Questões Militares Sobre formas nominais do verbo (particípio, gerúndio, infinitivo) em português

Foram encontradas 38 questões

Q765904 Português

Leia a frase abaixo para responder à pergunta:

“Chegando mais perto, raios finíssimos de sol atravessavam a pedra"

Um dos sentidos atribuídos ao emprego do gerúndio (“chegando mais perto”) é:

Alternativas
Q624603 Português

No português, alguns verbos apresentam dois tipos de particípios, um longo (entregado, pagado, pegado, acendido, imprimido) e outro breve (entregue, pago, pego, aceso, impresso). Em face disso, os gramáticos recomendam que se usem as formas


I. longas (ou expandidas) com o verbo “ter” (“O carteiro tinha entregado a carta”).


II. breves (ou reduzidas) com “ser” e “estar” (“A carta foi/está entregue”).


III. breves (ou reduzidas) com “ter” e “haver” (“Eu tinha/havia pago a conta”).


IV. longas (ou expandidas) com o verbo haver (“A paciente havia pegado o remédio”).


Estão CORRETAS as afirmativas 

Alternativas
Q1334903 Português


As faces da maldade

Veja o que é considerado bullying pela Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e à Adolescência (Abrapia):

Colocar apelidos – Ofender – Zoar – Gozar – Encarnar – Sacanear – Humilhar – Fazer sofrer – Discriminar – Excluir – Isolar – Ignorar – Intimidar – Perseguir – Assediar – Aterrorizar – Amedrontar – Tiranizar – Dominar – Agredir – Bater – Chutar – Empurrar – Ferir – Roubar – Quebrar pertences 

Sobre o box “As faces da maldade”:


I – O texto traz informações sobre as diversas formas de bullying.

II – O verbo “ver”, que introduz o texto do box, expressa uma hipótese.

III – As atitudes identificadas como bullying estão representadas com verbos no infinitivo.

IV – “sacanear” e “zoar” são exemplos de linguagem coloquial.


Está correto o que se afirma em


Alternativas
Q810975 Português

Texto 2

REUNIÃO DE MÃES 

    Na reunião de pais só havia mães. Eu me sentiria constrangido em meio a tanta mulher, por mais simpáticas me parecessem, e acabaria nem entrando - se não pudesse logo distinguir, espalhadas no auditório, duas ou três presenças masculinas que partilhariam de meu ressabiado zelo paterno.

    Sentei-me numa das últimas filas, para não causar espécie à seleta assembleia de progenitoras. Uma delas fazia tricô, e várias conversavam, já confraternizadas de outras reuni- ões. O Padre-Diretor tomou assento à mesa, cercado de professoras, e deu inicio à sessão.

    Eu viera buscar Pedro Domingos para levá-lo ao médico, mas desta vez cabia-me também participar antes da reunião. Afinal de contas andava mesmo precisando de verificar pessoalmente a quantas o menino andava.

    O Padre-Diretor fazia considerações gerais sobre o uniforme de gala a ser adotado. A gravatinha é azul? - perguntou uma das mães. Meia três-quartos? - perguntou outra. E o emblema no bolsinho? - perguntou uma terceira. Outra ainda, à minha frente, quis saber se tinha pesponto - mas sua pergunta não chegou a ser ouvida.

    Invejei-lhes a desenvoltura. Tive vontade de perguntar também alguma coisa, para tornar mais efetivo meu interesse de pai - mas temi aquelas mães todas voltando a cabeça, curiosas e surpreendidas, ante uma destoante voz de homem, meio gaguejante talvez de insegurança. Poderia também não ser ouvido - e se isso me acontecesse eu sumiria na cadeira. Além do mais, não me ocorria nada de mais prático para perguntar senão o que vinha a ser pesponto.

    Acabei concluindo que tanta perguntação quebrava um pouco a solene compostura que devíamos manter, como responsáveis pelo destino de nossos filhos. E dispensei-me de intervir, passando a ouvir a explanação do Padre-Diretor:

- Chegamos agora ao ponto que interessa: o quinto ano. Depois de cuidadosa seleção, foi dividido em três turmas - a turma 14, dos mais adiantados; a turma 13, dos regulares; e a turma 12, dos atrasados, relapsos, irrequietos, indisciplinados. Os da 13 já não são lá essas coisas, mas os da 12 posso assegurar que dificilmente irão para frente, não querem nada com estudo.

