Questões Militares Comentadas sobre morfologia - verbos em português

Foram encontradas 641 questões

Q377149 Português
Indique nos parênteses a classe gramatical das palavras grifadas, de acordo com o código:

( 1 ) verbo.
( 4 ) advérbio.
( 2 ) substantivo.
( 5 ) preposição.
( 3 ) adjetivo

Sua única vantagem ( ) é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria ( ) no ( ) mesmo instante outra tão ( ) igual ( ) como se fora a mesma.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta:
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Q377144 Português
Assinale a alternativa em que o verbo “refazer” está conjugado na 1ª pessoa do presente do subjuntivo:
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Q377143 Português
Os verbos “respirando”, “abotoando” e “desabotoando” e “enchendo” (7º parágrafo) são formas nominais do:
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Q377136 Português
Analise as afirmativas referentes ao verbo “mate” destacado no 8º parágrafo e em seguida assinale a alternativa incorreta:
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Q377130 Português
O verbo “refazer” no 4º parágrafo pode ser substituído por outro de sentido igual, sem causar problemas de significado no período original:
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Q377124 Português
Transpondo-se para a voz passiva a frase “Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha”, a forma verbal correta é:
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Q377123 Português
“Às vezes, na fuga pairava ofegante...” (4º parágrafo). Assinale a alternativa em que o verbo está flexionado no mesmo tempo e modo que o do grifado acima:
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Q377120 Português
O tempo verbal predominante no 2º parágrafo do texto é:
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Q357749 Português
Leia:

Todavia, despido de quaisquer outras circunstâncias, a minha decisão (ser) bonita, porque (exprimir) um justo escrúpulo, um sentimento de alma delicada. Era o que me dizia minha dama, elogiando-me.”
(Machado de Assis, adaptado)

Assinale a alternativa que não é uma opção correta para a conjugação dos verbos entre parênteses nos tempos do indicativo.
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Q357747 Português
Marque a alternativa em que o verbo está na voz passiva.
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Ano: 2013 Banca: Marinha Órgão: EAM Prova: Marinha - 2013 - EAM - Marinheiro |
Q356632 Português
Assinale a opção em que a palavra destacada NÃO é verbo.
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Q345047 Português
Marque a alternativa em que a palavra negritada exprima um verbo do modo indicativo.
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Q320107 Português
Texto I para responder às questões de 01 a 05.

Imagem 001.jpg


As formas verbais utilizadas, predominantemente, no texto, indicam tempo e modo verbais que exprimem

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Ano: 2013 Banca: IOBV Órgão: PM-SC Prova: IOBV - 2013 - PM-SC - Soldado da Polícia Militar |
Q317897 Português
Observe as frases:

1 A aluna cumprimentou o professor.
2 O professor foi cumprimentado pela aluna.
3 O caçador feriu-se.

De acordo com as vozes verbais, assinale a alternativa verdadeira.

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Q314439 Português
A respeito de aspectos linguísticos do texto, assinale a alternativa correta.
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Q828734 Português

Existe uma história, talvez apócrifa, do ilustre biólogo britânico J. B. S. Haldane, quando se encontrava na companhia de um grupo de teólogos. Ao ser perguntado o que se poderia concluir da natureza do Criador pelo estudo de sua criação, Haldane teria respondido: “Uma predileção desmesurada por besouros.”

(G. Evelyn Hutchinson, citado por Stephen Jay Gould, Dinossauro no palheiro, S.Paulo, Cia. das Letras, 1997, p.453) 

Ao ser perguntado o que se poderia concluir da natureza do Criador pelo estudo de sua criação, Haldane teria respondido...

Sobre o emprego da locução verbal grifada na frase acima transcrita, é correto afirmar:

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Q828731 Português

                                  O que é uma espécie?

      Se você visitar o Parque Provincial de Algonquin, em Ontário, Canadá, poderá ouvir os uivos solitários dos lobos e, com um pouco de sorte, observará ao menos de relance uma alcateia correndo, ao longe, através da floresta. Mas quando chegar em casa todo contente por ter avistado aqueles animais, qual a espécie de lobo você dirá ter encontrado? Se for tirar a dúvida com dois ou três cientistas, talvez ouça diferentes respostas. Pode até acontecer de um deles ficar em dúvida e lhe dizer que se trata dessa ou daquela espécie.

      É surpreendente ver o quanto os cientistas vêm debatendo para chegar a um consenso sobre algo tão simples e decidir se esse ou aquele grupo de organismos constitui ou não uma espécie. Talvez isso se deva ao latim, que deu nomes às espécies, carregados de uma certeza absoluta, levando o público a pensar que as regras são muito simples.

