Questões Militares Comentadas sobre noções gerais de compreensão e interpretação de texto em português

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Q1327422 Português

TEXTO 04


    Você já ouviu falar em nota fiscal? Aquele papelzinho que recebemos quando fazemos alguma compra no mercado ou em lojas... E para o que serve a nota, você sabe? E para que o governo saiba quanto o estabelecimento está vendendo e o quanto tem que ser pago de imposto. Mas que imposto é esse? É o ICMS - Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, valor que está incluído no preço de todas as mercadorias que adquirimos e deve ser repassado ao Estado. Então fica assim: a gente vai numa loja comprar uma bolsa que custa cem reais, por exemplo. Desses cem reais, uma parte fica com o lojista e outra parte é o imposto, que ele deve entregar ao Estado. Mas como o Estado vai saber quanto o lojista vendeu? Através da nota fiscal! E é por isso que sempre precisamos exigir a nota fiscal quando compramos alguma coisa, para que o Estado receba esses valores. [...] Consumidor consciente sempre exige a nota fiscal! Isso também é ser cidadão! [...].


Fonte:IntpV/www.educacaofiscal.rs.gov.br/Material/Lists/iVíaterinl/Attachnients/jl/Caderno%20do%20Aluno2%C2%BA%20e%203%C2%BA%20Ano.pdf. Acesso em: 10 set. 2017. Adaptado.

Com base nas informações do texto, marque a alternativa incorreta.
Alternativas
Q962712 Português

TEXTO:


“Nesta vida, temos três professores importantes: o 'Momento Feliz’, o 'Momento Triste' e o 'Momento Difícil'. O 'Momento Feliz' mostra o que não precisamos mudar. O ‘Momento Triste’ mostra o que precisamos mudar. O Momento Difícil mostra o que somos capazes de superar.'

                                                                            Mário Quintana (1906-1994).

QUINTANA, Mário Mensagem. Disponível em:<http://certform66. blogspot. com.br/2015/12/intimidades-reflexivas-512.html>. Acesso em: 27jul.2017.

O pronunciamento de Mário Quintana permite que se conclua corretamente que a vida
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Q962710 Português
De acordo com o texto, o policial se distingue de um cidadão comum unicamente
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Q962708 Português
Considerando-se o desabafo da personagem e a conclusão a que chega a sua interlocutora, é correto afirmar que o provérbio que sintetiza a situação retratada na tira é o indicado em
Alternativas
Q962707 Português
Sobre os sinais de pontuação usados no texto, está correto o que se afirma na alternativa
Alternativas
Q962705 Português

“A busca de prazeres individuais articulada pelas mercadorias oferecidas hoje em dia, uma busca guiada e a todo tempo redirecionada e reorientada por campanhas publicitárias sucessivas, fornece o único substituto aceitável — na verdade, bastante necessitado e bem-vindo — para a edificante solidariedade dos colegas de trabalho e para o ardente calor humano de cuidar e ser cuidado pelos mais próximos e queridos, tanto no lar como na vizinhança". (l. 29-38)


Na composição do discurso de Zygmunt Bauman em destaque, inexiste

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Q962701 Português
As informações veiculadas no texto permitem que se chegue à conclusão correta de que, no mundo contemporâneo, o ser humano
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Q924097 Português

    A canção a seguir foi gravada em 1976, ou seja, quase no mesmo ano em que foi publicada a crônica de Carlos Drummond de Andrade que você leu aqui. Assim como o poeta, o compositor se inspirou na natureza e na nossa relação com os animais para falar de um estilo de vida. Será que ele ficou ultrapassado?


Texto IV


Casa no campo

Zé Rodrix / Tavito


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa compor muitos rocks rurais

E tenha somente a certeza

Dos amigos do peito e nada mais


Eu quero uma casa no campo

Onde eu possa ficar no tamanho da paz

E tenha somente a certeza

Dos limites do corpo e nada mais


Eu quero carneiros e cabras

Pastando solenes no meu jardim

Eu quero o silêncio das línguas cansadas


Eu quero a esperança de óculos

E meu filho de cuca legal

Eu quero plantar e colher com a mão

A pimenta e o sal


Eu quero uma casa no campo

Do tamanho ideal, pau-a-pique e sapê

Onde eu possa plantar meus amigos

Meus discos e livros e nada mais


Glossário:

    ● solene: formal; sério, grave; majestoso, imponente.

