Questões Militares
Comentadas sobre era vargas – 1930-1954 em história
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Realmente, a 1ª Divisão de Infantaria Expedicionária era apenas uma entre centenas de unidades que os Aliados puseram em campo. Mas se a proporção de brasileiros que passaram pelo combate foi exigua, isso não acarretou minoração das contingências com que nossa tropa se deparou na guerra. Embora a Itália fosse um teatro de operações "secundário", para os combatentes a vida na linha de frente em nada diferia de outros fronts mais ativos.
FONTE: MAXIMIANO, Campiani. Neve, fogo e montanhas: a experiência brasileira no combate na Itália (1944/1955), in. Nova História Militar Brasileira. Organiz. Celso Castro, Vitor Izecksohn e Hendrik Kraay. FGV Editora / Bom Texto. Rio de Janeiro, 2004. Pg.345
Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o Brasil foi levado a participar deste conflito, ao lado das forças Aliadas, após navios brasileiros terem sido atacados por submarinos alemães no Atlântico.
Sobre a presença brasileira na Segunda Guerra Mundial é correto afirmar que
Os vitoriosos de 1930 formavam um grupo bastante heterogêneo, tanto do ponto de vista social como do ponto de vista político. Se o combate às oligarquias tradicionais era o que se poderia chamar de um objetivo em comum, o mesmo não se pode dizer em relação às expectativas dos diferentes atores envolvidos no movimento. Assim, enquanto os setores oligarcas dissidentes mais tradicionais desejavam um maior atendimento à sua área e maior soma de poder, com um mínimo de transformações, os quadros civis mais jovens almejavam a reforma do sistema político, os tenentes defendiam a centralização do poder e a introdução de reformas sociais, e os setores vinculados ao Partido Democrático tinham como meta o controle do governo paulista, além da efetiva adoção de princípios liberais.
(Marieta de Moraes Ferreira e Surama Conde Sá Pinto, “A crise dos anos 1920 e a Revolução de 1930”, em Jorge Ferreira e Lucilia de Almeida Neves Delgado [orgs.], O Brasil Republicano: o tempo do liberalismo oligárquico – vol. 1: da Proclamação da República à Revolução de 1930)
O quadro apresentado no excerto, sobre os vitoriosos da Revolução de 1930, explica a constituição de uma forma política entendida como
(FERRAZ, Francisco César. Os brasileiros e a Segunda Guerra Mundial. Rio de janeiro: Zahar, 2005. p. 9.)
A participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial produziu impactos políticos, diplomáticos e ideológicos relevantes, particularmente em função da condição da União Soviética como potência aliada no combate ao nazi-fascismo. Considerando a conjuntura do Estado Novo, a dinâmica da frente antifascista e as repercussões internas dessa aliança durante o conflito, analise as afirmativas a seguir e assinale aquela que expressa corretamente esse processo histórico.
Considerando essa caracterização histórica, identifique, dentre as afirmativas a seguir, o plano ao qual essa descrição corresponde corretamente.
(FERREIRA, Jorge et al (Orgs.). O tempo do liberalismo oligárquico: da Proclamação da República à Revolução de 1930 – Primeira República (1889-1930). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018. p. 314.)
A chamada ‘Revolução de 1930’ é frequentemente apresentada pela historiografia tradicional como ruptura decisiva com a Primeira República. Considerando a dinâmica das oligarquias regionais, o papel do Estado e a reorganização do bloco no poder, analise as afirmativas a seguir acerca da relação entre o movimento de 1930 e assinale a correta.
“Nós marinheiros cidadãos brasileiros e republicanos, não podemos mais suportar a escravidão na Marinha Brasileira (sic) a falta de proteção que a pátria nos dar e até então não nos chegou; rompemos o negro véo (sic) que nos cobria aos olhos do patriótico e enganado povo.” (Memorial-ultimatum enviado no dia 23/11/1910 pelos marinheiros revoltados ao presidente da República. Martins,Helio Leôncio. A revolta dos Marinheiros - 1910 inBRASIL. Ministério da Marinha. História Naval Brasileira. 5° Vol. Tomo | B. Rio de Janeiro: Serviço de Documentação da Marinha, 1997.p. 111-112.)
O trecho acima é retirado da carta encaminhada ao Presidente da República pelos líderes da Revolta dos Marinheiros de 1910. Segundo Martins, o movimento sofreu influências externas que estão presentes na carta dos marinheiros encaminhada ao Presidente da República. Assim, assinale a opção que NÃO apresenta as influências sofridas pela revolta dos marinheiros de 1910.
Muito valorizado pelos estudos sobre o período [primeiro governo Vargas, de 1930 a 1934] – sobretudo no que tange ao tratamento dado ao capital estrangeiro –, ele costuma ser interpretado como fruto de uma escolha política conscientemente ditada pelo esforço de construir um capitalismo nacional autônomo no país. Sem desprezar o conteúdo de realidade que o postulado possa ter tido para certos segmentos sociais, convém contextualizá-lo […].
Antes de mais nada é preciso deixar de lado a ligação automática estabelecida entre o nacionalismo e a escassa penetração do capital forâneo no país à época.
(Sônia R. Mendonça. As bases do desenvolvimento capitalista
dependente: da industrialização restringida à internacionalização.
Em: Maria Yedda Linhares (org.). História Geral do Brasil, p. 248-249)
Considerando o contexto apresentado pelo excerto, segundo a autora, a “opção nacionalista” do período foi uma decorrência
No início da década de 1950, o governo promoveu diversas medidas destinadas ao incentivo ao desenvolvimento econômico, com ênfase na industrialização. Foram feitos investimentos públicos no sistema de transportes e de energia, com a abertura de um crédito externo de 500 milhões de dólares.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 409. Adaptado)
No contexto apresentado, também fez parte do esforço governamental
No contexto apresentado, também fez parte do esforço governamental
Um assunto dominava a atenção de Getúlio: a política trabalhista. Foi nessa área que ele mostrou quem era e a que viera. Dividiu sua política em duas metades. Numa, criou as leis de proteção ao trabalhador.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling, Brasil: uma biografia, p. 362)
Na outra metade, Getúlio
(Brasilio Sallum Jr. “A condição periférica: o Brasil nos quadros do capitalismo mundial (1945-2000)”. In: Carlos Guilherme Mota (org.). Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500-2000): a grande transação, 2013.)
A respeito da economia do Brasil nos anos 1930 e 1940, o excerto aborda
Observe a imagem a seguir:

A imagem acima representou a Revolução Constitucionalista de 1932, que foi uma revolta ocorrida no estado de São Paulo contra o governo de Getúlio Vargas. As elites paulistas buscavam reconquistar o comando político que haviam perdido com Vargas em 1930. Sobre a Revolução Constitucionalista de 1932, analise as afirmativas abaixo:
I - Promulgação de uma nova Constituição.
II - Nomeação de um interventor civil e paulista para o estado de São Paulo.
III - O retorno do convênio de Taubaté.
Pode-se afirmar que foi(ram) exigência(s) da Revolução Constitucionalista de
1932 a(s) afirmativa(s):
O que teria ocorrido?
Os problemas do regime resultaram mais na inserção do Brasil no quadro das relações internacionais do que das condições políticas internas do país.
(Boris Fausto, História do Brasil, p. 326.)
Acerca da inserção do Brasil no quadro das relações internacionais, é correto afirmar que
Faziam parte dessas forças sociais que deram suporte ao movimento, EXCETO: