Questões Militares
Comentadas sobre pontuação em português
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I. José Pinto da Silva quer repetir o feito do seu pai que foi eleito prefeito da capital.
II. A atual presidente do Brasil que foi ministra, é bastante exigente e firme nas suas decisões.
III. Os cupins, que causam prejuízos em muitas residências, sobreviveriam a uma explosão nuclear.
O segmento “que se tornou imperador em 27 a.C.” (l.4) está entre vírgulas porque constitui uma oração de natureza restritiva.
Na linha 2, as expressões “um dos Titãs” e “irmão de Atlas” são isoladas por vírgulas porque têm a função sintática de apostos.
A vírgula empregada logo após o trecho “Quando havia um incêndio na cidade” (
.4-5) é opcional, podendo ser suprimida sem prejuízo para a correção gramatical do texto. O travessão depois de VLTs (
.12) pode ser substituído por vírgula sem prejuízo para a correção do texto. Os fragmentos contidos nos itens seguintes, na ordem em que são
apresentados, são trechos sucessivos e adaptados do livro Visão do
Paraíso, de Sérgio Buarque de Holanda (São Paulo: Brasiliense,
2000, p. 315-25). Julgue-os quanto à correção gramatical.
Que a suposta longevidade dos índios fosse efeito dos bons céus, bons ares, boas águas de que desfrutavam eles, é o que a todos resulta patente.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Sem perder a ternura
Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha
para salvar a vizinhança e o planeta
Guilherme Rosa
Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer.
Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13.
Texto I
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas, em 10 de dezembro de 1948, constitui o reconhecimento da igualdade humana, destacando que a ideia de superioridade de uma raça, de uma classe social, de uma cultura ou de uma religião, sobre todas as demais, põe em risco a própria sobrevivência da humanidade.
(COMPARATO, F.K. Sentido Histórico da Declaração Universal. DHnet. Disponível em: http://www.dhnet.org.br/> Acesso em: 08 dez. 2009)
Leia o texto e responda à questão.



