Questões de Vestibular

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Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727650 Saúde Pública
“Um conflito armado não termina com o último tiro: violência, morte, destruição deixam traços persistentes na psique. Há 50 anos, um estudo com veteranos do Vietnã nos EUA abria a visão para a real dimensão do horror. Os escritos sobre a guerra do Vietnã e suas consequências enchem bibliotecas inteiras. Porém José Brunner, professor emérito da Universidade de Tel Aviv, ressalta um aspecto em particular: o reconhecimento e compreensão do impacto psíquico e social das guerras. O mais tardar após a Primeira Guerra Mundial, sabe-se que os soldados continuam a sofrer devido às vivências de violência, com frequência por muito tempo após o fim dos conflitos. Alguns eram acometidos de tremores intensos e ataques de pânico, outros se recusavam a alimentar-se. A medicina não tinha respostas e, de acordo com espírito da época, os pacientes ou eram despachados como farsantes, ou entregues à autocura da psique. Nesse ponto, o Vietnã foi um divisor de águas: em 1972 o psiquiatra Chaim F. Shatan, que se ocupara de veteranos da guerra, publicou no jornal The New York Times um relatório sobre a "síndrome pós-Vietnã". Ele descreveu como os pacientes eram atormentados por sentimentos de culpa, como tinham sido brutalizados e se sentiam profundamente alienados em relação aos outros seres humanos.”
Fonte: EBBIGHAUSEN, Rodion “Vietnã e os efeitos de longo prazo da guerra”, DW, 30/04/2024. Disponível em <https://www.dw.com/ptbr/vietn%C3%A3-e-os-efeitos-de-longo-prazo-da-guerra/a-72390031>

A Guerra do Vietnã foi muito mais que um conflito regional, foi uma guerra emblemática do contexto da Guerra Fria, onde as superpotências (EUA e URSS) travaram uma guerra por procuração com consequências devastadoras e duradouras para a população do Vietnã e dos próprios EUA. Analise as alternativas sobre o contexto geopolítico e sobre as consequências humanitárias e sanitárias deste conflito e assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727649 História
“Os pacientes do Hospital Colônia morriam de frio, de fome, de doença. Morriam também de choque. Em alguns dias, os eletrochoques eram tantos e tão fortes, que a sobrecarga derrubava a rede do município. Nos períodos de maior lotação, dezesseis pessoas morriam a cada dia. Morriam de tudo — e também de invisibilidade. Ao morrer, davam lucro. Entre 1969 e 1980, 1.853 corpos de pacientes do manicômio foram vendidos para dezessete faculdades de medicina do país, sem que ninguém questionasse. Quando houve excesso de cadáveres e o mercado encolheu, os corpos foram decompostos em ácido, no pátio do Colônia, na frente dos pacientes, para que as ossadas pudessem ser comercializadas. Nada se perdia, exceto a vida. Pelo menos trinta bebês foram roubados de suas mães.”
Fonte: ARBEX, Daniela. Holocausto brasileiro. São Paulo: Geração Editorial, 2013.

O excerto do livro Holacausto brasileiro da jornalista Daniela Arbex narra acontecimentos relacionados ao chamado Holocausto brasileiro ocorridos ao longo da maior parte do século 20 no Hospital Colônia, como era chamado o maior hospício do Brasil na época, localizado na cidade mineira de Barbacena. Sobre a história brasileira no século 20, considerando o contexto político e social da ditadura militar brasileira, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727648 História
“Agosto, 29: Homem de cor
Querido irmão branco: / Quando nasci, era negro / Quando cresci, era negro / Quando o sol bate, sou negro / Quando estou doente, sou negro. / Quando morrer, serei negro. / E enquanto isso, você: / Quando nasceu, era rosado. / Quando cresceu, foi branco. / Quando o sol bate, você é vermelho. / Quando sente frio, é azul. / Quando sente medo, é verde. / Quando está doente, é amarelo. / Quando morrer você será cinzento. / Então, qual de nós dois é um homem de cor? (De Léopold Senghor, poeta do Senegal)”
Fonte: GALEANO, Eduardo. Amares. Porto Alegre: L&PM Editores, 2019, p.313.