      Charles Darwin se divertia com essa questão. "É engraçado ver como diferentes ideias se manifestam nas diferentes mentes dos naturalistas, quando eles falam em 'espécies'”, escreveu em 1856. "Tudo isso resulta da tentativa de definir o indefinível." As espécies, de acordo com Darwin, nunca foram entidades fixas que surgiram quando da criação. Elas evoluíram. Cada grupo de organismos que chamamos de espécie surgiu como uma variedade a partir de espécies mais antigas. Com o passar do tempo, a seleção natural os transformou, enquanto se adaptavam ao ambiente. Entretanto outras variedades se tornaram extintas. Uma variedade antiga, no final, torna-se completamente diferente de todos os outros organismos − e isso é o que entendemos como uma espécie em si. "Eu vejo o termo 'espécie' como um conceito arbitrário, cunhado apenas por mera conveniência, para designar um grupo de indivíduos muito semelhantes entre si", disse Darwin.

(Fragmento adaptado de Carl Zimmer, Scientific American Brasil, edição 111, agosto de 2011, http://www2.uol.com.br/sciam/aula_aberta/o_ que_e_uma_especie_html) 

Se for tirar a dúvida com dois ou três cientistas, talvez ouça diferentes respostas.

Sobre os efeitos de sentido obtidos com a construção da frase acima, é correto afirmar:

Alternativas
Q828713 Português

                                             Texto I

                      Os animais e a linguagem dos homens

      Essa mania que tem o homem de distribuir pela escala zoológica medidas de valor e índices de comportamento que, na escala humana, sim, é que podem ser aferidos com justeza!

      Por que chamamos de zebra a uma pessoa estúpida, que não tem as qualidades da zebra? Esta sabe muito bem defender-se dos perigos pela vista, pelo olfato e pela velocidade, sem esquecer a graça mimética de suas listas, úteis para a dissimulação entre folhas. Se ela não é dócil às ordens do treinador, se não aprende o que este quer ensinar-lhe, tem suas razões. É um ensino que não lhe convém e que a humilha em sua espontaneidade. Repele a escravidão, que torna lamentáveis os mais belos e inteligentes animais de circo, tão superiores a seus donos.

      Gosto muito de La Fontaine*, não nego; a graça de seus versos vende as fábulas, que são entretanto uma injúria revoltante à natureza dos animais, acusados de todos os defeitos humanos. O moralista procura corrigir falhas características de nossa espécie, atribuindo-as a bichos que, não sabendo ler, escrever ou falar as línguas literárias, não têm como defender-se, repelindo falsas imputações. O peru, o burro, a toupeira, a cobra, o ouriço e toda a multidão de seres supostamente irracionais, mas acusados de todos os vícios da razão humana, teriam muito que retrucar, se lhes fosse concedida a palavra num sistema verdadeiramente representativo, ainda por ser inventado.

      Sem aprofundar a matéria, inclino-me a crer que o nosso conhecimento dos animais é bem menos preciso do que o conhecimento que eles têm de nós. Não é à toa que nos temem e procuram sempre manter distância ou mesmo botar sebo nas canelas (ou asas ou barbatanas ou ...) quando o bicho-homem se aproxima. Muitas vezes nosso desejo de comunicação e até de repartir carinho lhes cheira muito mal. A memória milenar adverte-lhes que com gente não se brinca. Homens e mulheres que sentem piedade pelos animais, e até amor, constituem uma santa minoria, e eles salvarão a Terra. Mas será que os outros, a volumosa maioria, os caçadores, os torturadores, os mercadores de vidas, vão deixar?

* La Fontaine − fabulista francês do século XVII.

(Carlos Drummond de Andrade. Moça deitada na grama. Rio de Janeiro: Record, 1987, pp. 139-141, crônica transcrita com adaptações)  


                                                  Texto II

FÁBULA − Foi entre os antigos uma espécie de forma quase sempre em verso. A partir do romantismo a prosa começou a ser sua forma mais comum. A fábula, de um modo geral, apresenta duas características:

a) Ter por assunto a vida dos animais.

b) Ter por finalidade uma lição de moral.

(Hênio Tavares. Teoria Literária. Belo Horizonte: Bernardo Álvares, 1969, p. 132) 


                                                 Texto III

              Presos 6 em operação contra venda de animais na web

      − Seis pessoas foram presas hoje, durante uma operação da Polícia Federal para desarticular uma quadrilha que vende animais silvestres e exóticos, sem autorização, pela internet. A ação, batizada de Arapongas, feita em conjunto com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (Ibama), foi deflagrada nos Estados do Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Ceará e Paraíba.

