Questões Militares Comentadas sobre português
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Texto I
A Tempestade
Menino, vem para dentro,
olha a chuva lá na serra,
olha como vem o vento!
Ah! como a chuva é bonita
5 e como o vento é valente!
Não sejas doido, menino,
esse vento te carrega,
essa chuva te derrete!
– Eu não sou feito de açúcar
10 para derreter na chuva.
Eu tenho força nas pernas
para lutar contra o vento!
E enquanto o vento soprava
e enquanto a chuva caía,
15 que nem um pinto molhado,
teimoso como ele só.
– Gosto de chuva com vento,
gosto de vento com chuva!
(Henriqueta Lisboa)
Ah! como a chuva é bonita
e como o vento é valente! (versos 4 e 5)
A respeito do trecho acima, analise as afirmativas a seguir:
I. A palavra como se classifica como advérbio.
II. Os versos são exemplo de frase optativa.
III. O Ah! se classifica como interjeição e não tem função sintática.
Assinale
Texto I
A Tempestade
Menino, vem para dentro,
olha a chuva lá na serra,
olha como vem o vento!
Ah! como a chuva é bonita
5 e como o vento é valente!
Não sejas doido, menino,
esse vento te carrega,
essa chuva te derrete!
– Eu não sou feito de açúcar
10 para derreter na chuva.
Eu tenho força nas pernas
para lutar contra o vento!
E enquanto o vento soprava
e enquanto a chuva caía,
15 que nem um pinto molhado,
teimoso como ele só.
– Gosto de chuva com vento,
gosto de vento com chuva!
(Henriqueta Lisboa)
Texto I
A Tempestade
Menino, vem para dentro,
olha a chuva lá na serra,
olha como vem o vento!
Ah! como a chuva é bonita
5 e como o vento é valente!
Não sejas doido, menino,
esse vento te carrega,
essa chuva te derrete!
– Eu não sou feito de açúcar
10 para derreter na chuva.
Eu tenho força nas pernas
para lutar contra o vento!
E enquanto o vento soprava
e enquanto a chuva caía,
15 que nem um pinto molhado,
teimoso como ele só.
– Gosto de chuva com vento,
gosto de vento com chuva!
(Henriqueta Lisboa)
Eu não sou feito de açúcar
para derreter na chuva. (versos 9 e 10)
Assinale a alternativa em que NÃO se tenha mantido relação semântica correta entre as duas orações dos versos acima.
Texto I
A Tempestade
Menino, vem para dentro,
olha a chuva lá na serra,
olha como vem o vento!
Ah! como a chuva é bonita
5 e como o vento é valente!
Não sejas doido, menino,
esse vento te carrega,
essa chuva te derrete!
– Eu não sou feito de açúcar
10 para derreter na chuva.
Eu tenho força nas pernas
para lutar contra o vento!
E enquanto o vento soprava
e enquanto a chuva caía,
15 que nem um pinto molhado,
teimoso como ele só.
– Gosto de chuva com vento,
gosto de vento com chuva!
(Henriqueta Lisboa)
- TEXTO I
Trecho da peça teatral A raposa e as uvas, escrita por Guilherme de Figueiredo. A cena ocorre na cidade de Samos (Grécia antiga), na casa de Xantós, um filósofo grego, que recebe o convidado Agnostos, um capitão ateniense. O jantar é servido por Esopo e Melita, escravos de Xantós.
(Entra Esopo, com um prato que coloca sobre a mesa. Está coberto com um pano. Xantós e Agnostos se dirigem para a mesa, o primeiro faz ao segundo um sinal para sentarem-se.)


- TEXTO I
Trecho da peça teatral A raposa e as uvas, escrita por Guilherme de Figueiredo. A cena ocorre na cidade de Samos (Grécia antiga), na casa de Xantós, um filósofo grego, que recebe o convidado Agnostos, um capitão ateniense. O jantar é servido por Esopo e Melita, escravos de Xantós.
(Entra Esopo, com um prato que coloca sobre a mesa. Está coberto com um pano. Xantós e Agnostos se dirigem para a mesa, o primeiro faz ao segundo um sinal para sentarem-se.)


- TEXTO I
Trecho da peça teatral A raposa e as uvas, escrita por Guilherme de Figueiredo. A cena ocorre na cidade de Samos (Grécia antiga), na casa de Xantós, um filósofo grego, que recebe o convidado Agnostos, um capitão ateniense. O jantar é servido por Esopo e Melita, escravos de Xantós.
(Entra Esopo, com um prato que coloca sobre a mesa. Está coberto com um pano. Xantós e Agnostos se dirigem para a mesa, o primeiro faz ao segundo um sinal para sentarem-se.)


Leia o trecho abaixo e responda à questão a seguir.
“Mais língua? Não te disse que trouxesse o que há de melhor para meu hóspede? Por que só trazes língua? Queres expor-me ao ridículo?” (l. 23 a 25)
Em relação à análise morfossintática desse fragmento, assinale a alternativa correta.
- TEXTO I
Trecho da peça teatral A raposa e as uvas, escrita por Guilherme de Figueiredo. A cena ocorre na cidade de Samos (Grécia antiga), na casa de Xantós, um filósofo grego, que recebe o convidado Agnostos, um capitão ateniense. O jantar é servido por Esopo e Melita, escravos de Xantós.
(Entra Esopo, com um prato que coloca sobre a mesa. Está coberto com um pano. Xantós e Agnostos se dirigem para a mesa, o primeiro faz ao segundo um sinal para sentarem-se.)


- TEXTO I
Trecho da peça teatral A raposa e as uvas, escrita por Guilherme de Figueiredo. A cena ocorre na cidade de Samos (Grécia antiga), na casa de Xantós, um filósofo grego, que recebe o convidado Agnostos, um capitão ateniense. O jantar é servido por Esopo e Melita, escravos de Xantós.
(Entra Esopo, com um prato que coloca sobre a mesa. Está coberto com um pano. Xantós e Agnostos se dirigem para a mesa, o primeiro faz ao segundo um sinal para sentarem-se.)


"[...] só têm em comum o fato de serem vendidos no mesmo lugar.” (4°§)
Assinale a opção em que a classificação da oração sublinhada está apresentada corretamente.
Leia o excerto a seguir.
“[...] mas o fato é que nunca vi tanta gente preocupada com o fim do livro.” (1°§)
Assinale a opção que apresenta a classificação
morfológica correta do termo destacado.



