atitude de dominar todos os jogos?

Alternativas
Q1333263 Português

Leia o trecho seguinte e responda ao item.

“Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para o sobrinho: o livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-lo funcionar...”

Sobre o discurso da tia, percebe-se que ela queria
Alternativas
Q1333262 Português

Leia o trecho seguinte e responda ao item.

“Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para o sobrinho: o livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-lo funcionar...”

Indique a alternativa que classifica morfologicamente de modo correto as palavras destacadas do trecho acima.
Alternativas
Q1333257 Português

Parágrafo 2

“A tia é uma escritora. Astuta que só ela, mandou uma mensagem de volta para seu sobrinho: „O livro é uma tecnologia tão incrível que você precisa ser mais esperto para fazê-la funcionar...‟”.

Parágrafo 8

“A tia riu e respondeu:”

Agora, analise a postura da tia da personagem protagonista e assinale a verdadeira intenção dela ao dar um livro de presente de aniversário a Pedro.

I. Surpreender o garoto com um presente inusitado.

II. Apresentar novas possibilidades de lazer.

III. Despertar no garoto o gosto pela leitura.

IV. Desafiar Pedro, devido à arrogância do garoto.

V. Distribuir o produto de seu trabalho.

Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: PM-RS Prova: FUNDATEC - 2017 - PM-RS - Soldado |
Q1333172 Português
A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Assinale a alternativa em que uma das palavras difere das outras duas em relação à regra que determina a acentuação gráfica.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: PM-RS Prova: FUNDATEC - 2017 - PM-RS - Soldado |
Q1333169 Português
A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Assinale a alternativa em que aparecem palavras, todas retiradas do texto, que têm o mesmo número de letras e de fonemas.
Alternativas
Q1328993 Português

Leia os Textos 04 e 05 para responder ao item.

Imagem associada para resolução da questão

Sobre as tirinhas de Garfield, é correto afirmar que:

Alternativas
Q1327423 Português

TEXTO 04


    Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].


Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.

A expressão sublinhada na frase “Através da nota fiscal!” pode ser substituída, sem alteração de sentido, por:
Alternativas
Q1327422 Português

TEXTO 04


    Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].


Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.

Com base nas informações do texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IBADE Órgão: PM-AC
Q1206798 Português
Selfies
Muita gente se irrita, e tem razão, com o uso indiscriminado dos celulares. Fossem só para falar, já seria ruim. Mas servem também para tirar fotografias, e com isso somos invadidos no Facebook com imagens de gatos subindo na cortina, focinhos de cachorro farejando a câmera, pratos de torresmo, brownie e feijoada. Se depender do que vejo com meus filhos — dez e 12 anos -, o tempo dos “selfies” está de todo modo chegando ao fim. Eles já começam a achar ridícula a mania de tirar retratos de si mesmos em qualquer ocasião. Torna-se até um motivo de preconceito para com os colegas.
“Fulaninha? Tira foto na frente do espelho.” Hábito que pode ser compreensível, contudo. Imagino alguém dedicado a melhorar sua forma  física, registrando seus progressos semanais. Ou apenas entregue, no início da adolescência, à descoberta de si mesmo.
A bobeira se revela em outras situações: é o caso de quem tira um “selfie” tendo ao fundo a torre Eiffel, ou (pior) ao lado de, sei lá, Tony Ramos ou Cauã Reymond.
Seria apenas o registro de algo importante que nos acontece — e tudo bem. O problema fica mais complicado se pensarmos no caso das fotos de comida. Em primeiro lugar, vejo em tudo isso uma espécie de degradação da experiência.
Ou seja, é como se aquilo que vivemos de fato — uma estada em Paris, o jantar num restaurante — não pudesse ser vivido e sentido como aquilo que é.
Se me entrego a tirar fotos de mim mesmo na viagem, em vez de simplesmente viajar, posso estar fugindo das minhas próprias sensações. [...]
Pode ser narcisismo, é claro. Mas o narcisismo não precisa viajar para lugar nenhum. A complicação não surge do sujeito, surge do objeto. O que me incomoda é a torre Eiffel: o que fazer com ela? O que fazer de minha relação com a torre Eiffel?
Poderia unir-me a paisagem, sentir como respiro diante daquela triunfal elevação de ferro e nuvem, deixar que meu olhar atravesse o seu duro rendilhado que fosforesce ao sol, fazer-me diminuir entre as quatro vigas curvas daquela catedral sem clero e sem paredes.
Perco tempo no centro imóvel desse mecanismo, que é como o ponteiro único de um relógio que tem seu mostrador na circunferência do horizonte. Grupos de turistas se fazem e desfazem, há ruídos e crianças. 
Pego, entretanto, o meu celular: tiro uma foto de mim mesmo na torre Eiffel. O mundo se fechou no visor do aparelho. Não por acaso eu brinco, fazendo uma careta idiota: dou de costas para o monumento, mas estou na verdade dando as costas para a vida.  [...]
Talvez as coisas não sejam tão desesperadoras. Imagine-se que daqui a cem anos, depois de uma guerra atômica e de uma catástrofe climática que destruam o mundo civilizado, um pesquisador recupere os “selfies” e as fotos de batata frita. 
“Como as pessoas eram felizes naquela época!” A alternativa seria dizer: “Como eram tontas! Dependerá, por certo, dos humores do pesquisador. 
COELHO, Marcelo. Disponível em: <http://www1 .folha.uol.com.br/fsp/ilustrada/162525 selfies.shtml>. Acesso em 19 mar. 2017
A oração destacada em: “O problema fica mais complicado SE PENSARMOS NO CASO DAS  FOTOS DE COMIDA.” expressa, no contexto, ideia de:
Alternativas
Q962714 Português

