Questões Militares Sobre funções da linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. em português

Foram encontradas 103 questões

Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380022 Português

O risco que ignoramos


    O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, em grande parte relacionado a fatores modificáveis. Para entender melhor esse panorama, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou um estudo de mapeamento dos casos da doença no mundo e a relação com fatores que podem ser evitados.

    O tabagismo (15,1%), as infecções (10,2%) e o consumo de álcool (3,2%) foram os principais contribuintes para a carga de câncer. O estudo considerou ainda fatores como índice de massa corporal elevado, atividade física insuficiente, tabaco sem fumaça, poluição do ar e radiação ultravioleta.

    A divulgação dessas informações é extremamente importante. Afinal, conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para poder combatê-los. O problema é que muitas vezes acabamos focando somente nos riscos que recebem mais destaque e deixamos de olhar para outros que atingem uma parcela muito maior da população. O Brasil é um excelente exemplo disso.

    Graças a décadas de campanhas educativas, restrições à publicidade, aumento de impostos e ambientes livres de fumaça, o número de fumantes caiu de forma impressionante. Hoje, menos de 10% da população adulta brasileira fuma regularmente. Trata-se de uma das maiores vitórias da saúde pública do país. Mas, enquanto comemoramos essa conquista, outro problema cresce silenciosamente.

    Segundo pesquisa da Quest, cerca de 52% dos brasileiros se consideram sedentários. Quando analisamos os critérios da OMS, a situação se torna ainda mais preocupante: aproximadamente 76% da população não atinge os níveis mínimos de atividade física recomendados para a manutenção da saúde. Isso significa que o sedentarismo está presente na vida de milhões de brasileiros todos os dias. E o impacto disso vai muito além da perda de condicionamento físico.

    Outro fator que merece atenção é a obesidade. Hoje, cerca de 30% da população brasileira é obesa. E a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer. Mais uma vez, existe uma ligação direta com a atividade física.

    É importante deixar claro: o objetivo desta reflexão não é minimizar os riscos do cigarro ou do álcool. O ponto é outro. Quando pensamos em saúde pública, precisamos considerar não apenas o tamanho do risco individual, mas também o número de pessoas expostas a ele.

    Se menos de 10% da população fuma, mas mais da metade é sedentária e três em cada quatro brasileiros não alcançam sequer o mínimo recomendado de atividade física, talvez estejamos diante de uma das maiores oportunidades de prevenção da atualidade.

    A prevenção não depende apenas de eliminar hábitos ruins. Ela também exige a construção de hábitos saudáveis. E poucas intervenções de estilo de vida oferecem benefícios tão amplos quanto o movimento físico.

    Não é necessário se tornar atleta. Não é preciso correr maratonas nem passar horas por dia na academia. A mudança pode começar com atitudes simples: caminhar mais, usar escadas, levantar-se frequentemente ao longo do dia, brincar com os filhos, passear com cachorro, pedalar, dançar ou praticar qualquer atividade prazerosa. O exercício físico estruturado continua sendo algo extremamente importante, entretanto não podemos ignorar o valor do movimento incorporado à rotina. Nosso corpo foi feito para se mover. Cada passo conta.

    Talvez o maior desafio da saúde moderna não seja apenas convencer as pessoas a evitar o cigarro. Talvez seja fazê-las entender que passar grande parte do dia sentado também tem consequências importantes para a saúde. Alguns riscos são facilmente identificados. Outros são silenciosos, fazem parte da rotina e acabam sendo normalizados. O sedentarismo é um deles.


ATALLA, Marcio. O risco que ignoramos. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 3. jun. 2026. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 4. jun. 2026

No texto O risco que ignoramos, apesar de haver uma função da linguagem predominante, nem sempre a mesma função predomina em todos os parágrafos. Sabendo disso, assinale a alternativa que analisa corretamente a função da linguagem predominante em um dos parágrafos do texto.
Alternativas
Ano: 2026 Banca: IDECAN Órgão: PM-ES Prova: IDECAN - 2026 - PM-ES - Soldado Combatente |
Q4380021 Português

O risco que ignoramos


    O câncer ainda é uma das principais causas de morte no mundo, em grande parte relacionado a fatores modificáveis. Para entender melhor esse panorama, a Organização Mundial da Saúde (OMS) realizou um estudo de mapeamento dos casos da doença no mundo e a relação com fatores que podem ser evitados.

    O tabagismo (15,1%), as infecções (10,2%) e o consumo de álcool (3,2%) foram os principais contribuintes para a carga de câncer. O estudo considerou ainda fatores como índice de massa corporal elevado, atividade física insuficiente, tabaco sem fumaça, poluição do ar e radiação ultravioleta.

    A divulgação dessas informações é extremamente importante. Afinal, conhecer os fatores de risco é o primeiro passo para poder combatê-los. O problema é que muitas vezes acabamos focando somente nos riscos que recebem mais destaque e deixamos de olhar para outros que atingem uma parcela muito maior da população. O Brasil é um excelente exemplo disso.

