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Questões Militares Sobre português

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Q1938431 Português

Leia os provérbios abaixo:



I- Muito riso, pouco siso.


II- O muito sem Deus não é nada.


III- Muito ajuda quem não atrapalha.



A palavra “muito” neles presente é advérbio somente em

Alternativas
Q1938430 Português
Assinale a alternativa que completa a frase abaixo.
A _______ estava prestes a começar, e o preletor ainda _______, horas antes, _______ de como abordar o assunto principal, _______ de que a decisão fosse tomada o mais breve possível. 
Alternativas
Q1938429 Português
Quanto ao gênero, assinale a alternativa em que não há substantivo sobrecomum.  
Alternativas
Q1938428 Português
Assinale a alternativa em que não há erro de acentuação. 
Alternativas
Q1938427 Português
Em qual alternativa o emprego da crase está incorreto?
Alternativas
Q1938426 Português
Leia:
“Desta vez, o muro não era alto, e a espiga era baixinha; bastava esticar o braço com algum esforço, para arrancá-la do pé. Rangel andava neste trabalho desde alguns meses. Não esticava o braço sem espiar primeiro para todos os lados, a ver se vinha alguém, e, se vinha alguém, disfarçava e ia-se embora.” (Machado de Assis)
Quantas orações subordinadas substantivas há no texto acima? 
Alternativas
Q1938425 Português

Leia o texto abaixo e avalie as afirmações.

“Aquele rio

era como um cão sem plumas.

Nada sabia da chuva azul,

da fonte cor-de-rosa,

da água do copo de água,

da água de cântaro,

dos peixes de água,

da brisa na água.” (João Cabral de Melo Neto) 


I- “de água”, “de cântaro” e “sem plumas” são locuções adjetivas.


II- “azul” e “cor-de-rosa” são adjetivos.


III- “da água”, “de água” e “na água” são locuções adjetivas.


IV- “da fonte” e “dos peixes” são locuções adjetivas.


Está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q1938424 Português
Assinale a alternativa cujos verbos completam o texto abaixo, observando a concordância.
O trote é uma atividade lúdica em que _______ ser preservada a intimidade e a honra dos calouros. Os abusos que, esporadicamente, _______ não podem justificar que se _______ uma norma rígida para _______ essa prática tradicional nas universidades. 
Alternativas
Q1938423 Português
Considerando a regência verbal, assinale a alternativa cujo espaço não deve ser preenchido com nenhuma preposição.
Alternativas
Q1938422 Português
Classifique sintaticamente os termos em destaque e assinale a alternativa com a sequência correta.
“Se você vier me perguntar por onde andei No tempo em que você sonhava De olhos abertos lhe direi Amigo eu me desesperava” (Belchior)  
Alternativas
Q1938421 Português
Leia:
Durante a conversa sobre o livro a ser editado, Wálter advertiu que os custos talvez o inviabilizassem. Edwalds ponderou que os benefícios é que deveriam ser destacados. Douglas, o mais sensato do grupo, preferiu não opinar. Por que ficar discutindo coisas particulares? Já Eduardo achou que a ideia era digna de ser levada adiante.
Há um discurso indireto livre no segmento referente a 
Alternativas
Q1938420 Português
Leia:
“E todo aquele retintim de ferramentas, e o martelar da forja, e o coro dos que lá em cima brocavam a rocha para lançar-lhe fogo, e a surda zoada de longe, que vinha do cortiço, como de uma aldeia alarmada; tudo dava a ideia de uma atividade feroz, de uma luta de vingança e de ódio.” (Aluísio Azevedo)
As palavras em destaque no texto acima são formadas, respectivamente, pelos processos de
Alternativas
Q1938419 Português

O pastor e a princesa 

Carlos Heitor Cony  

Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo. 

E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.  

Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.

“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor. 

Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.  

Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria. 

Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa. 

O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999



A questão refere-se ao texto acima.

O conto termina no sexto parágrafo, mas, no sétimo, o narrador conclui a história afirmando que, todas as tardes, ele continua indo à floresta para ver se lhe acontece alguma coisa. O que ele espera acontecer? 

Alternativas
Q1938418 Português

O pastor e a princesa 

Carlos Heitor Cony  

Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo. 

E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.  

Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.

“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor. 

Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.  

Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria. 

Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa. 

O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999



A questão refere-se ao texto acima.

Assinale a alternativa que justifica o fato de a princesa ter se recusado a beijar o jovem príncipe.  
Alternativas
Q1938417 Português

O pastor e a princesa 

Carlos Heitor Cony  

Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo. 

