Questões Militares
Sobre segunda grande guerra – 1939-1945 em história
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(Boris Fausto. História do Brasil)
Segundo Boris Fausto, acerca da participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar que
(Williams da S. Gonçalves. “A Segunda Guerra Mundial”. Em: D.A. Reis Filho; J. Ferreira; C. Zenha. O século XX: O tempo das crises: revoluções, fascismos e guerras, vol. 2. Adaptado)
Considerando o contexto histórico abordado, de acordo com o autor, é correto afirmar que, em síntese, Stalin, Churchill e Roosevelt tiveram, respectivamente, como interesses
ÁFRICA NA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL: UM CAPÍTULO ESQUECIDO
A partir de 3 de setembro de 1939, quando a Grã-Bretanha e a França declararam guerra à Alemanha, os Aliados recrutaram na África cerca de meio milhão de soldados e operários. Soldados de toda a África subsaariana e do norte do continente tiveram de lutar contra as tropas alemãs e italianas no norte da África e na Europa durante a guerra. Mais tarde também combateram contra os japoneses na Ásia e no Pacífico.
Nos noticiários na Europa falava-se em “voluntários”. Mas o antigo soldado congolês Albert Kuniuku, de 93 anos, tem outra versão: “Foi um verdadeiro recrutamento forçado. Eu trabalhava numa empresa têxtil quando nos foram buscar. Todos os jovens trabalhadores foram recrutados. Nenhum deles tinha mais de 30 anos.”
Albert Kuniuku é presidente da União dos Veteranos Congoleses (UNACO) em Kinshasa, a capital da República Democrática do Congo. Até 1960, o país foi governado pela Bélgica. O veterano é um dos últimos sobreviventes de uma unidade expedicionária que lutou contra os japoneses na Índia e no Mianmar (antiga Birmânia), entre 1940 e 1946, sob comando britânico e belga, longe dos campos de batalha da Europa.
Adaptado de dw.com, 08/05/2020.
A Segunda Guerra Mundial (1939-1945) tornou-se um dos acontecimentos mais marcantes da história do século XX. No trecho da reportagem, são apresentados alguns de seus impactos para as sociedades africanas, como demonstra o testemunho de Albert Kuniuku. Naquelas sociedades, o recrutamento forçado de trabalhadores foi promovido em função do seguinte contexto:
Leia os fragmentos de texto a seguir.
I. Uma parte da mobilização emocional, uma herança do descartado programa nacional-socialista, foi o antissemitismo, a marca de todos os movimentos nacionalistas. Mas logo veio a servir a um propósito mais sinistro. Os judeus tornaram-se os objetos indefesos sobre os quais milhões de alemães exerceram pela primeira vez a brutalidade essencial para que a Alemanha dominasse toda a Europa. Eles eram o campo de prática, a escola de treinamento de batalha, para as virtudes nórdicas, que mais tarde encontrariam sua plena expressão na Polônia, na França e na Rússia ocupada. Se os alemães tinham estômago para isso, eles podiam suportar qualquer coisa. Nenhuma voz de protesto foi levantada, em nenhum caso uma Igreja Cristã, seja Católica Romana ou Protestante, abriu suas portas para os judeus em refúgio, nenhum bispo alemão colocou a estrela de Davi. Os alemães passaram no teste com louvor: eles estavam de fato unidos. (Adaptado de: TAYLOR, A. J. P. The Course of German History: A survey of the development of Germany since 1815. New York: Coward McCann, 1962.)
II. O hitlerismo, por outro lado, trouxe de repente no mercado mundial um novo artigo de exportação que tinha técnicas refinadas e rapidamente adaptáveis a todos os países. A matéria-prima deste artigo consistiu em certo grau de ideologia racial com seu ponto central de ódio contra os judeus. Disto já havia uma certa quantidade em cada país, ou poderia ser estimulado. Mas o refinamento dessa matéria-prima ocorreu na organização hierárquica nazista. Visava conquistar as massas. Quando a ideologia racial e o ódio aos judeus eram um tanto ineficazes como matéria-prima para as necessidades das massas, alguma outra ideologia, engendrada por teóricos ou seitas, poderia substitui-la e ser devidamente estimulada. (Adaptado de: MEINECKE, Friedrich. The German Catastrophe. Boston: Beacon Press, 1969, p. 59.)
Assinale a afirmativa que apresenta corretamente a interpretação dos dois fragmentos sobre o antissemitismo na Alemanha nazista.
