Questões de Vestibular
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Fonte: Instituto Socioambiental (https://www.socioambiental.org/pt-br/noticias-socioambientais/funai-pf-e-exercito-promovem-acoes-para-impedir-garimpo-ilegal-na-ti-yanomami-em-roraima). Adaptado.
Considerando seus conhecimentos sobre o tema no estado de Roraima, assinale a alternativa INCORRETA:
Observe a charge a seguir:

Fonte: http://www.diplomatique.org.br/artigo.php?id=2116
As sentenças abaixo referem-se ao processo de industrialização brasileira.
I - Embora tenha passado por importantes períodos de crescimento, a industrialização brasileira sofreu seu maior impulso a partir de 1929, em função da quebra da Bolsa de Valores de Nova York;
II - Os investimentos públicos durante o Regime Militar (1964 -1985) foram descentralizados, o que refletiu em uma distribuição homogênea de indústrias no território brasileiro;
III - O ciclo do café permitiu a acumulação de capitais que serviram para a implantação da infraestrutura necessária para a atividade industrial;
IV - Até o início da década de 1990 existiam indústrias automobilísticas somente nos esta dos de São Paulo e Minas Gerais.
Estão CORRETAS as afirmativas:
Com relação às fases do crescimento demográfico brasileiro podemos afirmar, EXCETO:
I – Pedogênese é o nome dado ao processo de formação dos solos. II – A gênese dos solos se dá basicamente através da ação do intemperismo, responsável pela alteração da rocha original e sua gradativa transformação em sedimentos. III – A evolução de solos em regiões quentes e úmidas está associada, principalmente, à ação do intemperismo químico. IV – O intemperismo físico é responsável pela formação de solos em regiões assoladas por climas áridos.
Estão CORRETAS as afirmações:
Sobre o fenômeno El Niño e seus efeitos, considere as afirmações abaixo:
I. Trata-se de um fenômeno caracterizado por um aquecimento anormal das águas superficiais do oceano Pacífico em baixas latitudes;
II. O El Niño pode afetar o clima global, mudando os padrões de vento e afetando os regimes de chuva em diversas partes do mundo;
III. O Brasil não é afetado pelos efeitos do El Niño, mas sim pelo fenômeno La Niña, que traz chuva ao sertão nordestino e estiagem prolongada da região Sul;
IV. Em Roraima, o El Niño prolonga os períodos de estiagem e diminui a pluviosidade ao longo do ano.
Assinale a alternativa CORRETA:
I - Determinados tipos de fungos e de algas se associam (formando os liquens), de modo que os primeiros fornecem às algas água e nutrientes minerais extraídos do substrato. Por sua vez, as algas fornecem compostos orgânicos ao fungo, obtidos por meio da fotossíntese. II – Muitas espécies de orquídeas e de bromélias crescem sobre o tronco e galhos de árvores, obtendo abrigo e melhor acesso à luz solar em um ambiente de floresta sem, contudo, produzir danos ou benefícios às árvores hospedeiras. III – O cipó chumbo (Cuscuta racemosa) é uma planta que não possui clorofila. Para sobreviver ela cresce sobre outras plantas de onde extrai a seiva elaborada, necessária à sua sobrevivência e crescimento, por meio de raízes especializadas que penetram no interior dos vasos condutores da espécie hospedeira.
Os exemplos descritos anteriormente são qualificados, respectivamente, como:
II – Presença de frutos;
III – Presença de sementes.
Uma araucária (Gimnosperma) e uma sucuuba (Angiosperma) apresentam em comum:
I - “(...) Ester ficou com os avós que lhe faziam todas as vontades, que a mimavam”. A flexão do verbo “fazer” está perfeita, concordando com o sujeito “os avós”;
II - “escapou da justa condenação devido à chacina de advogados que desmoralizavam a profissão, mas não escapou da condenação pública”. O uso da crase na expressão “à chacina” está de acordo com a norma culta; bem como a ausência da crase na expressão “a profissão” também está correta em função da transitividade do verbo “desmoralizar”;
III - “O vestido é meu, foi o senhor quem me deu”, a colocação do pronome “me” não está de acordo com a norma culta. O correto seria “... o senhor quem deu-me”, não há nenhum elemento atrativo para a posição proclítica, ou seja, o pronome antes do verbo;
IV - “Passo a passo até alcançar o caminho mais largo, onde são menos numerosos os espinhos e os atoleiros.” A crase é obrigatória na expressão “passo à passo”;
V - “O menino que assistia ao júri, saíra pela mão do pai, mas já estava na porta da sala quando o meirinho badalou a grande sineta chamando os advogados e os escrivães.” A regência do verbo “assistir” está de acordo com a norma culta, ou seja, assistir com sentido de “presenciar” é transitivo indireto e exige o emprego da preposição “a”, portanto, a expressão “ao júri” está corretíssima.
