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A participação política nas democracias representativas, dentre outras formas, materializa-se no direito constitucional de votar e ser votado, em eleições livres e periódicas, com regras pré-definidas. Porém, esse direito básico só foi conquistado pelas mulheres no “Código Eleitoral (Decreto nº 21.076), em 1934, que garantiu às mulheres acima de 21 anos os direitos de votar e serem votadas em todo o território nacional. Esses direitos políticos foram assentados em bases constitucionais por meio da segunda Constituição da República, em 1934”.
(Justiça Eleitoral, disponível em https://www.justicaeleitoral.jus.br/tse-mulheres/ Acesso em 23 de jun. de 2023. Adaptado).
Entre 2016 e 2022, o Brasil teve, em média, 52% do eleitorado constituído por mulheres, 33% de candidaturas femininas e 15% de eleitas, focando os dados nas eleições gerais de 2022, 18% das vagas no poder legislativo foram ocupadas por mulheres (Id. Ibid. Adaptado).
O texto acima apresenta dados sobre a conquista dos direitos políticos femininos a partir de 1934. Tendo como base esses dados, é possível inferir que a participação das mulheres na vida política brasileira é
I) equânime à participação masculina, pois ambos os gêneros compõem as estruturas políticas.
II) desfavorecida quando comparada à participação dos homens, haja vista que as mulheres são sub- representadas.
III) consequência de uma sociedade excludente, na qual as mulheres candidatas são preferidas, quando comparadas aos homens.
IV) reflexo de uma sociedade desigual, na qual as mulheres ocupam menos postos de poder.
Estão corretas, apenas, as afirmativas
O silogismo é a estrutura básica de um argumento ou um raciocínio dedutivo, formado por três proposições interligadas. A primeira e a segunda proposições são chamadas de premissas e a última é a conclusão.
O silogismo se organiza da seguinte forma:
Premissa Maior (P1): declaratória, donde todo M é P. Premissa Menor (P2): indicativa, donde S é M. Conclusão: da união das duas primeiras premissas, é possível deduzir a terceira proposição, donde S é P.
https://www.todamateria.com.br/silog
O silogismo que segue a organização apresentada é o seguinte:
https://mundoeducacao.uol.com.br/biografias/hannah-arendt.htm
O tipo de Mal e a definição de ação praticados por Adolf Eichmann, de acordo com a filósofa Hannah Arendt, são, respectivamente,
A tragédia exemplifica o Estado e os costumes, determinando a ação da mulher, situação que reflete toda a história até o nosso tempo. Hoje, a filósofa, Judith Butler, interpreta a tragédia de Antígona, de uma perspectiva feminista, considerando outras possibilidades, como referências da pós-modernidade. Afirma a filósofa:
Quem, portanto, é Antígona nesse cenário, e o que devemos fazer de suas palavras, palavras que se tornam eventos dramáticos e atos performativos? Ela não pertence ao humano, porém fala por meio de sua linguagem. Proibida de agir, ela, no entanto, age, e seu ato está longe de ser a simples assimilação de uma norma existente. Ao agir como alguém que não tem o direito de fazê-lo, ela perturba o vocabulário do parentesco que é uma precondição do humano, implicitamente levantando a questão, para nós, de quais realmente devem ser essas precondições. Ela fala na linguagem do direito da qual está excluída, participando na linguagem da reivindicação com a qual nenhuma identificação final é possível. Se ela é humana, então o humano entrou em catacrese: já não conhecemos mais seu uso próprio.
Judith Butler. O clamor de Antígona. Parentesco entre a vida e a morte. Florianópolis: UFSC, 2014.
Nesse sentido, Butler, ao tomar Antígona como referência desse mundo pós-moderno, no que se refere às perspectivas do feminismo, apresenta a crítica de que o movimento feminista deve
TEXTO I
NAS MÃOS DE UM HOMEM, A LÓGICA É MUITAS VEZES VIOLÊNCIA
0 casamento incita o homem a um imperialismo caprichoso: a tentação de dominar é a mais universal, a mais irresistível que existe; muitas vezes não basta ao esposo ser aprovado, admirado, aconselhar, guiar: ele ordena, representa o papel de soberano. Todos os rancores acumulados em sua infância, durante sua vida, acumulados quotidianamente entre os outros homens cuja existência o freia e fere, ele descarrega em casa, acenando para a mulher com sua autoridade; mima a violência, a força, a intransigência: dá ordens com voz severa, ou grita, bate na mesa; essa comédia é para a mulher uma realidade quotidiana. Ele se acha tão convencido de seus direitos que a menor autonomia conservada pela mulher lhe parece uma rebeldia; gostaria de impedi-la de respirar sem ele.
BEAUVOIR, Simone. Segundo Sexo. São Paulo, Nova Fonteira: 2020.
TEXTO II
O CONCEITO DE FEMINICÍDIO
“Trata-se de um crime de ódio. O conceito surgiu na década de 1970 com o fim de reconhecer e dar visibilidade à discriminação, opressão, desigualdade e violência sistemática contra as mulheres, que, em sua forma mais aguda, culmina na morte. Essa forma de assassinato não constitui um evento isolado e nem repentino ou inesperado; ao contrário, faz parte de um processo contínuo de violências, cujas raízes misóginas caracterizam o uso de violência extrema. Inclui uma vasta gama de abusos, desde verbais, físicos e sexuais, como o estupro, e diversas formas de mutilação e de barbárie.”
Eleonora Menicucci
https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/feminicidio/capitulos/o-que-e-feminicidio/#o-que-e-feminicidio.
Da leitura dos dois textos, pode-se afirmar que Beauvoir já identificava, nos anos 40 do século XX, que a violência contra a mulher sempre foi
[...] Portanto - prossegui eu - se se evidenciar que, ou o sexo masculino, ou o feminino, é superior um ao outro no exercício de uma arte ou de qualquer outra ocupação, diremos que se deverá confiar essa função a um deles. Se, porém, se vir que a diferença consiste apenas no facto de a mulher dar à luz e o homem procriar, nem por isso diremos que está mais bem demonstrado que a mulher difere do homem em relação ao que dizemos, mas continuaremos a pensar que os nossos guardiões e as suas mulheres devem desempenhar as mesmas funções. (A República, V, 454d-e).
Se, para o referido filósofo, as potências dos gêneros são as mesmas, de que forma, em sua filosofia, Platão propõe solucionar as funções a serem desempenhadas pelos dois gêneros?
Imagem de Iemanjá é depredada em praia de São Luís
https://oimparcial.com.br/noticias/2023/07/imagem-de-iemanja-e-depredada-em-praia-de-sao-luis/
A imagem de Iemanjá, presente há pelo menos 30 anos, na Praia do Olho D’água, em São Luís, foi depredada durante um ato de vandalismo. Essa manifestação pode ser entendida como resultado da
Texto I - Formas de Relevo
Texto II - Perfis de Relevos
Tomando por base os textos I e II, relacione as formas de relevo aos seus perfis.
Carlos Drummond de Andrade (1979) Texto II
Os dois textos podem ser unidos pela crítica à situação em que se encontra o povo Yanomami em distintos períodos. Pode-se inferir da leitura comparativa dos textos que
O censo demográfico brasileiro é realizado de forma sistemática desde 1872. Desde então, é possível saber, entre outras características, a quantidade de habitantes do país. Ao comparar os gráficos 1 e 2, é correto afirmar que
[...] a imprensa estatal do Vietnã anunciou que o filme Barbie, de Greta Gerwig, não será exibido no país. O motivo para o veto é uma cena que mostra um mapa com a chamada “linha dos nove traços”, reivindicação territorial da China no Mar do Sul da China contestada pelos vietnamitas. [...] Surgida em 1947, a linha em questão demarca boa parte do Mar do Sul daquele país como território chinês (tanto da China comunista como de Taiwan), sob a justificativa de “direito histórico” sobre a região. A área, no entanto, abriga uma série de ilhas e tem partes também reivindicadas por países como Vietnã e Filipinas.
https://veja.abril.com.br/coluna/em-cartaz/a-disputa-geopolitica-que-barrou-exibicao-de-barbie-no-vietna. Adaptado.
O conflito utilizado como argumento para o veto do referido filme evidencia uma questão geopolítica relacionada
Veja o indígena nas palavras de Gonçalves Dias.
O primeiro tópico de que havemos de tratar na história do Brasil é o dos Índios. [...] Eles são instrumento do quanto aqui se praticou de útil ou de glorioso; são o princípio de todas as nossas cousas; são os que deram a base para o nosso caráter nacional; ainda mal desenvolvido, e será a coroa da nossa prosperidade o dia da sua inteira reabilitação (sic) (Gonçalves Dias, 1850, p. 28-29).
A idealização do poeta não escondia a situação vivida pelas populações indígenas no Pós-Independência, ao longo da construção do Estado nacional brasileiro, caracterizada por
Cordel Todo mundo quer saber Quando vem ao Maranhão A história de Ana Jansen E a sua maldição Vou contar neste livrinho Que o prezado tem na mão
Mas adianto ao leitor Pra tomar certo cuidado Se o sujeito é medroso Com tudo fica alterado É melhor ler Walt Disney Pra não sair borrado
MARQUES, Wilson. A verdadeira história de Ana Jansen e sua carruagem encantada. São Luís, Casa do autor maranhense, s/d. Ana Jansen, a “Rainha do Maranhão”, é uma personagem histórica da sociedade maranhense do século XIX, retratada como uma mulher autoritária, maquiavélica e cruel, com sua imagem sendo mais temida do que respeitada, tendo, por isso, se tornado enredo de uma lenda de assombração. Esse imaginário sobre Ana Jansen se deve a sua
A combatente Maconde se identificou como moradora de Namaua, do distrito de Mueda em Cabo Delgado e pertencente a uma família de sete irmãos. Em seu depoimento fez a seguinte consideração: “Quando nós mulheres começamos a trabalhar, houve forte oposição à nossa participação porque isso era contrário à nossa tradição. Iniciamos então uma grande campanha, explicando por que razão nós também devíamos combater, [...] que nós mulheres éramos mesmo mais oprimidas que os homens, que tínhamos os mesmos direitos e a mesma determinação de combater. Insistimos para que nos fosse dado treino militar e armas (Voz da Revolução, mar. 1979, p. 28).
