Questões Militares
Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português
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TEXTO III
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros", explicou Robélia.
Pais também preferem ruas.
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também,
dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças", disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
"É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)
TEXTO III
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros", explicou Robélia.
Pais também preferem ruas.
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também,
dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças", disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
"É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)

TEXTO III
Bolinha de gude vence Playstation
Garotada tem computador, celular e videogame moderno, mas não dispensa brincadeira à moda antiga
João Augusto Diniz, de 12 anos, por exemplo, tem videogame e internet em casa desde os 3, mas não dispensa uma partida de futebol com os amigos na rua onde mora, no bairro do Limão, zona norte. "Adoro jogar bola", resumiu João, enquanto arriscava seus dribles. Além do futebol, a turma do bairro também gosta de bolinha de gude, peão, pipa e carrinho de rolimã.
"Estamos vendo a reorganização dos antigos jogos. Para a criança, se uma brincadeira é legal, basta!" disse a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf.
No caso de João, o incentivo vem dos pais. "A criança precisa aprender a soltar pipa, peão. Não quero meu filho trancado em casa o tempo todo", disse Jorge Diniz, de 43, pai de João.
No mesmo bairro, Thiago Fernandes da Costa, de 9, também, dá um "pause" no videogame e se diverte na rua. E, se a mãe, Robélia Fernandes, de 32, não o chama para dentro, o menino passa o dia na rua com os amigos. "Ando de bicicleta, brinco de esconde-esconde, jogo peão", disse o menino.
Ué, então para que serve o videogame? "Decidi comprar um para ele, pois ele ficava muito tempo jogando na casa dos outros", explicou Robélia.
Pais também preferem ruas.
Não são só os garotos que gostam de jogar bola em pleno asfalto ou empinar pipa. Os pais, também,
dizem preferir isso, por propiciar um melhor convívio social e aprendizagem.
"Se ralar na rua, se sujar, tudo isso faz parte do crescimento. Essas brincadeiras são boas e fazem bem até para o preparo físico das crianças", disse Jorge Diniz, pai de João Augusto.
Mas a questão da segurança preocupa, por isso os pais se viram como podem para tomar conta de seus pupilos. "A gente procura orientar a respeitar os vizinhos, não brigar, tomar cuidado com os carros, principalmente. Qualquer coisa é melhor que ficar enfiado dentro de casa o dia inteiro", afirma Robélia Nascimento Fernandes.
Para a psicopedagoga especialista em comportamento infantil, Maria Irene Maluf, o ideal é que haja meio termo entre o tempo dedicado a entretenimentos eletrônicos, com videogames, por exemplo, e as brincadeiras de rua.
"É preciso bom senso. Não é comum uma criança não gostar de ficar na frente do computador, assim como é incomum um menino não querer brincar com os coleguinhas", explicou.
No caso dos passatempos eletrônicos, os pais devem ficar atentos à internet e seus perigos. Por isso, é preferível que um adulto acompanhe a navegação. "Para eles é como um cheque em branco. Qualquer informação, como endereço ou telefone, é repassada sem qualquer censura", afirmou Maria.
(Diário de S. Paulo. Dia a dia. p.8. 7 de maio de 2010)
Considere as afirmações sobre os textos 1, 4 e 7.
I- A temática dos três textos definem as redes sociais como o meio de comunicação predominante do século XXI.
II- O texto 1 afirma ser possível se relacionar através da Internet, mantendo, porém, o contato direto com amigos; o texto 7 discorre sobre a fragilidade das relações afetivas.
III- Os textos 1 e 4 se assemelham ao apresentarem a Internet como o meio exclusivo para a obtenção de uma vida interessante.
Estão corretas

Leia com atenção as afirmações abaixo e marque nos parênteses (V) se o conteúdo for verdadeiro ou (F) se for falso. Depois, escolha a alternativa que corresponda a sua resposta.
( ) A honestidade atualmente não está sendo valorizada como deveria.
( ) As pessoas honestas ficam pobres.
( ) A corrupção está superando a honestidade.
( ) Os mendigos são sempre honestos.
( ) Os ricos e bem vestidos são corruptos.

Na fala de Miguelito para Mafalda, “A honestidade é um presente muito caro. Não o
espere de pessoas baratas”, a personagem faz um jogo de palavras que pode ser assim
interpretado:
O texto a seguir é referência para a questão.
Famílias em transformação
Identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas sobre o uso de expressões e/ou sinais de pontuação no texto.
( ) O diálogo com o leitor é marcado no texto pelo uso da expressão “alguém aí”, na segunda linha, e pelo uso recorrente da interrogação.
( ) A expressão sublinhada em “a Câmara dos Deputados tem a resposta que considera a certa” antecipa para o leitor a adesão da autora à definição de família aprovada para o projeto de lei do Estatuto da Família.
( ) No trecho “direitos das famílias – essas que se encaixam na definição proposta –”, a expressão entre travessões alerta o leitor para a restrição do conceito de família mencionado.
( ) As expressões “desde o início da segunda metade do século passado” e “até então” (3º parágrafo) introduzem informações situadas em um mesmo período.
O texto a seguir é referência para a questão.
Famílias em transformação
1. O conceito de família adotado no projeto de lei que cria o Estatuto da Família corresponde à composição familiar predominante na primeira metade do século XX. 2. Uma família se constitui pelo vínculo entre pessoas, sejam da mesma geração, sejam de gerações diferentes. 3. A ausência de vínculo afetivo entre pessoas que têm relação de parentesco é um fator de desestabilização da sociedade. 4. O conceito de família aprovado pela Câmara dos Deputados exclui do escopo das políticas públicas parte dos agrupamentos familiares existentes.
Assinale a alternativa correta.
O texto a seguir é referência para a questão.
Dependendo do contexto em que são empregados, termos como “aí”, “até” e “ir” ora denotam espaço, ora denotam tempo. Esses variados sentidos que as palavras podem assumir nem sempre são precisamente especificados no dicionário.
Talvez o exemplo mais interessante para ilustrar a indicação de tempo ou de espaço com a mesma palavra seja o verbo “ir”. O sentido primeiro (aceitemos isso para efeito de raciocínio) do verbo “ir” é de deslocamento: “alguém vai de A a B” quer dizer que alguém se desloca do ponto A ao ponto B. Trata-se de espaço.
Dizemos também, por exemplo, que a Bandeirantes vai de Piracicaba a S. Paulo. Mas é claro que a rodovia não se desloca: ela começa em uma cidade e termina em outra. Não há sentido de deslocamento nessa oração, mas ainda estamos no domínio do espaço.
. Agora, veja-se outro caso: também dizemos que o período colonial vai de 1500 a 1822 (ou a 1808, conforme o ponto de vista). Nesse exemplo, ninguém se desloca, nem se informa sobre dois pontos do espaço, dois lugares extremos. Agora não se trata mais de espaço. Trata-se de tempo. E o verbo é o mesmo.
POSSENTI, Sírio. Analogias. Disponível em:
O texto a seguir é referência para a questão.
Dependendo do contexto em que são empregados, termos como “aí”, “até” e “ir” ora denotam espaço, ora denotam tempo. Esses variados sentidos que as palavras podem assumir nem sempre são precisamente especificados no dicionário.
Talvez o exemplo mais interessante para ilustrar a indicação de tempo ou de espaço com a mesma palavra seja o verbo “ir”. O sentido primeiro (aceitemos isso para efeito de raciocínio) do verbo “ir” é de deslocamento: “alguém vai de A a B” quer dizer que alguém se desloca do ponto A ao ponto B. Trata-se de espaço.
Dizemos também, por exemplo, que a Bandeirantes vai de Piracicaba a S. Paulo. Mas é claro que a rodovia não se desloca: ela começa em uma cidade e termina em outra. Não há sentido de deslocamento nessa oração, mas ainda estamos no domínio do espaço.
. Agora, veja-se outro caso: também dizemos que o período colonial vai de 1500 a 1822 (ou a 1808, conforme o ponto de vista). Nesse exemplo, ninguém se desloca, nem se informa sobre dois pontos do espaço, dois lugares extremos. Agora não se trata mais de espaço. Trata-se de tempo. E o verbo é o mesmo.
POSSENTI, Sírio. Analogias. Disponível em:
Considere as frases abaixo:
1. A numeração deste modelo de tênis vai de 35 a 44.
2. Se alguém perguntar por mim, diga que fui ao cinema.
3. O Canal do Panamá vai do Oceano Atlântico ao Pacífico.
4. No hemisfério Sul, o outono vai de 21 de março a 20 de junho.
5. As linhas de ônibus que partem do terminal 2 vão para a estação central.
O sentido do verbo “ir” fica no domínio do espaço:
O texto a seguir é referência para a questão.
