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Ano: 2018 Banca: COPESE - UFJF Órgão: UFJF Prova: COPESE - UFJF - 2018 - UFJF - Vestibular - 1º Dia - Módulo II |
Q1271878 Português

TEXTO 1



Os não-ditos das leituras silenciosas

Está no papo

25 de junho de 2018 às 09h52

Guimarães Rosa já anunciava em Grande Sertão: Veredas: "O silêncio é a gente mesmo demais". Foi ele mesmo um menino quieto e sensível durante a infância. Do silêncio fizeram-se as palavras. "O silêncio está na constituição da poesia porque é parte integrante de alguns de seus principais elementos: ritmo e imagem. Não há ritmo sem pausas, não há som, sem silêncio. Do mesmo modo, não há imagem sem vazio", explica Cristiane Tavares, especialista em literatura infantil e coordenadora do curso de pós-graduação Livros, crianças e jovens: teoria, mediação e crítica, do Instituto Vera Cruz.

Ela lembra que Guimarães Rosa é um grande representante da tríade literatura, infância e silêncio, tema importante para se discutir as infâncias contemporâneas. "Penso que o silêncio é necessário para as crianças, tanto quanto para a literatura, pois é condição para a criação, é janela para a contemplação. Em tempos de tanta velocidade, de excesso de ruído, profusão de imagens, o silêncio é raridade, deve ser preservado."

Ao mesmo tempo, a especialista reconhece que nem todos os silêncios são poéticos. Cita alguns presentes na infância, advindos de experiências de violência, ausência, solidão e preconceito. "Em todos esses casos, em maior ou menor grau, sempre haverá (quero crer!) pontos de fuga para silêncios poéticos que devolvam a dignidade e a beleza às infâncias. Mas é preciso muito trabalho para desenhar esses pontos de fuga na realidade." São pontos de fuga que, segundo a pesquisadora, alimentam "de dentro para fora a complexidade de existir".

Na literatura, esses silêncios reverberam naqueles textos que não dizem tudo de um modo óbvio, mas abrem espaço para o diálogo com o leitor. Habitam, por exemplo, os livros-álbum, nos quais o texto e a imagem têm uma relação intrínseca. Nessas obras, o silêncio é pré-requisito. São desafiadores porque pedem uma mediação mais silenciosa, sem tanta fala do adulto. "Nem todo leitor gosta de se deparar com esses espaços em branco porque podem ser angustiantes mesmo. Mas a angústia faz parte da experiência leitora e pode levar a lugares pouco visitados por nós."

Daí vem a necessidade de nos silenciarmos após a leitura, sem precisar prestar contas, convencer o outro a ler também ou elaborar rapidamente alguma interpretação do que se leu. Assim também nos conta Teresa Colomer, em Andar entre livros – a leitura literária na escola (Global, 2007): "A leitura autônoma, continuada, silenciosa, de gratificação imediata e livre escolha é imprescindível para que o próprio texto ensine a ler”. 

Leia agora abaixo parte da conversa com Cristiane Tavares sobre silêncio, infância e literatura.

Em artigo publicado na revista Emília, Cecilia Bajour cita Breton: “O silêncio não é nunca o vazio, mas a respiração entre as palavras, a dobra momentânea que permite a fluência dos significados, o intercâmbio de observações e emoções, o equilíbrio das frases que se amontoam nos lábios e o eco de sua recepção, é o tato que cedo ao uso da palavra mediante uma rápida inflexão da voz, explorada de imediato pelo que se espera do momento favorável”. Qual a relação entre silêncio, literatura e infância?

Cristiane Tavares – Quando penso nessa relação entre “silêncio, literatura e infância”, logo me vem uma frase do Guimarães Rosa em Grande Sertão: Veredas: “O senhor sabe o que o silêncio é? O silêncio é a gente mesmo demais.” Gosto muito desse modo mineiro e roseano de entender o silêncio. E cito esse autor porque penso que ele traduz muito bem essa tríade – silêncio, literatura e infância – em sua obra. Miguilim é um exemplo: menino quieto, sensível, que armava arapuca e pensava no que deviam sentir os pássaros quando estavam presos, separados dos seus companheiros, e observava como saíam felizes soltos das arapucas. Ele mesmo, o Rosa, foi menino quieto, prezava o silêncio. Esse menino quieto, quando adulto, falava mais de cinco línguas... O silêncio é também condição para a aprendizagem. Da cabeça e do coração desse menino quieto saíram obras-primas como Grande Sertão e Manuelzão e Miguilim. Penso que o silêncio é necessário para as crianças, tanto quanto para a literatura, pois é condição para a criação, é janela para a contemplação. Em tempos de tanta velocidade, de excesso de ruído, profusão de imagens, o silêncio é raridade, deve ser preservado.

