Questões Militares Comentadas sobre figuras de linguagem em português

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Q668055 Português

Leia:

Maliciosas em tentação,

Riem amoras orvalhadas.

Assinale a alternativa em que não há a mesma figura de linguagem presente no texto acima.

Alternativas
Q668042 Português

                 A POPULAÇÃO DO MUNDO VAI PARAR DE CRESCER?

                    Provavelmente sim, em 2050. Mas isso vai trazer

                                          alguns problemas. 

      “A batalha para alimentar toda a humanidade acabou. Nas próximas décadas, centenas de milhões de pessoas vão morrer de fome, apesar de qualquer plano de emergência iniciado agora. A esta altura, nada pode impedir o aumento substancial da mortalidade mundial”, alerta Paul Ehrlich em seu mais famoso livro, publicado em... 1968. Pois é: a bomba populacional não estourou. Nos anos 70 e 80, a agropecuária aumentou sua produtividade e a taxa de natalidade despencou no mundo inteiro, levando ao quase consenso de que a população mundial vai se estabilizar em torno de 9 bilhões de pessoas ali por 2050. E essa freada brusca vai transformar o mundo.

      Um artigo de Jack Goldstone, publicado na última edição da revista Foreign Affairs, mostra que o importante não é tanto o tamanho da população, mas onde ela diminui e onde cresce, e aponta quatro tendências. A primeira já está em curso há muito tempo: em 2050, a maioria dos terráqueos vai viver em grandes cidades – e haja esgoto, hospital e ruas para tanta aglomeração. Outras duas dizem respeito aos países mais ricos: além de sua população envelhecer e diminuir, Europa, EUA e Canadá vão representar menos riqueza – apenas 30% do PIB mundial em 2050, menos que antes da Revolução Industrial.

      Por fim, 70% do crescimento mundial deve se concentrar em países com maioria ou grande população islâmica. Ou seja, é bom Ocidente e Oriente Médio começarem a se entender, antes que o mundo fique pequeno demais para os dois.

                    Texto de Emiliano Urbin – Revista SuperInteressante – março 2010.

Leia:

Pois é: a bomba populacional não estourou.

A metáfora presente nessa afirmação nos remete à expressão

Alternativas
Q658222 Português
Em qual alternativa há eufemismo?
Alternativas
Q657379 Português

Observe:

Alma minha gentil que te partiste

tão cedo desta vida descontente

repousa lá no Céu eternamente,

e viva eu cá na terra sempre triste. (Camões)

Que figura de linguagem está presente no verso destacado acima?

Alternativas
Q649801 Português

Analise as afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. O sujeito oculto é um caso de elipse.

II. As chamadas “orações sem sujeito” contrariam a ideia de que o sujeito é um termo essencial da oração.

III. O agente da passiva é um termo acessório da oração.

Alternativas
Q246432 Português
Analise as afirmativas abaixo e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. O enunciado "Declaro suspensa esta sessão" só é realmente um ato de fala performativo se as condições de felicidade para seu proferimento forem atendidas.

II. Quando a língua portuguesa toma uma palavra emprestada de outra língua, ela impõe a essa palavra as características fonológicas do português.

III. A metáfora é um fenômeno da linguagem literária o qual não ocorre comumente na linguagem diária.
Alternativas
Q246428 Português
Assinale a alternativa correta considerando as afirmativas abaixo.

I. A metonímia se processa no eixo paradimático.

II. A metáfora é uma forma de se conceber uma coisa em termos de outra.

III. "Comer como um passarinho" é um exemplo de metáfora zoomórfica.
Alternativas
Q245629 Português
Pode-se afirmar que a relação estabelecida entre "os cachorros pequenos" (linha 3) e "pastores de Shetland [...] terriers. beagles e dachshunds' ' (linhas 4 e 5) é uma relação de:
Alternativas
Q193674 Português

Correlacione as colunas e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

1. Eufemismo

2. Hipérbole 

3. Hipérbato 

4. Sinestesia 

( ) Enriqueceu por outros caminhos que não os legais.