Vontade de punir
Deu no Datafolha que 87% dos brasileiros querem baixar a maioridade penal. Maiorias assim robustas, que já são raras em questões sociais, ficam ainda mais intrigantes quando se considera que, entre especialistas, o assunto é controverso. Como explicar o fenômeno?
Estamos aqui diante de um dos mais fascinantes aspectos da natureza. Se você pretende produzir seres sociais, precisa encontrar um modo de fazer com que eles colaborem uns com os outros e, ao mesmo tempo, se protejam dos indivíduos dispostos a explorá-los. A fórmula que a evolução encontrou para equacionar esse e outros dilemas foi embalar regras de conduta em instintos, emoções e sentimentos que provocam ações que funcionam em mais instâncias do que não funcionam.
Assim, para evitar a superexploração pelos semelhantes, desenvolvemos verdadeiro horror àquilo que percebemos como injustiças. Na prática, isso se traduz no impulso que temos de punir quem tenta levar vantagem indevida. Quando não podemos castigá-los diretamente, torcemos para que levem a pior, o que, além de garantir o sucesso de filmes de Hollywood, torna a justiça retributiva algo popular em nossa espécie.
Isso, porém, é só parte do problema. Uma sociedade pautada apenas pelo ideal de justiça soçobraria. Se cada mínima ofensa exigisse imediata reparação e todos tivessem de ser tratados de forma rigorosamente idêntica, a vida comunitária seria impossível. A natureza resolve isso com sentimentos como amor e favoritismo, que permitem, entre outras coisas, que mães prefiram seus próprios filhos aos de desconhecidos.
Nas sociedades primitivas, bandos de 200 pessoas onde todos tinham algum grau de parentesco, o sistema funcionava razoavelmente bem. Os ímpetos da justiça retributiva eram modulados pela empatia familiar. Agora que vivemos em grupos de milhões sem vínculos pessoais, a vontade de punir impera inconteste.
SCHWARTSMAN, Hélio. Folhaonline, em 24 jun. 2015.

Nas observações destacadas após o preço dos ingressos, o conteúdo impresso focaliza a seguinte construção:
“Crianças menores de 12 meses não pagam, desde que liguem no colo do responsável.”
O enunciado introduzido pela expressão sublinhada, acima, tem o sentido de:
Sobre o texto 4, responda o item.
TEXTO 4
Isso Sim Que é Vida Boa...
Eu queria ser de circo.
Ai, que vida original!
Trabalhar todas as noites,
Divertindo o pessoal.
Os aplausos da platéia,
toda aquela vibração,
sempre novas gargalhadas,
sempre mais animação!
Eu queria ser de circo,
conhecer os bastidores,
que a platéia nunca vê,
ver de perto os domadores,
dar comida ao chimpanzé,
ver a cama do anão,
ver as focas adestradas,
ver a jaula do leão,
ver a cara do palhaço,
sem pintura e fantasia,
e ver se a mulher barbada
faz a barba todo dia.
Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.
Pedro Bandeira
http://aprcnderecia.blouspot.coni.br/2010/03/is.so-sim-cnie-e-vida-boa.html
Sobre o texto 4, de Pedro Bandeira, “Isso sim que é vida boa”, é correto afirmar:
Sobre o texto 4, responda o item.
TEXTO 4
Isso Sim Que é Vida Boa...
Eu queria ser de circo.
Ai, que vida original!
Trabalhar todas as noites,
Divertindo o pessoal.
Os aplausos da platéia,
toda aquela vibração,
sempre novas gargalhadas,
sempre mais animação!
Eu queria ser de circo,
conhecer os bastidores,
que a platéia nunca vê,
ver de perto os domadores,
dar comida ao chimpanzé,
ver a cama do anão,
ver as focas adestradas,
ver a jaula do leão,
ver a cara do palhaço,
sem pintura e fantasia,
e ver se a mulher barbada
faz a barba todo dia.
Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.
Pedro Bandeira
http://aprcnderecia.blouspot.coni.br/2010/03/is.so-sim-cnie-e-vida-boa.html
Sobre o texto 4, responda o item.
TEXTO 4
Isso Sim Que é Vida Boa...
Eu queria ser de circo.
Ai, que vida original!
Trabalhar todas as noites,
Divertindo o pessoal.
Os aplausos da platéia,
toda aquela vibração,
sempre novas gargalhadas,
sempre mais animação!
