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A questão toma como base o conto "Um Espinho de Marfim".
"E nesse último dia aproximou a cabeça do seu peito, com suave força, com força de amor empurrando, cravando o espinho de marfim no coração, enfim florido.Quando o rei veio em cobrança da promessa, foi isso que o sol morrente lhe entregou, a rosa de sangue e um feixe de lírios."
O leitor pode fazer uma interpretação simbólica do dilema vivido pela princesa que decide por
A questão toma como base o conto "Um Espinho de Marfim".
A questão toma como base o conto "Um Espinho de Marfim".
Leia o fragmento para responder à questão.
“Um dia, indo o rei de manhã cedo visitar a filha em seus aposentos, viu o unicórnio na moita de lírios. Quero esse animal para mim. E imediatamente ordenou a caçada.”.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
Em relação às características do rei, recorrendo-se às leis da natureza que se conhecem, de imediato, é
sugerida ideia de
O conto a seguir serve de base para responder à questão.
Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida.
Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005
O conto a seguir serve de base para responder à questão.
Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida.
Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005
O conto a seguir serve de base para responder à questão.
Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida.
Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005
O Último Rei
Todos os dias Kublai-Khan, último rei da dinastia Mogul, subia no alto da muralha da sua fortaleza para encontrar-se com o vento. O vento vinha de longe e tinha o mundo todo para contar. Kublai-Khan nunca tinha saído da sua fortaleza, não conhecia o mundo. Ouvia as palavras do vento e aprendia. — A Terra é redonda e fácil, disse o vento. Ando sempre em frente, e passo pelo mesmo lugar de onde saí. Dei tantas voltas na Terra que ela está enovelada no meu sopro. Kublai-Khan achou bonito ir e voltar sem nunca se perder. Um dia o vento chegou mais frio, vindo das montanhas. — Fui pentear a neve, gelou o vento ao pé do ouvido do rei. A neve é pesada e macia. Debaixo do seu silêncio as sementes se aprontam para a primavera. Só flores brancas furam a neve. Só passos brancos marcam a neve. Na neve mora o Rei do Sono. Kublai-Khan teve desejo de neve. Então prendeu fios de prata na Lua e a empinou contra o vento. Do alto, espelho do frio, a Lua trouxe a neve para Kublai-Khan. E um sono tranquilo. Todos os dias o vento contava seus caminhos no alto da muralha. Todos os dias os longos cabelos do rei deitavam-se no vento e recolhiam seus sons, como uma harpa. [...]
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005.
O rei Kublai-Khan, diariamente, no alto da muralha da sua fortaleza, encontrava-se com o vento.
Essa cena, metaforicamente, ilustra o poder de sua alteza.
O trecho em análise, contudo, permite ao leitor afirmar que, apesar desse poder, o soberano revela-se suplantado pelo vento. Na trama narrativa, o vento vivencia um
“O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade.” / ”Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também.”
Os trechos podem exemplificar a afirmação de críticos consagrados sobre uma das surpreendentes marcas estilísticas de Clarice Lispector. Essa característica se traduz como
O trecho a seguir, retirado de Alegrias de Joana, serve de base para responder à questão.
"Definia eternidade e as explicações nasciam fatais como as pancadas do coração. Delas não mudaria um
termo sequer, de tal modo eram sua verdade. Porém mal brotavam, tornavam-se vazias logicamente."
Os efeitos semântico-discursivos conseguidos pelo narrador revelam que Joana deixa transparecer a
sensação de
https://mundoeducacao.uol.com.br/quimica/hidratacao-alcenos.htm.
Para obtenção de um álcool primário, a partir da hidratação de um alceno, é necessário que se tenha um alceno, contendo, apenas, quanto(s) átomo(s) de carbono?
http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/outubro2011/quimica_artigos/olhar_hist_quim_brasil_art.pdf. Acessado em 07 de março de 2022. Adaptado.
Os produtos químicos, destacados no texto, são exemplos de ácidos inorgânicos. A reação de neutralização total de 2 mols de cada um dos ácidos com o hidróxido de sódio, respectivamente, produzirão uma certa quantidade de mols de óxido de hidrogênio.
Qual a quantidade total do óxido formada, considerando todas as neutralizações?
A maleabilização é, em princípio, um tratamento térmico ao qual se submetem ferros fundidos com carbono, e que consiste num aquecimento prolongado, em condições previamente estabelecidas de temperatura, de tempo e de meio. O princípio do processo consiste no aquecimento do ferro fundido, em caixas fechadas, num meio oxidante, constituído de minério de ferro. Nessas condições, o carbono do ferro fundido é eliminado sob forma de gás, conforme a reação:
Fe2O3 + 3 CO → 2 Fe + 3 CO2
Benite, A.N.C., da Silva, J.P., Alvino, A.C., Ferro, ferreiro e forja: O ensino de Química pela Lei n° 10.693/03. Educ. Foco, Juiz de Fora, V. 21, n° 03, 2016. Adaptado.
Quanto de ferro maleável, em gramas, pode ser obtido no tratamento de 0,5 Kg do minério de ferro?
Dados de massa atômica (g/mol): Fe = 56; O = 16; C = 12.
Os pesquisadores chegaram a essa conclusão por uma análise química. Eles pegaram o esmalte dos dentes para descobrir mais sobre a origem dos escravos. O esmalte é a camada externa do dente, formada quase exclusivamente por minerais, e essa composição permanece inalterada durante a vida desse dente. Por isso, ela diz muito sobre a infância de uma pessoa. Os pesquisadores escolheram o elemento químico estrôncio para fazer essa leitura. “O estrôncio é um elemento químico que tem grande afinidade com o cálcio”, explicou um dos pesquisadores. O cálcio é um mineral importante na composição dos ossos e dos dentes, logo o estrôncio também é abundante no corpo humano.
https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/03/analise-quimica-indica-que-escravos-vieram-de-varios-pontos-da-africa.html. Adaptado.
Considere a seguinte afirmativa: “O estrôncio é um elemento químico que tem grande afinidade com o cálcio”. Essa afinidade se justifica porque
A cana produzida aqui era cultivada em monocultura, em grande escala, e tinha o escravismo como base das relações sociais de produção. Os escravos, primeiramente indígenas, e, posteriormente africanos, cultivavam, cortavam e levavam a cana ao engenho, onde ela era moída e o caldo era fervido, até formar uma garapa, para ser cristalizada e dar origem aos torrões de açúcar (sacarose), exportados para a Europa.
https://www.ecycle.com.br/cana-de-acucar/. Acessado em 15 de fevereiro de 2022. Adaptado.
A classificação da formação, a partir da condensação dos glicídios, dos torrões de açúcar, produzidos aqui, desde o Brasil Colônia, e a sua respectiva justificativa estão contempladas na seguinte opção:

https://imirante.com/oestadoma/noticias/2019/10/06/tradicional-festa-da-jucara-comeca-hoje-no-maracana/
Quanto à natureza do pericarpo do fruto da juçara, esse é classificado por fruto
Ministério da saúde. https://bvsms.saude.gov.br/miopia/
Qual a probabilidade de um casal ter um filho míope e albino, sabendo que o marido é heterozigoto para miopia e albinismo e que sua esposa é albina e míope?