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A respeito do trecho acima, é correto afirmar que:
Apesar de Machado de Assis construir parte significativa de sua obra ainda em fins do século XIX, é possível já verificar, em seus textos, o emprego de recursos próprios da literatura moderna. A esse propósito, sobre o trecho em questão, pode-se afirmar que:
Poema de Finados
Amanhã que é dia dos mortos
Vai ao cemitério. Vai
E procura entre as sepulturas
A sepultura de meu pai.
Leva três rosas bem bonitas.
Ajoelha e reza uma oração.
Não pelo pai, mas pelo filho:
O filho tem mais precisão.
O que resta de mim na vida
É a amargura do que sofri.
Pois nada quero, nada espero.
E em verdade estou morto ali.
(BANDEIRA, Manuel. Estrela da Vida Inteira. 20 ed. Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1993. p. 144-5).
Ao observar a relação entre o conteúdo do Poema de Finados e seus aspectos formais, pode-se afirmar que:
Leia atentamente a crônica de Carlos Drummond de Andrade a seguir.
A incapacidade de ser verdadeiro
Paulo tinha fama de mentiroso. Um dia chegou em casa dizendo que vira no campo dois dragões-da-independência cuspindo fogo e lendo fotonovelas.
A mãe botou-o de castigo, mas na semana seguinte ele veio contando que caíra no pátio da escola um pedaço de lua, todo cheio de buraquinhos, feito queijo, e ele provou e tinha gosto de queijo. Desta vez Paulo não só ficou sem sobremesa como foi proibido de jogar futebol durante quinze dias.
Quando o menino voltou falando que todas as borboletas da Terra passaram pela chácara de Siá Elpídia e queriam formar um tapete voador para transportá-lo ao sétimo céu, a mãe decidiu levá-lo ao médico. Após o exame, o Dr. Epaminondas abanou a cabeça:
- Não há nada a fazer, Dona Coló. Este menino é mesmo um caso de poesia.
(ANDRADE, Carlos Drummond de. O sorvete e outras histórias. 2 ed. São Paulo: Ática, 1994. p. 40).
A respeito dos elementos de articulação textual, responsáveis pela construção de sentidos, especificamente sobre a referência de pessoa, é correto afirmar que:
A Via Láctea
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Mas não me diga isso
Hoje a tristeza não é passageira
Hoje fiquei com febre a tarde inteira
E quando chegar a noite
Cada estrela parecerá uma lágrima
Queria ser como os outros
E rir das desgraças da vida
Ou fingir estar sempre bem
Ver a leveza das coisas com humor
Mas não me diga isso
É só hoje e isso passa
Só me deixe aqui quieto isso passa
Amanhã é um outro dia, não é?
Eu nem sei porque me sinto assim
Vem de repente um anjo triste perto de mim
E essa febre que não passa
E meu sorriso sem graça
Não me dê atenção
Mas obrigado por pensar em mim
Quando tudo está perdido
Sempre existe uma luz
Quando tudo está perdido
Sempre existe um caminho
Quando tudo está perdido
Eu me sinto tão sozinho
Quando tudo está perdido
Não quero mais ser quem eu sou
Mas não me diga isso
Não me dê atenção
E obrigado por pensar em mim
(LEGIÃO URBANA. A tempestade ou O livro dos dias (álbum). Rio de Janeiro: EMI Music Ltda, 1996).
Leia atentamente o texto informativo a seguir.
Nosso símbolo
O nome já deixa evidente a origem indígena da bebida consumida diariamente por sulmato-grossenses de todos os cantos. O tereré só se tornou símbolo do Estado porque os índios guaranis aprenderam a domesticar a erva-mate.
Depois da Guerra do Paraguai, Tomás Laranjeira consegue a concessão de aproximadamente 8 milhões de hectares da região sul-fronteira para explorar a planta. Posteriormente, funda a Companhia Mate Laranjeira, que exporta grande volume para Argentina e para o Uruguai. O professor da UFMS Antônio Hilário Urquiza destaca que 70% da mão de obra utilizada nos ervais era guarani, que já tinham prática na lida.
“Os guaranis que domesticaram a erva-mate, que criaram o tereré, o chimarrão. Não qualquer índio. Foram os guaranis que estão aqui no nosso Estado. E hoje [o tereré] é um símbolo da juventude, da gastronomia, um símbolo identitário do nosso Estado. E é indígena”, reforça o professor e antropólogo. [...]
(Correio do Estado. Caderno especial “MS 41 anos”, 11 out. 2018).
A respeito dos sentidos construídos por esse texto, cujo objetivo maior é o de informar os leitores
a respeito do tereré como elemento identitário de Mato Grosso do Sul, é possível afirmar que:
Read Text to
answer question.
The article analyzes the relationship of Indigenous
Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on
data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of
the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I
characterize the unequal relationship between society and national state with
Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an
opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then
we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of
autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to
contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the
local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent,
the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations
and worldviews.
(BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).
Read the comic to answer question.

According to the comic, it is correct to affirm that:
Read Text to
answer question.
The article analyzes the relationship of Indigenous
Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on
data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of
the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I
characterize the unequal relationship between society and national state with
Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an
opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then
we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of
autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to
contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the
local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent,
the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations
and worldviews.
(BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).
Cleir Avila Ferreira Júnior was born in Campo Grande, Mato Grosso do Sul State, Brazil. He is a self-taught artist. He has painted professionally since he was 18 years old. He has begun his artistic works with a hyperrealist influence, where he portrayed some regional and ecological themes, especially the Pantanal nature, presented in almost all his art.
In 1994, he started his mural work on the sides of some Campo Grande’s buildings, as example: the great "Onça Pintada" (50m high and 220m2) took him and his team a month of execution, and the "Tuiuiús" (40m high and 300m2) was his second mural. In 1995, he painted the "Blue Macaw" (45m high and 430m2). In 1996, he built the "Macaws’ Monument" in front of the international airport in Campo Grande, MS. In 1998, he painted a mural of 700m2 in Corumbá, MS, where he portrayed the red macaw in one of its walls and in the other two a big gold fish. Therefore, he did uncountable art around Mato Grosso do Sul State, mainly into the touristic cities.
(FERREIRA JÚNIOR, Cleir Avila. Disponível em: <http://www.artenossaterra.xpg.com.br/index.html>. Acesso em: 10 nov. 2018).
The genre of text that tells the story of someone's life is called biography (bio is life, and graphy is written). It is a mixture between journalism, literature and history, in which the history of a person's life is reported and recorded, emphasizing the main facts.
So, considering Text II, what kind of genre was it written on?
Read Text to
answer question.
The article analyzes the relationship of Indigenous
Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on
data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of
the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I
characterize the unequal relationship between society and national state with
Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an
opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then
we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of
autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to
contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the
local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent,
the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations
and worldviews.
(BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).
Cleir Avila Ferreira Júnior was born in Campo Grande, Mato Grosso do Sul State, Brazil. He is a self-taught artist. He has painted professionally since he was 18 years old. He has begun his artistic works with a hyperrealist influence, where he portrayed some regional and ecological themes, especially the Pantanal nature, presented in almost all his art.
In 1994, he started his mural work on the sides of some Campo Grande’s buildings, as example: the great "Onça Pintada" (50m high and 220m2) took him and his team a month of execution, and the "Tuiuiús" (40m high and 300m2) was his second mural. In 1995, he painted the "Blue Macaw" (45m high and 430m2). In 1996, he built the "Macaws’ Monument" in front of the international airport in Campo Grande, MS. In 1998, he painted a mural of 700m2 in Corumbá, MS, where he portrayed the red macaw in one of its walls and in the other two a big gold fish. Therefore, he did uncountable art around Mato Grosso do Sul State, mainly into the touristic cities.
(FERREIRA JÚNIOR, Cleir Avila. Disponível em: <http://www.artenossaterra.xpg.com.br/index.html>. Acesso em: 10 nov. 2018).
Based on part of the Text II, answer the question: In which verb tense are the following sentences?
“In 1995, he painted the ‘Blue Macaw’ (45m high and 430m2 ). In 1996, he built the ‘Macaws Monument’ in front of the international airport in Campo Grande, MS. In 1998, he painted a mural of 700m2 in Corumbá, MS, where he portrayed the red macaw in one of its walls and in the other two a big gold fish. Therefore, he did uncountable art around Mato Grosso do Sul State, mainly into the touristic cities”.
Read Text to
answer question.
The article analyzes the relationship of Indigenous
Peoples with the public policy of Social Assistance (AS) in Brazil. Based on
data collected during field work carried out in 2014, will analyze the case of
the Indigenous Reserve of Dourados, Mato Grosso do Sul. In the first part, I
characterize the unequal relationship between society and national state with
Indigenous Peoples to, then approach the Welfare State politics as an
opportunity to face the violation of rights resulting from the colonial siege. Then
we will see if Dourados to illustrate the dilemmas and possibilities of
autonomy and indigenous role faced with this public policy. It is expected to
contribute to the discussion of statehood pointing concrete cases where the
local implementation of AS policy is permeable to a greater or lesser extent,
the demands of Indigenous Peoples by adaptation to their social organizations
and worldviews.
(BORGES, Júlio César. Brazilian society has made us poor: Social Assistance and ethnic autonomy of Indiggenous Peoples. The case of Dourados, Mato Grosso do Sul. Horiz. antropol. Disponível em: <http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-71832016000200303&lng=en&nrm=iso&tlng=en>. Acesso em: 10 nov. 2018).
Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.
Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.
Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.
Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.
(Indústria cultural: uma introdução, 2010.)