Eu queria ser de circo,
conhecer os bastidores,
que a platéia nunca vê,
ver de perto os domadores,
dar comida ao chimpanzé,
ver a cama do anão,
ver as focas adestradas,
ver a jaula do leão,
ver a cara do palhaço,
sem pintura e fantasia,
e ver se a mulher barbada
faz a barba todo dia.
Lá no circo, eu imagino,
mal termina a função,
os artistas vão comer,
sem pagar nenhum tostão,
a pipoca que quiserem,
quanto for que os contente,
um montão de algodão-doce,
guaraná e cachorro-quente.
Pedro Bandeira
http://aprcnderecia.blouspot.coni.br/2010/03/is.so-sim-cnie-e-vida-boa.html
Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
Observe o enunciado retirado do texto I:
“Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade.”
Dois fatos são expressos nele:
1 - Os guerreiros usavam a acrobacia como forma de treinamento.
2 - A acrobacia exigia força, flexibilidade e agilidade.
Esses fatos se ligam por meio de uma relação lógica no enunciado. Que relação lógica é essa?
Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item desta prova.
TEXTO 1
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias
vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também
da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e
ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas e não só de pai para filho, como anligamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional dc Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a sc apresentar ao público.
Hoje a Nau de ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a
Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem
parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
VOCABULÁRIO:
sorrateira - que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
I - O circo surgiu no Brasil no século XIX. II - Atualmente, as atrações circenses são cheias de novidades tecnológicas. III - O Circo Máximo surgiu por volta de 70 a.C. IV - A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982.
Marque V para verdadeiro e F para falso. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.
A medicina deu passos notáveis ao longo do tempo, porque
( ) em cerca de 60 anos, o número de óbitos por moléstias infectocontagiosas diminuiu pelo menos 30%.
( ) hoje a expectativa de vida ao nascer é 30,2 anos maior que em 1950.
( ) conseguiu melhorar a saúde e a vida das pessoas, que estão completamente livres das doenças graves.
( ) atualmente morrem menos pessoas por infecção, em
comparação com os anos 50.
Passa da meia-noite. Ela cochilou, teve um pequeno pesadelo, acordou sobressaltada; acalmou-se, agora fita o teto. Ele ainda não dormiu. Fita também o teto, a mesma mancha luminosa. É então que começam os ruídos no forro. Ela estremece, surpresa e assustada. Não é um ruído contínuo. Para e recomeça. O ruído cessa. Minutos se escoam. Logo em seguida, os ruídos no forro recomeçam. Desta vez são bem audíveis. Não há, parece, nenhum cuidado em disfarçá-los. As tábuas rangem. A lâmpada oscila nitidamente. A mão dele sai de sob o lençol. Tateia a mesinha-de-cabeceira. Ali está o revólver, o vinte e dois que ele leva no carro e que à noite fica à mão, carregado; o gatilho em posição de fogo. O barulho agora é contínuo. Não é difícil localizar de onde vem: bem no ponto em que se projeta a réstia de luz, as tábuas afundam ritmicamente. Ele ergue o braço – o revólver niquelado reluz por um instante – ela solta um grito abafado – ele atira. O estampido faz estremecer a casa. O quarto se enche de fumaça e do cheiro da pólvora. Sentam na cama, os dois, inteiriçados, os olhos arregalados fitos no forro. Lá fora, os cães ladram. (Mas nenhuma janela se abrirá, disto eles têm certeza. Tiro é problema de quem disparou e de quem foi atingido. E da polícia.). Os latidos vão cessando aos poucos. A casa agora está absolutamente silenciosa. Nenhum ruído mais se ouve. (Nos dias que se seguirem sentirão o cheiro, fraco mas penetrante, o odor de carne em decomposição. Mas não falarão sobre isto, ao jantar. Ele contará de seu dia, do trânsito congestionado, ela se queixará do tempo que se perde para consultar o médico do Instituto. Mas do cheiro, nada dirão. Esperarão que se dissipe – e de fato, ao cabo de uma ou duas semanas só restarão na casa os cheiros familiares, da comida, das plantas que ela cultiva em latas vazias, do lixo acumulado no terreno ao lado. Ao forro, ele nunca subirá.) Cinco da manhã. Bocejam. Uma noite destas não há mortal que aguente, ele diz, e ela ri. Decidem que, se tiverem um filho, ele se chamará Alonso.
(Moacyr Scliar. Os melhores contos, 1996. Adaptado)
As informações do texto permitem concluir que