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Questões Militares Sobre acentuação gráfica: proparoxítonas, paroxítonas, oxítonas e hiatos em português

Foram encontradas 306 questões

Q658116 Português

Marque V (verdadeiro) e F (falso) para as afirmações que completam o enunciado abaixo e, em seguida, selecione a alternativa correta.

No plural, a palavra sênior (mais antigo, mais velho)

( ) perde o acento circunflexo.

( ) exibe o acréscimo de es ao final.

( ) tem como tônica a penúltima sílaba, -o-.

( ) mantém a posição da sílaba tônica da forma original.

Alternativas
Q658091 Português

Leia:

I - Os bandidos fizeram doze reféns.

II - Chequei todos os tréns de pouso.

III - Guardava-se soja nos armazéns.

Com relação à acentuação das palavras em negrito, estão corretas

Alternativas
Q481753 Português
Imagem associada para resolução da questão

Sobre os elementos da língua presentes no texto II, é verdadeiro o que se afirma em
Alternativas
Q380823 Português
Observe os aspectos de ortografia e acentuação nos enunciados abaixo.

I - A opnião dos autores de ambos os textos é pessimista em ecesso no que diz respeito aos dicentes em geral.


II - Apartir do momento em que permitimos aos jovens que nos tratem de forma desrespeitosa, estamos insentivando a irresponsabilidade e até mesmo o crime.

III - Derrepente, a sociedade se vê diante de uma inversão de valores difícil de ser superada.

IV- A análize cuidadosa do que acontece dentro das escolas leva-nos à obvia conclusão de que algo precisa mudar urgentemente.

V - Concerteza a familia possue uma enorme parcela de culpa na falta de preparo e na infantilização dos jovens de hoje.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2011 Banca: Marinha Órgão: EAM Prova: Marinha - 2011 - EAM - Marinheiro |
Q359911 Português
Observe o trecho a seguir, com atenção às palavras sublinhadas.

"A primeira foi mais fácil. Para começar, fitei-a longamente, como a convencer-me de minha superioridade física e moral . . . " 3 ° § . "O tiro de misericórdia (ai de mim) teria liquidado um gambá." 65.

Assinale a opção que apresenta palavras com a mesma justificativa de acento gráfico dos termos sublinhados no trecho acima.
Alternativas
Q267573 Português
Assinale a alternativa em que os vocábulos são acentuados seguindo a mesma regra, de acordo com a gramática normativa.

Alternativas
Q267569 Português
Assinale a alternativa cuja sentença esteja de acordo com as regras de ortografia e acentuação.

Alternativas
Q267334 Português
Assinale a opção em que os vocábulos são acentuados seguindo a mesma regra, de acordo com a gramática normativa.

Alternativas
Q265660 Português
Imagem 003.jpg

Julgue o item seguinte, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do
texto acima.


Os vocábulos “prejuízo” e “países” são acentuados de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica.
Alternativas
Q258190 Português
Imagem 001.jpg

Com referência às ideias do texto acima e às estruturas linguísticas
nele empregadas, julgue o item que se segue.

Na linha 17, o emprego do acento circunflexo na forma verbal “têm” justifica-se pelo fato de essa forma verbal concordar com a expressão no plural “inúmeras vantagens”.

Alternativas
Q245219 Português
Em qual dos trios de palavras abaixo, a acentuação se justifica pelas mesmas regras?
Alternativas
Ano: 2011 Banca: ISAE Órgão: PM-AM Prova: ISAE - 2011 - PM-AM - Soldado da Polícia Militar |
Q245060 Português
Os vocábulos “é”, “só” e “nós” recebem acento gráfico porque são:
Alternativas
Ano: 2011 Banca: ISAE Órgão: PM-AM Prova: ISAE - 2011 - PM-AM - Soldado da Polícia Militar |
Q245045 Português
As palavras “simpática”, “ótimo” e “ventríloquos” devem obrigatoriamente receber acento gráfico porque são:
Alternativas
Q721390 Português
Julgue o item seguinte quanto à correção gramatical e à grafia das palavras.
O poder público, com a participação da sociedade, há de provêr a segurança pública como caminho para o exercício da cidadania.
Alternativas
Q716392 Português

Sobre os recursos linguísticos usados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras e com F, falsas.

( ) "estão [...] cercadas” (/. 9) é uma forma verbal que se apresenta na voz passiva e sua transposição para a ativa implica a observância da correlação modo-temporal para preservar o sentido original do contexto. /

( ) “ano a ano" (/. 11) está entre vírgulas pela mesma razão que “da Escola Nacional de Ciências Estatísticas do IBGE" (/. 13-14).

( ) “visível" (/. 23) e "raízes” (/. 25) são paroxítonas acentuadas por razões diferentes.

