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Em um experimento hipotético, utilizaram-se leveduras (Saccharomyces cerevisiae) para a análise da síntese de ATP gerada no metabolismo energético. As leveduras foram colocadas em solução rica em glicose e mantidas em pH ideal e temperatura de 35 ºC. O gráfico indica o número de moléculas de ATP sintetizadas pelas células de levedura a partir de cada molécula de glicose.

De acordo com o gráfico, a partir do ponto indicado pela seta, conclui-se que as leveduras no interior do tubo estavam em ambiente ____________ e os produtos gerados, para cada molécula de glicose utilizada, foram _____________
As lacunas do texto são preenchidas por
Leia a tirinha.

A tirinha ilustra, de forma humorada, uma clássica interação
interespecífica entre certas espécies de aves e crocodilos.
Esse mesmo tipo de interação ecológica ocorre entre
Ao traçarem as origens do conceito de desenvolvimento sustentável, vários autores enfatizam sua utilização, a partir de meados da década de 1980, associando-o a uma mudança de enfoque na definição da problemática ambiental, de visões eminentemente preservacionistas dos anos de 1960 e 1970 para uma visão que relaciona o crescimento econômico à preocupação ambiental.
(Heloísa S. M. Costa. “Meio ambiente e desenvolvimento, um convite à leitura”. In: Cássio Eduardo V. Hissa (org.). Saberes ambientais, 2018.)
Coerente ao novo enfoque sobre a problemática ambiental, o desenvolvimento sustentável
Analise os mapas do município de São Paulo

Considerando conhecimentos acerca da urbanização na
cidade de São Paulo, os mapas revelam
A concentração industrial nas regiões Sudeste e Sul é tamanha que se torna necessário enfrentar o mais rápido possível certa reorganização. De fato, a hiperconcentração e as desigualdades geradas pelo sistema terminam por resultar em “deseconomias de aglomeração”, ou seja, em bloqueios. Parece que se assiste a um início de mudança, porque os inconvenientes da concentração começam a pesar mais que as vantagens.
(Hervé Théry e Neli A. de Mello-Théry. Atlas do Brasil, 2018. Adaptado.)
Entre os “inconvenientes” da concentração industrial, pode-se citar
A fome é, por isso, historicamente, uma ameaça constante. E doenças graves sempre afetaram as suas populações. Quando os africanos começavam a se alegrar com vitórias nesse campo — a erradicação da varíola, por exemplo —, surgiu um novo flagelo, a aids, cujo avanço não foi contido a tempo devido, em grande parte, às atitudes de políticos e de religiosos que negavam a existência do drama ou se opunham às medidas de proteção.
(Alberto da Costa e Silva. A África explicada aos meus filhos, 2008.)
O texto associa a rápida disseminação da aids na África, nas últimas décadas do século XX, entre outros fatores,
Omolu espalhara a bexiga na cidade. Era uma vingança contra a cidade dos ricos. Mas os ricos tinham a vacina, que sabia Omolu de vacinas? Era um pobre deus das florestas d’África. Um deus dos negros pobres. Que podia saber de vacinas? Então a bexiga desceu e assolou o povo de Omolu. Tudo que Omolu pôde fazer foi transformar a bexiga de negra em alastrim, bexiga branca e tola. Assim mesmo morrera negro, morrera pobre. Mas Omolu dizia que não fora o alastrim que matara. Fora o lazareto. Omolu só queria com o alastrim marcar seus filhinhos negros. O lazareto é que os matava. Mas as macumbas pediam que ele levasse a bexiga da cidade, levasse para os ricos latifundiários do sertão. Eles tinham dinheiro, léguas e léguas de terra, mas não sabiam tampouco da vacina.
(Jorge Amado. Capitães da areia, 2008.)
O texto literário, publicado em 1937, fala da epidemia de bexiga (varíola) e
A charge intitulada “O espeto obrigatório”, publicada em 1904, contextualiza a vacinação da população.

A charge
Observe a tabela com as cinco principais causas de morte registradas em Sheffield (Inglaterra), entre 1837 e 1842.

O total de mortes atestadas nesse local e nesse período foi
de 11944. É possível afirmar que parte importante dessas
mortes associa-se
Durante muito tempo, os doentes eram tratados, principalmente, com remédios populares. Nas terras não cristãs, os homens e as mulheres que aplicavam esses tratamentos eram considerados feiticeiros e feiticeiras. Nas terras cristãs, a feitiçaria era proibida, mas havia “curandeiros” cristãos a quem Deus havia dado um saber. As pessoas mais ricas (senhores e burgueses) eram quase sempre tratadas por médicos judeus, pois os judeus possuíam conhecimentos de medicina vindos da Antiguidade.
(Jacques Le Goff. A Idade Média explicada aos meus filhos, 2007. Adaptado.)
Ao tratar das doenças e dos tratamentos médicos na Idade
Média, o texto
De acordo com esse movimento, a arte deve valer-se dos métodos científicos de observação e experimentação no tratamento dos fatos e dos personagens. Tal movimento substitui o estudo do homem abstrato e metafísico pelo do homem sujeito a leis físico-químicas e determinado pela influência do meio.
(Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.
O excerto trata do movimento


