Questões Militares Sobre português
Foram encontradas 14.362 questões
1) é aprendido no convívio social.
2) revela uma pessoa acrítica.
3) é transmitido de geração em geração.
4) é um mal que pode ser superado.
Estão corretas:
1) Depois que se celebrou as pazes entre brancos e negros, vê-los juntos não é mais novidade.
2) Naquele ambiente, quantos haveriam de prestar atenção em quem tomava café?
3) Já faz muitos anos que brancos e negros convivem pacificamente.
4) Se acabaram os preconceitos não se sabe; mas certamente deixarão eles muitas marcas.
Estão de acordo com a norma padrão da língua:
1) O texto é marcadamente dissertativo, com introdução, desenvolvimento e conclusão bem definidos.
2) No texto, o autor privilegia a narração, por meio da qual defende seu ponto de vista.
3) Ao longo do texto, trechos descritivos são utilizados para dar ao leitor a visão precisa das cenas narradas.
4) O autor opta por elaborar um texto prioritariamente expositivo, com diversos trechos injuntivos.
Está(ão) correta(s), apenas:

Dadas as suas funções comunicativas, é correto afirmar que o Texto 2 circula, preferencialmente, na esfera:
1) O fogo chega às 05h00 da manhã.
2) O fogo chega veloz, à cada segundo.
3) O fogo chega à consumir toda a casa.
4) O fogo chega à única loja que ainda não tinha sido atingida.
Estão corretas:
1) No segmento: “Tem centenas de boates Kiss funcionando no Brasil”, o verbo destacado deve ficar no singular, por corresponder ao verbo “haver”, que, neste caso, é impessoal.
2) No segmento: “Tem centenas de boates Kiss funcionando no Brasil”, a concordância mais adequada seria: “Tem centenas de boates Kisses funcionando no Brasil
3) No segmento: “Que a gente consiga tirar alguma lição dessa catástrofe”, a forma verbal destacada deve ficar no singular, apesar de a forma “a gente” representar a ideia de uma coletividade.
4) No enunciado: “Que a gente consiga tirar alguma lição dessa catástrofe, dessa comoção nacional que aconteceu em Santa Maria”, a forma verbal destacada deveria ficar no plural, já que o sujeito é composto.
Estão corretas:
1) No trecho: “O fogo se alastra rapidamente. O incêndio é numa empresa que recupera pneus, material altamente inflamável e tóxico. O combate às chamas é improvisado com balde, água mineral e mangueiras que não alcançam o foco do incêndio.” (2º §), a manutenção do tema é garantida pela opção de se utilizar palavras do mesmo campo semântico.
2) No trecho: “a corporação não tem escadas do tipo Magirus, que ajudam no resgate de vítimas e no combate a incêndios em lugares altos. Nem na capital, Palmas, de 228 mil habitantes, existe essa escada.” (5º §), o autor opta por fazer uma retomada por meio de um pronome.
3) No trecho: “Na cidade de Floriano (PI), que tem 57 mil habitantes, pode faltar o principal na hora de apagar o fogo.” (6º §), o autor opta por inserir um segmento explicativo, introduzido por pronome relativo.
4) No trecho: “Hoje, o nosso bombeiro está trabalhando com falta daquela força que nos move, que é a paixão, que é o amor de salvar e resgatar vidas alheias” (9º §), a repetição dos segmentos destacados confere ênfase ao enunciado, deixando-o mais contundente.
Estão corretas:
1) predomínio de uma tipologia textual injuntiva, como se vê no início do segundo parágrafo.
2) presença de diversos trechos intertextuais, a exemplo de, dentre outros, o primeiro parágrafo.
3) presença de trechos em discurso direto, isolados por aspas, por meio dos quais o leitor toma conhecimento de opiniões de diferentes pessoas.
4) emprego de perguntas de caráter retórico, como se vê no final do primeiro parágrafo.
Estão corretas:
O tio Sabino, paramentado de rico, fez ainda sair da maleta de couro uma espécie de saco de lona com fechos de correias. Debaixo da cama, por esquecimento, tinham ficado as alpargatas do Carvalhosa. O tio Sabino calçou-as, as suas narinas palpitavam. Correu o fecho da porta cautelosamente, foi até ao escritório do Carvalhosa e sacou da gaveta do contador uns rolinhos de libras; de passagem pelo toilette arrecadou o cofre de joias, os anéis e a caixa de pó de arroz; de cima da banquinha de noite desapareceu a palmatória de prata dourada e tudo foi arrecadado no saco.
Fechou destramente o saco, tendo-lhe metido primeiro a camisa de chita que despira, a fim de não tinirem dentro os metais. E de chapéu à banda e cachimbo na boca saiu, o saco pendente, fechando a porta e tirando-lhe a chave. Ninguém estava no corredor; Maria do Resgate engomava na saleta; as crianças na cozinha cortavam papagaios, chilreando.
- Até logo, minha sobrinha, até logo.
Ela veio correndo, com o seu riso afetuoso.
- O jantar é às cinco, sim? Mas, querendo, dá-se ordem para mais tarde.
- Qual! Não temos precisão de incômodos. Às quatro e meia estou.
E com a mala pendente, o lenço escarlate fora do bolso do fraque e bengala debaixo do braço, desceu a escada cantarolando.
Eram seis horas da tarde e nada do tio Sabino.
Sete horas, e Maria do Resgate acaba de notar a porta da alcova fechada. Diabo...
No dia seguinte a polícia andava em campo para descobrir o larápio, que com tamanha pilhéria roubara a família Carvalhosa.
(Fialho de Oliveira, O Tio da América. Em: Contos. Adaptado)
