Questões Militares Sobre advérbios em português

Foram encontradas 235 questões

Q357745 Português
Leia:

Já brilha o fogo, companheiro (1) da noite. Correm lentas, silenciosas no azul (2) do céu as estrelas. Martim se embala (3) docemente. (4) Por certo o espera a virgem loura dos castos afetos.” (José de Alencar, adaptado)

Assinale a alternativa que contém a numeração correspondente às palavras ou expressões destacadas no texto classificadas como advérbio ou locução adverbial.
Alternativas
Q326839 Português
Em “DE TODO MODO, ser titular deste papel social gera [...]”, a expressão em destaque pode ser substituída por outra, também de valor adverbial e sem alteração de sentido, por:

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Q1664817 Português
Considerando as duas frases do seguinte diálogo: I – “Minha nova bolsa da Lacoste.” II – Pelo tamanho, deve caber todos os seus sonhos.”
Assinale a afirmativa correta.
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Q1664813 Português

LÍNGUA FALADA POR APENAS 1.000

PESSOAS É DESCOBERTA NA ÍNDIA


Pesquisadores pensavam que idioma ´koro` era dialeto da cultura aka.

Falantes moram no nordeste do país asiático.

Do G1, com informações da AP


Uma língua falada por apenas mil pessoas foi descoberta na Índia, conforme revelou o especialista David Harrison nesta terça-feira (6). Chamado ´Koro`, o idioma é usado no estado de Arunachal Pradesh, no extremo nordeste do país. 


Os pesquisados da Swarthmore College, nos Estados Unidos, afirma que nem mesmo os falantes sabiam que o koro era uma língua totalmente distinta de qualquer outra. Anteriormente, acreditava-se que o idioma era apenas um dialeto aka, típico daquela região, na fronteira com a China e Mianmar. 


Segundo Harrison, há 6.910 línguas documentadas no mundo, contando o koro. O idioma está ameaçado de cair no esquecimento, já que os jovens tendem a utilizar línguas mais comuns para garantir maior aceitação.


Composta por tribos que vivem da agricultura e da caça, a cultura aka é encontrada em um local de acesso restrito na Índia. Para chegar lá, os linguistas da instituição norte-americana precisaram passar por uma zona montanhosa.


A pesquisa da equipe de Harrison começou em 2008. Para o time, o inventário de sons em koro é completamente distinto da família aka. O mesmo vale para a formação das palavras, feitas a partir da combinação dos fonemas da língua recém-descoberta.


Os estudiosos, que receberam a ajuda do linguista Ganesh Murmu, especialista da Universidade Ranchi, na Índia, colocaram o koro dentro de um grupo de idiomas os quais estão o birmanês e o tibetano. A equipe ainda não sabe dizer como o koro sobreviveu até hoje. Os resultados do trabalho serão publicados na revista Indian Linguistics.

Fonte: 

Nesses clássicos, o espaço é menos uma “fronteira final” que uma sementeira psicológica em que os escritores plantam os frutos exóticos de maneiras de ser alternativas.
É correto afirmar que no enunciado acima os advérbios em negrito indicam:
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Q681971 Português
Examine as frases a seguir para identificar em qual alternativa a palavra destacada tem valor de advérbio:
Alternativas
Q681920 Português
Assinale a opção em que o advérbio expressa a circunstância de negação:
Alternativas
Q669189 Português

Leia:

O leme partiu-se!

Marinheiros tristes

contam, pensativos,

os mortos antigos

e os inúteis vivos.”

Assinale a alternativa em que o termo destacado exerce a mesma função sintática do termo em destaque na estrofe acima.

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Q669186 Português

Coloque C para certo ou E para errado em relação à classificação das circunstâncias expressas pelo advérbio ou pela locução adverbial em destaque. Em seguida, assinale a alternativa com a sequência correta.

I- “Quero ser feliz/ Nas ondas do mar.” (modo)

II- “Se és fogo, como passas brandamente?” (lugar)

III- “Vinham todos em manada/ um simples, outro doutete.” (modo)

IV “Triste Bahia! Oh quão dessemelhante/ Estás, e estou do nosso antigo estado!” (modo)

Alternativas
Q668778 Português

Leia:

I. Aqui as crianças estudam a flora e a fauna ao vivo.

II. Em Pernambuco, as mudanças começaram em 1984.

III. Alunos fazem livro em Florianópolis.

Em relação a essas frases, assinale a alternativa que apresenta a afirmação correta.

Alternativas
Q667952 Português

Observe:

“Que barulho estranho

vem de fora

vem de dentro?!...

E o menino encolhe

e se embrulha nas cobertas,

enfia a cabeça no travesseiro

e devagar,

sem segredo,

vem o sono.”

Entre os tipos de adjunto adverbial em destaque no texto acima, há

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Q658777 Português

Leia o período abaixo.

Cada qual se achava mais inteligente do que o outro, mas Steve em geral tratava Bill como alguém levemente inferior, sobretudo em questões de gosto e estilo”, diz Andy Hertzfeld.” (l. 32 a 35).

Analisando morfologicamente as palavras destacadas acima, pode-se afirmar que a expressão

Alternativas
Q380589 Português
No seguinte período retirado do excerto selecionado do texto "Motoristas e Pedestres - em busca de uma convivencia pacifica” , " ó um privilegio dado somente aos indivíduos capazes física e psicologicamente” , encontra(m)-se
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Q324382 Português
Assinale a alternativa em que a expressão destacada não se classifica como locução adverbial.
Alternativas
Q324350 Português
Leia:

Viramundo estranhamente se recusava a comer. Afastara- se e contemplava em silêncio a paisagem. Havia nela algo vagamente familiar”.

Os advérbios destacados acima indicam, respectivamente, as circunstâncias de
Alternativas
Q289616 Português
Marque a alternativa que indica a função do advérbio “ali” na introdução do quarto parágrafo.

Alternativas
Q827010 Português


A partir do texto acima, julgue o item que se segue.

Seria mantida a correção gramatical do texto caso a palavra “rápida” (l.12) fosse substituída por rapidamente.

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Q715187 Português

                                       A dor do mundo

      Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos os mesmos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.

      A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta.

      ”(...)”

      Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fazem, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu.

      “(...)”

      Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais brandas ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?

      Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.

               (Lya Luft – Revista Veja – Edição 2228 – ano 44 – nº 31 – 3 de agosto de 2011)  

Em relação à classe gramatical das palavras sublinhadas, relacione a coluna da esquerda com a da direita e depois marque a sequência correta nas alternativas abaixo.

(1) Conjunção

(2) Artigo

(3) Preposição

(4) Advérbio

(5) Pronome


( ) “... e que a loucura toda contamina...”

( ) “... comecei a achar que era lirismo sentimental meu.”

( ) “O endeusamento da juventude a enfraquece...”

( ) “... mas não sabemos o que fazer com ele.”

( ) “Uma cantora pop, que me desinteressava...”

Alternativas
Q715186 Português

                                       A dor do mundo

      Por muito tempo achei – escrevi e disse – que os males humanos foram sempre mais ou menos os mesmos, e que a loucura toda já contamina o nosso café da manhã pelo universo cibernético. As aflições, as malandragens, as corrupções, os assassinatos absurdos, os piores aleijões morais, tudo é meu, seu, nosso pão de cada dia. Mas, de tempos para cá, comecei a achar que era lirismo sentimental meu. Estamos bem piores, sim. Por sermos mais estressados, por termos valores fracos, tortos ou nenhum, porque estamos incrivelmente fúteis e nos deixamos atingir por qualquer maluquice, porque até nossos ídolos são os mais transtornados, complicados. Nossos desejos não têm limite, nossos sonhos, por outro lado, andam ralinhos. Temos manias de gourmet, mas não podemos comer. Vivemos mais tempo, mas não sabemos o que fazer com ele. Podemos ter mais saúde, mas nos intoxicamos com excesso de remédios. Drogas habituais não bastam, então usamos substâncias e doses cavalares.

      A sexualização infantil é um fato e começa em casa com mães amalucadas e programas de televisão pornográficos a qualquer hora do dia. O endeusamento da juventude a enfraquece, os adolescentes lidam sozinhos com a explosão de seus hormônios e a permissividade geral que anula limites e desorienta.

      ”(...)”

      Uma cantora pop, que me desinteressava pela aparência e por algumas músicas, morre, mata-se, por uso desmedido de drogas (álcool sendo uma delas) aos 27 anos. Logo se exibe (quase com orgulho, ou isso já é maldade minha?) uma lista de brilhantes artistas mortos na mesma idade pela mesma razão. Nas homenagens que lhe fazem, de repente escuto canções lindas, com uma voz extraordinária: mais triste ainda, pensar que esse talento se perdeu.

      “(...)”

      Viramos assassinos ao volante, de preferência bêbados. Nossos edifícios precisam ter portarias treinadas como segurança, nossas casas, mil artifícios contra invasores, andamos na rua feito coelhos assustados. Não há lugar nas prisões, então se solta a bandidagem, as penas são cada vez mais brandas ou não há pena alguma. Pena temos nós, pena por nós, pela tão espalhada dor do mundo. Sempre falando em trilhões, brigando por quatrilhões, diante da imagem das crianças morrendo de fome na Etiópia, na Somália e em outros países, tão fracas que não têm mais força para engolir o mingau que alguma alma compadecida lhes alcança: a mãe observa apática as moscas que pousam no rostinho sofrido. Estou me repetindo, eu sei, talvez assim alivie um pouco a angústia da também repetida indagação: que sociedade estamos nos tornando?

      Eu, recolhida na ponta inferior deste país, sou parte dela e da loucura toda: porque tenho alguma voz, escrevo e falo, sem ilusão de que adiantará alguma coisa. Talvez, como na vida das pessoas, esta seja apenas uma fase ruim da humanidade, que conserva fulgores de solidariedade e beleza. Onde não a matamos, a natureza nos fornece material de otimismo: uma folha de outono avermelhada que a chuva grudou na vidraça, a voz das crianças que estão chegando, uma música que merece o termo “sublime”, gente honrada e produtiva, ou que cuida dos outros. Ainda dá para viver neste planeta. Ainda dá para ter esperança de que, de alguma forma, algum dia, a gente comece a se curar enquanto sociedade, e a miséria concreta não mate mais ninguém, enquanto líderes mundiais brigam por abstratos quatrilhões.

               (Lya Luft – Revista Veja – Edição 2228 – ano 44 – nº 31 – 3 de agosto de 2011)  

Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta.

A cantora ___________ nervosa e ___________ desequilibrada, demonstrou que dava ___________ importância à vida do que deveria.

Alternativas
Q689832 Português

Texto II 

      Mas a natureza não mata apenas com enchentes, deslizamentos, terremotos e tsunamis. Mata pela mão dos humanos, o que pode parecer um fato em escala menor, mas é bem mais preocupante. Homens, mulheres e meninos-bomba quase diariamente se explodem levando consigo dezenas de vidas inocentes: pais de família, mães ou crianças, mulheres fazendo a feira, jovens indo para a escola. Bandidos incendeiam um ônibus com passageiros dentro: dois morrem logo, outros vários curtem em hospitais o grave sofrimento dos queimados. Não tinham nada a ver com a bandidagem, estavam apenas indo para o trabalho, ou vindo dele. Assaltantes explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou famílias inteiras e os submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a gente agradece por escapar com vida.

                      (Lya Luft Revista Veja – Edição 2156 / 17 de março de 2010, fragmento)

Preencha os parênteses com o número correspondente à classe gramatical das palavras grifadas. Depois, assinale a alternativa que contém a sequência correta.

( 1 ) substantivo

( 2 ) artigo

( 3 ) adjetivo

( 4 ) preposição

( 5 ) pronome relativo

( 6 ) pronome pessoal

( 7 ) pronome demonstrativo

( 8 ) conjunção


Assaltantes ( ) explodem bancos em cidades do interior antes tranquilas. Criminosos sequestram casais ou ( ) famílias inteiras ( ) e os ( ) submetem aos maiores vexames e terror. Como está virando costume, a ( ) gente agradece por escapar com vida.

Alternativas
Q681113 Português

Leia:

Naquela manhã, caminhamos juntos pela praia e, em silêncio, até o forte”. (Virgílio Ferreira)

As locuções adverbiais acima destacadas exprimem, respectivamente, as circunstâncias de

Alternativas
Respostas
181: C
182: B
183: C
184: B
185: C
186: C
187: D
188: A
189: B
190: A
191: D
192: C
193: C
194: C
195: A
196: E
197: B
198: C
199: A
200: C