      Os animais eram vendidos por meio de um site para diversos estados do país e do exterior. Os investigados recebiam encomendas de todo tipo de animais, como répteis, anfíbios, mamíferos e pássaros − algumas espécies até mesmo em extinção. Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. Além das prisões, foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão.

      Os investigados responderão pelos crimes de tráfico internacional de fauna, tráfico de animais silvestres nativos, estelionato, sonegação fiscal, falsidade ideológica e biopirataria.

             (http: www.estadao.com.br/notícias/geral. Acesso 14/08/2011) 

Esses animais seriam obtidos por meio ilícito, como criadouros irregulares e captura na natureza. (Texto III)

É correto depreender da afirmativa acima, especialmente em relação ao emprego da forma verbal,

Alternativas
Q706214 Português

Texto 2:

                                     Desejo de um bombeiro

      Desejava que pudesses ver a tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas ou uma família que regressa a casa e apenas encontra a sua casa e os seus pertences danificados ou destruídos.

      [...]

      Desejava que pudesses compreender o horror de uma esposa quando às 3 da manhã verifica que o marido não tem pulso... Inicio o S.B.V. (suporte básico de vida) no mesmo, esperando uma hipótese muito remota de trazê-lo de volta... [...]

      Desejava que pudesses saber o cheiro único de uma queimadura, o gosto da saliva com sabor de fuligem... Sentir o intenso calor que passa através do equipamento, o som dos estalos das chamas, a sensação de não conseguir ver absolutamente nada através do fumo denso... [...]

      Desejava que pudesses perceber a instabilidade mental, emocional e física de refeições perdidas, sonos perdidos e a falta de atividades sociais, associadas a todas as tragédias que os meus olhos já viram.

      [...]

      Desejava que pudesses saber a irmandade que existe e a satisfação de ajudar a salvar uma vida, a preservar as coisas de alguém, a estar “lá” nos tempos de crise ou a criar ordem quando existe um caos total.

      Sensações que me ficaram muito familiares...

      A menos que tenha vivido este tipo de vida, nunca conseguirás entender verdadeiramente ou apreciar QUEM EU SOU, O QUE NÓS SOMOS OU O Q UE O NOSSO TRABALHO SIGNIFICA REALMENTE PARA NÓS.

      Desejava que pudesses ver...

(in:<http://www.portaldafenix.com/index.php?topic=763.0.> acesso em 20/06/2012) 

No primeiro parágrafo, se flexionarmos o verbo DESEJAR no presente do indicativo - DESEJO - no trecho “Desejava que pudesses ver a tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas [...]”, o verbo PODER deverá apresentar a seguinte flexão, de acordo com as regras da norma culta:
Alternativas
Q706210 Português

Texto 2:

                                     Desejo de um bombeiro

      Desejava que pudesses ver a tristeza de um homem de negócios quando o trabalho da sua vida desaparece em chamas ou uma família que regressa a casa e apenas encontra a sua casa e os seus pertences danificados ou destruídos.

      [...]

      Desejava que pudesses compreender o horror de uma esposa quando às 3 da manhã verifica que o marido não tem pulso... Inicio o S.B.V. (suporte básico de vida) no mesmo, esperando uma hipótese muito remota de trazê-lo de volta... [...]

      Desejava que pudesses saber o cheiro único de uma queimadura, o gosto da saliva com sabor de fuligem... Sentir o intenso calor que passa através do equipamento, o som dos estalos das chamas, a sensação de não conseguir ver absolutamente nada através do fumo denso... [...]

      Desejava que pudesses perceber a instabilidade mental, emocional e física de refeições perdidas, sonos perdidos e a falta de atividades sociais, associadas a todas as tragédias que os meus olhos já viram.

      [...]

      Desejava que pudesses saber a irmandade que existe e a satisfação de ajudar a salvar uma vida, a preservar as coisas de alguém, a estar “lá” nos tempos de crise ou a criar ordem quando existe um caos total.

      Sensações que me ficaram muito familiares...

      A menos que tenha vivido este tipo de vida, nunca conseguirás entender verdadeiramente ou apreciar QUEM EU SOU, O QUE NÓS SOMOS OU O Q UE O NOSSO TRABALHO SIGNIFICA REALMENTE PARA NÓS.

      Desejava que pudesses ver...

(in:<http://www.portaldafenix.com/index.php?topic=763.0.> acesso em 20/06/2012) 

O emprego do verbo PODER na segunda pessoa do singular no decorrer do texto - “pudesses” - denota que:
Alternativas
Respostas
481: D
482: D
483: E
484: A
485: B
486: D
487: A
488: E
489: A
490: D
491: B
492: C
493: C
494: B
495: B
496: A
497: C
498: C
499: B
500: A