Josina Machel ocupou cargos importantes na FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) e participou da luta armada. Acreditava que as mulheres deveriam lutar ao lado dos homens para a libertação de Moçambique da dominação colonial. Em 1968, estimulou a criação de centros de saúde para soldados feridos e traumatizados e de escolas e creches para as crianças e órfãos. Considerava a educação de meninos e de meninas importante para a construção da nação. [...]Em 1972, o dia de sua morte foi declarado como o Dia Nacional das Mulheres Moçambicanas. Ela até hoje é lembrada como heroína da Luta de Libertação Nacional, sendo homenageada em monumentos, logradouros e estabelecimentos públicos.
Para o presidente Samora Machel, a emancipação feminina não consistia em igualar homens e mulheres e criticava o feminismo, acusando de ser um grupo de mulheres liberais que confundiam os propósitos de libertação e apontava os riscos de uma emancipação espelhada nos países capitalistas [...]. https://www.mozambiquehistory.net/people/josina/images/josina_marching.jpg
As mulheres moçambicanas participaram ativamente da luta armada pela libertação de Moçambique, na África, contra a dominação colonial portuguesa. Sobre a situação das mulheres na sociedade moçambicana do pós- independência, é correto afirmar que
A Associação das Avós (e Mães) da Praça de Maio foi criada em 1977, quando mulheres argentinas passaram a ocupar a Praça de Maio, no centro de Buenos Aires, exigindo descobrir o paradeiro dos seus filhos e netos. Cada caso solucionado recebe um número - como o 132 de José Morales (filho de pais mortos na ditadura) - e se calcula que ainda existam centenas deles a serem finalizados.
No Brasil, a Lei da Anistia foi aprovada em 1979, no governo do general Figueiredo. Seu lema era “ampla, geral e irrestrita”, cunhado pelo jurista Aloysio Picanço.
O relatório da Comissão da Verdade no Brasil foi divulgado em 10 de dezembro de 2014, no Palácio do Planalto. Esta comissão foi criada para apurar as violações contra os direitos humanos, especialmente durante a ditadura civil-militar (1964-1985) no Brasil.
https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/comissao-da-verdade-criada-para-apurar-crimes-da-ditadura-militar-faz-10-anos/ (Adaptado)
Em relação às ações tomadas, após o fim da ditadura civil-militar na Argentina e no Brasil, pode-se afirmar que
Atividades Femininas na Idade Média
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Women_activities_in_middle_ages.JPG
Leia o trecho para responder à questão.
“Nas sociedades europeias da Idade Média, a situação das mulheres não foi única. Ela era diferente no campo e na cidade, em cada reino, e mudou de acordo com a época. Além disso, a vida, os costumes e as funções desempenhadas pelas mulheres dependiam do grupo social a que pertenciam”.
VAZ, Maria Luisa; PANAZZO, Sílvia. Jornadas.hist. São Paulo: Saraiva, 2015.
No período medieval, as mulheres tinham várias ocupações, de acordo com a sua camada social. Caracterizam- se como funções femininas nos âmbitos



This text refers to question.
Sprowston mother in stand-off with school over bullying
By David HannantDHannant87Specialist reporter: health and education
A Sprowston mother is locked in a stand-off with her daughter's school after keeping her at home for the past six weeks to avoid what she describes as "brutal" bullying.
Rebecca Everson says the treatment her 12-year-old daughter Phoebe suffers has become so severe that the youngster has been left "a shell of a girl".
She says the Year 8 Sprowston Community Academy pupil is subjected to cruel messages on social media platforms like Whatsapp, Instagram and Snapchat and has abuse hurled at her by classmates regularly.
After raising her concerns with school leaders, Ms. Everson said her daughter's issues only got worse so for the past six weeks she has refused to send her in. However, she now claims the school is threatening her with fines over Phoebe's attendance record.
She said: "The bullying Phoebe has suffered has been awful. They send her messages calling her every name under the sun. It is brutal.
"I have rung the school and told them she does not feel safe at school and requested work to be sent home for her, but they have done nothing."
Ms. Everson the issue started in October last year, which she reported to Phoebe's teachers.
She said: "The school said they would talk to the girls involved, but when they did it just aggravated the situation.
"Some of the girls involved in the cyberbullying attend other schools nearby too, so moving schools is just not viable.
"Phoebe is a shell of the girl she was before this all began. She has done nothing to deserve this but now she's terrified to even go to school.
"I just feel like I'm going around and around in circles trying to get something done - it's terribly awful."
Sprowston Community Academy was approached for comment but said the school was unable to comment on individual cases.
Sprowston mother in stand-off with school over bullying | Extract taken from Eastern Daily Press (edp24.co.uk) and slightly modified.