A indefinição foi superada quando, entre 5 e 17 de agosto de 1942, cinco navios mercantes brasileiros foram afundados por submarinos alemães. Sob pressão de grandes manifestações populares, o Brasil entrou na guerra ainda naquele mês. O alinhamento brasileiro ao lado da frente antifascista se completou com o envio de uma força expedicionária – a FEB – para lutar na Europa, a partir de 30 de junho de 1944.
(Boris Fausto. História do Brasil, p. 382)
Segundo o historiador Boris Fausto, o envio da FEB à Europa foi
I-O Brasil participou do esforço de guerra com o envio de uma Divisão de Infantaria reforçada, a Força Expedicionária Brasileira (FEB), com aproximadamente 25.000 homens e mulheres.
II - A FEB participou da luta contra o nazifascismo na campanha do Norte da África.
III - O Brasil colaborou com o fornecimento de matérias-primas e autorização do uso do território brasileiro pelos aliados (bases aéreas no Nordeste).
IV - O estopim para a entrada do Brasil na guerra foi o afundamento de diversos navios brasileiros por submarinos alemães.
Assinale a alternativa que apresenta somente assertivas corretas.
(Luiz Koshiba, História: origens, estruturas e processos: ensino médio. Texto adaptado)
A segunda fase da Segunda Guerra começou com
Até o início de 1942, na II Guerra Mundial, as tropas do Eixo Roma-Berlim-Tóquio dominaram a guerra. A partir daí, iniciou-se sua derrocada, com sucessivas derrotas e avanço dos aliados, retomando e libertando territórios conquistados pelo Eixo. Sobre esse assunto, analise as assertivas abaixo:
I – A primeira frente de luta dos aliados, que marcharia pouco a pouco em direção a Berlim, foi possibilitada pela derrota nazista na Batalha de Stalingrado, na União Soviética.
II – A segunda frente aliada foi criada a partir do desembarque na Normandia, no “Dia D”.
III – A terceira frente, avançando pela Itália, iniciou-se após a vitória aliada na Batalha de El Alamein, no Egito.
IV – A primeira grande derrota da Marinha japonesa aconteceu na Batalha de Midway.
Assinale a alternativa que apresenta somente assertivas corretas, dentre as apresentadas.
A “Política de Apaziguamento“ esteve presente
“As possíveis verdades de várias hipóteses nesses campos pareciam ser na época menos importante que seu uso para os horríveis propósitos políticos do regime de Adolf Hitler. Ainda hoje existem muitos que se recusam a aceitar pesquisas sobre possíveis diferenças raciais no gênero humano ou que rejeitam qualquer descoberta que tende a demonstrar, sobre bases análogas, desigualdades entre vários grupos humanos.”
(Eric Hobsbawm. Sobre História)
O texto faz menção
“As duas potências fascistas fizeram, num alinhamento formal, o Eixo Berlim-Roma, enquanto Alemanha e Japão faziam um pacto “Anti-Comintern”. Em 1937, sem surpreender ninguém, o Japão invadiu a China. (...) Em 1938, a Alemanha também achou que chegara a hora da conquista. A Áustria foi invadida e anexada em março (...) o acordo de Munique despedaçou a Tchecoslováquia e transferiu grandes partes dela para Hitler, mais uma vez pacificamente. O resto foi ocupado em março de 1939, encorajando a Itália (...) a ocupar a Albânia. Quase imediatamente, uma crise polonesa mais uma vez resultante de novas exigências territoriais alemãs paralisou a Europa. Disso veio a guerra europeia de 1939-1941, que se tornou a Segunda Guerra Mundial.”
(Eric Hobsbawm. Era dos Extremos: o breve século XX. 1914-1991)
A chamada II Guerra Mundial teve seu início em setembro de 1939, primeiramente na Europa. Um dos motivos para sua deflagração foi

Figura 1 - Desertos na caatinga. Fonte: http://sosriosdobrasii.blogspot.com. Acesso em: 04 set- 2019.
Assinale a alternativa correta.
Os combates da Segunda Guerra (1939 e 1945) ocorreram principalmente na Europa e no Oceano Pacífico, mas esse conflito pode ser considerado "mundial", porque:
A escassez de navios capazes de atravessar o oceano estimulou as exportações de artigos manufaturados e, ao mesmo tempo, desencorajou as suas importações. Os mercados consumidores da Argentina, do Uruguai, e de outros países sul-americanos se abriram para os brasileiros ao se fecharem as fontes habituais de suprimento de tecidos. As exportações de tecidos de algodão, em meados de 1942, só eram superadas em valor, pelo café; as carnes enlatadas e congeladas vinham em terceiro lugar.
(Warren Dean. A industrialização de São Paulo (1880-1945), s/d)
O excerto alude