Questões Militares
Comentadas sobre república oligárquica - 1889 a 1930 em história
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I. O viés personalista da política nacional, desde a Primeira República, tem se constituído como um entrave à plena representação política por se caracterizar, em algumas situações, como um mecanismo eleitoreiro e de defesa de interesses pessoais.
II. A pluralidade de partidos no Brasil representa o resultado de uma trajetória de consolidação dos ideais democráticos e representativos à medida que permite a configuração de um quadro partidário bastante amplo e diversificado.
III. A homogeneização ideológica dos partidos políticos no Brasil está diretamente relacionada à consolidação das vertentes neoliberais que têm se destacado, sobretudo, desde o final da década de 1980.
IV. O sistema eleitoral no Brasil é considerado como um dos mais modernos do mundo, tendo no rígido sistema de filiação política um dos elementos que lhe garante essa condição, desde que obedecidos os prazos em relação às eleições e autorizada pelo TSE.
V. A prática de troca de partidos entre os políticos brasileiros foi alvo de muitos protestos ao longo da história republicana, o que gerou inúmeras propostas de reforma política com ênfase na fidelidade partidária.
I. Reivindicavam melhores condições de trabalho e melhorias salariais, mas não apresentavam, ainda, um caráter organizado que resultasse em efeitos significativos para a massa trabalhadora.
II. Muitas inspiravam-se nas ideias anarquistas mas, até 1919, a maior parte das mobilizações era organizada e liderada pelos representantes do Partido Comunista do Brasil, inspirados na Revolução Russa de 1917.
III. Por conta das grandes agitações lideradas por operários imigrantes, o governo promulgou uma lei, em 1907, que expulsava do país o estrangeiro que ameaçasse a segurança nacional ou a ordem pública.
espécie de parceria entre o Estado português e a iniciativa privada
que se expressa na criação das capitanias hereditárias, quando o
litoral da colônia, incluindo o território do Espírito Santo, foi
repartido em grandes lotes e entregues a particulares. Latifúndio,
escravidão e monocultura exportadora foram aspectos essenciais
desse modelo de exploração colonial.
Ao ficar independente, em 1822, o Brasil não rompeu
radicalmente com essa estrutura herdada da colônia. Assim, o
café veio substituir, em importância econômica, a cana-de-açúcar,
mas o poder permanecia em mãos de uns poucos. A escravidão
somente foi abolida em 1888, às vésperas do golpe republicano.
Até o advento da Revolução de 1930, o país pouco se
modernizara e a exclusão política, social e econômica continuava
a ser a regra. Um Brasil diferente começa a surgir na Era Vargas
(1930-1945): introduzia-se a indústria de base, a vida urbana
começa a expandir-se e conquistas sociais — como a legislação
trabalhista — são obtidas.
A partir das informações acima e considerando aspectos
significativos da história do Brasil, julgue os itens subsequentes.
O texto acima, uma passagem do relato de viagem dos naturalistas Luís e Elizabeth Agassiz, expõe uma das interpretações dos viajantes estrangeiros sobre a população amazônica no século XIX.
Considerando os conhecimentos sobre esse assunto e tomando o referido texto como ponto de partida, assinale a alternativa correta.
Considerando as informações acima e os aspectos significativos da História do Brasil, julgue os itens
Considerando as informações acima e os aspectos significativos da História do Brasil, julgue os itens
O fato que mais contribuiu para o aumento do prestígio militar, no final do Século XIX, foi a
A transferência da capital brasileira para o planalto central, com a construção de Brasília, ocorreu durante o governo JK.
A classe dos fazendeiros de café, que aliada às demais classes sociais nos diversos estados, governava o país em seu proveito, não se mantinha no poder pelas forças militares, como sucedeu em outros países sul-americanos.
Ela se conservava e se eternizava no governo graças a uma máquina eleitoral que se estendia por todo o país, mergulhando suas raízes na terra.
(FARIA; MARQUES; BERUTTI, 1997, p. 140-141).
O uso da máquina eleitoral, durante a Primeira
República, citada no texto, traz a seguinte
conseqüência: