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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406297 História
Foi na Coreia, em 1951, que eclodiu a primeira guerra — depois do final da Segunda Guerra Mundial — entre a Coreia do Norte comunista e a Coreia do Sul, que é invadida pelo Norte. Acontece que os americanos vêm socorrer o Sul, mas não são os soviéticos que apoiam o Norte, e sim os chineses. (Marc Ferro. O século XX explicado aos meus filhos, 2008. Adaptado.)
O excerto apresenta uma característica da Guerra Fria (1945- 1991), que corresponde
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406296 Português
    A propaganda do movimento totalitário serve também para libertar o pensamento da experiência e da realidade; procura sempre injetar um significado secreto em cada evento público tangível e farejar intenções secretas atrás de cada ato político público. Quando chegam ao poder, os movimentos passam a alterar a realidade segundo as suas afirmações ideológicas. O conceito de inimizade é substituído pelo conceito de conspiração, e isso produz uma mentalidade na qual já não se experimenta e se compreende a realidade em seus próprios termos — a verdadeira inimizade ou a verdadeira amizade — mas automaticamente se presume que ela significa outra coisa. (Hannah Arendt. Origens do totalitarismo, 2012.)
De acordo com o excerto, o movimento totalitário utiliza a propaganda para
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406295 História
Imagem associada para resolução da questão (https://gabrielzago.wordpress.com.)
No contexto da Primeira República brasileira, a charge retrata
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406294 História
    A educação grega sempre procurou cultivar o espírito cívico, o orgulho de pertencer a uma cidade livre, a lealdade à comunidade política. Primeiramente, a ênfase recaía sobre o treinamento militar. Entretanto, desde o século VI a.C., primeiro em Atenas, depois no resto da Grécia — excetuando-se sempre Esparta —, as preocupações militares vinham em segundo lugar. Todavia, educação significava ainda principalmente educação física; para os gregos, estava em primeiro lugar — e assim foi durante longo tempo — a palestra1 e o ginásio, onde a criança e o adolescente eram treinados nos esportes. A educação grega não só era mais física que intelectual; era também artística, especificamente musical, antes de ser literária.
(H. -I. Marrou. “Educação e retórica”. In: Moses Finley (org.). O legado da Grécia: uma nova avaliação, 1998. Adaptado.)
1Palestra: do grego palaistra — local para exercícios corporais.
De acordo com o excerto, na pólis grega, a educação a partir do século VI a.C.
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406293 Inglês
    Renowned for its stunning biodiversity, the Amazon rainforest region is also home to a vast array of people and cultures. “People usually think that the environment doesn’t contain and include people, but it does,” said soil scientist Judson Ferreira Valentim, who lives in Brazil’s Acre state. “There are many different Amazonias and many different Amazonians.”
(www.aljazeera.com, 28.11.2023. Adaptado.)
According to the information presented, a suitable title for the text is:
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406292 Inglês
Leia o texto para responder à questão.

Misinformation and disinformation



   Misinformation is false or inaccurate information — getting the facts wrong. Disinformation is false information, which is deliberately intended to mislead — intentionally misstating the facts.
    The spread of misinformation and disinformation has affected our ability to improve public health, address climate change, maintain a stable democracy, and more. By providing valuable insight into how and why we are likely to believe misinformation and disinformation, psychological science can inform how we protect ourselves against its ill effects.
(www.apa.org. Adaptado.)
No trecho do segundo parágrafo “we are likely to believe misinformation and disinformation”, o termo sublinhado é empregado no sentido de
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406291 Inglês
Leia o texto para responder à questão.

Misinformation and disinformation



   Misinformation is false or inaccurate information — getting the facts wrong. Disinformation is false information, which is deliberately intended to mislead — intentionally misstating the facts.
    The spread of misinformation and disinformation has affected our ability to improve public health, address climate change, maintain a stable democracy, and more. By providing valuable insight into how and why we are likely to believe misinformation and disinformation, psychological science can inform how we protect ourselves against its ill effects.
(www.apa.org. Adaptado.)
De acordo com o texto, a distinção entre “misinformation” e “disinformation” é que 
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406290 Inglês
Social media and the internet
Imagem associada para resolução da questão
    Social media are forms of digital communication through which users create online communities to share information, ideas, personal messages, and other content.     Social media use is not inherently beneficial or harmful. Social media platforms offer powerful opportunities for socialization and connection, but may also have some negative effects, including misinformation and disinformation, hate speech, and cyberbullying. At the extreme, social media use can interfere with sleep, physical activity, and in-person social interactions.
(www.apa.org. Adaptado.)
The text intends to
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406289 Português
Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

    Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
    A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
(Capitães da areia, 2008.)