    ● pau-a-pique: parede feita de ripas cruzadas e preenchida de barro.


CD Elis. PolyGram/Philips, 1972/1998. Faixa 11.

As expressões “esperança de óculos” e “filho de cuca legal” demonstram que a linguagem teve aqui, respectivamente, emprego
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Q924084 Português

TEXTO V


Imagem associada para resolução da questão

Disponível em <http://professoraelaine81e82.blogspot.com.br/2016/09/charges-sobre-internet-atividade-iii.html>. Acesso em 23 de agosto de 2017.

Qual é a crítica presente na charge (Texto V) e como o elemento verbal é inserido?
Alternativas
Q867830 Português

Leia o poema do livro Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


                           sinal de apito


Um silvo breve: Atenção, siga.

Dois silvos breves: Pare.

Um silvo breve à noite: Acenda a lanterna.

Um silvo longo: Diminua a marcha.

Um silvo longo e breve: Motoristas a postos.

              (A este sinal todos os motoristas

               tomam lugar nos seus veículos para

               movimentá-los imediatamente.)

(Carlos Drummond de Andrade, Antologia poética)

Nota-se, na construção do poema,
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Q867829 Português

Leia o poema do livro Alguma poesia, de Carlos Drummond de Andrade, para responder à questão.


                           sinal de apito


Um silvo breve: Atenção, siga.

Dois silvos breves: Pare.

Um silvo breve à noite: Acenda a lanterna.

Um silvo longo: Diminua a marcha.

Um silvo longo e breve: Motoristas a postos.

              (A este sinal todos os motoristas

               tomam lugar nos seus veículos para

               movimentá-los imediatamente.)

(Carlos Drummond de Andrade, Antologia poética)

Ao reproduzir a linguagem da sinalização de trânsito, com o uso de verbos no imperativo, o poema propõe uma reflexão, de cunho mais filosófico, sobre
Alternativas
Q867827 Português

Leia o trecho da narrativa Macunaíma, de Mário de Andrade, para responder à questão.


      Nas conversas das mulheres no pino do dia o assunto era sempre as peraltagens do herói. As mulheres se riam, muito simpatizadas, falando que “espinho que pinica, de pequeno já traz ponta”, e numa pajelança Rei Nagô fez um discurso e avisou que o herói era inteligente.

              Mário de Andrade, Macunaíma: o herói sem nenhum caráter)

A partir da leitura do trecho, é correto afirmar que uma das preocupações do autor era
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Q867825 Português

Leia o trecho do romance A ilustre casa de Ramires, de Eça de Queirós, para responder à questão.


      A sala de jantar da Torre, que abria por três portas envidraçadas para uma funda varanda alpendrada, conservava, do tempo do avô Damião (o tradutor de Valerius Flaccus), dois formosos panos de Arrás representando a Expedição dos Argonautas. Louças da Índia e do Japão, desirmanadas e preciosas, recheavam um imenso armário de mogno. E sobre o mármore dos aparadores rebrilhavam os restos, ainda ricos, das pratas famosas dos Ramires, que o Bento constantemente areava e polia com amor.

                                        (Eça de Queirós, A ilustre casa de Ramires)

A partir da leitura do trecho, conclui-se que os Ramires
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Q867823 Português

Leia o trecho do romance Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, para responder à questão.


      – Amas-me?

      – Oh! suspirou ela, cingindo-me os braços ao pescoço.

      Virgília amava-me com fúria; aquela resposta era a verdade patente. Com os braços ao meu pescoço, calada, respirando muito, deixou-se ficar a olhar para mim, com os seus grandes e belos olhos, que davam uma sensação singular de luz úmida; e eu deixei-me estar a vê-los, a namorar-lhe a boca, fresca como a madrugada, e insaciável como a morte.

                     (Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas)

Ao descrever a boca de Virgília, o narrador, Brás Cubas, usa as comparações “fresca como a madrugada, e insaciável como a morte”, que expressam um
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Q867820 Português

Leia o trecho do romance O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.


      Muitos acontecimentos se tinham passado entre eles nestes dois dias; há circunstâncias em que os sentimentos marcham com uma rapidez extraordinária, e devoram meses e anos num só minuto.

      Reunidos nesta sala pela necessidade extrema do perigo, vendo-se a cada momento, trocando ora uma palavra, ora um olhar, sentindo-se enfim perto um do outro, esses dois corações, se não se amavam, compreendiam-se ao menos.

      Álvaro fugia e evitava Isabel; tinha medo desse amor ardente que o envolvia num olhar, dessa paixão profunda e resignada que se curvava a seus pés sorrindo melancolicamente. Sentia-se fraco para resistir, e entretanto o seu dever mandava que resistisse.

      Ele amava, ou cuidava* amar ainda Cecília; prometera a seu pai ser seu marido; e na situação em que se achavam, aquela promessa era mais do que um juramento, era uma necessidade imperiosa, uma fatalidade que se devia cumprir.

      Como podia ele pois alimentar uma esperança de Isabel? Não seria infame, indigno, aceitar o amor que ela lhe oferecera suplicando? Não era seu dever destruir naquele coração esse sentimento impossível?

                                                                  (José de Alencar, O guarani)

* imaginava

No primeiro parágrafo, o narrador
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Q867819 Português

Leia o trecho do romance O guarani, de José de Alencar, para responder à questão.


      Muitos acontecimentos se tinham passado entre eles nestes dois dias; há circunstâncias em que os sentimentos marcham com uma rapidez extraordinária, e devoram meses e anos num só minuto.

      Reunidos nesta sala pela necessidade extrema do perigo, vendo-se a cada momento, trocando ora uma palavra, ora um olhar, sentindo-se enfim perto um do outro, esses dois corações, se não se amavam, compreendiam-se ao menos.

      Álvaro fugia e evitava Isabel; tinha medo desse amor ardente que o envolvia num olhar, dessa paixão profunda e resignada que se curvava a seus pés sorrindo melancolicamente. Sentia-se fraco para resistir, e entretanto o seu dever mandava que resistisse.

      Ele amava, ou cuidava* amar ainda Cecília; prometera a seu pai ser seu marido; e na situação em que se achavam, aquela promessa era mais do que um juramento, era uma necessidade imperiosa, uma fatalidade que se devia cumprir.

      Como podia ele pois alimentar uma esperança de Isabel? Não seria infame, indigno, aceitar o amor que ela lhe oferecera suplicando? Não era seu dever destruir naquele coração esse sentimento impossível?

                                                                  (José de Alencar, O guarani)

* imaginava

A partir da leitura do trecho, percebe-se que Álvaro
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Q867814 Português

      Um tubarão zebra teve três filhotes sem manter relações sexuais com um macho na Austrália. A fêmea, chamada Leonie, já havia dado crias em 2012, após o cruzamento com um tubarão chamado Leo. Desde 2013, eles não vivem no mesmo tanque, o que intrigou cientistas e levou a uma análise do caso.

      “Pensamos que ela poderia ter guardado esperma dentro de si, mas, quando fizemos testes nos filhotes comparando DNA com o do possível pai, constatamos que eles tinham apenas as células da Leonie”, de acordo com Christine Dudgeon, pesquisadora biomédica da Universidade de Queensland, na Austrália.

      O tubarão mudou seu método de reprodução sexuada para um processo assexuado chamado partenogênese – do grego, “criação virgem” –, que não exige fertilização e é mais comum em plantas e animais invertebrados, apesar da existência de casos semelhantes em lagartos e tubarões.

      Esta é a primeira vez que cientistas registram um caso de transição de reprodução sexuada para assexuada. A partenogênese é rara e foi registrada somente sete vezes em tubarões, segundo a ABC News australiana.

(Lucas Agrela. Sem machos, tubarão fêmea se reproduz de forma rara em cativeiro, 17.01.2017. http://exame.abril.com.br. Adaptado)

Um dos recursos utilizados pelo autor para dar credibilidade às informações do texto é:
Alternativas
Q867813 Português

      Um tubarão zebra teve três filhotes sem manter relações sexuais com um macho na Austrália. A fêmea, chamada Leonie, já havia dado crias em 2012, após o cruzamento com um tubarão chamado Leo. Desde 2013, eles não vivem no mesmo tanque, o que intrigou cientistas e levou a uma análise do caso.