No contexto em que se encontra, a locução sublinhada indica uma
Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.
Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.
Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.
Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.
(Indústria cultural: uma introdução, 2010.)
O termo sublinhado, no contexto em que está inserido, indica que se trata de
Considere o texto de Rodrigo Duarte para responder à questão.
Um dos aspectos mais óbvios de nossa realidade – amplamente difundido em todo o mundo contemporâneo – é a divisão do tempo de cada um numa parte dedicada ao trabalho e noutra dedicada ao lazer. Mas essa realidade atual, por mais evidente que seja para nós, não deveria nos levar à crença enganosa de que terá sido sempre assim: a divisão entre tempo de trabalho e tempo livre – inexistente na Idade Média e no período que a sucedeu imediatamente – se consolidou apenas com o amadurecimento do modo de produção capitalista, isto é, após a chamada Revolução Industrial, que eliminou o trabalho produtivo realizado nas próprias casas dos trabalhadores (quase sempre com o auxílio de suas famílias), limitando as atividades à grande indústria: um estabelecimento exclusivamente dedicado à produção por meio de maquinário pesado, concentrando massas de operários em turnos de trabalhos previamente estabelecidos.
Na Idade Média, por um lado, a aristocracia, mesmo não tendo necessidade de se dedicar a qualquer trabalho produtivo, reservava para si atividades que, não obstante seu caráter socialmente obrigatório, eram também consideradas prazerosas. Os bailes e jantares, as festas e os concertos, as caçadas e a frequência às óperas eram parte integrante da vida cortesã e nobre.
Por outro lado, o horizonte vital das classes servis – e possivelmente também da burguesia em sua fase inicial – era dado pelo trabalho de sol a sol, com pouquíssimo tempo que extrapolasse a produção material. Esse exíguo período antes do sono preparador para a próxima jornada de trabalho, embora não deva ser entendido como tempo de lazer no sentido moderno do termo, provavelmente constituía o momento coletivo de se cantar e narrar, tempo que servia, ao mesmo tempo, como pretexto e elemento aglutinador para a comida e a bebida em comum.
(Indústria cultural: uma introdução, 2010.)
Leia os versos do poema “Os estatutos do homem”, de Thiago de Mello, para responder às questões 32 e 33.
Artigo 12
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido.
Tudo será permitido,
sobretudo brincar com os rinocerontes
e caminhar pelas tardes
com uma imensa begônia na lapela.
(Estatutos do homem, 1986.)
No poema, expressam uma regra geral e um exemplo dessa regra, respectivamente,
(Alfredo Bosi. História concisa da literatura brasileira, 2006. Adaptado.)
O texto refere-se
Considere o poema de Chacal para responder à questão.
Beijo beijos
qual o sentido da palavra beijo?
ato de tocar com os lábios em alguém
ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo?
ou aquele que o cauã reymond deu na mariana
ximenes na novela?
ou aquele que você deu no daniel que só você sentiu?
que é diferente do que eu dei na dolores que nunca
vou esquecer.
já a gabi, sempre que sai de casa, dá em sua mãe
um beijo automático
parecido com os dois beijos de cumprimento que eu
dou numa garota
se estiver no rio, um em são paulo ou três em minas
gerais.
diferente ainda do beijo de despedida apaixonado que
você deu no julinho
quando ele foi para a austrália
diferente do derradeiro beijo no leito de morte que o
luís deu na laís, sua avó
ou do beijo da traição de judas ou do beijo que a
princesa deu no sapo.
diante de tantos sentidos diferentes da palavra beijo,
a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao
assunto:
língua pra que te quero!
(Murundum, 2012.)
Considere o poema de Chacal para responder à questão.
Beijo beijos
qual o sentido da palavra beijo?
ato de tocar com os lábios em alguém
ou alguma coisa, fazendo leve sucção; ósculo?
ou aquele que o cauã reymond deu na mariana
ximenes na novela?
ou aquele que você deu no daniel que só você sentiu?
que é diferente do que eu dei na dolores que nunca
vou esquecer.
já a gabi, sempre que sai de casa, dá em sua mãe
um beijo automático
parecido com os dois beijos de cumprimento que eu
dou numa garota
se estiver no rio, um em são paulo ou três em minas
gerais.
diferente ainda do beijo de despedida apaixonado que
você deu no julinho
quando ele foi para a austrália
diferente do derradeiro beijo no leito de morte que o
luís deu na laís, sua avó
ou do beijo da traição de judas ou do beijo que a
princesa deu no sapo.
diante de tantos sentidos diferentes da palavra beijo,
a melhor forma de saber o que significa é ir direto ao
assunto:
língua pra que te quero!
(Murundum, 2012.)
Em determinado instante, um elétron penetra nessa região com velocidade na direção e no sentido do eixo y. Nesse instante, o elétron ficará sujeito a uma força magnética