( ) Tristeza não posso sentir mais depois de tudo o que aconteceu.

( ) Iria lá de novo 5000 vezes se fosse preciso.

( ) O céu alaranjado tinha cheiro de saudade. 

Alternativas
Q193657 Português
O período: “Lia Drummond com grande paixão.” apresenta uma figura de linguagem. Em uma das alternativas, esse tipo de figura se repete. Assinale-a.
Alternativas
Q193650 Português

Japão lança nave movida pela energia do sol

'Pipa solar' será empurrada pela pressão da luz


    Na época de veículos "verdes", os ônibus espaciais estão indo para o ferro-velho e as primeiras "pipas espaciais" ou "veleiros solares", movidos apenas pelo sol, começam a aparecer.

    Nesta segunda-feira, às 18h44 (horário de Brasília), a Agência Espacial Japonesa (Jaxa) tentará lançar o primeiro veículo desse tipo, a sonda Ikaros, que chegará perto de Vênus movida por uma espécie de vela que gera movimento quando se choca com fótons – as partículas que carregam a luz.

    Quando chegar ao Espaço, a nave será parecida com um carretel, com a vela toda enrolada. Girando, em algumas semanas, o tecido – cerca de dez vezes mais fino que um fio de cabelo – se desdobrará, e o objeto ganhará a forma de um quadrado de 14 metros de lado com uma pequena carga útil no centro. A ideia é que a nave comece sua jornada devagar, mas que ganhe aceleração continuamente.

    Para dirigir a "pipa solar", os japoneses prepararam um sistema que aumenta ou diminui a reflexão nas bordas do tecido, fazendo com que um lado ou outro acelere mais. Também será levado a bordo, para testes, um jato propulsor movido a gás e energia solar que consegue mudar a trajetória da sonda.

    Como não terá estrutura para sustentar as velas, a nave Ikaros irá contar com a força centrífuga – que faz pressão de dentro para fora – para manter o tecido esticado. Serão colocados quatro pequenos pesos na ponta da vela para puxá-la para fora, e a nave ficará eternamente girando sobre si mesma.

    Grande parte da trajetória do Ikaros será paralela à da sonda Akatsuki, que analisará a atmosfera de Vênus e entrará em órbita nesse planeta. A nave solar, contudo, seguirá adiante e dará a volta em torno do sol. Como não utilizam combustível, as naves que se movem apenas pela luz são uma grande esperança em viagens especiais muito longas, impossíveis de serem feitas com os foguetes tradicionais.

    Duas tentativas de lançar veículos como o Ikaros já foram feitas, mas tiveram problemas no lançamento. No final de 2010, a Planetary Society – uma das maiores ONGs do mundo dedicada à astronomia – pretende colocar no Espaço a sonda LightSail-1, também para testar a tecnologia da "navegação solar".

    O nome Ikaros, apesar de ser uma sigla (Interplanetary Kite-craft Accelerated by Radiation Of the Sun ou "Nave-pipa Interplanetária Acelerada pela Radiação do Sol") lembra o personagem da mitologia grega Ícaro.

    Segundo a lenda, o jovem alçou voo usando uma asa fabricada com penas e cera, mas se inebriou com a sensação de deixar o chão e chegou perto demais do sol. Suas penas derreteram e ele caiu no mar, morrendo afogado.

    Os engenheiros japoneses, é claro, esperam que a história da nave-pipa tenha um final diferente.

(DefesaNet/17 maio 2010) 

Observe o trecho abaixo.

“O nome Ikaros, apesar de ser uma sigla (Interplanetary Kite-craft Accelerated by Radiation Of the Sun ou 'Nave-pipa Interplanetária Acelerada pela Radiação do Sol') lembra o personagem da mitologia grega Ícaro.
Segundo a lenda, o jovem alçou voo usando uma asa fabricada com penas e cera, mas se inebriou com a sensação de deixar o chão e chegou perto demais do sol. Suas penas derreteram e ele caiu no mar, morrendo afogado."