    Graças a décadas de campanhas educativas, restrições à publicidade, aumento de impostos e ambientes livres de fumaça, o número de fumantes caiu de forma impressionante. Hoje, menos de 10% da população adulta brasileira fuma regularmente. Trata-se de uma das maiores vitórias da saúde pública do país. Mas, enquanto comemoramos essa conquista, outro problema cresce silenciosamente.

    Segundo pesquisa da Quest, cerca de 52% dos brasileiros se consideram sedentários. Quando analisamos os critérios da OMS, a situação se torna ainda mais preocupante: aproximadamente 76% da população não atinge os níveis mínimos de atividade física recomendados para a manutenção da saúde. Isso significa que o sedentarismo está presente na vida de milhões de brasileiros todos os dias. E o impacto disso vai muito além da perda de condicionamento físico.

    Outro fator que merece atenção é a obesidade. Hoje, cerca de 30% da população brasileira é obesa. E a obesidade está associada a pelo menos 13 tipos diferentes de câncer. Mais uma vez, existe uma ligação direta com a atividade física.

    É importante deixar claro: o objetivo desta reflexão não é minimizar os riscos do cigarro ou do álcool. O ponto é outro. Quando pensamos em saúde pública, precisamos considerar não apenas o tamanho do risco individual, mas também o número de pessoas expostas a ele.

    Se menos de 10% da população fuma, mas mais da metade é sedentária e três em cada quatro brasileiros não alcançam sequer o mínimo recomendado de atividade física, talvez estejamos diante de uma das maiores oportunidades de prevenção da atualidade.

    A prevenção não depende apenas de eliminar hábitos ruins. Ela também exige a construção de hábitos saudáveis. E poucas intervenções de estilo de vida oferecem benefícios tão amplos quanto o movimento físico.

    Não é necessário se tornar atleta. Não é preciso correr maratonas nem passar horas por dia na academia. A mudança pode começar com atitudes simples: caminhar mais, usar escadas, levantar-se frequentemente ao longo do dia, brincar com os filhos, passear com cachorro, pedalar, dançar ou praticar qualquer atividade prazerosa. O exercício físico estruturado continua sendo algo extremamente importante, entretanto não podemos ignorar o valor do movimento incorporado à rotina. Nosso corpo foi feito para se mover. Cada passo conta.

    Talvez o maior desafio da saúde moderna não seja apenas convencer as pessoas a evitar o cigarro. Talvez seja fazê-las entender que passar grande parte do dia sentado também tem consequências importantes para a saúde. Alguns riscos são facilmente identificados. Outros são silenciosos, fazem parte da rotina e acabam sendo normalizados. O sedentarismo é um deles.


ATALLA, Marcio. O risco que ignoramos. Jornal O Globo, Rio de Janeiro, 3. jun. 2026. Disponível em: http://oglobo.globo.com. Acesso em: 4. jun. 2026

Com base na estrutura organizacional, na intencionalidade discursiva e na função sociocomunicativa que predominam no texto, constata-se que ele pertence ao gênero textual:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: PM-SP Prova: VUNESP - 2026 - PM-SP - Aluno-Soldado PM |
Q4334463 Português
Domingo do calulu


        Há regressos assim. Sem sair do lugar, me dou por regressado a Benguela1 através da cozinha, juntando no refogado restos de uma identidade adormecida. A minha cultura! Afinal, de que sou feito?, ainda ontem me perguntaram; deve ser por causa do sotaque, ou da falta dele. Pode vos parecer disparatado e absurdo, mas a verdade é que me questionam várias vezes sobre a minha angolanidade: há quanto tempo não vais a Angola?, qual foi a última vez que lá foste?

     A receita nunca me foi ensinada, por isso vou acrescentando, improvisando, tal como o cozinhador João Carlos Silva, tal qual um Avillez, manuseando a faca com a mestria de um samurai. Tenho o tacho de boca larga, inoxidável e um tanto reluzente demais, comparando com aquelas velhas panelas pretas, calcinadas de tanto irem ao fogo, e que passavam de geração em geração, encerrando em si histórias de refeições memoráveis que duravam tardes inteiras. Começo por refogar metade de uma cebola picada em óleo de palma, depois o tomate maduro cortado aos cubos, as postas de corvina seca e fresca, as beringelas aos quadrados, a folha de louro. Deixo repousar sobre o lume brando alguns instantes antes de colocar o resto da cebola e do tomate, assim como os espinafres, que, apesar de aparecerem a substituir as folhas de rama (impossíveis de encontrar fora de Angola), ainda assim quebram o galho.

         Já cheira a calulu2 , já consigo viajar até Benguela. Às vezes, pergunto-me como consigo resistir à distância, eu que nem sou de me entregar à saudade, que vivo bem sem o funge3 , a bandeira gastronômica dos angolanos. Não sei responder e foi preciso implorarem-me para cozinhar algo tipicamente angolano para revisitar velhas receitas familiares que agora, tal como um álbum de fotografias, me trazem lugares, rostos, conversas que julgava perdidas.

(Kalaf Epalanga. Minha pátria é a língua pretuguesa:  Crônicas, 218. Adaptado)


Vocabulário:

1 Benguela: província de Angola, na África.

2 calulu: espécie de ensopado de peixe preparado com quiabo, abóbora, beringela, temperos e azeite de dendê.

