Questões Militares Comentadas sobre estrutura das palavras: radical, desinência, prefixo e sufixo em português

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Q293298 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Considerando os adjetivos pátrios, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q293297 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Considerando os adjetivos e suas respectivas locuções adjetivas, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q293296 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Considerando o aumentativo dos substantivos, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q293295 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Considerando o singular e o plural dos substantivos, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q293294 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Considerando o masculino e o feminino dos substantivos, assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q293293 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Assinale a alternativa que completa corretamente as frases abaixo, observando o coletivo, respectivamente.


I. Uma porção de ladrões forma um(a) ..................................

II. Uma porção de músicos forma um(a) ................................

III. Uma porção de aves forma um ...................................

IV. Uma porção de navios de guerra forma uma .....................

V. Uma porção de soldados de cavalaria forma um(a) ..................

Alternativas
Q293292 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q293291 Português
Texto I
Se um dia, já homem feito e realizado, sentires que a terra cede a teus pés, que tuas obras desmoronam, que não há ninguém à tua volta para te estender a mão, esquece a tua maturidade, passa pela tua mocidade, volta à tua infância e balbucia, entre lágrimas e esperanças, as últimas palavras que sempre te restarão na alma: minha mãe, meu pai.
 (Rui Barbosa)
Considerando a frase extraída e adaptada do texto: “as palavras que sempre te restarão”, a alternativa que apresenta, na ordem em que aparecem as palavras, a classificação morfológica correta é:

Alternativas
Q245221 Português
Assinale a alternativa cujas palavras possuem apenas o radical como elemento mórfico.
Alternativas
Q244686 Português
Quanto à estrutura e formação de palavras, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q111717 Português
Com base no texto acima, julgue os próximos itens.
Os vocábulos “Repartição” (Imagem 002.jpg.4), “reproduzidos” (Imagem 002.jpg.9) e “recebiam” (Imagem 002.jpg.12) são formados por prefixação.
Alternativas
Q684439 Português

Leia o texto:

“Fritar hambúrguer, trabalhar como caixa, reposicionar cerveja na gôndola e conferir o pedido de caixas de refrigerantes e salgadinhos já são tarefas familiares para muitos executivos de primeira linha.

Dirigentes de grandes empresas [...] estão saindo das mesas de escritórios, tirando as gravatas e arregaçando as mangas ao encontro dos consumidores, para reforçar as vendas das empresas.”

Em relação ao gênero dos substantivos destacados, é incorreto afirmar que

Alternativas
Q658303 Português

Cultura desbotada 

Daniel Piza

Antigamente havia uma noção razoavelmente disseminada de que ter “cultura geral” era importante, de que fazia parte dos requisitos da cidadania. Hoje, na suposta Era da Informação, é difícil imaginar compromisso mais fora de moda. Mesmo artistas, escritores e professores têm lacunas tremendas na formação cultural. Como se via na seção “Antologia pessoal” que este caderno mantinha, eles não leram muitos clássicos, dominam mal os conceitos filosóficos e científicos e se interessam pouco por história. Penso em diretores de cinema como Bergman e Fellini, no conhecimento amoroso que tinham de literatura, teatro, pintura e música, e comparo com os atuais, dos quais tenho conhecido alguns. A diferença de repertório é abissal e, mais importante, se manifesta nos filmes, hoje tão mais vazios.

Ou então leio Assunto Encerrado, de Ítalo Calvino, livro de 1980 que acaba de sair aqui (Companhia das Letras), e não consigo escapar da pergunta: não se faz mais gente assim? Calvino conversa com o leitor de modo erudito e sedutor ao mesmo tempo, sobre os mais diversos assuntos, e sempre com algo próprio a dizer. Ele critica, por exemplo, os que não entenderam a lição de Flaubert, pois a tomaram por um exercício linguístico em vez da experiência vital, e diz que isso resultou em “romances desbotados, como a água da lavagem dos pratos, em que nada a gordura de sentimentos requentados”. Como se vê, Calvino, que critica o formalismo de Barthes, o escapismo dos beatniks e elogia o cientista Galileu como um dos maiores prosadores da língua italiana, não é o pós-modernista que muitos de seus fãs querem nos fazer crer. Por sinal, gosto muito de sua ficção em O visconde partido ao meio e As cidades invisíveis, embora ele mesmo confesse uma opção pelos personagens “sem introspecção”; mas o ensaísta de Seis propostas para o próximo milênio e Por que ler os Clássicos merece ser mais lido do que nunca. São livros perfeitos para que se entenda que ter cultura não é acumular referências, e sim um processo orgânico no qual o prazer é fundamental, desde que não seja visto como mera reação emocional a estímulos de superfície. No Brasil é comum que pseudointelectuais torçam a vista para a palavra “prazer” aplicada a obras de arte e pensamento que eles julgam sacrossantas porque, na verdade, sua inteligência – ou de seus orientadores universitários – não as alcança.

Inteligência, claro, também parece tão fora de moda quanto usar chapéus. Programas de TV e revistas falam o tempo todo em “tipos de inteligência” ou em “inteligência emocional”, mas não conseguem disfarçar o sabor de vingança que sentem com esse desprestígio do raciocínio articulado, formado por leituras atentas. E desvincular inteligência e cultura é outra tática que só serve ao conservadorismo dos nossos tempos, ao consumismo sentimental que emana da mídia sem parar. Sim, há pessoas que leram muito e continuam burras, mas isso porque leem burramente... O difícil é querer que as pessoas realmente inteligentes não sejam curiosas por natureza, atraídas pelo conhecimento porque sabem que sem ele não há equipamento mental que se aprimore.

