Questões Militares Sobre figuras de linguagem em português

Foram encontradas 382 questões

Q677490 Português
O processo de coesão pode ser realizado através de vocábulos anafóricos – aqueles que se referem a um outro anteriormente expresso. A oração do texto 2, que NÃO apresenta vocábulo anafórico é:
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Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677454 Português

No último livro que publicou em vida, Teia (1996), a escritora Orides Fontela escreveu o poema ao lado.

Imagem associada para resolução da questão

Podemos afirmar que:

I. nem a parte I nem a II indicam que o pássaro “joão-de-barro” pode ser visto como metáfora de um determinado tipo social.

II. apenas a parte III sugere que o trabalho feito pelo joão-de-barro aproxima-se daquele feito por um operário.

III. o poema, em seu todo, aproxima metaforicamente o “joão-de-barro” de um trabalhador brasileiro (um “João”, como o título indica).

IV. como no caso do pássaro, também para o operário vale a idéia de que o homem faz o trabalho e o trabalho faz o homem.

Estão corretas apenas as afirmações:

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Q676318 Português

O francês Julio Verne, que morreu em 1905, escreveu sobre viagens ao fundo do mar, à Lua e pelos ares muito antes que o submarino moderno, o foguete e o avião fossem inventados.

Revista Veja. Edição 2127, ano 42, n.34, de 24 de agosto de 2009. p.96                           

Assinale a alternativa que apresenta o nome da figura de construção ou de sintaxe que caracteriza a omissão da expressão da questão anterior.
Alternativas
Q676317 Português

O francês Julio Verne, que morreu em 1905, escreveu sobre viagens ao fundo do mar, à Lua e pelos ares muito antes que o submarino moderno, o foguete e o avião fossem inventados.

Revista Veja. Edição 2127, ano 42, n.34, de 24 de agosto de 2009. p.96                           

No fragmento acima, ocorreu a omissão de uma expressão. Assinale a alternativa que apresenta a expressão que foi omitida.
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Q676300 Português

                          

O primeiro verso inteiro constitui uma figura de construção denominada
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Q676299 Português

                          

No primeiro verso, a expressão doloroso grito é um exemplo de figura de palavras denominada
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Q676297 Português

                        

A figura de pensamento presente na propaganda acima é

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Q664719 Português

Leia:

I- ... esta saudade fina de Pasárgada é um veneno gostoso dentro do meu peito.

II- A noite chora de frio, e o mendigo na calçada clama por um abrigo.

III- ... o essencial é achar-se as palavras que o violão pede e deseja.

Há prosopopéia em

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Q646584 Português
Assinale a alternativa em que há um exemplo de anacoluto.
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Q646275 Português
Sobre o Texto III, só NÃO é possível afirmar que
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Q646274 Português
É correto afirmar que
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Q646262 Português
Assinale a alternativa correta.
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Q645147 Português

                                     Bruno Lichtenstein

                                                                                                                    Rubem Braga

                                                                                                             18 de Julho de 1939

      Foi preso o menino Bruno Lichtenstein, que arrombou a Faculdade de Medicina. O menino Bruno Lichtenstein não é arrombador profissional. Apenas acontece que o menino Bruno Lichtenstein tem um amigo, e esse amigo é um cachorro, e esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. O poeta mineiro Djalma Andrade tem um soneto que acaba mais ou menos assim:

                               "se entre os amigos encontrei cachorros,

                                 entre os cachorros encontrei-te, amigo".

      Mas com toda a certeza o menino Bruno Lichtenstein jamais leu esses versos. Também com certeza nunca lhe explicaram o que é vivissecção, nem lhe disseram que seu cão ia ser vivisseccionado. Tudo o que ele sabia é que lhe haviam carregado o cachorro e que iam matá-Io. Se fosse pedi-Io, naturalmente, não o dariam. Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e o seu pobre cão? Mas o cachorro era seu amigo - e estava lá, metido em um porão, esperando a hora de morrer. E só uma pessoa no mundo podia salvá-Ia: um menino pobre chamado Bruno Lichtenstein. Com esse sobrenome de principado, Bruno Lichtenstein é um garoto sem dinheiro. Não pagará a licença de seu amigo. Mas Bruno Lichtenstein havia de salvar a vida de seu amigo - de qualquer jeito. E jeito só havia um: ir lá e tirar o cachorro. De longe, Bruno Lichtenstein chorava, pensando ouvir o ganido triste de um condenado à morte. via homens cruéis metendo o bisturi na carne quente de seu amigo: via sangue derramado. Horrível, horrível. Bruno Lichtenstein sentiu que seria o último dos infames se não agisse imediatamente.

      Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade.

      Um vulto se destacou em um salto - e um focinho e úmido lambeu a mão de Bruno Lichtenstein. Agora era para a rua, para a liberdade, para a vida ... 

      Bruno Lichtenstein, da cabeça aos pés, tremia de susto e de alegria. Foi aí que ele ouviu uma voz áspera e espantada de homem. Era o dr. Loforte. O dr. Loforte surpreendeu o menino. Um menino podre, que tremia, que havia arrombado a Faculdade. Só podia ser um ladrão! Bruno Lichtenstein não explicou nada - e fez bem. Para o dr. Loforte um cachorro não é um cachorro - é um material de estudo como outro qualquer.

      Na polícia apareceu o pai do menino. O pai, o professor e o delegado conversaram longamente - e Bruno Lichtenstein não ouvia nada. Só ouvia, lá longe, o ganir de um condenado à morte.

      Já te entregaram o cachorro, esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. Tu o mereceste, porque tu foste amigo. Não te deram nem te darão medalha nenhuma - porque não há medalha nenhuma para distinguir a amizade. Mas te entregaram o teu cachorro, o cachorro que reivindicaste como um pequeno herói. Tu é um homem, Bruno Lichtenstein - um homem no sentido decente da palavra, muito mais homem que muito homem. Um aperto de mão, Bruno Lichtenstein.

O texto acima foi extraído do livro "1939 - Um episódio em Porto Alegre (Uma fada no front)", Ed. Record Rio de Janeiro, 2002 - pág. 37. 

Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA opção correta em cada questão. 

"Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade." (3° parágrafo)

Nessa passagem, uma figura confere coesão ao texto. Trata-se de

Alternativas
Q645142 Português

                                     Bruno Lichtenstein

                                                                                                                    Rubem Braga

                                                                                                             18 de Julho de 1939

      Foi preso o menino Bruno Lichtenstein, que arrombou a Faculdade de Medicina. O menino Bruno Lichtenstein não é arrombador profissional. Apenas acontece que o menino Bruno Lichtenstein tem um amigo, e esse amigo é um cachorro, e esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. O poeta mineiro Djalma Andrade tem um soneto que acaba mais ou menos assim:

                               "se entre os amigos encontrei cachorros,

                                 entre os cachorros encontrei-te, amigo".

      Mas com toda a certeza o menino Bruno Lichtenstein jamais leu esses versos. Também com certeza nunca lhe explicaram o que é vivissecção, nem lhe disseram que seu cão ia ser vivisseccionado. Tudo o que ele sabia é que lhe haviam carregado o cachorro e que iam matá-Io. Se fosse pedi-Io, naturalmente, não o dariam. Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e o seu pobre cão? Mas o cachorro era seu amigo - e estava lá, metido em um porão, esperando a hora de morrer. E só uma pessoa no mundo podia salvá-Ia: um menino pobre chamado Bruno Lichtenstein. Com esse sobrenome de principado, Bruno Lichtenstein é um garoto sem dinheiro. Não pagará a licença de seu amigo. Mas Bruno Lichtenstein havia de salvar a vida de seu amigo - de qualquer jeito. E jeito só havia um: ir lá e tirar o cachorro. De longe, Bruno Lichtenstein chorava, pensando ouvir o ganido triste de um condenado à morte. via homens cruéis metendo o bisturi na carne quente de seu amigo: via sangue derramado. Horrível, horrível. Bruno Lichtenstein sentiu que seria o último dos infames se não agisse imediatamente.

      Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade.

      Um vulto se destacou em um salto - e um focinho e úmido lambeu a mão de Bruno Lichtenstein. Agora era para a rua, para a liberdade, para a vida ... 

      Bruno Lichtenstein, da cabeça aos pés, tremia de susto e de alegria. Foi aí que ele ouviu uma voz áspera e espantada de homem. Era o dr. Loforte. O dr. Loforte surpreendeu o menino. Um menino podre, que tremia, que havia arrombado a Faculdade. Só podia ser um ladrão! Bruno Lichtenstein não explicou nada - e fez bem. Para o dr. Loforte um cachorro não é um cachorro - é um material de estudo como outro qualquer.

      Na polícia apareceu o pai do menino. O pai, o professor e o delegado conversaram longamente - e Bruno Lichtenstein não ouvia nada. Só ouvia, lá longe, o ganir de um condenado à morte.

      Já te entregaram o cachorro, esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. Tu o mereceste, porque tu foste amigo. Não te deram nem te darão medalha nenhuma - porque não há medalha nenhuma para distinguir a amizade. Mas te entregaram o teu cachorro, o cachorro que reivindicaste como um pequeno herói. Tu é um homem, Bruno Lichtenstein - um homem no sentido decente da palavra, muito mais homem que muito homem. Um aperto de mão, Bruno Lichtenstein.

O texto acima foi extraído do livro "1939 - Um episódio em Porto Alegre (Uma fada no front)", Ed. Record Rio de Janeiro, 2002 - pág. 37. 

Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA opção correta em cada questão. 

Estilisticamente, o pronome oblíquo é usado pelo autor com valor possessivo. Esse exemplo encontra-se em: 
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Q507085 Português
Leia:

I- “Meses depois fui para o seminário São José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva."

II- “Levamos-te cansado ao teu último endereço
Vi com prazer
Que um dia afinal seremos vizinhos
Conversaremos longamente
De sepultura a sepultura
No silêncio das madrugadas."

III- “A pobreza do eu
A opulência do mundo
A opulência do eu
A pobreza do mundo"

As figuras de linguagem presentes nos textos acima são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2009 Banca: Marinha Órgão: EAM Prova: Marinha - 2009 - EAM - Marinheiro |
Q360055 Português
Em "A filha de um homem traduzido em chines..." (linha 17), a expressão em destaque é exemplo de uma figura de linguagem chamada metonímia. Em que opção essa figura se repete?
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Q172809 Português
Analise as afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. A personificação está presente em “E todas as palavras recolheram-se ao coração murmurando (...)” (linha 3).

II. Em “Eis aqui um que não fará (...)”(linha 4), o vocábulo em negrito funciona como objeto e pertence à classe dos pronomes relativos.

III. A oração reduzida “(...) apanhados pela mãe,(...)” (linha 6) dá ideia de causa.

IV. Infere-se do texto que a razão prevalece sobre a emoção.

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Q172472 Português
A expressão conotativa “na garganta do futuro” (verso 9) pode ser classificada como um(a):
Alternativas
Q172471 Português
O discurso ganhou maior força argumentativa através da utilização:
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Ano: 2008 Banca: Marinha Órgão: EAM Prova: Marinha - 2008 - EAM - Marinheiro |
Q360012 Português
Na linha 12, a autora fala em metáforas e prosopopéias. Assinale a opção em que, pela ordem, aparece um exemplo de cada uma dessas figuras de linguagem.
Alternativas
Respostas
361: B
362: E
363: B
364: A
365: D
366: B
367: D
368: C
369: A
370: A
371: B
372: D
373: D
374: A
375: A
376: C
377: B
378: E
379: B
380: C