3 funge: pirão de farinha de mandioca ou milho com um caldo.
Considere as passagens:

• A minha cultura! (1° parágrafo)
•  ... me trazem lugares, rostos, conversas que julgava perdidas. (3° parágrafo)

O cronista recorre ao emprego do sinal de exclamação e ao emprego das vírgulas, correta e respectivamente, para
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Q4306037 Português

Leia o texto “Zonas mortas nos oceanos”, do biólogo brasileiro Fernando Reinach, para responder à questão.



    É fácil sensibilizar o mundo para o desmatamento da floresta amazônica, fotos de troncos carbonizados fazem metade do trabalho. O que poucos sabem é que um desastre semelhante está ocorrendo nos oceanos. Ao longo de toda a costa, acompanhando as grandes ocupações humanas, estão pipocando zonas mortas, áreas onde a biodiversidade dos mares praticamente desaparece. Apesar de essas regiões não serem fotogênicas, elas vêm crescendo de maneira assustadora.    

    Hoje há mais de quatrocentos locais onde praticamente não existe mais vida oceânica. No total, estima-se que 245 mil quilômetros quadrados estejam morrendo, o que equivale a aproximadamente 5% da área coberta pela floresta amazônica. A causa desse fenômeno é a queda na quantidade de oxigênio dissolvido na água. Sem oxigênio, os peixes e outros animais desaparecem.

    A diminuição da quantidade de oxigênio é desencadeada pelo aumento na quantidade de nutrientes nas regiões costeiras. Essa abundância provoca um aumento rápido dos organismos que utilizam nutrientes, luz e gás carbônico. Num primeiro momento, esse crescimento no número de organismos capazes de fazer fotossíntese atrai outros animais, mas logo a água se turva com o excesso de algas e bactérias e, sem luz, eles morrem. Os cadáveres se acumulam no fundo do mar e permitem a multiplicação de organismos que consomem oxigênio para degradar a matéria orgânica acumulada. Nessa fase, o oxigênio diminui e desaparecem os peixes e outros animais maiores. Na falta de oxigênio, só sobrevivem os organismos anaeróbicos (que crescem na ausência de oxigênio), os quais produzem uma quantidade crescente de compostos de enxofre, o que acaba por tornar o ambiente inóspito para a maioria dos animais.

    Embora escapem aos olhos e com isso não sejam sentidas pelo coração de cada um de nós, as zonas mortas não são menos importantes que o desmatamento da floresta amazônica. Na realidade, esse é mais um problema a ser enfrentado à medida que nos preparamos para dobrar a produção de alimentos. É bom lembrar que nos próximos cinquenta anos o número de bocas a ser alimentadas no planeta vai dobrar. Como sustentar essas pessoas preservando a Amazônia e os oceanos é um dos desafios tecnológicos a ser enfrentado por uma nova geração de agrônomos e ecólogos.


(Fernando Reinach. A longa marcha dos grilos canibais e outras crônicas sobre a vida no planeta Terra, 2010. Adaptado.)

O autor inclui-se explicitamente no próprio texto no seguinte trecho:
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Q4306027 Português

Para responder à questão, leia o soneto “LXXI” do poeta Cláudio Manuel da Costa (1729-1789).



Eu cantei, não o nego, eu algum dia

Cantei do injusto Amor o vencimento,

Sem saber que o veneno mais violento

Nas doces expressões falso encobria.


Que Amor era benigno, eu persuadia

A qualquer coração de Amor isento;

Inda agora de Amor cantara atento,

Se lhe não conhecera a aleivosia1.


Ninguém de Amor se fie: agora canto

Somente os seus enganos, porque sinto

Que me tem destinado estrago tanto.


De seu favor hoje as quimeras2 pinto:

Amor de uma alma é pesaroso3 encanto;

Amor de um coração é labirinto.



(Domício Proença Filho (org.). A poesia dos inconfidentes, 1996.)



1 aleivosia: engano, traição.


2 quimera: ilusão.


3 pesaroso: em que há pesar, ou seja, tristeza, desolação.

O emprego dos verbos “canto” (3ª estrofe) e “pinto” (4ª estrofe) explicita o teor
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Q4238795 Português
De acordo com o contexto apresentado na tirinha de Maurício de Sousa, qual opção abaixo destaca corretamente as funções da linguagem que predominam no segundo quadrinho?
Alternativas
Q4188138 Português
Para responder à questão, leia o texto do imperador Marco Aurélio (121 – 180 d.C.) a seguir:


    O próprio Hipócrates, que curou muitas doenças, caiu doente e morreu. Os caldeus* previram as mortes de multidões e, ao final, o destino também ceifou suas vidas. Alexandre Pompeu e Caio César, que destruíram muitas cidades e tiraram a vida de milhares de soldados de cavalaria e infantaria no campo de batalha, também um dia deixaram esta vida. Heráclito, que muito especulou sobre a conflagração do mundo, morreu engolido pela água e coberto de estrume de gado. Demócrito foi destruído por vermes; Sócrates foi morto por outro tipo de verme. Por que tudo isso?

    Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo. A alma é, pois, inteligência e divindade, mas o corpo, pó e corrupção.

(Marco Aurélio, Meditações. Adaptado)


*Caldeus: habitantes da Caldeia, país na antiga Mesopotâmia.
No trecho “Embarcaste, empreendeste tua viagem e atracaste no ancoradouro. Desembarca. Se for em outra vida, lá também haverá um Deus; se for no meio do nada, ao menos não haverá mais dores e prazeres e não serás mais escravo de um corpo tão vil quanto seu escravo” (2° parágrafo), as frases com verbo no imperativo, interpelando o leitor, caracterizam estilisticamente a função
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Q4175854 Português
Observe o anúncio publicitário: "Use máscara. Proteja-se. Proteja os outros." Qual é a função da linguagem predominante no texto? 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: CIAAR Órgão: CIAAR Provas: CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Alergologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina Nuclear | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Mastologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina de Família e Comunidade | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Ginecologia e Obstetrícia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Hematologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina do Trabalho | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Clínica Médica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Hemoterapia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Medicina Intensiva | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Psiquiatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Dermatologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Infectologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Médico Generalista | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Radiologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Endocrinologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Reumatologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Nefrologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Urologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Gastroenterologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Geriatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Neurocirurgia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pediatria Neonatal | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia de Cabeça e Pescoço | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Geral | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Plástica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Pneumologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cirurgia Vascular Periférica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Proctologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Neurologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Oftalmologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Ortopedia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Otorrinolaringologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Anatomia Patológica | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Anestesiologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cancerologia | CIAAR - 2026 - CIAAR - Médico da Aeronáutica - Cardiologia |
Q4139849 Português
Leia a tira humorística de Mort Walker.

Q30.png (673×204)
Fonte: Mort Walker. Recruta Zero. O Estado de São Paulo, São Paulo, 1 out. 2004.

Após a leitura da tira humorística, assinale a alternativa incorreta quanto à adequação da linguagem à situação comunicativa, considerando os elementos que contribuem para a eficiência da comunicação entre os interlocutores.
Alternativas
Q4171526 Português

Texto 3



NÃO AMEIS À DISTÂNCIA! 


    Em uma cidade há um milhão e meio de pessoas, em outra há outros milhões; e as cidades são tão longe uma da outra que nesta é verão quando naquela é inverno. Em cada uma dessas cidades há uma pessoa; e essas pessoas tão distantes acaso pensareis que podem cultivar em segredo, como plantinha de estufa, um amor à distância?


    Andam em ruas tão diferentes e passam o dia falando línguas diversas; cada uma tem em torno de si uma presença constante e inumerável de olhos, vozes, notícias. Não se telefonam mais; é tão caro e demorado e tão ruim e além disso, que se diriam? Escrevem-se. Mas uma carta leva dias para chegar; ainda que venha vibrando, cálida, cheia de sentimento, quem sabe se no momento em que é lida já não poderia ter sido escrita? A carta não diz o que a outra pessoa está sentindo, diz o que sentiu na semana passada... e as semanas passam de maneira assustadora, os domingos se precipitam mal começam as noites de sábado, as segundas retornam com veemência gritando - "outra semana!", e as quartas já têm um gosto de sexta, e o abril de de-já-hoje é mudado em agosto...


    Sim, há uma frase na carta cheia de calor, cheia de luz; mas a vida presente é traiçoeira e os astrônomos não dizem que muita vez ficamos como patetas a ver uma linda estrela jurando pela sua existência - e no entanto há séculos ela se apagou na escuridão do caos, sua luz é que custou a fazer a viagem? Direi que não importa a estrela em si mesma, e sim a luz que ela nos manda; e eu vos direi: amai para entendê-las!


    Ao que ama o que lhe importa não é a luz nem o som, é a própria, pessoa amada mesma, o seu vero cabelo, e o vero pelo, o osso de seu joelho, sua terna e úmida presença carnal, o imediato calor; é o de hoje, o agora, o aqui - e isso não há.


    Então a outra pessoa vira retratinho no bolso, borboleta perdida no ar, brisa que a testa recebe na esquina, tudo o que for eco, sombra, imagem, um pequeno fantasma, e nada mais. E a vida de todo dia vai gastando insensivelmente a outra pessoa, hoje lhe tira um modesto fio de cabelo, amanhã apenas passa a unha de leve fazendo um traço branco na sua coxa queimada pelo sol, de súbito a outra pessoa entra em fading um sábado inteiro, está-se gastando, perdendo seu poder emissor à distância.


    Cuidai amar uma pessoa, e ao fim vosso amor é um maço de cartas e fotografias no fundo de uma gaveta que se abre cada vez menos... Não ameis à distância, não ameis, não ameis!


BRAGA, Rubem. A Traição das Elegantes. Rio de Janeiro:

Editora Record, 1982. (Adaptado).

Quanto ao tipo de linguagem predominante, o texto caracterizašse por linguagem: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Aeronáutica Órgão: EPCAR Prova: Aeronáutica - 2025 - EPCAR - Cadete |
Q4170579 Português

TEXTO I



(A importância da Lei Geral de Proteção de Dados no Comércio Exterior.