[...]

Como o silêncio pode dialogar com a autonomia do jovem leitor?

Cristiane Tavares – Silêncio e autonomia leitora andam lado a lado. Do mesmo modo que é importante compartilhar as leituras e conversar sobre os livros, é fundamental respeitar e proporcionar momentos de silêncio depois da leitura. Ler sem precisar prestar contas, ler sem precisar convencer o outro a ler também, ler sem precisar elaborar rapidamente o que se leu. Uma situação alimenta a outra, a autonomia se constrói firmada na partilha e, em especial na escola, as duas situações precisam ser garantidas: ler com os outros e ler sozinho. Teresa Colomer reflete muito sobre isso em Andar entre livros – a leitura literária na escola (Global, 2007) e destaca a importância de garantir momentos de leitura silenciosa na sala de aula: “A criação de um espaço de leitura individual na escola pretende dar a oportunidade de ler a todos os alunos; aos que têm livros em casa e aos que não os têm, aos que dedicam tempo de lazer à leitura e aos que só leriam nos minutos dedicados a realizar as tarefas escolares na aula. A leitura autônoma, continuada, silenciosa, de gratificação imediata e livre escolha é imprescindível para que o próprio texto ensine a ler.”

(Texto adaptado. Disponível em:http://www.blogdaletrinhas.com.br/conteudos/visualizar/Os-nao-ditos-das-leituras-silenciosas  . Acesso em: 31 jul. 2018.) 




TEXTO 2



Campo Geral

    Um certo Miguilim morava com sua mãe, seu pai e seus irmãos, longe, longe daqui, muito depois da Veredado-Frango-d'Água e de outras veredas sem nome ou pouco conhecidas, em ponto remoto, no Mutúm. No meio dos Campos Gerais, mas num covão em trecho de matas, terra preta, pé de serra. Miguilim tinha oito anos. Quando completara sete, havia saído dali, pela primeira vez: o tio Terêz levou-o a cavalo, à frente da sela, para ser crismado no Sucuriju, por onde o bispo passava. Da viagem, que durou dias, ele guardara aturdidas lembranças, embaraçadas em sua cabecinha. De uma, nunca pôde se esquecer: alguém, que já estivera no Mutúm, tinha dito: ― "É um lugar bonito, entre morro e morro, com muita pedreira e muito mato, distante de qualquer parte; e lá chove sempre..."

    Mas sua mãe, que era linda e com cabelos pretos e compridos, se doía de tristeza de ter de viver ali. Queixava-se, principalmente nos demorados meses chuvosos, quando carregava o tempo, tudo tão sozinho, tão escuro, o ar ali era mais escuro; ou, mesmo na estiagem, qualquer dia, de tardinha, na hora do sol entrar. — "Oê, ah, o triste recanto..." — ela exclamava. Mesmo assim, enquanto esteve fora, só com o tio Terêz, Miguilim padeceu tanta saudade, de todos e de tudo, que às vezes nem conseguia chorar, e ficava sufocado. E foi descobriu, por si, que, umedecendo as ventas com um tico de cuspe, aquela aflição um pouco aliviava. Daí, pedia ao tio Terêz que molhasse para ele o lenço; e tio Terêz, quando davam com um riacho, um minadouro ou um poço de grota, sem se apear do cavalo abaixava o copo de chifre, na ponta de uma correntinha, e subia um punhado d'água. Mas quase sempre eram secos os caminhos, nas chapadas, então tio Terêz tinha uma cabacinha que vinha cheia, essa dava para quatro sedes; uma cabacinha entrelaçada com cipós, que era tão formosa. — "É para beber, Miguilim..." — tio Terêz dizia, caçoando. Mas Miguilim ria também e preferia não beber a sua parte, deixava-a para empapar o lenço e refrescar o nariz, na hora do arrocho. Gostava do tio Terêz, irmão de seu pai.

