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“Como a vegetação é um dos componentes mais importantes da biota, seu estado de conservação e de continuidade definem a existência ou não de hábitats para as espécies, a manutenção de serviços ambientais e o fornecimento de bens essenciais à sobrevivência de populações humanas.”
Disponível em: https://www.mma.gov.br/biomas.html
O texto acima trata da conservação da vegetação como recurso natural. A partir dessa premissa, aponta-se, como uma das práticas de conservação dos recursos naturais, a criação de
“A contextualização geoambiental da Região do Baixo Jaguaribe contempla a caracterização dos componentes naturais e a setorização dos principais sistemas ambientais. [...] A configuração espacial da área comporta duas unidades morfoestruturais compreendidas pela superfície de aplainamento talhada no embasamento cristalino (Depressão Sertaneja) e por parte da bacia potiguar cretácea (Chapada do Apodi). Além dessas unidades, cabe referências às coberturas sedimentares cenozoicas, incluindo sedimentos plio-pleistocênicos das Formações Faceira e Barreiras e sedimentos de neoformação que compõem as planícies fluviais, dentre as quais, as que têm maior expressão espacial são formadas pelos Rios Jaguaribe e Banabuiú.”
Contexto geoambiental das bacias hidrográficas dos Rios Acaraú, Curu e Baixo Jaguaribe - Estado do Ceará / Marcos José Nogueira de Souza... [et al]. - Fortaleza: Embrapa Agroindústria Tropical, 2005. 52 p. (Embrapa Agroindústria Tropical. Documentos, 101). ISSN 1677-1915.
Considerando o contexto geoambiental da Região do Baixo Jaguaribe, é correto afirmar que
Os relevos e as feições cársticas se originam em rochas solúveis, afetadas pela ação da água. Sua evolução é comandada por processos geoquímicos e físicos. Considerando este tipo de relevo e suas feições, analise as seguintes afirmações:
I. Entre as rochas mais favoráveis à carstificação, encontram-se as carbonática, como os calcários, os mármores, os granitos e a dolomita.
II. Os relevos cársticos evoluem segundo os mesmos processos, que geram outras feições não cársticas, porém somam-se os processos de dissolução e abatimentos, condicionados pela natureza da rocha e pelo sistema hídrico.
III. O desenvolvimento do carste é favorecido quando a região carbonática possui topografia, no mínimo, moderadamente acidentada.
É correto o que se afirma somente em
“A degradação de recursos naturais incorre em perda das características desejáveis dos recursos. A perda de produtividade na produção de mercadorias, tais como madeira e carne bovina, representa uma forma óbvia de degradação, assim como declínios em indicadores de produção em potencial, tais como a fertilidade do solo e o volume de madeira. No contexto da Amazônia, a forma mais importante de degradação é a perda da renda em potencial dos serviços ambientais, tais como a manutenção de biodiversidade (FEARNSIDE, 1999), a ciclagem de água (FEARNSIDE, 2004) e o armazenamento de carbono (FEARNSIDE; BARBOSA, 2003). ”
Fearnside, P.M. 2009. Degradação dos recursos naturais na Amazônia brasileira: Implicações para o uso de sistemas agroflorestais. In: R. Porro (ed.) Alternativa Agroflorestal na Amazônia em Transformação. World Agroforestry Centre (ICRAF) & EMBRAPA Amazônia Oriental, Belém, Pará.
Considerando a temática do trecho acima, que trata da degradação ambiental no contexto da Amazônia brasileira, atente para as seguintes afirmações:
I. Os sistemas agroflorestais (SAFs) são
importantes para pequenos agricultores, por
serem formas de produção mais
sustentáveis e ambientalmente menos
danosas do que a pastagem na região.
II. O desmatamento é a forma mais óbvia de degradação na Amazônia; além do desmatamento, há degradação significativa através de fogos de superfície, especialmente em anos de El Niño.
III. A exploração de madeireira, além de causar degradação direta da floresta por remoção de biomassa, também aumenta a vulnerabilidade da floresta a incêndios.
É correto o que se afirma em
“Uma das principais características que distinguem os climas da porção Sul, do restante do País é a sua maior regularidade na distribuição anual da pluviometria, associada às baixas temperaturas do inverno.”
Mendonça, F. Climatologia, noções básicas e climas do Brasil. São Paulo. Oficina de Textos. 2007.
Essas características, que definem o clima subtropical úmido presente na região Sul do Brasil, são resultantes da
“O carvão é uma rocha sedimentar combustível, formada a partir do soterramento e compactação de uma massa vegetal em ambiente anaeróbico, em bacias originalmente pouco profundas. [...] À medida que a matéria orgânica vegetal é soterrada, inicia-se o processo de sua transformação em carvão, devido principalmente ao aumento de pressão e temperatura aliados à tectônica.”
Taioli, F. Recursos Energéticos. Decifrando a Terra. Teixeira, W. et al. São Paulo. Oficina de Textos. 2000.
O carvão mineral é utilizado como recurso energético há milênios, contudo, sua exploração e utilização apresentam algumas particularidades como o(a)
“O crescimento rápido e desordenado que tem ocorrido em muitas cidades, em especial nos países em desenvolvimento, é o grande responsável pelas transformações ambientais, descaracterizando, muitas vezes, o meio físico original, antes de haver a ocupação humana.”
Guerra, A. J. T. e Marçal, M. S. Geomorfologia Ambiental. Rio de Janeiro. Bertrand Brasil. 2006.
Considerando o excerto acima, é correto concluir que
“O conjunto de ações produzidas pelas atividades humanas ao explorar os recursos hídricos para expandir o desenvolvimento econômico e fazer frente às demandas industriais e agrícolas e a expansão e crescimento da população e das áreas urbanas foi se tornando complexo ao longo da história da humanidade. ”
Tundisi, J. G. Água no século XXI: enfrentando a escassez. São Carlos. Rima. 2005. p. 35.
Considerando as formas de uso dos solos e o desmatamento, é correto afirmar que, dentre os impactos nos recursos hídricos e ecossistemas aquáticos, encontra(m)-se
“O uso planejado e sustentável da terra na Amazônia pode minimizar drasticamente a degradação florestal, na região, provocada pelo aumento de incêndios devido às mudanças climáticas. Esta é a conclusão do estudo, publicado nesta segunda-feira (15/07) na revista Global Change Biology pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) em colaboração com o Centro de Pesquisa e Monitoramento de Desastres (Cemaden) e as universidades de Exeter (Reino Unido) e de Estocolmo (Suécia). ”
INPE – Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Manejo sustentável pode salvar a Amazônia das queimadas. São José dos Campos-SP, 15 de julho de 2019. Disponível em: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php? CodNoticia=5158
O estudo, cuja conclusão é citada no trecho acima, é intitulado “Efeitos de cenários de mudanças climáticas e de uso do solo na probabilidade de fogo durante o século 21 na Amazônia brasileira”. Considerando esse estudo e o conhecimento que se tem sobre as queimadas na Amazônia, é correto concluir que
“O apagamento da mulher na história e/ou a diminuição do seu papel eram tidos como ‘naturais’ e só, e passaram a ser percebidos como problema há pouco tempo. Uma situação da qual nos damos conta aos poucos, percebendo que, nos relatos oficiais, nós, as mulheres, sumimos e, quando mencionadas, aparecemos apenas em papéis coadjuvantes – amantes, esposas, mães, enfim, como um detalhe pitoresco e de menor relevância da narrativa.”
Os termos destacados expressam, respectivamente, o sentido de
Leia os versos de Carlos Drummond de Andrade para responder a questão.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
Procura da Poesia
Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso1 à efusão2
lírica.
[...]
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE. Nova Reunião. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 28 e 141.
Glossário
1. Infenso: em oposição a, inimigo de; contrário, hostil, oponente.
2. Efusão: manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afetos, de alegria.
Leia os versos de Carlos Drummond de Andrade para responder a questão.
Poesia
Gastei uma hora pensando um verso
que a pena não quer escrever.
No entanto ele está cá dentro
inquieto, vivo.
Ele está cá dentro
e não quer sair.
Mas a poesia deste momento
inunda minha vida inteira.
Procura da Poesia
Não faças versos sobre acontecimentos.
Não há criação nem morte perante a poesia.
Diante dela, a vida é um sol estático,
não aquece nem ilumina.
As afinidades, os aniversários, os incidentes pessoais não contam.
Não faças poesia com o corpo,
esse excelente, completo e confortável corpo, tão infenso1 à efusão2
lírica.
[...]
CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE. Nova Reunião. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 28 e 141.
Glossário
1. Infenso: em oposição a, inimigo de; contrário, hostil, oponente.
2. Efusão: manifestação expansiva de sentimentos amistosos, de afetos, de alegria.

<https://tinyurl.com/yy697z4s> Acesso em: 31.05.2019. Original colorido.
Depreende-se, corretamente, da análise da tirinha que
“Julgamos, porém, que a narrativa ganharia se, ao final, oferecesse alguma possibilidade de redenção.”
Alterando o verbo “ganharia” para “ganhará”, o final do período que mantém a norma padrão culta do português é:
Tendo em vista as informações no texto, pode-se concluir que ele se dirige a
Considerando as informações apresentadas no texto, assinale a alternativa correta.
Os resultados, após dez minutos, são representados pela figura.

Assinale a alternativa que apresenta uma explicação coerente para esses resultados.