Disponível em: www.domaniconsultoria.com.br - Acesso em 26/03/2025).




TEXTO II  



(BECK, Alexandre. Armandinho e a natureza. Disponível em:
https://sosriosdobrasil.blogspot.com/2013/04/armandinho-natureza-tirinha-de.html. 
Acesso em 13/02/2025).  



TEXTO III  

Títulos verdes ganham força no Brasil impulsionando
sustentabilidade e atraindo investimentos

GNPW Group




(Disponível em: https://www.gnpw.com.br/energia-pt/titulos-verdes-
ganham-forca-no-brasil-impulsionandosustentabilidade-e-atraindo-
investimentos/#:~:text=De%20acordo%20com%20dados 
%20do,ficando%20atr%C3%A1s%20apenas%20do%20Chile.
Acesso em: 20/02/2025. Adaptado.)  




TEXTO IV


O ano passado


Erasmo Carlos / Roberto Carlos





(CARLOS, Erasmo; CARLOS, Roberto. O ano passado. Ecra Realizacoes

Artisticas S.c. Ltda., Editora Musical Amigos Ltda., Sony Music Publishing).  

Considerando que todo texto possui objetivos comunicativos junto a seu(s) receptor(es), analise as afirmativas abaixo. Em seguida, assinale a alternativa correta.
Os textos I, II, III e IV abordam diferentes perspectivas sobre questões, como: o passado, a reflexão sobre o futuro, as mudanças globais e a sustentabilidade. O ponto de conexão entre todos os textos evidencia-se
I. na abordagem sobre a crise ambiental e as suas consequências para o futuro.
II. na análise dos impactos de tecnologias e inovações nas sociedades atuais.
III. na abordagem sobre a ideia de mudanças globais, seja no plano ambiental ou físico.
IV. nas previsões sobre o futuro da humanidade, com base em ciências e arte.
Está(ão) correta(s)  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Aeronáutica Órgão: EPCAR Prova: Aeronáutica - 2025 - EPCAR - Cadete |
Q4170569 Português
TEXTO II  



(BECK, Alexandre. Armandinho e a natureza. Disponível em:
https://sosriosdobrasil.blogspot.com/2013/04/armandinho-natureza-tirinha-de.html. 
Acesso em 13/02/2025).  
Acerca do 3º quadrinho do texto II, marque a alternativa correta. 
Alternativas
Q4157500 Português

O trabalho remunerado e mal pago e a crise global da desigualdade


O trabalho de cuidado é essencial para nossas sociedades e para a economia. Ele inclui o trabalho de cuidar de crianças, idosos e pessoas com doenças e deficiências físicas e mentais, bem como o trabalho doméstico diário que inclui cozinhar, limpar, lavar, consertar coisas e buscar água e lenha. Se ninguém investisse tempo, esforços e recursos nessas tarefas diárias essenciais, comunidades, locais de trabalho e economias inteiras ficariam estagnadas. Em todo o mundo, o trabalho de cuidado não remunerado e mal pago é desproporcionalmente assumido por mulheres e meninas em situação de pobreza, especialmente por aquelas que pertencem a grupos que, além da discriminação de gênero, sofrem preconceito em decorrência de sua raça, etnia, nacionalidade, sexualidade e casta. As mulheres são responsáveis por mais de três quartos do cuidado não remunerado e compõem dois terços da força de trabalho envolvida em atividades de cuidado remuneradas.


Disponível em: https://www.oxfam.org.br/wp-content/uploads/2021/04/1579272776200120_Tempo_de_Cuidar_PT-BR_sumario_executivo.pdf. Acesso em: 7 set. 2025.

Para alcançar sua intencionalidade discursiva, o autor do texto empregou uma linguagem:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259195 Português
Leia o trecho do conto “Linha reta e linha curva” de Machado de Assis.


   Era em Petrópolis, no ano de 186... Já se vê que a minha história não data de longe. É tomada dos anais contemporâneos e dos costumes atuais. Talvez algum dos leitores conheça até as personagens que vão figurar neste pequeno quadro. Não será raro que, encontrando uma delas amanhã, Azevedo, por exemplo, um dos meus leitores exclame:

   – Ah! cá vi uma história em que se falou de ti. Não te tratou mal o autor. Mas a semelhança era tamanha, houve tão pouco cuidado em disfarçar a fisionomia, que eu, à proporção que voltava a página, dizia comigo: É o Azevedo, não há dúvida.

   Feliz Azevedo! À hora em que começa essa narrativa é ele um marido feliz inteiramente feliz. Casado de fresco, possuindo por mulher a mais formosa dama da sociedade, e a melhor alma que ainda se encarnou ao sol da América, dono de algumas propriedades bem situadas e perfeitamente rendosas, acatado, querido, descansado, tal é o nosso Azevedo, a quem por cúmulo de ventura coroam os mais belos vinte e seis anos.

   Deu-lhe a fortuna um emprego suave: não fazer nada. Possui um diploma de bacharel em direito; mas esse diploma nunca lhe serviu; existe guardado no fundo da lata clássica em que o trouxe da Faculdade de São Paulo. De quando em quando Azevedo faz uma visita ao diploma, aliás ganho legitimamente, mas é para não se ver mais senão daí a longo tempo. Não é um diploma, é uma relíquia.