Léopold Sédar Senghor foi um escritor e político senegalês, foi presidente de Senegal de 1960 a 1980 e foi um dos principais ideólogos do conceito de negritude, criado pelo poeta antilhano Aimé Césaire. Assinale a alternativa correta sobre os processos de libertação e descolonização ocorridos no século 20:  
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727647 Português
“A vacina é considerada por especialistas como uma das maiores descobertas da ciência. No século 19, pouco depois da criação da primeira vacina, a expectativa de vida mundial não passava de 32 anos. Atualmente, com imunizantes contra dezenas de doenças à disposição da população, esse número é de 72,6 anos. Gabriel Orlando, historiador e educador do Museu Histórico do Instituto Butantan, enfatiza que, além de mortes, as doenças podem ocasionar problemas de saúde futuramente. Um exemplo das consequências benéficas da vacinação é a varíola, doença que matou mais de 300 milhões de pessoas no século 20 e foi erradicada em 1980. A OMS estima que mais de cinco milhões de vidas são salvas anualmente com a extinção da doença devido à vacinação, com a economia de mais de US$ 1 bilhão por ano. Ao contrário da varíola – um problema já do passado –, o sarampo é um problema do presente, mesmo que já exista um imunizante seguro e eficaz. Antes da vacina ser aplicada em massa a partir de 1963, a doença causava cerca de 2,6 milhões de mortes por ano no mundo. Em 2017, foram 110 mil óbitos no mundo, a maioria de crianças com menos de cinco anos. Em 2019, uma queda na cobertura vacinal contra a doença ocasionou um aumento no número de mortes, que foi de 207 mil mortes, também atingindo majoritariamente crianças.”
Adaptado de “O mundo antes e depois das vacinas”, Portal do Butantan, 14/03/2022. Disponível em <https://butantan.gov.br/noticias/o-mundoantes-e-depois-das-vacinas-a-historia-comprova-que-o-caminho-para-aerradicacao-de-doencas-e-a-imunizacao>

Assinale a alternativa incorreta sobre a história da vacinação e da saúde na Idade Contemporânea:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727646 História
“No século XVIII, enquanto a demanda de ingleses por chá crescia, também aumentava a obrigação dos comerciantes de encontrar algo que os chineses pudessem aceitar em troca. Então os enviados britânicos foram à corte do imperador com amostras de estanho, chumbo, tecidos de algodão, relógios mecânicos, peixe seco, qualquer coisa que pudesse agradar. Nada o entusiasmou. ‘O Império Celestial possui tudo em grande abundância e não faltam produtos dentro de suas fronteiras’, o imperador chinês observou desdenhosamente por volta de 1800. ‘Portanto, não há necessidade de importar produtos manufaturados por bárbaros do exterior em troca dos nossos’. Então a atenção se voltou para o ópio. Graças às plantações espalhadas pela Índia, os britânicos tinham uma boa quantidade da droga para exportar. Historiadores estimam que, pelo final dos anos 1830, cerca de 1% de toda a população chinesa, ou seja, cerca de 4 milhões de pessoas, estava viciada; perto de alguns portos de contrabando, a proporção atingia 90%. Em 1832, um sexto do produto interno bruto da Índia Britânica vinha do comércio de ópio.”
Fonte: Adaptado de HAGER, Thomas. Dez drogas: as plantas, os pós e os comprimidos que mudaram a história da medicina. São Paulo: Todavia, 2020, p.39-42.

De acordo com o texto, assinale a alternativa correta sobre a solução britânica nas relações comerciais com a China no século XIX:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727645 Literatura
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
Considerando as características da obra drummondiana, é correto afirmar que o poema “Amar”:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727644 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
No verso “Amar a nossa falta mesma de amor”, que figura de linguagem se destaca e qual o seu efeito de sentido principal? 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727643 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
Qual tese sobre o amor é defendida no poema?
Considere, entre outros, os trechos: “Amar o que o mar traz à praia, / o que ele sepulta…”, “amar o inóspito, o áspero…”, “Doação ilimitada a uma completa ingratidão” e “Amar a nossa falta mesma de amor”. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727642 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
Em “Amar o que o mar traz à praia, / O que ele sepulta…”, o termo “que”, em destaque, exerce, respectivamente em suas duas ocorrências, a função sintática de: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: IPEFAE Órgão: FMPFM Prova: IPEFAE - 2025 - FMPFM - Vestibular - Medicina |
Q3727641 Português
AMAR

Que pode uma criatura senão,

Entre criaturas, amar?

Amar e esquecer, amar e malamar,

Amar, desamar, amar?

Sempre, e até de olhos vidrados, amar?

Que pode, pergunto, o ser amoroso,

Sozinho, em rotação universal, senão

Rodar também, e amar?

Amar o que o mar traz à praia,

O que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,

É sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?

Amar solenemente as palmas do deserto,

O que é entrega ou adoração expectante,

E amar o inóspito, o áspero,

Um vaso sem flor, um chão de ferro,

E o peito inerte, e a rua vista em sonho,

E uma ave de rapina.

Este o nosso destino: Amor sem conta,

Distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,

Doação ilimitada a uma completa ingratidão,

E na concha vazia do amor à procura medrosa,

Paciente, de mais e mais amor.

Amar a nossa falta mesma de amor,

E na secura nossa, amar a água implícita, e o beijo tácito,

e a sede infinita.

ANDRADE, Carlos Drummond de. Amar se aprende amando. Rio de Janeiro: Record, 1985.
No verso inicial, o eu lírico pergunta: “Que pode uma criatura senão, / Entre criaturas, amar?”. Identifique o valor semântico do termo em destaque nesse contexto e a melhor paráfrase para ele:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664613 Matemática
Cláudia caminha por uma avenida com ipês-rosa e percebe que o número de árvores observado em cada quilômetro cresce em progressão aritmética ao longo do trajeto. No 1º quilômetro ela conta 8 ipês e, no 7.º quilômetro, 20 ipês. Nessas condições, assinale a alternativa que apresenta o total de ipês-rosa vistos por Cláudia ao final dos 10 primeiros quilômetros.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664612 Matemática
Chama-se cápsula o sólido formado por um cilindro circular reto de raio R e duas semiesferas de raio R acopladas às bases do cilindro. Suponha que o cilindro seja equilátero, isto é, tenha altura 2R. Assinale a alternativa que apresenta o volume da cápsula.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664611 Matemática
Gabriel, surfista, acompanha a altura das ondas durante uma sessão. No intervalo observado, a altura H (em metros) é modelada por

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em que t é o tempo em horas e t = 0 marca a entrada no mar. De acordo com este modelo, o instante em que ocorre o primeiro valor máximo é
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664610 Matemática
Mário deve pintar 7 casas alinhadas, escolhendo para cada uma entre quatro cores, sendo vedado que casas adjacentes tenham a mesma cor. Assinale a alternativa que apresenta o número de maneiras distintas de realizar a pintura.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664609 Matemática
Uma urna contém bolas numeradas de 1 a 9. Sorteiam-se, com reposição, duas bolas, uma após a outra. A probabilidade de a soma dos números sorteados ser múltipla de 6 é de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664608 Matemática
Gael construiu uma pipa com duas varetas retilíneas que se cruzam perpendicularmente. A vareta horizontal mede 30 cm, dividida em 15 cm para cada lado. A vareta vertical mede 44 cm, dividida em 36 cm acima e 8 cm abaixo. O contorno da pipa é o quadrilátero convexo formado pelos quatro extremos dessas varetas, ligados em sequência. Nessas condições, assinale a alternativa que apresenta o perímetro da pipa, em centímetros.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664607 Matemática

Três quantidades positivas α > b > c estão em proporção plástica quando



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Se p denota esse valor comum, assinale a alternativa que apresenta a equação polinomial satisfeita por p.

Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664606 Saúde Pública
O Brasil é, desde 2008, o país que mais consome agrotóxicos no planeta! Muitos desses herbicidas, fungicidas e pesticidas que consumimos estão proibidos em quase todo o mundo pelo risco ambiental. O perigo é tanto para os trabalhadores, que manipulam os venenos, quanto para toda a população do campo e das cidades, que consomem os produtos agrícolas com agrotóxicos.

FIOCRUZ. O veneno está na mesa. Internet: <https://campusvirtual.fiocruz.br>.

A utilização de agrotóxicos nas atividades agrícolas pode resultar em resíduos que coloquem em risco a saúde humana e os organismos aquáticos e terrestres. Sobre esse aspecto, assinale a alternativa que apresenta a conceituação correta sobre os agrotóxicos.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664605 Ciências
A compreensão da estrutura e propriedades de compostos orgânicos é precedida pelo entendimento de como esses compostos são representados. Com isso, torna-se fundamental a interpretação das propriedades dos compostos orgânicos por meio de suas estruturas químicas. Considere um composto orgânico que, após resultados de análises experimentais, apresentou um grupo hidroxila ligado a um grupo carbonila, formando um grupo carboxila. Nesse contexto, o grupo funcional desse composto orgânico é o(a)
Alternativas
Ano: 2025 Banca: Ibest Órgão: UCB Prova: Ibest - 2025 - UCB - Vestibular - Medicina |
Q3664604 Meio Ambiente
Entre os principais poluentes atmosféricos, encontra-se um emitido nos processos de queima de combustíveis que ocorrem em condições não ideais, com ausência de oxigênio suficiente para realizar a queima completa do combustível, tendo alta afinidade com a hemoglobina do sangue, substituindo o oxigênio durante o processo de respiração, podendo levar à asfixia e morte. Nesse contexto, o agente que apresenta essas características é o
Alternativas
Respostas
2121: D
2122: C
2123: B
2124: B
2125: C
2126: D
2127: B
2128: B
2129: C
2130: B
2131: C
2132: C
2133: E
2134: A
2135: B
2136: D
2137: B
2138: A
2139: E
2140: D