🎯 Saiba o que estudar

Avançado com Treinador a partir de R$ 0,76/dia

Questões Militares Sobre português

Questões Discursivas

Foram encontradas 14.357 questões

Q3516171 Português
Assinale a alternativa em que não há a presença de adjetivo no grau superlativo. 
Alternativas
Q3516169 Português

Leia as sentenças abaixo: 



I‐ Saudai os que vão morrer. 


II‐ Infelizmente  não puderam  apresentar efusivamente  a  todos  o projeto vencedor. 


III‐ Não arguímos mais da metade dos candidatos no dia de hoje.



Assinale  a  alternativa  que  traz  respectiva  e  correta  correspondência  dos  verbos  destacados  nas  sentenças,  ao  se  trocar as pessoas do plural para as mesmas pessoas do singular, mantendo‐se o mesmo tempo verbal. 

Alternativas
Q3516167 Português

Rubem Fonseca, autor do trecho que segue, vale‐se com insistência da conjunção “e”, pontuando sua crônica de forma peculiar. Leia:



(...) mas podia haver menos cães e bolas e pranchas e barcos e camelôs e ratos de praia e assaltantes que trabalham até dentro d’água, com um canivete na barriga alheia, e sujeitos que carregam caixas de isopor e anunciam sorvetes e quando o inocente cidadão pede picolé de manga, eis que ele abre a caixa e de lá puxa a arma.



Assinale a alternativa em que a pontuação é refeita para, respeitando‐se o contexto, enquadrar‐se nas recomendações gramaticais.

Alternativas
Q3516166 Português

Leia  as  sentenças  abaixo  atentando  para  seus  termos  sintáticos. 




I‐ No ano passado estive alguns dias em Bogotá. 


II‐ Era uma mulher de consciência. 


III‐ “Tenho  pensado  que  toda  esta  geringonça  social  precisa  de  uma grande volta.” (C. de Oliveira) 


IV‐ Vivi com Maristela perto de dois anos. 




Assinale a alternativa correta. 

Alternativas
Q3516165 Português
Assinale  a  alternativa  em  que  o  acento  indicador  de  crase  foi utilizado incorretamente
Alternativas
Q3516164 Português
Assinale a alternativa em que ao menos um substantivo não pertence ao gênero masculino.  
Alternativas
Q3516162 Português
Assinale a alternativa em que o uso do pronome não atende  à norma padrão. 
Alternativas
Q3515641 Português
Leia as sentenças abaixo atentando para seus termos sintáticos.

I- No ano passado estive alguns dias em Bogotá.
II- Era uma mulher de consciência.
III- “Tenho pensado que toda esta geringonça social precisa de uma grande volta.” (C. de Oliveira)
IV- Vivi com Maristela perto de dois anos.

Assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3515640 Português
Em relação ao termo sintático sujeito, marque V para verdadeiro ou F para falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Em Ana levantou a menina, o sujeito Ana executa a ação expressa pela forma verbal levantou. O sujeito é, pois, o agente.
( ) Os sujeitos da 3.ª pessoa não podem ter como núcleo uma palavra ou expressão substantivada, como em “O por fazer é só com Deus”. (Fernando Pessoa)
( ) Quando o verbo evoca um estado, a atitude da pessoa ou da coisa que dele participa é de neutralidade. O sujeito, no caso, não é o agente nem o paciente.
( ) Sujeito oculto é aquele que não está materialmente expresso na oração, mas pode ser identificado pela presença do sujeito em outra oração do mesmo período ou de período contíguo, como em “Guilhermina bocejou. Iria adormecer? Pôs-se a calcular as horas.” (C. de Oliveira) 
Alternativas
Q3515639 Português
Considerando as normas para a transposição de um tipo de discurso para outro (tempo verbal, mudança de pronomes e advérbios, bem como pontuação), assinale a alternativa em que a transposição de discurso indireto, presente no texto abaixo, para discurso direto é feita de maneira correta.

     Perguntou-lhe por que estava ali, já tarde, solito, desmanchando tabuinhas. E ele, que não se revelou amigo de conversa, a custo foi soltando sua explicação. O pai deixara-o naquele ponto, recomendando-lhe que não saísse do lugar.  
Alternativas
Q3515638 Português
Leia a estrofe do poema “Autopsicografia”, de Fernando Pessoa, e assinale a alternativa que expressa o significado de deveras

O poeta é um fingidor
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
Ador que deveras sente {...) 
Alternativas
Q3515635 Português
Leia as sentenças abaixo atentando para os termos destacados e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I- Honrado, seu nome de prestígio pesa-lhe os ombros diante da situação.
II- Mostrou ao pai alguns amigos especiais, João, que corria como ninguém; Pedro, que era bom de bola; Tonico, que conhecia muitas histórias; Abel, Joaquim, Beto...
III- Diz Feliciano a verdade. O que não quero mesmo é desistir de meu sonho.
IV- Por ambas as torcidas, ainda que respirassem rivalidade, o Hino Nacional era entoado com emoção.