   Quando Azevedo saiu da Faculdade de São Paulo e voltou para a fazenda da província de Minas Gerais, tinha um projeto: ir à Europa. No fim de alguns meses o pai consentiu na viagem, e Azevedo preparou-se para realizá-la. Chegou à corte no propósito firme de tomar lugar no primeiro paquete que saísse; mas nem tudo depende da vontade do homem. Azevedo foi a um baile antes de partir; aí estava armada uma rede em que ele devia ser colhido. Que rede! Vinte anos, uma figura delicada, esbelta, franzina, uma dessas figuras vaporosas que parecem desfazer-se ao primeiro raio do sol. Azevedo não foi senhor de si: apaixonou-se; daí a um mês casou-se, e daí a oito dias partiu para Petrópolis.


Disponível em: https://www.bonfinopolis.mg.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/TODOS-OS-CONTOS.pdf. Acesso em: 11 dez. 2024.
No trecho “Não será raro que, encontrando uma delas amanhã, Azevedo, por exemplo, um dos meus leitores exclame: — Ah! cá vi uma história em que se falou de ti. Não te tratou mal o autor. Mas a semelhança era tamanha, houve tão pouco cuidado em disfarçar a fisionomia, que eu, à proporção que voltava a página, dizia comigo: É o Azevedo, não há dúvida”, é possível perceber que Machado de Assis tem como estilo, em algumas de suas obras, a comunicação com o leitor. Nesse sentido, a função da linguagem que preza em estabelecer a interação, mostrando que o foco é o canal de comunicação é a: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IDECAN Órgão: PM-BA Prova: IDECAN - 2025 - PM-BA - Oficial Auxiliar |
Q3259194 Português
Leia o trecho do conto “Linha reta e linha curva” de Machado de Assis.


   Era em Petrópolis, no ano de 186... Já se vê que a minha história não data de longe. É tomada dos anais contemporâneos e dos costumes atuais. Talvez algum dos leitores conheça até as personagens que vão figurar neste pequeno quadro. Não será raro que, encontrando uma delas amanhã, Azevedo, por exemplo, um dos meus leitores exclame:

   – Ah! cá vi uma história em que se falou de ti. Não te tratou mal o autor. Mas a semelhança era tamanha, houve tão pouco cuidado em disfarçar a fisionomia, que eu, à proporção que voltava a página, dizia comigo: É o Azevedo, não há dúvida.

   Feliz Azevedo! À hora em que começa essa narrativa é ele um marido feliz inteiramente feliz. Casado de fresco, possuindo por mulher a mais formosa dama da sociedade, e a melhor alma que ainda se encarnou ao sol da América, dono de algumas propriedades bem situadas e perfeitamente rendosas, acatado, querido, descansado, tal é o nosso Azevedo, a quem por cúmulo de ventura coroam os mais belos vinte e seis anos.

   Deu-lhe a fortuna um emprego suave: não fazer nada. Possui um diploma de bacharel em direito; mas esse diploma nunca lhe serviu; existe guardado no fundo da lata clássica em que o trouxe da Faculdade de São Paulo. De quando em quando Azevedo faz uma visita ao diploma, aliás ganho legitimamente, mas é para não se ver mais senão daí a longo tempo. Não é um diploma, é uma relíquia.

   Quando Azevedo saiu da Faculdade de São Paulo e voltou para a fazenda da província de Minas Gerais, tinha um projeto: ir à Europa. No fim de alguns meses o pai consentiu na viagem, e Azevedo preparou-se para realizá-la. Chegou à corte no propósito firme de tomar lugar no primeiro paquete que saísse; mas nem tudo depende da vontade do homem. Azevedo foi a um baile antes de partir; aí estava armada uma rede em que ele devia ser colhido. Que rede! Vinte anos, uma figura delicada, esbelta, franzina, uma dessas figuras vaporosas que parecem desfazer-se ao primeiro raio do sol. Azevedo não foi senhor de si: apaixonou-se; daí a um mês casou-se, e daí a oito dias partiu para Petrópolis.


Disponível em: https://www.bonfinopolis.mg.gov.br/wp-content/uploads/2021/03/TODOS-OS-CONTOS.pdf. Acesso em: 11 dez. 2024.
No trecho “Azevedo foi a um baile antes de partir; aí estava armada uma rede em que ele devia ser colhido”, o uso da palavra “rede” pode expressar a seguinte função da linguagem: 
Alternativas
Q3256037 Português

Texto 1


Redes sociais são amigas ou inimigas da saúde mental de jovens? 



    Com o uso generalizado e quase constante de redes sociais, têm surgido debates sobre seus impactos na saúde mental, especialmente dos mais jovens. A popularização dessas preocupações levou pesquisadores de diversas áreas a se dedicarem a compreender as nuances dessa relação. Afinal, o que revelam as evidências sobre o tema? 


    A pesquisa de Sumer Vaid e outros autores introduziu o conceito de “sensibilidade as mídias sociais" para explorar como a relação entre o uso de mídias sociais e o bem-estar varia entre diferentes indivíduos e contextos. O estudo revelou que na média há uma pequena associação negativa entre o uso das redes e o bem-estar subsequente. Contudo essa associação variava muito a depender de outras características dos participantes. 


    Por exemplo, indivíduos com disposições psicológicas vulneráveis, como depressão, solidão ou insatisfação com a vida, tendiam a experimentar uma sensibilidade negativa mais acentuada em comparação com aqueles não vulneráveis, Além disso, certos contextos físicos e sociais de uso das redes intensificaram essa sensibilidade negativa, sugerindo que a sua influência na saúde mental é multifacetada e dependente do contexto. 


    Já Amy Orben e outros pesquisadores decidiram investigar como o uso de redes sociais influencia a satisfação com a vida apenas em certas fases de desenvolvimento, como a puberdade e a transição para a independência, aos 19 anos. Isso destaca como as transformações neurocognitivas e sociais da adolescência podem intensificar o impacto das redes.


    Dado o papel crucial das interações nessa idade, as redes sociais, que medem aprovação social por meio de "curtidas"”, podem exacerbar preocupações com autoestima e aceitação. Apesar dessas descobertas, os autores recomendam mais estudos sobre o uso de mídias em diferentes estágios de desenvolvimento, para entender melhor essa interação e formular politicas de proteção de saúde mental dos adolescentes nesta era digital. 


    Nesse sentido, a psicóloga e pesquisadora Candice Odgers defende cautela para as interpretações das pesquisas que estabelecem uma ligação direta entre o uso de redes sociais e o surgimento de problemas de saúde mental. Odgers adverte que, apesar das preocupações legitimas acerca de seus impactos adversos, as evidéncias cientificas atuais não confirmam uma relação causal direta. Ela enfatiza a importância de distinguir entre correlação e causalidade e de considerar a influência de uma série de fatores genéticos e ambientais no bem-estar. 


    Então, enquanto algumas pesquisas sugerem uma associação negativa entre o uso de mídias sociais e a saúde mental, é crucial reconhecer a diversidade de experiências entre os usuários. Fatores como disposições psicológicas, contextos de uso e a natureza interativa das plataformas sociais desempenham papéis significativos nessa equação, de acordo com ponderações desses mesmos estudos. 


    O fato é que as redes vieram para ficar. Até o momento, os resultados das pesquisas enfatizam a importância de adotar uma perspectiva mais abrangente e individualizada ao examinar seus impactos.


    Educadores, pais, legisladores e o setor de tecnologia precisam, antes de tudo, reconhecer a complexidade envolvida para então formular estratégias que minimizem os riscos associados ao uso dessas plataformas. No entanto, não podemos negligenciar os benefícios que elas oferecem, como a interação social com pessoas distantes e o acesso à informação, que podem ser benéficos para muitos. 


    Se não considerarmos esses fatores, corremos o risco de, ao buscar um culpado para os problemas de saúde mental de nossa época, ficarmos sem soluções efetivas e descartarmos o que há de bom. 


BIZARRIA, Deborah. Folha de São Paulo, 5.4.24

Assinale a opção que indica a função da linguagem predominante no texto 1. 
Alternativas
Q3220494 Português
Leia o texto a seguir:


As células do cérebro não envelhecem


   Hoje eu quero contar para vocês sobre um estudo inovador realizado na Columbia University, que confirma que as células cerebrais não envelhecem.

   Na verdade, o que se descobriu é que você tem exatamente o mesmo número de células nervosas (ou neurônios) quando jovem.

   Isso foi admitido inclusive como certo pelo diretor do Instituto Nacional de Saúde dos EUA.

   Eles provaram que o cérebro pode continuar criando novos neurônios para sempre.

   Portanto, a velha teoria de que cérebros humanos não podem construir novos neurônios cai por terra!

   Então, por que ocorre o declínio mental?

   O que ocorre, na verdade, é que não é o número de células do seu cérebro que diminui, mas sim o número de células-tronco cerebrais e os vasos sanguíneos que as alimentam que diminuem.

   Os cientistas da Columbia estudaram cérebros doados por pessoas idosas que morreram de causas naturais. Eles descobriram que os cérebros dos idosos tinham a mesma quantidade de novos neurônios que os jovens.

   Além disso, eles também encontraram um número menor de células-tronco inativas, ou "quiescentes", em uma área do cérebro ligada à resistência cognitivo-emocional.

   Trata-se das nossas forças de reserva que alimentam nossa capacidade de aprender e se adaptar. [...]


Fonte: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2024/11/1053100-ascelulas-do-cerebro-nao-envelhecem.html. Texto adaptado. Acesso em 27/11/2024
No texto, predomina uma determinada função da linguagem, que é a:
Alternativas
Q2567232 Português
Fragmento I


Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações
possíveis




Caroline Gonzaga
Douglas Gasparin Arruda






(GONZAGA, Caroline; ARRUDA, Douglas Gasparin. Identidade Nacional e Memória Coletiva: aproximações possíveis. Revista Vernáculo, n° 50 – segundo semestre/2022. p. 9-33.).