( ) “existem” (/. 23) pode ser substituída pela forma verbal “há” (/. 36) sem nenhum prejuízo de ordem gramatical, o mesmo não ocorrendo em relação à troca de "há" por “existem”, tendo-se em vista o contexto frasal em que ambas se encontram. /

( ) “fincaram” (/. 32) e inflaram” (/. 33) estão no plural, concordando com o mesmo sujeito, que também está no plural.

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a 

Alternativas
Q706063 Português

                                            Sem perder a ternura    

      Contra o cinza das cidades, jovens optam pela jardinagem de guerrilha 

                                  para salvar a vizinhança e o  planeta

Guilherme Rosa

Parece coisa dos anos 60. Na verdade, a história nasceu um pouco depois, em 1973. A ativista americana LizChristy invadiu um jardim descuidado em Nova York, proclamou-­se guerrilheira da pá e do adubo e recuperou o local. Em poucos anos, focos se espalharam pela Europa com grupos que atiravam “granadas” de semente em terrenos. No Brasil, a jardinagem libertária chegou há cinco anos. Agora, começa a se tornar popular com um motivador: no lugar da disputa ideológica (para protestar contra o descaso político com o verde urbano), entrou as alvação do planeta. Aquecimento global, CO², você sabe. “Não dá para esperar o poder público. As pessoas devem ocupar os espaços, cuidar das ruas”, afirma Goura Nataraj, guerrilheiro de Curitiba que mantém o blog Jardinagem Libertária. “A escolha é: morar em um lugar colorido, com árvores, flores, pássaros, ou em blocos de concreto, respirando gás carbônico”, diz o guerrilheiro carioca Walfrido Neto. Portanto, se aparecerem flores na vizinhança, você já sabe. E se não aparecerem, a gente ensina aqui como fazer. 

Disponível em: Galileu, março de 2010, p.13. 

Assinale a alternativa cujas palavras obedecem à seguinte regra de acentuação: “ acentuam­-se todas  as proparoxítonas”: 
Alternativas
Q668153 Português
A ausência do acento gráfico pode modificar a classe gramatical de uma palavra. Em qual das alternativas há uma palavra que, se não for acentuada, deixa de ser um substantivo e passa a ser um verbo?
Alternativas
Q668058 Português

Leia:

Tapsia é um gênero de plantas herbáceas nativas da região do Mediterrâneo.

Sabendo-se que a palavra em negrito acima não é oxítona e considerando-se que nela não há hiato, então sua correta grafia é

Alternativas
Q658509 Português

                                   Contradições do mundo em que vivemos

Devemos sempre resistir à impressão de que o mundo enlouqueceu. O famoso conto de Machado de Assis “O Alienista” nos deixa essa lição. Doutor Simão Bacamarte, depois de trancar toda a cidade no manicômio – inclusive a sua própria mulher – acabou por trancar a si mesmo.

Se não é saudável nem prudente apostar na loucura geral, imaginando-se em plena sanidade, há evidências de que grassa uma epidemia de capota furada. Junto dois textos que julgo oportuno republicar diante das manifestações – contra, a favor e muito ao contrário – suscitadas pela prisão dos diretores da Camargo Correa e de Eliana Tranchesi. Os dois episódios desataram um desfile de fúria e descontrole moral entre os comentaristas de blogs e missivistas das colunas de Cartas ao Leitor. Não se trata aqui de discutir as razões e as justificativas das ações da polícia ou a procedência das decisões judiciais. Cuida-se de examinar as reações aos fatos e avaliar o estado da consciência jurídica que predomina entre os cidadãos deste país.

Nos episódios mencionados, os ululantes atacaram, mais uma vez, com as bordunas do preconceito, da intolerância e da apologia da brutalidade, sem falar nas ações em massa contra última flor do Lácio, inculta e bela. Alguém já dizia que há método na loucura, mas a desrazão caprichou na metodologia. Expressões grosseiramente facistoides poucas vezes foram utilizadas com tanta liberalidade e descuido. A generosa distribuição de adjetivos foi acompanhada de exaltadas conclamações para o retorno dos militares ou sugestões para que o desrespeito à lei e aos direitos individuais se transformassem em regra geral e irrestrita.

Torço para que o destampatório seja mais um esgar do que um ideário consistente. Mas não custa ficar esperto: os estudiosos do totalitarismo sabem que a “autovitimização” da “boa sociedade” e a inculpação do “outro” foram métodos eficientes para a conquista do poder absoluto. Vejo nos blogs: os mais furiosos se apresentam como “humanos direitos”, em contraposição aos defensores dos “direitos humanos”. Fico a imaginar como seria a vida dos humanos direitos na moderna sociedade capitalista de massas, crivada de conflitos e contradições, sem as instituições que garantam os direitos civis, sociais e econômicos conquistados a duras penas. A possibilidade da realização desse pesadelo, um tropismo da anarquia de massas, tornaria o Gulag e o Holocausto um ensaio de amadores.

