Questões Militares
Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português
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(Obs.: Não foram usados propositadamente os acentos gráficos.)
I. “Coisas que antes eram IMPOSSÍVEIS aos nossos olhos...” – a tonicidade do termo destacado recai na antepenúltima sílaba, razão por que é acentuado.
II. “Anos atrás era INACREDITÁVEL imaginar que com um pequeno aparelho em mãos...” – o acento do termo destacado se justifica por ser paroxítona terminada em “l”.
III. “Essas mudanças impactam TAMBÉM o comportamento do ser humano...” – acentua-se o termo destacado por ser uma paroxítona terminada em “em”.
IV. “...para que NEGÓCIOS sobrevivessem e outros até mesmo crescessem ainda mais...” – o acento do termo destacado se justifica por ser paroxítona terminada em ditongo crescente.
Estão CORRETOS apenas


Considere as passagens do texto:
• … “ninguém lhe chegava ao pé sem muito jeito”, como ele próprio dizia sorrindo...
• … notava-se-lhe na voz, áspera e forte, o hábito de comando.
Assinale a alternativa em que os termos destacados
seguem, correta e respectivamente, as mesmas regras
de acentuação dos termos destacados nas passagens
do texto.

I. As palavras infortúnios (linha 1) e incêndios (linha 2) recebem acento gráfico porque são, ambas, paroxítonas terminadas em ditongo decrescente. II. A palavra mediterrânea (linha6) é classificada como polissílaba, além de apresentarem sua estrutura dois dígrafos e um hiato. III. Oplural de herbácea-arbustiva (linha 7) é herbácea-arbustivas, uma vez que essa palavra composta é constituída de dois adjetivos.
Pode-se concluir que
I. A palavra Assembleia (linha 1) não é acentuada, apesar de ser uma oxítona terminada em ditongo aberto. II. A regra que justifica o emprego do indicativo de crase em referentes às hipóteses (linha 10) é a mesma para a ocorrência de crase em segunda à sexta-feira. III. O emprego de hífen em Comando-Geral (linha 27) se justifica, por ser uma palavra composta que mantém a noção de composição e a unidade de sentido.
Assinale
Apesar de a preocupação dos pais ser legítima, os especialistas alertam sobre o fato de que um excesso de vigilância pode acarretar problemas de relacionamento e levar os filhos – muito mais proficientes na internet do que seus velhos progenitores – a tomar providências para desafiar o controle. A reação vem a jato – e não faltam trends do TikTok ensinando os jovens a burlar o sistema de localização e despistar os adultos.
Para que o aplicativo efetivamente garanta a segurança dos filhos e tranquilize o coração dos pais é necessário que se estabeleça, antes de tudo, uma sólida relação de confiança e diálogo. Bem usados, esses aplicativos servem inclusive de guia para avaliar a hora certa de dar autonomia aos filhos. Lembrando que andar pelas próprias pernas acarreta, por mais que isso doa aos pais, desinstalar algum dia o aplicativo.
(Duda Monteiro de Barros e Camille Mello, Estamos de olho.
Veja, 22.06.2022. Adaptado)
Analise as afirmativas:
I. íntimas (1º§), música (2º§) e prático (6º§) são palavras proparoxítonas logo são acentuadas.
II. inúteis (3º§), exercícios (4º§) e equilíbrio (6º§) recebem acento gráfico, porque são palavras paroxítonas terminadas em ditongo crescente.
III. coreográficos (4º§) é acentuada porque é palavra proparoxítona e preferência (6º§) é acentuada porque é palavra paroxítona terminada em ditongo crescente.
A opção correta é
Texto 2A01
Era um sábado de abril. B... chegara àquele porto e descera a terra, deu alguns passeios. Ao dobrar uma esquina, viu certo movimento no fim da outra rua, e picou o passo a descobrir o que era.
Era um incêndio no segundo andar de uma casa. Polícia, autoridades, bombas iam começar o seu ofício.
B... viu episódios interessantes, que esqueceu logo, tal foi o grito de angústia e terror saído da boca de um homem que estava ao pé dele. Não teve tempo nem língua em que perguntasse ao desconhecido o que era. Ali, no meio do fumo que rompia por uma das janelas, destacava-se do clarão, ao fundo, a figura de uma mulher.
A mulher parecia hesitar entre a morte pelo fogo e a morte pela queda. A alma generosa do oficial não se conteve, rompeu a multidão e enfiou pelo corredor.
Não se lembrava como pôde fazer isso; lembrava-se que, a despeito das dificuldades, chegou ao segundo andar. Tudo aí era fumo. O fumo rasgou-se de modo que ele pôde ver o busto da mulher...
– A mulher, — disse ele ao terminar a aventura, e provavelmente sem as reticências que Abel metia neste ponto da narração, — a mulher era um manequim, posto ali de costume ou no começo do incêndio, como quer que fosse, era um manequim.
A morte agora, não tendo mulher que levasse, parecia espreitá-lo a ele, salvador generoso. Desceu os degraus a quatro e quatro. Transpondo a porta da sala para o corredor, quando a multidão ansiosa estava a esperá-lo, na rua, uma tábua, um ferro, o que quer que era caiu do alto e quebrou-lhe a perna...
Tratou-se a bordo e em viagem. Desembarcando aqui, no Rio de Janeiro, foi para o hospital onde Abel o conheceu. Contava partir em breves dias. Abel não se despediu dele. Mais tarde soube que, depois de alguma demora em Inglaterra, foi mandado a Calcutá, onde descansou da perna quebrada, e do desejo de salvar ninguém.
Machado de Assis. Um incêndio. In: Obra completa de Machado de Assis,
Vol. II, Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.
Internet:: <https://www.machadodeassis.ufsc.br>





Como se constata, há, no trecho, diferenças em relação à grafia padrão da Língua Portuguesa atual.
Imagine que um estudioso esteja desenvolvendo uma pesquisa sobre as mudanças do padrão ortográfico da nossa Língua ao longo do tempo e, a partir da leitura de todas as notícias que compõem o Texto I, em sua grafia original, tenha selecionado as seguintes palavras como amostragem para o estudo:
A seguir, são apresentadas deduções feitas pelo pesquisador ao comparar o padrão ortográfico das duas épocas. Considerando apenas as palavras aqui listadas, pressupondo que não há erros de impressão no jornal e que a grafia das palavras está de acordo com o padrão da época, julgue cada dedução como “verdadeira” ou “falsa”.
I - O padrão de acentuação das palavras paroxítonas adotado em 1895 é o mesmo que vigora atualmente na Língua Portuguesa.
II - A obrigatoriedade da acentuação das proparoxítonas não existia em 1895.
III - A grafia das palavras “já” e “ha” representa uma dificuldade para o pesquisador estabelecer a regra de acentuação dos monossílabos tônicos de 1895.
IV - As palavras oxítonas estão grafadas de acordo com o padrão atual, indicando que a regra de 1895 era a mesma.
A partir da análise das afirmativas, conclui-se que
Texto IV

Texto IV

No terceiro quadrinho, a personagem menciona duas noções gramaticais: “ditongo” e “paroxítona”.
O vocábulo que exemplifica essas duas noções é