    Quando voltou para casa, seu maior pensamento era que tinha a boa notícia para dar à mãe: o que o homem tinha falado — que o Mutúm era lugar bonito... A mãe, quando ouvisse essa certeza, havia de se alegrar, ficava consolada. Era um presente; e a ideia de poder trazê-lo desse jeito de cor, como uma salvação, deixava-o febril até nas pernas. Tão grave, grande, que nem o quis dizer à mãe na presença dos outros, mas insofria por ter de esperar; e, assim que pôde estar com ela só, abraçou-se a seu pescoço e contou-lhe, estremecido, aquela revelação. A mãe não lhe deu valor nenhum, mas mirou triste e apontou o morro; dizia: — "Estou sempre pensando que lá por detrás dele acontecem outras coisas, que o morro está tapando de mim, e que eu nunca hei de poder ver..." Era a primeira vez que a mãe falava com ele um assunto todo sério. No fundo de seu coração, ele não podia, porém, concordar, por mais que gostasse dela: e achava que o moço que tinha falado aquilo era que estava com a razão. Não porque ele mesmo Miguilim visse beleza no Mutúm — nem ele sabia distinguir o que era um lugar bonito e um lugar feio. Mas só pela maneira como o moço tinha falado: de longe, de leve, sem interesse nenhum; e pelo modo contrário de sua mãe — agravada de calundú e espalhando suspiros, lastimosa. No começo de tudo, tinha um erro — Miguilim conhecia, pouco entendendo. Entretanto, a mata, ali perto, quase preta, verde-escura, punha-lhe medo.

(ROSA, João Guimarães. Manuelzão e Miguilim. 11.ed. São Paulo: Nova Fronteira, 2001.)

A parte introdutória à entrevista com Cristiane Tavares tem como principal finalidade enunciativa:
Alternativas
Q1271737 História

Observe a tabela e o texto abaixo:


Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: Revista Superinteressante, out. 2016. Disponível em: <https://abr.ai/2KOba6z> . Acesso em: 10 out. 2018.)


A Siemens diz ter usado o trabalho forçado de pelo menos 80 mil pessoas entre 1940 e 1945, sendo 5.000 vindas de campos de concentração, como os de Ravensbrück, Auschwitz-Bobrek, Flossenbürg, Buchenwald e Gross-Rosen. Ao final de 1944, no auge da Segunda Guerra, a companhia tinha 244 mil trabalhadores. Desse número, 50 mil eram forçados...

(Disponível em: UOL Economia, set. 2017. Disponível em:<https://bit.ly/2uuKhis> . Acesso em: 10 out. 2018.)


Observando os dados apontados, é possível afirmar que:
Alternativas
Q1271736 Atualidades
Nos anos 1960, o artista plástico brasileiro Cildo Meireles realizou intervenções artísticas com carimbos em notas de um cruzeiro perguntando: QUEM MATOU HERZOG?". Meireles costumava gravar em seus trabalhos deste período a frase: “A reprodução desta peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa”, ressaltando a problemática do direito privado, do mercado e da elitização da arte. Recentemente, essa prática voltou a ganhar destaque:

Imagem associada para resolução da questão
Sobre a relação entre arte e política na atualidade, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1271735 Atualidades

Analise a imagem e o trecho abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


Tradução: Escrito na porta: “Conselho de Direitos Humanos da ONU".

- Vou embora! Tenho coisas mais importantes para fazer!

Escrito na gaiola: “Crianças imigrantes”.


"Se no Natal passado eu afirmasse que o principal candidato a presidente do país mais poderoso do mundo tivesse dito, abertamente, que concordava com a venda de armas, com campos de concentração, com proibições extrajudiciais e com direitos de sangue, a menos que você fosse um sócio atuante da Internacional dos Teóricos da Conspiração, você provavelmente teria dado uma gargalhada na minha cara. E, no entanto, aqui estamos nós, precisamente nesta realidade. E não se trata apenas de Donald Trump. [...] Como todo momento decisivo, é um teste, que avalia o melhor de nós: se as sociedades civilizadas podem, de fato, continuar civilizadas, no sentido mais essencial dessa expressão – ou se corremos o risco de mergulhar, outra vez, em uma era de extremismos, guerra mundial e genocídio. Isso lhe parece um exagero? Então, torne a ler o primeiro parágrafo deste ensaio e pergunte a si próprio se esperava que um possível presidente norte-americano defendesse campos de concentração… apenas um ano atrás."