Fragmento II


Autoestima, autoimagem e constituição da identidade:
um estudo com graduandos de psicologia



Helena Serafim Vasconcelos










(VASCONCELOS, Helena Serafim. Autoestima, autoimagem e constituição da identidade: um estudo com graduandos de psicologia. Revista Psicologia, Diversidade e Saúde. 2017. Agosto; 6(3):195-206). Adaptado.
Imagem associada para resolução da questão


Considerando que a linguagem possui funções que correspondem a cada um dos elementos da comunicação, é possível afirmar que a função da linguagem presente no último quadrinho do texto II é:
Alternativas
Q2543308 Português
Para responder à questão proposta, considere o seguinte texto:


Texto 1:

Excertos do Edital DRH/CRS Nº 14/2023 - CFSd QPE-PM


3.2 Função geral/missão do cargo de Soldado da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais: Executar atividades de policiamento ostensivo, a fim de prevenir e reprimir a criminalidade, garantindo a ordem e a segurança pública e promovendo os direitos fundamentais para o alcance da paz social.

(...)

3.5 Condições gerais de exercício do cargo: trabalhar em contato cotidiano com o público, de forma individual ou em equipe, sob supervisão permanente, em ambiente de trabalho que pode ser fechado ou a céu aberto, a pé, montado ou em veículos, em horários diversos (diurno, noturno ou em rodízio de turnos); atuar em condições adversas e de risco de contágio de moléstias e de morte em sua rotina de trabalho.


POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Edital DRH/CRS Nº 14/2023CFSd QPE-PM. Disponível em: https://intranet.policiamilitar.mg.gov.br/conteudoportal/sites/concurso/071220232023278950.pdf. Acesso em: 10 de jan. de 2024. 


Texto 2:

EMOCIONANTE

Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'


Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. Um Policial Militar viveu, nesta terça-feira (27), uma experiência fora da rotina do combate e prevenção à criminalidade. Ele realizou um parto às margens da MG-010, nas proximidades do bairro Morro Alto, em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com o militar que atendeu a ocorrência, o cabo Walace Ferreira, uma gestante estava acompanhada do marido e do cunhado quando precisou de ajuda. Eles estavam a caminho do hospital quando a mulher entrou em trabalho de parto dentro do veículo da família. Para tentar auxiliar a mulher, que estava no banco traseiro do veículo, o pai da criança estacionou o carro às margens da rodovia. Por sorte, militares passaram pelo local, no momento do parto. O homem, então, solicitou auxílio dos policiais que realizaram o parto e o corte do cordão umbilical. Após o nascimento da criança, a mãe e o bebê foram encaminhados para o Hospital Risoleta Neves, onde exames seriam realizados. "Tenho 16 anos de corporação e esta foi a primeira vez que participei de uma ocorrência deste tipo. Sempre atendi ocorrências de grande complexidade e perigo e, hoje, pude ter uma experiência inédita, inovadora e gratificante, de ajudar uma criança nascer", lembrou o militar.


BRITO, Alice. MARÇAL, Manuel. O tempo.com.br.2022. Militar faz parto às margens de rodovia: 'Ajudei uma criança a nascer'. Disponível em: https://www.otempo.com.br/cidades/video-militar-faz-parto-as-margens-derodovia-ajudei-uma-crianca-a-nascer-1.2740817. Acesso em: 10 de jan. de 2024.


Texto 3:

Segunda Pele – o preço da ordem

Quanto custa ao ser humano que veste uma farda combater a crueldade do crime? Essa pergunta deu origem à Segunda Pele, nova série policial criada pela Polícia Militar de Minas Gerais, com direção de Guto Aeraphe e produção de Humberto de C.Rezende. Com 6 episódios de 20 minutos cada, a série foi idealizada pela Diretoria de Comunicação Organizacional da Polícia Militar de Minas Gerais como parte do plano de comunicação da PMMG. Inspirada em diversas ocorrências, e principalmente, na vida cotidiana dos policiais militares, a série tem o objetivo de valorizar estas pessoas que dedicam suas vidas a servir a comunidade, mesmo com o risco iminente de perderem a vida.


POLÍCIA MILITAR DE MINAS GERAIS. Série Segunda Pele. Disponível em: <https://www.policiamilitar.mg.gov.br/site/4bpm/noticias/244323/serie-segunda-pele> Acesso em: 10 de jan. de 2024. 
Avalie as alternativas seguintes e marque a opção que está CORRETA, quanto às características dos textos 1, 2 e 3:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: IBGP Órgão: CBM-MG Prova: IBGP - 2023 - CBM-MG - Soldado |
Q2101595 Português
Leia os textos a seguir: Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bityli.com/rcnrO. Acesso em: 24 de outubro de 2022.
Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: https://bityli.com/Zv1ie.Acesso em: 27 de outubro de 2022. 

É CORRETO afirmar que a função de linguagem predominante nesses textos é a:
Alternativas
Respostas
1: A
2: C
3: B
4: C
5: E
6: D
7: C
8: B
9: C
10: B
11: B
12: C
13: D
14: C
15: B
16: E
17: B
18: C
19: D
20: C