E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.  

Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.

“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor. 

Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.  

Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria. 

Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa. 

O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999



A questão refere-se ao texto acima.

O pastor pediu para a fada transformá-lo em um príncipe para ele poder entrar no castelo porque  

Alternativas
Q1938416 Português

O pastor e a princesa 

Carlos Heitor Cony  

Um jovem pastor, de cabelos louros e cacheados (façamos uma homenagem ao lugar-comum), andava pela floresta quando, de repente, ao atravessar uma clareira, viu enorme e formoso castelo. 

E, na torre mais alta, uma linda princesa de tranças também louras e olhar sonhador. Os dois se olharam e, a partir daquele momento, todas as tardes, o pastor ia à clareira e ficava olhando a princesa, que também olhava pra ele.  

Ele suspirava, sabendo que jamais poderia entrar no castelo e ver de perto a princesa. Eis que, um dia, encontrou uma velha na floresta carregando pesado feixe de lenha. O jovem pastor a ajudou, e a velha logo se transformou numa fada e disse que realizaria qualquer pedido dele.

“Quero ser um príncipe para entrar naquele castelo!”, pediu o pastor. A fada advertiu-o de que realizaria o seu desejo, mas que ele jamais poderia voltar a ser o que era. O jovem foi em frente. Seria um absurdo voltar a ser pastor. 

Logo as fanfarras do castelo soaram para o príncipe que se aproximava. A corte recebeu o visitante com banquetes, desfiles, torneios e todas as homenagens. O rei gostou tanto do príncipe que lhe ofereceu a mão de sua filha.  

Louco de alegria, o jovem aceitou e quis beijar a princesa. Ela recusou o beijo. Disse que não poderia casar com o príncipe porque estava apaixonada por um pastor louro de cabelos cacheados que, todas as tardes, costumava aparecer na clareira na floresta. A ele, dera seu coração e somente a ele amaria. 

Não sei se inventei ou se li em algum canto essa história cheia de lugares-comuns. Não importa. Não sou jovem nem pastor, não tenho cabelos louros e cacheados. Mas, todas as tardes, continuo indo à floresta para ver se me acontece alguma coisa. 

O harém das bananeiras – Editora Objetiva - 1999



A questão refere-se ao texto acima.

Por que as expressões “lugar-comum” e “lugares- -comuns” aparecem, respectivamente, no primeiro e no último parágrafos do texto? 

Alternativas
Q1937095 Português

TEXTO VI

O que faz o brasil, Brasil? A questão da identidade


(DaMATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 11-13)

O “Brasil com B maiúsculo”, no Texto VI, é definido como “pedaço de chão calçado com o calor de nossos corpos, lar, memória e consciência de um lugar com o qual se tem uma ligação especial, única, totalmente sagrada.” (L. 13 a 16). Essa concepção de Brasil está presente na mensagem dos seguintes textos presentes nesta prova, EXCETO na(o)
Alternativas
Q1937094 Português

TEXTO VI

O que faz o brasil, Brasil? A questão da identidade


(DaMATTA, Roberto. O que faz o brasil, Brasil? Rio de Janeiro: Rocco, 1986, p. 11-13)

As oposições entre brasil e Brasil presentes no texto VI podem ser expressas, respectivamente, pelos seguintes pares de termos/expressões, EXCETO:
Alternativas
Q1937093 Português
Considerando os recursos de organização da narrativa do Texto V, julgue cada afirmativa a seguir como Verdadeira (V) ou Falsa (F).
( ) O emprego do discurso direto permite ao narrador inserir no texto marcas típicas da linguagem coloquial do personagem Felizardo.
( ) As três sentenças interrogativas do 1º parágrafo demonstram o emprego do discurso indireto livre na narrativa.
( ) O emprego do advérbio “cá” (L. 18) demonstra que o narrador, mesmo sendo observador, faz-se presente na cena narrada no texto.
A partir da análise das afirmativas, é correto concluir que
Alternativas
Q1937092 Português
Considere que um dos elementos de construção de sentido do Texto V concentra-se na oposição entre os personagens. Assinale a alternativa INCORRETA quanto à oposição entre Olga e Felizardo, respectivamente: 
Alternativas
Respostas
2841: A
2842: D
2843: B
2844: B
2845: C
2846: B
2847: D
2848: A
2849: B
2850: A
2851: B
2852: A
2853: A
2854: A
2855: C
2856: B
2857: D
2858: B
2859: A
2860: C