Essa overdose audiovisual, adversária da concentração sem a qual não existe formação – e toda formação exige alto grau de autodidatismo –, é apenas uma das causas do crescente desbotamento cultural da humanidade. A visão do intelectual como um sujeito ou insensível ou desajeitado, ainda que muitos intelectuais a confirmem, tem outras motivações históricas. Pode reparar que nos filmes de ação, sobretudo americanos, os vilões são sempre mais “sofisticados” que os heróis; se estes triunfam, é porque têm bom coração. Em parte isso tem a ver com os estereótipos sobre o nazismo, que provocam a pergunta banal sobre “como alguém que escuta Schubert pode matar milhões de pessoas” (escutar Schubert não é atestado moral); mas, na verdade, os antecede, como na cultura rousseauniana que as Américas adotaram.

Já passa da hora de entender que a aproximação a uma cultura mais voltairiana, “europeia” no melhor sentido (não dessa Europa deprimida e deprimente de Berlusconis e Sarkozys), faria bem ao mundo. Nesse extraordinário livro com os textos para a rádio BBC, Ouvintes Alemães (Zahar), Thomas Mann – outro exemplo de artista-intelectual em extinção – critica a mutilação da noção de Europa pelos nazistas: “Ela era o contrário da estreiteza provinciana, do egoísmo ilimitado, da brutalidade nacionalista e da falta de educação; significava liberdade, amplitude, espírito e bondade. ‘Europa’, isso era um patamar, um padrão cultural.” Mann demonstra ainda o que é cosmopolitismo ao criticar seu próprio país: “O nazismo é uma caricatura terrível de todas as fraquezas e loucuras da essência alemã, a ponto de corrermos o perigo de esquecer suas virtudes.” Não existem povos eleitos.

Aqui chegamos a outro motivo da desvalorização da “cultura geral”: a campanha contra o tal eurocentrismo, contra a civilização ocidental que, com seus “machos brancos” ou seus recalques vitorianos, teria calado as demais – campanha que, ironicamente, começou nas academias da Europa. Mas o Renascimento e o Iluminismo, assim como a arte moderna, são criações europeias que evidentemente a distinguem de outras civilizações – como a islâmica ou a chinesa, que tinham estado à sua frente em séculos anteriores. Familiarizar-se com todas elas é o caminho, mas ele implica não renegar a importância cultural da história polifônica que vai de Dante a Picasso e de Galileu a Einstein.

Há também a questão do trabalho cada vez mais especializado, que compartimenta os saberes em jargões e pretensões. Mas o melhor especialista é o que se beneficia do contato com outras áreas, e hoje felizmente se começa a ver que um olhar transversal ou multidisciplinar é indispensável. E uma cultura não vive apenas de especialistas. Basta lembrar jornalistas como Otto Lara Resende, Antonio Callado, Paulo Francis: todos liam muito sobre história e tinham a liberdade de se interessar por diversos temas. O grande inimigo, porém, é a noção de que vivemos num eterno presente, como se o reexame da tradição não fosse fundamental para as ideias e as artes. E tome uma “elite” cada vez mais antenada e cada vez mais inculta.

 
A respeito da estrutura das palavras, assinale a alternativa que esteja em desacordo com as normas gramaticais:
Alternativas
Q505855 Português
Leia o trecho abaixo.

Quando gotas de água fria são transportadas para grandes altitudes por fortes e rápidas correntes de ar ascendente, dentro dessas nuvens tem-se a condição ideal para a formação do granizo.

Quanto às palavras destacadas, analise as afirmações abaixo, marque V para verdadeiro ou F para falso e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) São formadas por derivação regressiva.
( ) São formadas por radical mais sufixo.
( ) As duas primeiras são paroxítonas e a última é oxítona.
Alternativas
Q246415 Português
Verifique nas afirmativas abaixo, onde os elementos destacados de cada vocábulo, em negrito, estão corretamente identificados e, a seguir, assinale a alternativa correta.

I. Em "Prefiro me abster nesta situação caótica", "abs-" é um prefixo indicador de negação.

II. Em "O trabalho deve ser entregue digitado", "digit-" é um radical latino que significa "dedo".

III. Em "Fiz vestibular para o curso noturno", "-urno" é um sufixo indicador de duração.

IV. Em "Esse vestido está muito indecente", "in-" é um prefixo indicador de mudança de estado.

V. Em "Quando crescer,ele será muito famoso", "-oso" é um sufixo indicador de abundância.
Alternativas
Q193660 Português
Leia o trecho abaixo e, em seguida, assinale a alternativa que completa a lacuna corretamente, tendo em vista como exemplo as palavras destacadas.

A potência da queima dos gases sobre o pistão é calculada através de aparelhos chamados indicadores, medindo diretamente as pressões dentro do cilindro.

O (A) _________ existe quando duas letras representam o mesmo fonema.
Alternativas
Q190772 Português
Em relação ao texto, que afirmativa está correta?

Alternativas
Q676293 Português
Segundo Camara Jr., a flexão de gênero é exposta de uma maneira incoerente e confusa nas gramáticas tradicionais do português, porque
Alternativas
Q676291 Português
Segundo Camara Jr, há, em princípio, três critérios para classificar os vocábulos formais de uma língua. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um desses critérios.
Alternativas
Q666711 Português

Leia:

“A liberdade que não faz uma coisa porque teme o castigo não está ‘eticizando-se’.” (Paulo Freire)

Paulo Freire vale-se das aspas no termo eticizando-se porque cria um verbo a partir do substantivo ética. Quanto à sua grafia, pode-se dizer que o autor

Alternativas
Respostas
81: D
82: B
83: A
84: C
85: D
86: C
87: A
88: B
89: A
90: D
91: E
92: C
93: A
94: B
95: D
96: B
97: D
98: C
99: A
100: B