Questões Militares Sobre análise sintática em português

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Q1337269 Português
Observe:
“Hoje, em vez de agendar encontros com os amigos, com antecedência, como se fazia há alguns anos[...]” (l.19/20)
Marque a alternativa em que a relação sintático-semântica é diferente do que se estabelece no trecho acima.
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Ano: 2017 Banca: FUNDATEC Órgão: PM-RS Prova: FUNDATEC - 2017 - PM-RS - Soldado |
Q1333168 Português
A questão referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Considere a seguinte oração, retirada do texto, e o que se afirma sobre ela.
[...] o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo [...].
I. Tem sujeito simples e predicado nominal. II. O termo “uma constante” é objeto direto. III. O termo “ao crime” é complemento nominal.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1328992 Português

Leia o Texto 03 para responder aos item.


Analise os períodos apresentados a seguir.


I. “vestiu o avental de cozinheiro para investigar métodos de cozimento”. (1. 06-07)

II. “Há comidas muito atrativas, como batatas fritas, que dão trabalho para fazer”. (1. 13-14)

III. “Como jornalistas, contando histórias que estimulem as pessoas a voltar para a cozinha”. (1. 32)

Assinale a alternativa em que a palavra “para” NÃO introduz oração subordinada.


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Q1327415 Português

Observe o fragmento abaixo:

Em casa

• Sempre que puder, ajude seus pais em tarefas como arrumar as camas e regar as plantas.

• Fique ligado para não desperdiçar água e energia. Se todos economizarem, não vai faltar para ninguém.” (linhas 22-25)


As palavras destacadas, no fragmento anterior, expressam, respectivamente, ideia de: 

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Q962709 Português
Considerando-se as elocuções das duas personagens da tira, é correto afirmar:
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Q962706 Português

Quanto aos elementos linguísticos que estruturam as informações veiculadas no texto, está correto o que se afirma em


I. Os termos “uma busca incessante" (l. 2) e “a mercadoria" (l. 11) exercem a mesma função sintática, já que complementam o sentido de uma forma verbal.

II. O conector “e” (l. 12) estabelece com a oração a que se liga uma relação igual à que indica "mas também” (l. 45) no contexto em que está inserido.

III. A forma verbal "transformou-se” (l. 16) apresenta-se com regência diferente da revelada por "define-se” (l. 18), embora ambas estejam flexionadas na mesma voz.

IV. As expressões "por estratégias de marketing agressivas” (l. 24) e “pelos mais próximos e queridos” (l. 37) funcionam com agentes das ações expressas por “ somos [...] bombardeados" (l. 23-24) e por “ser cuidado" (l. 37).

V. A partícula “se”, em "paga-se" (l. 27) e em "pode se tornar” (l. 28), é um pronome apassivador, pois os verbos pagar e tomar se encontram na passiva analítica.


A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a

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Q924083 Português

TEXTO IV




Infográfico retirado da reportagem “O celular que escraviza”, da Revista Época,15/06/2012. Disponível em <http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/06/o-celular-que-escraviza.html>. Último acesso, 03/10/2017.

Sobre o texto IV, responda à questão.
No período “As estimativas sugerem que o número de hiperconectados só deve aumentar” (texto IV), a oração sublinhada
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Q924078 Português

TEXTO III


O celular que escraviza


Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito. Quando é a hora de desligar?





Reportagem de Rafael Barifouse e Isabella Ayub, Revista Época,15/06/2012. Disponível em <http://revistaepoca.globo.com/vida/noticia/2012/06/o-celular-que-escraviza.html>. Último acesso em 03 de outubro de 2017.

Sobre o texto III, responda à questão.
No trecho “O cérebro só faz bem uma coisa ou outra. (...) Dirigir falando ao telefone duplica o risco de um acidente.” (l. 41-43), a oração reduzida de gerúndio pode ser desenvolvida sem mudança de sentido em
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Q924074 Português
TEXTO II

Fiu-fiu
                                                        Luis Fernando Veríssimo

Existe coisa mais melancólica do que uma mesa de quatro pessoas, num restaurante, em que três estão dedilhando seus smartphones e uma está falando sozinha?



Jornal O Globo, 03/08/2014. Disponível em <https://oglobo.globo.com/opiniao/fiu-fiu-13464128>. Último acesso em 30 de setembro de 2017.

Sobre o texto II, responda à questão.
O termo “fiu-fiu” aparece três vezes no penúltimo parágrafo do texto. Que recurso estilístico ele representa e que funções sintáticas assume nas três ocorrências, respectivamente?
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Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868962 Português
No trecho “Viu um menino saindo desta casa?” - linha 26 – o complemento do verbo e termo acessório são, respectivamente,
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Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868960 Português
Quantas orações pode-se observar no seguinte período “- Fico, mas vou empurrar esta cadeira. E o barulho recomeçou.” - linhas 64 a 65?
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Ano: 2017 Banca: Marinha Órgão: CFN Prova: Marinha - 2017 - CFN - Soldado Fuzileiro Naval |
Q868953 Português
No trecho “A calma que baixou então na sala era vagamente inquietante” - linhas 22 e 23 – a oração em destaque pode ser classificada como
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Q859320 Português

Leia o texto de Drauzio Varella para responder à questão.


      Passei dois anos escrevendo o livro que acabo de terminar. A tarefa não foi realizada em tempo integral, mas nos momentos livres que ainda me restam.

      Há escritores que precisam de silêncio, solidão e ambiente adequado para a prática do ofício. Se fosse esperar por essas condições, teria demorado 20 anos para publicá-lo, tempo de vida de que não disponho, infelizmente.

      Por força da necessidade, aprendi a escrever em qualquer lugar em que haja espaço para sentar com o computador. Por exemplo, nas salas de embarque durante as viagens de bate e volta que sou obrigado a fazer. Consigo me concentrar apesar das vozes esganiçadas que anunciam os voos, os atrasos, as trocas de portões, a ordem nas filas, os nomes dos retardatários.

      Mal o avião levanta voo, puxo a mesinha e abro o computador. Estou nas nuvens, às portas do paraíso celestial. O telefone não vai tocar, ninguém me cobrará o texto que prometi, a presença na palestra para a qual fui convidado, os e-mails atrasados.

      Minha carreira de escritor começou com “Estação Carandiru”, publicado quando eu tinha 56 anos. Foi tão grande o prazer de contar aquelas histórias, que senti ódio de mim mesmo por ter vivido meio século sem escrever livros.

      A dificuldade vinha da timidez e da autocrítica. Para mim, o que eu escrevesse seria fatalmente comparado com Machado de Assis, Gógol, Faulkner, Joyce, Pushkin, Turgenev ou Dante Alighieri. Depois do que disseram esses e outros gênios, que livro valeria a pena ser escrito?

      A resposta encontrei em “On Writing”, livro que reúne entrevistas e textos de Ernest Hemingway sobre o ato de escrever. Em conversa com um estudante, Hemingway diz que, ao escritor de nossos tempos, cabem duas alternativas: escrever melhor do que os grandes mestres já falecidos ou contar histórias que nunca foram contadas.

      De fato, se eu escrevesse melhor do que Machado de Assis, poderia recriar personagens como Dom Casmurro ou descrever com mais poesia o olhar de ressaca de Capitu.

      Restava a outra alternativa: a vida numa cadeia com mais de 7.000 presidiários, na cidade de São Paulo, nas últimas décadas do século 20, não poderia ser descrita por Tchékhov, Homero ou pelo padre Antonio Vieira. O médico que atendia pacientes no Carandiru havia dez anos era quem reunia as condições para fazê-lo.

      Seguindo o mesmo critério, publiquei outros livros. Às cotoveladas, a literatura abriu espaço em minha agenda. Há escritores talentosos que se queixam dos tormentos e da angústia inerentes ao processo de criação. Não é o meu caso, escrever só me traz alegria.

      Diante da tela do computador, fico atrás das palavras, encontro algumas, apago outras, corrijo, leio e releio até sentir que o texto está pronto. Às vezes, ficou melhor do que eu imaginava. Nesse momento sou invadido por uma sensação de felicidade plena que vai e volta por vários dias.

                                                                  (www.folha.uol.com.br, 13.05.2017. Adaptado) 

Considere os sentidos estabelecidos pelos vocábulos em destaque nas passagens do texto:


• Foi tão grande o prazer de contar aquelas histórias, que senti ódio de mim mesmo por ter vivido meio século sem escrever livros. (5° parágrafo)

• Para mim, o que eu escrevesse seria fatalmente comparado com Machado de Assis, Gógol, Faulkner, Joyce, Pushkin, Turgenev ou Dante Alighieri. (6° parágrafo)


Nos contextos em que são empregados, os vocábulos em destaque – que e ou – estabelecem, respectivamente, relação de

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Q858170 Português

Considere a seguinte oração, retirada do texto, e o que se afirma sobre ela.

[...] o impulso ao crime não é uma constante na vida do indivíduo [...].


I. Tem sujeito simples e predicado nominal.

II. O termo “uma constante” é objeto direto.

III. O termo “ao crime” é complemento nominal.

Quais estão corretas?

Alternativas
Q858169 Português
As alternativas seguintes trazem propostas de substituição de elementos no texto. Assinale aquela que NÃO pode ser aceita sob pena de prejudicar sintaticamente o segmento em que se encontra.
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Q857634 Português

No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1BBB, julgue o próximo item.

No período “As células imploram pelo açúcar que não conseguem receber, e que sai, literalmente, na urina” (l. 11 a 13), o vocábulo “que”, nas duas ocorrências, tem o mesmo referente e desempenha a função sintática de sujeito nas orações em que se insere.

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Q857522 Português

Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CG2A1CCC, julgue o seguinte item.