Sobre as diferenças entre a redação técnica e a estilística, está correto o que se afirma em


I. A linguagem de uma é denotativa por excelência, já a da outra è marcada pela predominância da conotação.

II. A comunicação inequívoca faz parte das características desta última, de modo que construções dúbias podem marcar presença apenas naquela.

III. A finalidade discursiva se volta para a informação e o esclarecimento naquela e para a expressão artística por meio da escrita e para o entretenimento nesta.

IV. A clareza e a objetividade são marcas peculiares da primeira, enquanto o uso de recursos voltados para a estética, possibilitando múltiplas interpretações, identifica a segunda.

V Uma se respalda em um conjunto de normas utilizadas pelo poder público para redigir seus documentos, e a outra tem por objetivo convencer o interlocutor sobre alguma temática enfocada.


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Q962713 Português

TEXTO:


“Nesta vida, temos três professores importantes: o 'Momento Feliz’, o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'. O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar. O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar. O Momento Difícil mostra o que somos capazes de superar.'

                                                                            Mário Quintana (1906-1994).

QUINTANA, Mário Mensagem. Disponível em:<http://certform66. blogspot. com.br/2015/12/intimidades-reflexivas-512.html>. Acesso em: 27jul.2017.

Nos três últimos períodos que compõem o enunciado linguístico em análise, aparece a forma verbal “mostra" seguida de “o que’, ou seja, de
Alternativas
Q962712 Português

TEXTO:


“Nesta vida, temos três professores importantes: o 'Momento Feliz’, o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'. O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar. O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar. O Momento Difícil mostra o que somos capazes de superar.'

                                                                            Mário Quintana (1906-1994).

QUINTANA, Mário Mensagem. Disponível em:<http://certform66. blogspot. com.br/2015/12/intimidades-reflexivas-512.html>. Acesso em: 27jul.2017.

O pronunciamento de Mário Quintana permite que se conclua corretamente que a vida
Alternativas
Q962711 Português

Quanto aos recursos linguísticos presentes na composição dessa mensagem, é correto afirmar que


I. o artigo indefinido “um” generaliza a ideia expressa pelo substantivo que ele modifica.

II. a interrogação no final da primeira frase traduz a incerteza do enunciador quanto à resposta a ser dada.

III. o pronome “Ele” retoma, anaforicamente, o termo "policial" para estabelecer com o interlocutor uma relação dialógica.

IV. a vírgula que isola o nome “cidadão” tem uso obrigatório, segundo a norma-padrão da lingua portuguesa, por destacar um aposto.

V o possessivo “sua" gera uma ambiguidade no discurso, uma vez que o leitor fica sem saber definir qual o referente a que esse signo remete.


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

Alternativas
Q962710 Português
De acordo com o texto, o policial se distingue de um cidadão comum unicamente
Alternativas
Q962709 Português
Considerando-se as elocuções das duas personagens da tira, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
4801: E
4802: E
4803: A
4804: C
4805: B
4806: C
4807: B
4808: A
4809: A
4810: E
4811: B
4812: D
4813: B
4814: D
4815: B
4816: A
4817: D
4818: C
4819: D
4820: C