Foram encontradas 75.429 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Analyse the following comic.

(http://iniscommunication.com)
The objective of the comic is to
The future is largely urban
By 2030, there will be 5 billion people living in
urban areas (61% of the estimated world
population of 8.2 billion)

(http://esa.un.org. Adaptado.)
The chart shows that the approximate period of time when both urban and rural estimated populations were equal was
Cerrado

Located between the Amazon, Atlantic Forests and Pantanal, the Cerrado is the largest savanna region in South America.
The Cerrado is one of the most threatened and overexploited regions in Brazil, second only to the Atlantic Forests in vegetation loss and deforestation. Unsustainable agricultural activities, particularly soy production and cattle ranching, as well as burning of vegetation for charcoal, continue to pose a major threat to the Cerrado’s biodiversity. Despite its environmental importance, it is one of the least protected regions in Brazil.
Facts & Figures
• Covering 2 million km2 , or 21% of the country’s territory, the Cerrado is the second largest vegetation type in Brazil.
• The area is equivalent to the size of England, France, Germany, Italy and Spain combined.
• More than 1,600 species of mammals, birds and reptiles have been identified in the Cerrado.
• Annual rainfall is around 800 to 1600 mm.
• The capital of Brazil, Brasilia, is located in the heart of the Cerrado. • Only 20% of the Cerrado’s original vegetation remains intact; less than 3% of the area is currently guarded by law.
(http://wwf.panda.org. Adaptado.)

Cerrado

Located between the Amazon, Atlantic Forests and Pantanal, the Cerrado is the largest savanna region in South America.
The Cerrado is one of the most threatened and overexploited regions in Brazil, second only to the Atlantic Forests in vegetation loss and deforestation. Unsustainable agricultural activities, particularly soy production and cattle ranching, as well as burning of vegetation for charcoal, continue to pose a major threat to the Cerrado’s biodiversity. Despite its environmental importance, it is one of the least protected regions in Brazil.
Facts & Figures
• Covering 2 million km2 , or 21% of the country’s territory, the Cerrado is the second largest vegetation type in Brazil.
• The area is equivalent to the size of England, France, Germany, Italy and Spain combined.
• More than 1,600 species of mammals, birds and reptiles have been identified in the Cerrado.
• Annual rainfall is around 800 to 1600 mm.
• The capital of Brazil, Brasilia, is located in the heart of the Cerrado. • Only 20% of the Cerrado’s original vegetation remains intact; less than 3% of the area is currently guarded by law.
(http://wwf.panda.org. Adaptado.)

Cerrado

Located between the Amazon, Atlantic Forests and Pantanal, the Cerrado is the largest savanna region in South America.
The Cerrado is one of the most threatened and overexploited regions in Brazil, second only to the Atlantic Forests in vegetation loss and deforestation. Unsustainable agricultural activities, particularly soy production and cattle ranching, as well as burning of vegetation for charcoal, continue to pose a major threat to the Cerrado’s biodiversity. Despite its environmental importance, it is one of the least protected regions in Brazil.
Facts & Figures
• Covering 2 million km2 , or 21% of the country’s territory, the Cerrado is the second largest vegetation type in Brazil.
• The area is equivalent to the size of England, France, Germany, Italy and Spain combined.
• More than 1,600 species of mammals, birds and reptiles have been identified in the Cerrado.
• Annual rainfall is around 800 to 1600 mm.
• The capital of Brazil, Brasilia, is located in the heart of the Cerrado. • Only 20% of the Cerrado’s original vegetation remains intact; less than 3% of the area is currently guarded by law.
(http://wwf.panda.org. Adaptado.)

Cerrado

Located between the Amazon, Atlantic Forests and Pantanal, the Cerrado is the largest savanna region in South America.
The Cerrado is one of the most threatened and overexploited regions in Brazil, second only to the Atlantic Forests in vegetation loss and deforestation. Unsustainable agricultural activities, particularly soy production and cattle ranching, as well as burning of vegetation for charcoal, continue to pose a major threat to the Cerrado’s biodiversity. Despite its environmental importance, it is one of the least protected regions in Brazil.
Facts & Figures
• Covering 2 million km2 , or 21% of the country’s territory, the Cerrado is the second largest vegetation type in Brazil.
• The area is equivalent to the size of England, France, Germany, Italy and Spain combined.
• More than 1,600 species of mammals, birds and reptiles have been identified in the Cerrado.
• Annual rainfall is around 800 to 1600 mm.
• The capital of Brazil, Brasilia, is located in the heart of the Cerrado. • Only 20% of the Cerrado’s original vegetation remains intact; less than 3% of the area is currently guarded by law.
(http://wwf.panda.org. Adaptado.)

(Ian Chilvers (org.). Dicionário Oxford de arte, 2007.)
Verificam-se distorções e ambiguidades em relação à técnica da perspectiva na seguinte obra:
Tal movimento distingue-se pela atenuação do sentimentalismo e da melancolia, a ausência quase completa de interesse político no contexto da obra (embora não na conduta) e (como os modelos franceses) pelo cuidado da escrita, aspirando a uma expressão de tipo plástico. O mito da pureza da língua, do casticismo vernacular abonado pela autoridade dos autores clássicos, empolgou toda essa fase da cultura brasileira e foi um critério de excelência. É possível mesmo perguntar se a visão luxuosa dos autores desse movimento não representava para as classes dominantes uma espécie de correlativo da prosperidade material e, para o comum dos leitores, uma miragem compensadora que dava conforto.
(Antonio Candido. Iniciação à literatura brasileira, 2010. Adaptado.)
O texto refere-se ao movimento denominado
Examine o cartum de Pia Guerra, publicado no Instagram da revista The New Yorker em 13.11.2018.

“I had that dream again where the small hairy creatures were selling my body for three dollars a gallon.”
A mercadoria a que o cartum faz alusão está diretamente relacionada ao seguinte problema ambiental:
— […] O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. [...] Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho.
(Quincas Borba, 2016.)
— […] O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. [...] Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho.
(Quincas Borba, 2016.)
— […] O encontro de duas expansões, ou a expansão de duas formas, pode determinar a supressão de uma delas; mas, rigorosamente, não há morte, há vida, porque a supressão de uma é condição da sobrevivência da outra, e a destruição não atinge o princípio universal e comum. Daí o caráter conservador e benéfico da guerra. Supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas. As batatas apenas chegam para alimentar uma das tribos, que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente, onde há batatas em abundância; mas, se as duas tribos dividirem em paz as batatas do campo, não chegam a nutrir-se suficientemente e morrem de inanição. A paz, nesse caso, é a destruição; a guerra é a conservação. Uma das tribos extermina a outra e recolhe os despojos. Daí a alegria da vitória, os hinos, aclamações, recompensas públicas e todos os demais efeitos das ações bélicas. Se a guerra não fosse isso, tais demonstrações não chegariam a dar-se, pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é aprazível ou vantajoso, e pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói. Ao vencido, ódio ou compaixão; ao vencedor, as batatas. [...] Aparentemente, há nada mais contristador que uma dessas terríveis pestes que devastam um ponto do globo? E, todavia, esse suposto mal é um benefício, não só porque elimina os organismos fracos, incapazes de resistência, como porque dá lugar à observação, à descoberta da droga curativa. A higiene é filha de podridões seculares; devemo-la a milhões de corrompidos e infectos. Nada se perde, tudo é ganho.
(Quincas Borba, 2016.)
Examine os gráficos.

(http://pt.climate-data.org)
As dinâmicas climáticas representadas nos gráficos 1 e 2 correspondem, respectivamente, aos espaços retratados em
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
Onde estou? Este sítio desconheço:
Quem fez tão diferente aquele prado?
Tudo outra natureza tem tomado,
E em contemplá-lo, tímido, esmoreço.
Uma fonte aqui houve; eu não me esqueço
De estar a ela um dia reclinado;
Ali em vale um monte está mudado:
Quanto pode dos anos o progresso!
Árvores aqui vi tão florescentes,
Que faziam perpétua a primavera:
Nem troncos vejo agora decadentes.
Eu me engano: a região esta não era;
Mas que venho a estranhar, se estão presentes
Meus males, com que tudo degenera!
(Cláudio Manuel da Costa. Obras, 2002.)