(HAQUE, Umair. Observatório de Imprensa. Disponível em: <https://bit.ly/1QCp7VP>. Acesso em: 10 out. 2018.)


Sobre os extremismos e sua relação com a produção de sujeitos desterritorializados na atualidade, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1271734 Conhecimentos Gerais

1968 foi o ano em que milhares de estudantes e militantes franceses saíram às ruas contra a repressão e a desigualdade entre os sexos nas universidades, contra um grande espectro de posturas conservadoras e contra o então presidente Charles de Gaulle. Os protestos se espalharam por grande parte dos países ocidentais, ganhando contornos diversos, conforme cada contexto. Observe abaixo algumas frases pichadas pelos manifestantes nos muros franceses e usadas em cartazes em maio de 1968:


A humanidade nunca será feliz até o último capitalista ser

enforcado nas tripas do último burocrata.

A mercadoria, nós a queimaremos.

Corra, camarada, o velho mundo está atrás de você.

É proibido proibir.

Faça amor, não faça guerra.

Meu corpo é meu.

O patrão precisa de ti; tu não precisas do patrão.

Professores, vocês nos fazem envelhecer.

Quanto mais eu faço amor, mais eu tenho vontade de fazer revolução; quanto mais eu faço revolução, mais eu tenho vontade de fazer amor. Você está sendo intoxicado: rádio, televisão, jornal, mentira.

(Disponível em:<https://bit.ly/2w3el4Z> . Acesso em: 10 out. 2018.)


Sobre os movimentos de 1968 e seus desdobramentos, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1271733 Conhecimentos Gerais

Os documentos abaixo tratam do tema doenças/vacinação. Em 2018 completamos 100 anos desde que a Gripe Espanhola atracou no Brasil e matou milhares de pessoas.


As condições de vida nos campos de batalha da I Guerra Mundial criaram o cenário ideal para a proliferação de um vírus incomum e altamente letal. Apesar de, a princípio, agir no corpo humano como um vírus comum, a conhecida Gripe Espanhola potencializou sobremaneira os efeitos da gripe comum. Dado o fato de soldados do mundo todo estarem na Europa, ao voltarem para casa propagaram o vírus para o planeta. Estima-se que tenham morrido entre 30 milhões e 35 milhões de pessoas. Imagine isso depois da I Guerra Mundial – que, segundo estatísticas, matou cerca de 9 milhões de pessoas! No Brasil, estima-se que tenham morrido mais de 30 mil pessoas, dentre elas o presidente recém-eleito Rodrigues Alves, em 1919. De lá para cá se passaram cem anos. A medicina avançou muito, e a Liga das Nações investiu em pesquisa. Ficou claro que a solução para as pandemias só aconteceria com cooperação internacional e criação de vacinas com campanhas em todo o mundo.

(Texto adaptado. Disponível em: <https://bit.ly/2vDKIql>. Acesso em: 10 out. 2018.)


Doenças já erradicadas no Brasil voltaram a ser motivo de preocupação entre autoridades sanitárias e profissionais de saúde. Baixas coberturas vacinais, de acordo com o próprio Ministério da Saúde, acendem "uma luz vermelha" no país. No Amazonas e em Roraima, com o surto de sarampo, há cerca de 500 casos confirmados e mais de 1500 em investigação. No outro extremo do país, o Rio Grande do Sul também confirmou casos da doença este ano.

(Disponível em: <https://bit.ly/2tXJeXa>. Acesso em: 10 out. 2018.)


Imagem associada para resolução da questão

Charge de 2015 alusiva ao movimento antivacina, que prega a não imunização de crianças.

(Disponível em: <https://bit.ly/2P1dfzc>. Acesso em: 10 out.2018.)


Sobre o tema, é possível afirmar que:

Alternativas
Q1271732 Atualidades

Pobreza extrema aumenta 11% e atinge 14,8 milhões de pessoas


Apesar da queda da inflação e do início da recuperação da atividade econômica, a pobreza extrema continuou se alastrando pelo país em 2017. Levantamento a partir dos microdados da Pnad Contínua, divulgado pelo IBGE, mostra que o número de pessoas em situação de extrema pobreza no país passou de 13,34 milhões em 2016 para 14,83 milhões no ano passado, o que significa um aumento de 11,2%. O avanço da pobreza é considerado um dos grandes retrocessos da recessão econômica, após anos de avanços na área.

(Texto adaptado. Disponível em:<https://www.valor.com.br> . Acesso em 21 ago. 2018.)


Imagem associada para resolução da questão

(Texto adaptado. Disponível em:<https://www.valor.com.br> . Acesso em: 21 ago. 2018.)


Sobre o aumento da pobreza extrema no Brasil, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1271731 Atualidades

O presidente norte-americano Donald Trump anunciou, no início de junho de 2017, que os Estados Unidos abandonarão o Acordo de Paris, sob o pretexto de que o pacto climático é “desvantajoso" para os interesses da economia dos Estados Unidos. O Acordo de Paris foi assinado em 2015, na capital francesa, por 195 de 197 países (as exceções são Síria e Nicarágua), na Convenção da ONU sobre Mudanças Climáticas.

(Texto adaptado. Disponível em: <http://www.bbc.com> . Acesso em: 14 jun. 2017.)


Assinale a alternativa CORRETA. O Acordo de Paris tem como principal objetivo:

Alternativas
Q1271730 História

No ano de 2018 comemoramos os 50 anos das Primaveras de Paris e de Praga. A charge abaixo se refere à relação entre militares de Moscou, capital da Rússia e antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), e a população de Praga, capital da República Checa e antiga República da Checoslováquia. As datas evidenciam o final da Segunda Guerra Mundial (1945) e as Primaveras de Praga e de Paris (1968).


Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: <http://www.jornalcontato.com.br/home/index.php/a-primavera-de-praga-daniel-aarao-reis/>. Acesso em: 20 ago. 2018.)


Observe a imagem e marque a opção que corresponde à CORRETA análise geopolítica:

Alternativas
Q1271729 Atualidades

“Após repetidas ameaças do presidente Donald Trump, a guerra comercial com a China se concretizou. Os Estados Unidos anunciaram a imposição de tarifas de milhões de dólares a vários produtos chineses, provocando represália imediata de Pequim, que denunciou ‘a maior guerra comercial da história econômica’.”

(GAIER, Rodrigo Viga. Disputa comercial entre China e EUA pode afetar emprego e renda no Brasil, diz ministro. Jornal Folha de São Paulo. 15 ago. 2018. Disponível em:<https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/08/disputa-comercial-entre-china-e-eua-pode-afetar-emprego-e-renda-no-brasil-dizministro.shtml> . Acesso em: 20 ago. 2018.)


O conflito descrito no texto é representativo do/a/s:

Alternativas
Q1271728 Geografia

Estrangeiros acham saída para investir em terras

19 de dezembro de 2017


As fortes restrições para compra e arrendamento de terras por estrangeiros no Brasil não têm impedido que investidores de várias nacionalidades adquiram ou explorem economicamente imóveis no campo. Também não têm inibido operações de fusões e aquisições de empresas que contam com propriedades rurais entre seus ativos. Enquanto aguardam o fim da proibição, grupos internacionais encontraram saídas para contornar a dificuldade, que variam na forma e também em riscos jurídicos assumidos.

(Texto adaptado. Disponível em:<http://www.valor.com.br> . Acesso em: 19 ago. 2018.)


Com relação ao fato apresentado no fragmento acima, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q1271727 Química

O fosgênio, COCl2, é um composto organoclorado tóxico e corrosivo, porém, importante na indústria de polímeros, corantes e produtos farmacêuticos. O estudo da reação reversível de produção do fosgênio determinou a entalpia de formação (reação direta) como sendo -57 kJ/mol. Considere a decomposição do COCl2 (reação inversa) ocorrendo sob duas condições: no primeiro caso (Condição A) a energia de ativação da reação de decomposição do COCl2 foi de +70 kJ/mol, enquanto no segundo caso (Condição B) a energia de ativação desta reação passa a ser +60 kJ/mol. Ambas as condições estão descritas graficamente nas figuras abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


A respeito destes processos, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q1271726 Química

Em uma garrafa de refrigerante, ou cerveja, há pelo menos uma reação química reversível ocorrendo a todo o tempo: a decomposição do ácido carbônico em meio aquoso, como mostra a equação química abaixo:


H2CO3(aq) ⇌ H2O(l) + CO2(g) ∆H > 0


Segundo o Princípio de Le Châtelier, quando a garrafa é aberta, ocorre:

Alternativas
Q1271725 Química

O Departamento de Agricultura americano aprovou a venda de uma maçã geneticamente modificada que nunca fica marrom depois de cortada. O processo de escurecimento da maçã comum pode ser representado pela reação entre o fenol e a enzima polifenol oxidase – PPO – presentes na maçã, conforme a reação química esquematizada abaixo:


Imagem associada para resolução da questão


De acordo com essas informações, pode-se afirmar que a maçã geneticamente modificada:

Alternativas
Q1271724 Química

A pilha de mercúrio é popularmente conhecida como pilha em forma de “botão” ou “moeda”, muito utilizada em calculadoras, controles remotos e relógios. Nessa pilha existe um amálgama de zinco (zinco dissolvido em mercúrio), óxido de mercúrio (II), e o eletrólito é o hidróxido de potássio. A partir das semirreações de redução do zinco e do mercúrio e seus respectivos potenciais padrão de redução, mostrados no quadro abaixo, assinale a alternativa que represente a pilha de mercúrio corretamente:


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Alternativas
Q1271723 Química

Os banhos eletrolíticos que fazem revestimento metálico têm uma sequência: uma peça para ser cromada necessariamente precisa ser primeiro cobreada, depois niquelada e, por fim, receber uma camada de crômio. [...] A deposição eletrolítica pode levar à produção de peças prateadas e douradas, além de outras onde ocorre estanhagem, cadmiagem e latonagem.

(LUFTI, M. Os ferrados e os cromados, produção social e apropriação privada do conhecimento químico. 2ºed. Ijuí: Ed. Unijuí, 2005. p. 110.)


Sobre o processo descrito acima, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1271722 Física

Um eletroscópio pode ser construído por duas tiras de metal suspensas por uma pequena haste de metal em um invólucro eletricamente isolante. A haste é conectada a uma chapa de zinco no topo do invólucro. Quando a chapa de zinco é carregada negativamente por uma fonte externa, as tiras se afastam uma da outra, conforme a Figura (a). Se, nesta situação, você iluminar o zinco com a luz do sol, o zinco e o eletroscópio serão descarregados, e as abas do eletroscópio irão se juntar novamente, conforme a Figura (b). Se, por outro lado, colocarmos um pedaço de vidro acima do zinco e iluminarmos o eletroscópio com a luz do sol passando pelo vidro antes de atingir o zinco, nada acontecerá, mesmo com o eletroscópio e o zinco inicialmente carregados negativamente, conforme mostra a Figura (c). Dentre as alternativas abaixo, qual delas explica corretamente o resultado mostrado na Figura (c)


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Alternativas
Q1271721 Física
A temperatura das estrelas distantes pode ser aferida através do espectro de radiação eletromagnética que elas emitem. Isto é, aqui na Terra existem aparelhos, chamados “espectrógrafos”, que analisam o tipo de radiação que uma determinada estrela emite. A partir dessa análise, é possível estimar a temperatura da estrela e também as substâncias das quais ela é feita. Sabendo-se que, em observações da Terra, vemos o Sol com coloração amarelada, a estrela Betelgeuse com coloração avermelhada e a estrela Mintaka com coloração azulada, a alternativa correta que coloca as estrelas em ordem crescente de temperatura é:
Alternativas
Q1271720 Física
Durante uma viagem, você compra um chuveiro elétrico com especificação na embalagem de 220 V e 7000 W. Ao chegar em casa, após a instalação, você percebe que sua rede elétrica fornece apenas 127 V. Em relação ao funcionamento do chuveiro instalado em 220 V, se você ligá-lo na potência máxima e em 127V:
Alternativas
Q1271719 Física

Em uma pequena ligação para árvore de Natal, composta de 2 pilhas e 2 lâmpadas, uma pessoa inseriu uma terceira pilha em paralelo a uma das lâmpadas, juntamente a um interruptor S, obtendo o circuito mostrado na figura. Considere que o brilho das lâmpadas seja proporcional à sua potência elétrica. Em comparação ao circuito com a chave aberta, quando fechamos a chave (assinale a alternativa CORRETA):

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Alternativas
Respostas
19521: C
19522: C
19523: A
19524: E
19525: B
19526: D
19527: A
19528: A
19529: D
19530: A
19531: A
19532: D
19533: C
19534: A
19535: A
19536: D
19537: A
19538: B
19539: C
19540: D