      “Pensamos que ela poderia ter guardado esperma dentro de si, mas, quando fizemos testes nos filhotes comparando DNA com o do possível pai, constatamos que eles tinham apenas as células da Leonie”, de acordo com Christine Dudgeon, pesquisadora biomédica da Universidade de Queensland, na Austrália.

      O tubarão mudou seu método de reprodução sexuada para um processo assexuado chamado partenogênese – do grego, “criação virgem” –, que não exige fertilização e é mais comum em plantas e animais invertebrados, apesar da existência de casos semelhantes em lagartos e tubarões.

      Esta é a primeira vez que cientistas registram um caso de transição de reprodução sexuada para assexuada. A partenogênese é rara e foi registrada somente sete vezes em tubarões, segundo a ABC News australiana.

(Lucas Agrela. Sem machos, tubarão fêmea se reproduz de forma rara em cativeiro, 17.01.2017. http://exame.abril.com.br. Adaptado)

O fato inédito relatado no texto diz respeito
Alternativas
Q865227 Português

Leia a tira a seguir observando, atentamente, tanto o texto como as imagens.


Imagem associada para resolução da questão


Avalie as asserções abaixo e a relação proposta entre elas.


I – A interjeição é considerada um elemento afetivo da linguagem, valendo por uma oração, segundo o contexto da escrita ou a entonação da fala, e muito utilizada no gênero textual conhecido por “tiras em quadrinhos”.


PORQUE


II – Utilizando uma única palavra, ela expressa pensamentos e sentimentos do personagem, como exemplificado no primeiro quadrinho, no balão, por meio do vocábulo “Puxa!”, acompanhado do sinal de exclamação.


Sobre essas duas afirmativas, é correto afirmar que

Alternativas
Q865220 Português

TEXTO II


                                   Em defesa da presença


      Apesar de não admitirmos, somos, em geral, péssimos ouvintes. E isso não é recente. Mas a habilidade de trazer mais atenção às conversas, em tempos de redes sociais, só tem piorado.

      Ao constatar que processamos apenas 25% do que nos é informado verbalmente, pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam para uma necessidade de melhorarmos nossa habilidade de trazer mais atenção às conversas – que, na maioria das vezes, não passam de monólogos cruzados. O problema é que, comprovadamente, só percebemos essa falha nos outros.

      De lá para cá, ganhamos vários meios de expor nossa privacidade e opiniões, sem precisar oferecer a contrapartida que costumamos evitar. Socializamos nosso egocentrismo e ele vai desequilibrando ainda mais a relação entre a escuta e a expressão. Quanto ao seu desempenho, os smartphones são extremamente tentadores justamente por alimentarem nossa tendência de falar mais que ouvir, de aparecer mais que comparecer e de escapar daquilo que demanda energia mental.

      Temos que ensinar que não há curtidas ou visualizações suficientes para superar o valor de uma grande amizade. Boas conversas, pessoas interessadas e inteiramente presentes, estas, sim, são, possivelmente, a única forma de nos salvar das aflições que crescem até ganhar definição nos dicionários. Mas construir relações significativas é um exercício trabalhoso, que exige uma série de capacidades encontradas nos raros bons ouvintes: generosidade, para oferecer tempo e presença; disposição, para ouvir com interesse sincero; vulnerabilidade, para mostrar-se desarmado e inteiro; e tolerância, para administrar frustrações e aceitar diferenças, sem julgá-las nem as comparar.

(MÜLLER, Michelle. Em defesa da presença. In.: Psique, Ciência & Vida. São Paulo: 2017, ano 12, edição 136, p. 16 – Adaptado).

Segundo o texto, as pesquisas realizadas na década de 1950 já apontavam que
Alternativas
Respostas
1161: B
1162: D
1163: D
1164: A
1165: C
1166: B
1167: E
1168: A
1169: E
1170: D
1171: D
1172: B
1173: C
1174: B
1175: E
1176: A
1177: C
1178: B
1179: B
1180: A