Considerando a análise feita em cada proposição, é CORRETO afirmar que:
Leia os fragmentos retirados da obra “Dois irmãos”, em seguida, observe a análise feita referente a cada termo destacado:
I - “Trouxera livros de matemática para mim e roupa para Domingas”. Os termos “livros” e “roupa” são objetos diretos; enquanto o pronome “mim” e o substantivo “Domingas” são objetos indiretos;
II - “(…) eu tentava dizer que as coisas não têm alma nem carne”. A oração destacada é subordinada substantiva objetiva direta - exerce função de objeto direto do verbo dizer;
III - “Uma carta de Yaqub, pontual, chegava de São Paulo no fim de cada mês.” Ambos são adjuntos adverbiais;
IV - “Os filhos haviam se intrometido na vida de Halim,” A concordância do verbo haver está em desacordo com a norma culta, fazendo a correção ficaria: “Os filhos havia ...”;
V - “(…) Omar cometia o erro de trair a mulher que nunca o havia traído. Zana se remexeu na cadeira ao ver o filho aproximar-se de Dália…” todos os termos destacados exercem função de sujeito.
Assinale a alternativa em que a análise NÃO corresponde aos termos destacados:
TEXTO III
No início do século XXI – um recomeço e uma virada – aconteceu algo importante na cena da “nova” educação escolar conquistada pelos povos indígenas no Brasil, proposta a eles pelo estado brasileiro. Aconteceu não nos grandes centros do Sudeste do país, mas em Mato Grosso e em uma universidade estadual com pequenos câmpus espalhados pelo interior deste estado. Ocorreu algo surpreendente lá, onde o clima social e político não é certamente de simpatia pelos índios, mas ao mesmo tempo algo aparentemente previsível e desejável, num estado com uma expressiva, em termos de diversidade e força cultural, população indígena. São 35 etnias: Apiaká, Aweti, Bakairi, Bororo, Chiquitano, Cinta Larga (Zoró), Enawenê-Nawê, Guató, Kalapalo, Karajá, Javaé, Xambioá, Kamayurá, Kayabi, Kayapó, Kisêdje, Kuikuro, Haliti, Ikpeng, Irantxe, Matipu, Mehinaku, Kahukwá, Nambikwara, Paraná, Rikbaktsa, Tapayuna, Tapiraré, Terena, Trumai, Umutina, Wauja, Yawalapiti, Yudjá, Xavante. A população de cada etnia varia entre os quase dez mil Xavante até os 58 Tapayuna e os pouco mais de cem Trumai. Mato Grosso viu o início da primeira universidade indígena, um projeto que tinha como meta a tradução dos princípios da especificidade e da interculturalidade para a formação em nível superior. Foi um exercício contínuo de criatividade e coerência. Se foi bem-sucedido, enquanto empreendimento geral, somente uma futura avaliação crítica poderá dizêlo, sobretudo o julgamento dos próprios índios, alunos e suas comunidades. Sem dúvida, sucessos, não poucos, e impasses, não poucos, pontuaram toda a experiência da primeira turma de “acadêmicos” do 3.° Grau Indígena da Universidade Estadual de Mato Grosso, câmpus de Barra do Bugres, de 2001 a 2006. [...]
TEXTO III
No início do século XXI – um recomeço e uma virada – aconteceu algo importante na cena da “nova” educação escolar conquistada pelos povos indígenas no Brasil, proposta a eles pelo estado brasileiro. Aconteceu não nos grandes centros do Sudeste do país, mas em Mato Grosso e em uma universidade estadual com pequenos câmpus espalhados pelo interior deste estado. Ocorreu algo surpreendente lá, onde o clima social e político não é certamente de simpatia pelos índios, mas ao mesmo tempo algo aparentemente previsível e desejável, num estado com uma expressiva, em termos de diversidade e força cultural, população indígena. São 35 etnias: Apiaká, Aweti, Bakairi, Bororo, Chiquitano, Cinta Larga (Zoró), Enawenê-Nawê, Guató, Kalapalo, Karajá, Javaé, Xambioá, Kamayurá, Kayabi, Kayapó, Kisêdje, Kuikuro, Haliti, Ikpeng, Irantxe, Matipu, Mehinaku, Kahukwá, Nambikwara, Paraná, Rikbaktsa, Tapayuna, Tapiraré, Terena, Trumai, Umutina, Wauja, Yawalapiti, Yudjá, Xavante. A população de cada etnia varia entre os quase dez mil Xavante até os 58 Tapayuna e os pouco mais de cem Trumai. Mato Grosso viu o início da primeira universidade indígena, um projeto que tinha como meta a tradução dos princípios da especificidade e da interculturalidade para a formação em nível superior. Foi um exercício contínuo de criatividade e coerência. Se foi bem-sucedido, enquanto empreendimento geral, somente uma futura avaliação crítica poderá dizêlo, sobretudo o julgamento dos próprios índios, alunos e suas comunidades. Sem dúvida, sucessos, não poucos, e impasses, não poucos, pontuaram toda a experiência da primeira turma de “acadêmicos” do 3.° Grau Indígena da Universidade Estadual de Mato Grosso, câmpus de Barra do Bugres, de 2001 a 2006. [...]
