Questões Militares
Sobre mercantilismo, colonialismo e a ocupação portuguesa no brasil em história
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Figura 1 - Desertos na caatinga. Fonte: http://sosriosdobrasii.blogspot.com. Acesso em: 04 set- 2019.
No processo de ocupação do território brasileiro, durante o período da colonização portuguesa, Três centros urbanos se destacaram, por fazer parte da primeira Rede Urbana Nacional, formando uma hinterland, que funcionava como importante canal de escoamento de mercadorias que se destinavam à exportação.
Os três centros urbanos foram:
A respeito da ocupação territorial da Capitania de São Vicente e do contato dos portugueses com os nativos, analise as afirmativas a seguir:
I. Ao chegarem a São Vicente, os primeiros portugueses, reconhecendo de imediato a importância fundamental da guerra nas relações intertribais, procuraram tirar proveito delas para efetivarem a ocupação da terra.
II. Considerando o estado de unidade política que imperava no Brasil indígena, as perspectivas de conquista, dominação e exploração passariam por alianças forjadas por rivalidades que não havia entre os nativos, o que levaria ao rompimento de sua unidade e, consequentemente, à sua total aniquilação.
III. Aos olhos dos invasores, a presença de um número considerável de prisioneiros de guerra prometia um possível mecanismo de suprimento de mão de obra cativa para os eventuais empreendimentos coloniais.
IV. Os índios percebiam vantagens imediatas na formação de alianças com os europeus, particularmente nas ações bélicas conduzidas contra os inimigos mortais.
Assinale
Na América portuguesa, em consequência da ofensiva francesa e do declínio do trato asiático, foram tomadas em 1534 medidas para o povoamento e a valorização do território. (ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O Trato dos Viventes: formação do Brasil no Atlântico Sul. São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p. 20).
As medidas mencionadas na afirmativa acima referem-se aos sistemas de administração que Portugal empregou no Brasil no século XVI. Em ordem cronológica, a partir de 1534, tais sistemas foram
Leia o texto a seguir.
“Deu no Mercúrio Portuguez. “... e do Brasil virá também o galeão chamado Padre Eterno, que se faz no Rio de Janeiro, e é o mais famoso baixei de guerra que os mares jamais viram”. A gazeta mensal lisboeta trazia a notícia acima fechando a edição de março de 1665. O periódico de Antônio de Souza de Macedo, secretário de estado do Reino de Portugal, se referia ao barco de 53 metros (m), que deslocava 2 mil toneladas (t), com um mastro feito num só tronco de 2,97 m de circunferência na base. O navio começou a ser construído em 1659 a mando do governador da capitania do Rio, Salvador Correia de Sá e Benevides, na Ilha do Governador, em um local conhecido como Ponta do Galeão (onde fica hoje o Aeroporto Internacional Tom Jobim). Militar e político português, dono de engenhos e currais, Sá fez o mais potente galeão que pôde para evitar depender da proteção das frotas do governo ao se aventurar no comércio pelos mares."
MARCOLIN, Neldson. Por mares sempre navegados. Disponível em: http://revistapesquisa.fapesp.br/2011/11/30/por-mares-sempre-navegados. Acesso em: OS de abril de 2019.
É correto afirmar que a existência de estaleiros destinados
à construção de grandes navios no Brasil do século XVII
demonstrava
Leia o texto a seguir.
“Eu, EIRei, faço saber a vós, Tomé de Sousa, fidalgo de minha casa, que vendo eu quanto serviço de Deus e meu é conservar e enobrecer as Capitanias e povoações das terras do Brasil e dar ordem e maneira com que melhor e mais seguramente se possam ir povoando, para exalçamento da nossa Santa Fé e proveito de meus Reinos e Senhorios, e dos naturais deles, ordenei ora de mandar nas ditas terras fazer uma fortaleza e povoação grande e forte, em um lugar conveniente, para daí se dar favor e ajuda às outras povoações e se ministrar justiça e prover nas cousas que cumprirem a meu serviço e aos negócios de minha Fazenda e a bem das partes.”
Fonte: Regimento que levou Tomé de Sousa Governador do Brasil, Almerím, 17/12/1548,Lisboa, Arquivo Histórico Ultramarino (AHU), códice 112, fls 1-9.
Sobre o texto, que é um importante marco da História do
Brasil, é correto afirmar que representava
Leia o texto abaixo.
O braço invicto vejo com que amansa
A dura cerviz bárbara insolente,
Instruindo na Fé, dando esperança
Do bem que sempre dura e é presente;
Eu vejo c`o rigor da tesa lança
Acossar o Francês, impaciente
De lhe ver alcançar uma vitória
Tão capaz e tão digna de memória.
Assinale a opção que trata do contexto retratado pelos versos de Bento Teixeira reproduzidos no texto acima.
I. Não foi criada a capitania da Paraíba num primeiro momento, pois na região foi criada a capitania de Itamaracá. II. Originalmente conhecida como capitania da Paraíba, foi fundada na região uma capitania entre Pernambuco e Rio Grande. III. A capitania que deu origem ao estado que é hoje a Paraíba no início se chamava capitania do Ceará.
Está correto apenas o que se afirmativa em:
Observe a imagem a seguir.

O Padre Antônio Vieira fez parte do esforço missionário jesuíta
na América, que via a catequese como fundamental em um
contexto de
No início do século XV, a expansão marítima correspondia aos interesses diversos de classes, grupos sociais e instituições que compunham a sociedade portuguesa. Para os comerciantes, era a perspectiva de um bom negócio; para o rei, era a oportunidade de criar novas fontes de receita; para os nobres e os membros da Igreja, servir ao rei ou servir a Deus cristianizando “povos bárbaros” resultava em recompensas e em cargos cada vez mais difíceis de conseguir, nos estreitos quadros da Metrópole; para o povo, lançar-se ao mar significava, sobretudo, emigrar, tentar uma vida melhor. Daí a expansão ter-se convertido em uma espécie de grande projeto nacional ao qual todos, ou quase todos, aderiram e que atravessou os séculos.
Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995. p. 23 (com adaptações).
Considerando o contexto histórico da época Moderna apresentado no texto precedente, julgue o próximo item.
O descobrimento do Brasil se insere no contexto das práticas
mercantilistas, que pressupunham a intervenção do Estado na
implantação e na criação de condições favoráveis ao
desenvolvimento de atividades econômicas.