    Fiquei atento: em qual delas estaria o menino? Pensei que o Diretor ia ler a lista de cada turma - o meu certamente na 14. Não leu, talvez por consideração para com as mães que tinham filhos na 12. Várias, que já sabiam disso, puseram-se a falar ao mesmo tempo: não era culpa delas; levavam muito dever para casa, não se habituavam com o semi-internato. Uma - a do tricô, se não me engano - chegou mesmo a se queixar do ensino dirigido, que a seu ver não estava dando resultado. Outra disse que tinha três filhos, faziam provas no mesmo dia, como prepará-los de uma só vez? O Padre-Diretor sacudiu a cabeça, sorrindo com simpatia - não posso nem ao menos lastimar que a senhora tenha tanto filho. E voltou a falar nos relapsos, um caso muito sério. Não vai esse Padre dizer que meu filho está entre eles, pensei. Irrequieto, indisciplinado. Ah, mas ele havia de ver comigo: entre os piores!

    E por que não? Quietinho, muito bem-mandado, filhinho do papai, maria vai com as outras ele não era mesmo não. Desafiei o auditório, acendendo um cigarro: ninguém tinha nada com isso. Criança ainda, na idade mesmo de brincar e não levar as coisas tão a sério. 0 curioso é que não me parecesse assim tão vadio - jogava futebol na rua, assistia à televisão, brincava de bandido, mas na hora de estudar o rapazinho estudava, então eu não via? Quem sabe se procurasse ajudá-lo, dar uma mãozinha... Mas essas coisas que ele andava estudando eu já não sabia de cor, tinha de aprender tudo de novo. Outro dia, por exemplo, me embatucou perguntando se eu sabia como se chamam os que nascem na Nova Guiné. Ninguém sabe isso, meu filho, respondi gravemente. Ah, não sabe? Pois ele sabia: guinéu! Não acreditei, fui olhar no dicionário para ver se era mesmo. Era. Talvez estivesse na turma 13, bem que sabia lá uma coisa ou outra, o danadinho.

    Agora o Diretor falava na comida que serviam ao almoço. Da melhor qualidade, mas havia um problema - os meninos se recusavam a comer verdura, ele fazia questão que comessem, para manter dieta adequada. No entanto, algumas mães não colaboravam. Mandavam bilhetinhos pedindo que não dessem verdura aos filhos.

    Eis algo que eu jamais soube explicar: por que menino não gosta de verdura? Quando menino eu também não gostava.

    - Pedem às mães que mandem bilhetinhos, e não é só isso: usam qualquer recurso para não comer verdura. Hoje mesmo me apareceu um com um bilhete da mãe dizendo: não obrigar meu filho a comer verdura. Só que estava escrito com a letra do próprio menino.

    Chegada era a hora de levá-lo ao médico - uma professora amiga foi buscá-lo para mim.

    - Meu filho - perguntei, ansioso, assim que saímos: - Em que turma você está? Na 12 ou na 13?

    - Na 14 - ele respondeu, distraído. Respirei com alí­vio: e nem podia ser de outra maneira, não era isso mesmo?

    - Fico satisfeito de saber - comentei apenas.

    Ele não perdeu tempo:

    - Então eu queria te pedir um favor - aproveitou-se logo: - Que você mandasse ao Padre-Diretor um bilhete dizendo que eu não posso comer verdura.

{SABINO, Fernando. O homem nu - 46a ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. )

Com relação ao emprego das formas nominais, assinale a opção cuja análise foi feita corretamente.
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Ano: 2015 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2015 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q606106 Português

                   

Observe o trecho:

              O que você está recortando do jornal, mamãe?"

Assinale a opção que classifica corretamente a forma nominal do verbo destacado. 

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Q537449 Português
Marque a alternativa em que NÃO ocorre o infinitivo pessoal flexionado:
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Q536720 Português

O que diria e o que faria Mandela?