Pode-se afirmar que o nome dado à nave explora um recurso literário. Assinale-o.

Alternativas
Ano: 2009 Banca: ITA Órgão: ITA Prova: ITA - 2009 - ITA - Aluno - Português e Inglês |
Q677454 Português

No último livro que publicou em vida, Teia (1996), a escritora Orides Fontela escreveu o poema ao lado.

Imagem associada para resolução da questão

Podemos afirmar que:

I. nem a parte I nem a II indicam que o pássaro “joão-de-barro” pode ser visto como metáfora de um determinado tipo social.

II. apenas a parte III sugere que o trabalho feito pelo joão-de-barro aproxima-se daquele feito por um operário.

III. o poema, em seu todo, aproxima metaforicamente o “joão-de-barro” de um trabalhador brasileiro (um “João”, como o título indica).

IV. como no caso do pássaro, também para o operário vale a idéia de que o homem faz o trabalho e o trabalho faz o homem.

Estão corretas apenas as afirmações:

Alternativas
Q676318 Português

O francês Julio Verne, que morreu em 1905, escreveu sobre viagens ao fundo do mar, à Lua e pelos ares muito antes que o submarino moderno, o foguete e o avião fossem inventados.

Revista Veja. Edição 2127, ano 42, n.34, de 24 de agosto de 2009. p.96                           

Assinale a alternativa que apresenta o nome da figura de construção ou de sintaxe que caracteriza a omissão da expressão da questão anterior.
Alternativas
Q676317 Português

O francês Julio Verne, que morreu em 1905, escreveu sobre viagens ao fundo do mar, à Lua e pelos ares muito antes que o submarino moderno, o foguete e o avião fossem inventados.

Revista Veja. Edição 2127, ano 42, n.34, de 24 de agosto de 2009. p.96                           

No fragmento acima, ocorreu a omissão de uma expressão. Assinale a alternativa que apresenta a expressão que foi omitida.
Alternativas
Q664719 Português

Leia:

I- ... esta saudade fina de Pasárgada é um veneno gostoso dentro do meu peito.

II- A noite chora de frio, e o mendigo na calçada clama por um abrigo.

III- ... o essencial é achar-se as palavras que o violão pede e deseja.

Há prosopopéia em

Alternativas
Q646584 Português
Assinale a alternativa em que há um exemplo de anacoluto.
Alternativas
Q645147 Português

                                     Bruno Lichtenstein

                                                                                                                    Rubem Braga

                                                                                                             18 de Julho de 1939

      Foi preso o menino Bruno Lichtenstein, que arrombou a Faculdade de Medicina. O menino Bruno Lichtenstein não é arrombador profissional. Apenas acontece que o menino Bruno Lichtenstein tem um amigo, e esse amigo é um cachorro, e esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. O poeta mineiro Djalma Andrade tem um soneto que acaba mais ou menos assim:

                               "se entre os amigos encontrei cachorros,

                                 entre os cachorros encontrei-te, amigo".

      Mas com toda a certeza o menino Bruno Lichtenstein jamais leu esses versos. Também com certeza nunca lhe explicaram o que é vivissecção, nem lhe disseram que seu cão ia ser vivisseccionado. Tudo o que ele sabia é que lhe haviam carregado o cachorro e que iam matá-Io. Se fosse pedi-Io, naturalmente, não o dariam. Quem, neste mundo, haveria de se preocupar com o pobre menino Bruno Lichtenstein e o seu pobre cão? Mas o cachorro era seu amigo - e estava lá, metido em um porão, esperando a hora de morrer. E só uma pessoa no mundo podia salvá-Ia: um menino pobre chamado Bruno Lichtenstein. Com esse sobrenome de principado, Bruno Lichtenstein é um garoto sem dinheiro. Não pagará a licença de seu amigo. Mas Bruno Lichtenstein havia de salvar a vida de seu amigo - de qualquer jeito. E jeito só havia um: ir lá e tirar o cachorro. De longe, Bruno Lichtenstein chorava, pensando ouvir o ganido triste de um condenado à morte. via homens cruéis metendo o bisturi na carne quente de seu amigo: via sangue derramado. Horrível, horrível. Bruno Lichtenstein sentiu que seria o último dos infames se não agisse imediatamente.

      Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade.

      Um vulto se destacou em um salto - e um focinho e úmido lambeu a mão de Bruno Lichtenstein. Agora era para a rua, para a liberdade, para a vida ... 

      Bruno Lichtenstein, da cabeça aos pés, tremia de susto e de alegria. Foi aí que ele ouviu uma voz áspera e espantada de homem. Era o dr. Loforte. O dr. Loforte surpreendeu o menino. Um menino podre, que tremia, que havia arrombado a Faculdade. Só podia ser um ladrão! Bruno Lichtenstein não explicou nada - e fez bem. Para o dr. Loforte um cachorro não é um cachorro - é um material de estudo como outro qualquer.

      Na polícia apareceu o pai do menino. O pai, o professor e o delegado conversaram longamente - e Bruno Lichtenstein não ouvia nada. Só ouvia, lá longe, o ganir de um condenado à morte.

      Já te entregaram o cachorro, esse cachorro ia ser trucidado cientificamente, para estudos, na Faculdade de Medicina. Tu o mereceste, porque tu foste amigo. Não te deram nem te darão medalha nenhuma - porque não há medalha nenhuma para distinguir a amizade. Mas te entregaram o teu cachorro, o cachorro que reivindicaste como um pequeno herói. Tu é um homem, Bruno Lichtenstein - um homem no sentido decente da palavra, muito mais homem que muito homem. Um aperto de mão, Bruno Lichtenstein.

O texto acima foi extraído do livro "1939 - Um episódio em Porto Alegre (Uma fada no front)", Ed. Record Rio de Janeiro, 2002 - pág. 37. 

Lido o texto, observe atentamente cada quesito e assinale somente UMA opção correta em cada questão. 

"Agiu. Escalou uma janela, arrebentou um vidro, saltou. Estava dentro do edifício. Andando pelas salas desertas, foi até onde estava o seu amigo. Sentiu que o seu coração batia mais depressa. Deu um assovio, um velho assovio de amizade." (3° parágrafo)

Nessa passagem, uma figura confere coesão ao texto. Trata-se de

Alternativas
Q507085 Português
Leia:

I- “Meses depois fui para o seminário São José. Se eu pudesse contar as lágrimas que chorei na véspera e na manhã, somaria mais que todas as vertidas desde Adão e Eva."

II- “Levamos-te cansado ao teu último endereço
Vi com prazer
Que um dia afinal seremos vizinhos
Conversaremos longamente
De sepultura a sepultura
No silêncio das madrugadas."

III- “A pobreza do eu
A opulência do mundo
A opulência do eu
A pobreza do mundo"

As figuras de linguagem presentes nos textos acima são, respectivamente,
Alternativas
Q172736 Português
"Voltemos à casinha. Não serias capaz de lá entrar hoje, curioso leitor; envelheceu, enegreceu, apodreceu, e o proprietário deitou-a abaixo para substituí-la por outra, três vezes maior, mas juro-te que muito menor que a primeira. O mundo era estreito para Alexandre; um desvão de telhado para as andorinhas."
( Machado de Assis )

Nos trechos sublinhados acima temos, respectivamente, as seguintes figuras de linguagem:
Alternativas
Respostas
281: A
282: B
283: D
284: C
285: C
286: D
287: D
288: B
289: D
290: A
291: C
292: A
293: E
294: B
295: A
296: C
297: A
298: D
299: A
300: B