A locução “mas também” (l.15) estabelece uma relação de oposição no período em que ocorre.
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Q856453 Português

      AUTOR – Eu sou o autor de uma mulher que inventei e a quem dei o nome de Ângela Pralini. Eu vivia bem com ela. Mas ela começou a me inquietar e vi que eu tinha de novo que assumir o papel de escritor para colocar Ângela em palavras porque só então posso me comunicar com ela.

      Eu escrevo um livro e Ângela outro: tirei de ambos o supérfluo.

      Eu escrevo à meia-noite porque sou escuro. Ângela escreve de dia porque é quase sempre luz alegre.

      Este é um livro de não memórias. Passa-se agora mesmo, não importa quando foi ou é ou será esse agora mesmo.

      (…)

      ÂNGELA – Viver me deixa trêmula.

      AUTOR – A mim também a vida me faz estremecer.

      ÂNGELA – Estou ansiosa e aflita.

      AUTOR – Vejo que Ângela não sabe como começar. Nascer é difícil. Aconselho-a a falar mais facilmente sobre fatos? Vou ensiná-la a começar pelo meio. Ela tem que deixar de ser tão hesitante porque senão vai ser um livro todo trêmulo, uma gota d’água pendurada quase a cair e quando cai divide-se em estilhaços de pequenas gotas espalhadas. Coragem, Ângela, comece sem ligar para nada.

(Clarice Lispector. Um sopro de vida)

Em relação aos períodos “Viver me deixa trêmula.” e “Vejo que Ângela não sabe como começar.”, é corretor afirmar que
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Q856438 Português

   Leia o texto para responder a questão.

 

A tensão com a violência na disputa entre grupos de traficantes e em meio a uma megaoperação de segurança na favela da Rocinha (zona sul do Rio) e arredores, neste sábado [23.09.2017], teve um saldo de três suspeitos mortos, uma criança ferida e nove homens presos no Rio de Janeiro. Houve intensa troca de tiros no início da tarde, depois de registro de tiros durante a madrugada.

      O tiroteio do início da tarde, que aparentemente ocorria na parte alta da comunidade, durou cerca de dez minutos, por volta das 13h, e obrigou militares e jornalistas a se abrigarem na 11ª DP, que fica no pé da favela. Ainda não há informações sobre o que teria desencadeado o tiroteio.

      A Polícia Militar trocou tiros com suspeitos em pontos do Alto da Boa Vista, da Tijuca e de Santa Teresa. Nos dois primeiros casos, a Polícia Civil confirmou a suspeita de vínculo com os conflitos na Rocinha.

                                                                (UOL. https://noticias.uol.com.br. 23.09.17. Adaptado)

Na passagem “…e obrigou militares e jornalistas a se abrigarem na 11ª DP, que fica no pé da favela.” (2° parágrafo), a oração em destaque traduz sentido de
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Q852544 Português

Texto 03


Jejum

A dieta do “ainda não”


      (...)

      Jejuar e caçar

      A história da humanidade é a história da comida – ou melhor, da fome. O primeiro ser que podemos chamar de “humano”, o Homo erectus, nosso ancestral, surgiu há 2 milhões de anos. A agricultura tem só 13 mil. Nesse meio tempo, que corresponde a precisamente 99,3% da nossa história, fomos caçadores.

      A vida de caçador não é fácil. Um guepardo gasta 40% de todas as calorias que consome em basicamente dois piques diários de 120 km/h, de que lança mão para conseguir suas presas. Cada corrida não chega a durar um minuto e, se a presa escapar, talvez só apareça outra no dia seguinte.

      Se é difícil para um guepardo, imagine para os nossos ancestrais. Eles viviam uma rotina com mais dias de vacas magras do que de vacas gordas. E mesmo nos dias de caça abundante nos faltava o que ainda falta aos leões: geladeira para guardar as sobras. A fome estava sempre à espreita. Longos períodos de jejum, então, eram parte da vida deles. E isso ficou impresso nos nossos genes – até por isso o corpo humano aguenta, pelo menos, três semanas sem comida.

      “O comportamento alimentar dos seres humanos era baseado em grandes oscilações energéticas, consequência dos longos períodos de jejum seguidos de alimentação farta. Por isso, alguns autores acreditam que o genótipo humano estaria perfeitamente adaptado para condições extremas de fome seguidas de períodos de superalimentação”, diz a nutricionista Fernanda Reis de Azevedo, da Faculdade de Medicina da USP.

SUPERINTERESSANTE. Edição 378 – agosto 2017 – Seção Saúde, Texto Clarissa Barreto, pag. 56/57).

Dos termos em destaque nas opções abaixo, o único que NÃO tem a mesma classificação sintática daquele marcado em: A agricultura tem só 13 mil, é:
Alternativas
Respostas
321: D
322: C
323: E
324: A
325: C
326: B
327: C
328: B
329: A
330: D
331: C
332: C
333: C
334: C
335: E
336: E
337: E
338: B
339: C
340: D