1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
A palavra sublinhada indica uma condição em:
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406288 Português
Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

    Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
    A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
(Capitães da areia, 2008.)

1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
Na frase “E acima de tudo não queria que o pegassem” (1º parágrafo), a expressão sublinhada indica que a ação pretendida pelo personagem é
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406287 Português
Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

    Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
    A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
(Capitães da areia, 2008.)

1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
Esse conhecido episódio, que culmina no ato extremo de Sem-Pernas, faz referências ao episódio
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406286 Português
Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
(Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
Está na voz passiva a oração:
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406285 Português
Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
(Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
“Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana de que nem tudo é possível em qualquer época”
Mantendo o sentido original e a correção gramatical, a palavra sublinhada pode ser substituída por:
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406284 Português
Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
(Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
“embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes.”
Ao falar dos objetos e seus significados, a autora estabelece uma oposição entre
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406283 Português
Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
(Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
Segundo o texto, o experimento proposto por Danto serviria para mostrar que o significado de um objeto de arte depende
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Ano: 2024 Banca: VUNESP Órgão: UEA Prova: VUNESP - 2024 - UEA - Vestibular - Conhecimentos Gerais |
Q3406282 Português
Considere o quadrinho publicado no perfil @alma_de_plastico do Instagram.
Imagem associada para resolução da questão
Depreende-se da resposta do gato que, em sua opinião, o sentimento expresso pela moça é
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Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390021 Geografia
O termo Tigres Asiáticos é utilizado para se referir a um conjunto de países e áreas no Continente Asiático, que se industrializaram, principalmente após a Segunda Guerra Mundial, e participam de maneira considerável do comércio internacional. Existem os Primeiros Tigres Asiáticos e os chamados Tigres Asiáticos de Segunda Geração.
Assinale a alternativa que apresenta somente Tigres Asiáticos de Segunda Geração. 
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Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390020 Saúde Pública
Incêndios no Brasil: sintomas da tragédia ambiental já são percebidos na saúde das pessoas. O país registrou, até o fim de agosto, 224 mil km² de incêndios, o equivalente ao tamanho de Roraima.
“A poluição do ar causa cerca de 7 milhões de mortes por ano no mundo, segundo a Organização Mundial de Saúde. Especialistas já falam em redução da grande conquista que é o aumento da expectativa de vida.” Fonte: https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2024/09/12/incêndios-no-brasil-sintomas-da-tragedia-ambiental-são-são-percebidosna-saude-das-pessoas.html. Acesso em 29/09/2024.

As queimadas no Brasil entraram na pauta de meios de comunicação nos meses de agosto e setembro de 2024. Apesar da grande repercussão atual, o tema das queimadas a muito aparece como tópico na Geografia. A respeito das queimadas e de suas consequências, assinale a alternativa CORRETA
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Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390019 Geografia
Na edição de agosto de 2024 a revista Super Interessante trouxe como tema de capa, uma reportagem intitulada “TDAH: O que o TikTok não conta”. O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade, distúrbio neurobiológico é, de acordo com a reportagem, abordado bastante na rede social TikTok, por vezes, com informações falsas. Além disso o uso excessivo da tecnologia através das telas de celulares, tablets, jogos eletrônicos podem contribuir com um aumento dos sintomas do TDAH, ainda de acordo com a reportagem. Uma sociedade hiper conectada debatida dentro da Geografia pelo tema da Globalização, por exemplo, pode ocasionar efeitos negativos para a saúde coletiva.
A respeito da Globalização e dos temas apresentados na informação, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Ano: 2024 Banca: ACAFE Órgão: ACAFE Prova: ACAFE - 2024 - ACAFE - Vestibular - Verão - Medicina |
Q3390018 Geografia
O Gráfico abaixo apresenta dados relacionados ao crescimento populacional na cidade de São Paulo. A dinâmica do crescimento populacional está relacionada a fatores como a política de saúde pública e a inserção das mulheres no mercado de trabalho, bem como a taxa média de anos de escolaridade da população.
60.png (687×261)
A respeito da análise do gráfico e do tema, assinale a alternativa CORRETA
Alternativas
Respostas
2121: A
2122: B
2123: B
2124: C
2125: C
2126: A
2127: E
2128: D
2129: A
2130: B
2131: C
2132: E
2133: E
2134: A
2135: C
2136: D
2137: B
2138: A
2139: B
2140: D