Os termos em destaque são, respectivamente, 
Alternativas
Q3515634 Português
Assinale, entre as orações reduzidas de gerundio destacadas nas alternativas abaixo, aquela que pode ser classificada como coordenada aditiva.
Alternativas
Q3515631 Português
Analise os fragmentos de Fernando Pessoa e assinale a alternativa correta: O poeta é um fingidor/ Finge tão completamente/ Que chega a fingir que é dor/ A dor que deveras sente (...)

Depreende-se do poema que 
Alternativas
Q3515625 Português
Assinale a alternativa que substitui, correta e respectivamente, as conjunções ou locuções conjuntivas grifadas nos periodos abaixo.  
I‐ Visto  que  pretende  mudar‐se,  preparamos  um  almoço  de  despedida. 
II‐ Terá sucesso na prova, contanto que estude. 
III‐ Casaram‐se  e  fizeram  uma  linda  viagem,  tudo  como  haviam  planejado.
IV‐ Foi  transferida  de  setor,  portanto  não  nos  veremos  com  muita frequência. 
Alternativas
Q3515030 Português
A alternativa em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a ortografia oficial é:
Alternativas
Q3515023 Português
Leia o texto, para responder a questão.

        “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

        “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

        De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

        “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

        Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

        A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.

(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br. Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
A alternativa contendo a passagem em que o pronome “se” pode ser colocado depois do verbo em destaque é: 
Alternativas
Q3515022 Português
Leia o texto, para responder a questão.

        “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

        “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

        De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

        “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

        Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

        A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.

(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br. Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
Ao tratar da estilística da palavra, Nilce Sant’Anna Martins (2008) menciona a possibilidade de, em um determinado contexto, a palavra adquirir uma tonalidade emotiva, afetiva. A palavra destacada que está empregada com tonalidade afetiva de exagero é:
Alternativas
Q3515020 Português
Leia o texto, para responder a questão.

        “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

        “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

        De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

        “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

        Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

        A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.

(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br. Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
No segmento “Embora não seja regra” (2º parágrafo), o termo destacado garante a coesão textual introduzindo um argumento
Alternativas
Q3515018 Português
Leia o texto, para responder a questão.

        “Depósito”: o modo como uma casa de repouso para idosos é chamada em um novo livro de ficção pretende denunciar as incongruências de nossa relação com a velhice e com os idosos ao nosso redor. Em Jasmins, publicado pela editora Maralto, Claudia Nina retrata a dura relação entre a cuidadora Yasmin e a idosa Wanda, num momento da história em que o fenômeno da longevidade interpela a nossa atenção à população idosa.

        “Embora não seja regra, alguns fatores tornam os idosos mais vulneráveis e dependentes de outras pessoas, seja para a realização de atividades básicas da vida diária e econômica ou emocionalmente, principalmente aqueles com déficits cognitivos ou limitações naturais do próprio envelhecimento”, explica a psicóloga Allana Moraes. “Por essas razões, lamentavelmente, o idoso também se encontra mais suscetível a ser vítima de violências nos mais variados âmbitos, seja familiar, institucional ou social”.

        De acordo com Allana, é o próprio ambiente familiar que tem se apresentado como o espaço de maior incidência de abandono e maus-tratos acometidos contra o idoso, com episódios de violência psicológica, física, moral e patrimonial perpetrados por filhos ou cônjuges. Diversos fatores desempenham um papel nesse tipo de cenário, entre os quais o que pode ser chamado de transmissão transgeracional da violência e do abandono.

        “O fato de os idosos se transformarem em vítimas igualmente se relaciona às raízes familiares, à violência ou abandono por eles perpetrados no passado, assim como terem apresentado comportamentos disruptivos, agressividade e atitudes provocativas em relação aos familiares”, explica a psicóloga. “Portanto, para analisar os motivos que levam um familiar a agir com violência em relação a um idoso, há que se levar em conta não só características dos idosos ou da família, já que se trata de um fenômeno multideterminado e que deve ser analisado em sua complexidade”.

        Entre os fatores em jogo, há também aquilo que o gerontólogo Robert N. Butler chamou já em 1969 de “ageísmo” ou “idadismo”, ou seja, a discriminação contra pessoas com base em sua idade, mais comumente direcionada a pessoas mais velhas. “Butler descreveu três aspectos deste tipo de preconceito: atitudes negativas em relação aos idosos, à velhice e ao processo de envelhecimento; práticas discriminatórias contra idosos; e práticas e políticas institucionais que perpetuam estereótipos e atitudes negativas sobre os idosos”, pontua Allana.

        A saúde dos vínculos afetivos entre o idoso e os seus cuidadores é um fator de proteção contra a violência muito significativo. Com a atenção à saúde mental dos profissionais cuidadores e com a proximidade da família, casas de repouso deixariam de ser “depósitos” e se tornariam pontos de apoio fundamentais em uma sociedade cada vez mais idosa.

(Disponível em: https://www.semprefamilia.com.br. Acesso em: 08.04.2025. Adaptado)
Observando-se as relações de sentido providas pelos elementos de coesão do terceiro parágrafo do texto, é correto afirmar:
Alternativas
Respostas
701: B
702: A
703: B
704: X
705: B
706: D
707: A
708: X
709: D
710: C
711: C
712: B
713: C
714: B
715: B
716: C
717: C
718: D
719: A
720: D