 O mundo acompanha o drama humanitário e os dilemas europeus sobre acolher e/ou conter migrantes que tentam atravessar o Mediterrâneo da África do Norte para a Europa. São desastres constantes nas embarcações com seus passageiros, nas transações encetadas por traficantes do desespero e da esperança. No último fim-de-semana foi o naufrágio de um barco pesqueiro na costa líbia que deixou centenas de mortos. No entanto, outro drama humanitário se desenrola no sul da África, com a violência e a xenofobia dos últimos dias justamente na nação arco-íris que Nelson Mandela se propôs a construir no lugar do apartheid há pouco mais de 20 anos. [...] 

      A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos. No entanto, o catalisador da violência (xenofobia) se diluiu em meio à escalada, pois muitos dos mortos e donos de negócios saqueados eram sul-africanos.

Nelson Mandela nunca teve sucessores à altura e sempre se soube que seria uma tarefa descomunal construir uma nação arco-íris. O desafio se tornou mais ingrato e o arco-íris está ainda mais distante no horizonte.

(Caio Blinder, 21/04/2015.Disponível em: http://veja.abril.com.br/blog/nova-york/africa-do-sul/o-que-diria-mandela/. Adaptado.)

Em “A mais recente onda de violência mistura xenofobia e mera criminalidade em um país em crescente crise econômica, taxa de desemprego de 24%, chefiado pelo desacreditado presidente Jacob Zuma e marcado pela percepção, especialmente em comunidades pobres, de que estrangeiros estão roubando os empregos". A proposta de substituição do segmento do texto em que há adequação quanto ao tempo verbal empregado na(s) forma(s) em destaque é
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Q1343234 Português
Assinale a alternativa incorreta em relação à classificação gramatical das seguintes palavras retiradas do texto:
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Q668294 Português
Analise as afirmativas referente aos verbos retirados do texto e, em seguida, assinale a alternativa incorreta:
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Q661958 Português
Em qual alternativa o verbo não possui mais de uma forma para o particípio?
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Q419699 Português
“Não te espantes quando o mundo amanhecer irreconhecível. Para melhor ou pior, isso acontece muitas vezes por ano. “ Quem sou eu no mundo?" Essa indagação perplexa é o lugar-comum de cada história de gente. Quantas vezes mais decifrares essa charada, tão entranhada em ti mesma como os teus ossos, mais forte ficarás. Não importa qual seja a resposta; o importante é dar ou inventar uma resposta. Ainda que seja mentira."
(Paulo Mendes Campos. O Colunista do Morro. Ed. do Autor - Rio de Janeiro, 1965)

Assinale o item incorreto quanto à identificação da forma verbal destacada.

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Ano: 2013 Banca: PM-SC Órgão: PM-SC Prova: PM-SC - 2013 - PM-SC - Cabo da Polícia Militar |
Q2025759 Português
Em relação ao uso do gerúndio e à clareza da frase, assinale a alternativa CORRETA:
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Q377143 Português
Os verbos “respirando”, “abotoando” e “desabotoando” e “enchendo” (7º parágrafo) são formas nominais do:
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Q667951 Português

Leia:

Por longos anos, o pobre homem tinha se abstido da felicidade. Agora ela estava tão escancaradamente próxima! Saberia aceitá-la?

Assinale a alternativa que não corresponde à expressão verbal em destaque.

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Q1662053 Português

“A gente pensa uma coisa, acaba escrevendo outra e o leitor entende uma terceira coisa... e enquanto se passa tudo isso, a coisa propriamente dita começa a desconfiar que não foi propriamente dita.”

(Mario Quintana – Caderno H)


Relativamente ao texto, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q505224 Português
Assinale a alternativa correta de acordo com a norma padrão.
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Q662530 Português
Das formas verbais a seguir, qual não seria acentuada graficamente se estivesse na 1º pessoa do plural do tempo verbal em que se encontra, independentemente de seu emprego no texto?
Alternativas
Q172273 Português
Assinale a única alternativa que completa corretamente as lacunas da frase abaixo.

O rapaz tinha ___________ a condição: a luz só seria ___________ depois que tudo estives- se ___________ e devidamente ___________ .
Alternativas
Respostas
19: A
20: C
21: E
22: A
23: D
24: B
25: B
26: B
27: A
28: B
29: E
30: B
31: E
32: A
33: A
34: D
35: B
36: D