As novas operações da Polícia Federal desataram, ademais, a costumeira rodada de críticas ao poder Judiciário e às leis destinadas a proteger os direitos individuais, – a começar da Constituição. As acusações, em boa medida, partem de certa esquerda de boca torta. Em sua sede de “justiça” (com letra minúscula) ela se acumplicia aos extremistas de direita das classes remediadas, em sua campanha para “limpar” a sociedade. “A polícia prende, a Justiça solta”. Refrão midiático destinado ao imaginário de um povo habituado a ser preso e espancado arbitrariamente, desamparado da consciência de seus direitos. O século XXI já vai completar uma década e, no Brasil, a letra da lei que garante os direitos do indivíduo jaz inerte nos compêndios. As garantias individuais ainda não saíram dos códigos para ganhar vida do povaréu, quotidianamente massacrado pelos abusos dos senhoritos da “ordem” e seus sequazes. (...) 

O jurista Herbert Hart, no livro The Concept of Law diz com razão que o juiz não pode decidir como supremo censor e guardião da moralidade pública. A primeira e ilustre vítima do particularismo moralista será o princípio da legalidade que deve estabelecer com a maior clareza possível o que é lícito e o que não é. Exemplo de atropelo ao princípio da legalidade é a lei promulgada pelo regime nazista em 1935. Ela prescrevia que era “digno de punição qualquer crime definido como tal pelo ‘saudável sentimento’ popular”.

No ensaio O Estado e o Indivíduo no Nacional-Socialismo, Herbert Marcuse argumentava que, na era moderna, o domínio da lei, o monopólio do poder coercitivo e a soberania nacional são as três características do Estado que mais claramente expressam a divisão racional de funções entre Estado e Sociedade. “A lei trata as pessoas, se não como iguais, pelo menos sem considerar as contingências sociais mais óbvias; é, por assim dizer, a corte de apelação que mitiga os infortúnios e as injustiças que as pessoas sofrem em suas relações sociais. O caráter universal da lei oferece proteção universal a todos os cidadãos, não apenas em relação ao desastroso jogo de autointeresses conflitantes, mas também aos caprichos governamentais. O regime nacionalsocialista aboliu estas propriedades da lei que a tinham elevado acima dos riscos da luta social.” (...) 

No mundo das grandes empresas e da inevitável mediação do Estado nas disputas entre os competidores privados, a exceção tende a se tornar a regra. Tal estado de excepcionalidade deságua na proliferação legislativa casuística e na ameaça permanente ao caráter abstrato e universal da norma jurídica. A contradição se torna aguda: de um lado, a liberdade dos indivíduos no mercado exige a independência do Judiciário, certeiro na aplicação da lei e cuidadoso em seus procedimentos; de outra parte, a “corrupção” quase congênita, engendrada pela concorrência econômica mediada pelo Estado, estimula a formação de correntes de opinião que propugnam por formas primitivas de punição e de vingança. (...) 

Para assumir a condição de sujeitos de direitos e deveres, os indivíduos são constrangidos a abdicar de sua moral particularista. O consensus iuris é o reconhecimento dos cidadãos de que o direito, ou seja, o sistema de regras positivas emanadas dos poderes do Estado e legitimados pelo sufrágio universal deve punir rigorosamente quem se aventura à violação da norma abstrata. Mas a mediação do Estado é precária, sugere Giorgio Agambem, pois a soberania é um frágil compromisso entre a natureza e a razão, o direito e a violência. (...) 

Os meios de comunicação de massa, compelidos pela disputa de audiência, são arrastados para o abismo da vulgaridade, pelos “movimentos da ralé”. Eles repercutem e realimentam as simplificações e slogans de um tipo de sociabilidade que necessita cada vez mais, para reproduzir suas formas de dominação, da incompreensão dos indivíduos abandonados à sua solidão. Essa relação entre a linguagem midiática e as relações no interior da sociedade de massas legitima as tropelias e ilegalidades praticadas pelas burocracias públicas e promovem a subversão da hierarquia entre os poderes do Estado. As empresas corrompem a política e, assim, degradam o instituto da representação popular. Procuradores e policiais fazem gravações clandestinas ou inventam provas e assim corrompem o princípio da legalidade e da impessoalidade nos atos da administração pública. Nas altas esferas do Olimpo midiático, “a imprensa diária dispara a cortina de relâmpagos” e trata de manipular a opinião pública, atemorizar juízes e fomentar a arbitrariedade dos esbirros e beleguins.

Assinale a alternativa em que todas as palavras acentuadas nos seguintes trechos recebem o acento pela mesma regra:
Alternativas
Q658202 Português

Considere o seguinte período:

O Ministério da Alegria adverte:

Mau humor é prejudicial à saúde.

É incorreto afirmar que

Alternativas
Respostas
261: B
262: B
263: E
264: D
265: D
266: D
267: A
268: C
269: C
270: E
271: C
272: A
273: D
274: E
275: C
276: D
277: B
278: B
279: B
280: B