AMOR PRA QUEM ODEIA
(Eli Macuxi)
O amor campeia, que seja.
Quando tuas penas partirem, asas
Quando novas nuvens surgirem, casas
Quando nossos corpos rugirem, brasas
E nem demônios nem igrejas
Nem inveja que vareja
Na cabeça malfazeja
De quem julga sem amar
nos farão parar!
Porque não entendo nem aceito o discurso do ódio contra o amor.
Disponível em: http://elimacuxi.blogspot.com.br/amor-pra-quem-odeia.
html. Acesso em: 25/07/2016
TEXTO II
AMOR PRA QUEM ODEIA
(Eli Macuxi)
O amor campeia, que seja.
Quando tuas penas partirem, asas
Quando novas nuvens surgirem, casas
Quando nossos corpos rugirem, brasas
E nem demônios nem igrejas
Nem inveja que vareja
Na cabeça malfazeja
De quem julga sem amar
nos farão parar!
Porque não entendo nem aceito o discurso do ódio contra o amor.
Disponível em: http://elimacuxi.blogspot.com.br/amor-pra-quem-odeia.
html. Acesso em: 25/07/2016
TEXTO I
“Meia Pata” inicia um movimento literário criado pelo autor, Ricardo Dantas, denominado de Bioarte. A Bioarte louva os verdadeiros artistas. Os indígenas, que mesmo diante do preconceito, da dor de presenciarem suas terras sendo devastadas, seguem firme na luta pela autenticidade de seus direitos. Os extrativistas, como os seringueiros, massacrados, porém resistentes, que com sangue escorrendo das bandeiras, venceram a opressão e conquistaram uma vida digna. O sertanejo agricultor, que não desiste de rachar o solo cristalizado pela seca, e com mãos e orgulho calejado, segue em frente sem fraquejar. E por fim a Natureza, que compadecida, presencia árvores frondosas, literalmente milagres que fornecem o suporte para milhares de formas de vidas, serem ceifadas, levando para a tumba toda a rede ecológica. A Bioarte exalta a biodiversidade, a pluralidade social e principalmente as interações ecossistêmicas entre cultura e arte [...]
Esse caráter regional ressaltado pelo romance incorpora
questões de formação de identidade e raízes históricas de
tradições na formação de um povo. A leitura reflexiva dessa
obra desenvolve a capacidade de análise e interpretação de
textos. Também estimula a identificação das características
dos gêneros literários e da estilística. Ao levar o leitor a
acompanhar a narrativa de outra pessoa, portanto a partir de
outra perspectiva, valoriza a formação dos próprios critérios
no leitor.
Disponível em: http://eusouderoraima.com.br/. (Acesso em: 25/07/2016).
Sobre a obra “Meia Pata”, de Ricardo Dantas, avalie:
I - Daniel Silva, protagonista, com uma equipe de trabalhadores formada com mão de obra local, dentre a qual está o velho caçador Xereta e seu filho Ronaldo, um experiente rastreador florestal, adentram a mata fechada, muito traiçoeira e perigosa, visando estudar a biodiversidade amazônica;
II - É um romance autobiográfico que retrata a saga de Daniel Silva e as conquistas entre os povos indígenas de Roraima, consagradas após o casamento com a indígena Iara Parente, uma linda indígena da etnia Wapixana;
III - A obra descreve minuciosamente a experiência vivida por Daniel Silva, na região mais isolada e peculiar da Amazônia, e as vivências de um romance inusitado e místico com Iara Parente, uma linda indígena da etnia Macuxi, além de um embate por luta de território e respeito com a maior predadora da floresta, a onça-pintada;
IV - O argumento do romance “Meia Pata” se passa em Roraima, no final da década de oitenta e conta a saga do biólogo Daniel Silva, que objetiva estudar a maior diversidade ecológica do planeta.
São VERDADEIRAS: