Foram encontradas 36.804 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284401 Atualidades

Imagem associada para resolução da questão


Com base na análise da ilustração, aliada aos conhecimentos referentes ao comércio mundal, marque V nas afirmativas verdadeiras e F, nas falsas.

( ) A teoria contrária ao protecionismo é o livre comércio.

( ) O papel da Organização Mundial do Comércio (OMC) é de promover a liberação dos atos protecionistas praticados pelos países desenvolvidos.

( ) A criação de altas tarifas e de normas técnicas de qualidade para produtos estrangeiros são medidas protecionistas.

( ) Em consequência do protecionismo, a indústria e a agricultura, em âmbito nacional, são protegidas.

( ) O Brasil, como qualquer país em desenvolvimento, em nenhum momento de sua trajetória político-econômica adotou barreiras em relação a produtos importados.


A alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo, é a

Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284400 Geografia
A urbanização, por se tratar de um processo, se concretiza quando o percentual da população urbana é superior ao da população rural.
Sobre a urbanização mundial, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284399 Atualidades

Os emergentes submergiram

Depois de um período de otimismo e bonança econômica, os Brics enfrentam recessão grave, desaceleração do PIB e inflação fora de controle Em 2001, quando a sigla Bric foi criada pelo economista inglês Jim O´Neill para designar os emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China (mais tarde, a África do Sul acrescentaria o “S” ao termo), analistas previam que esses países avançariam em ritmo maior do que o restante do mundo e que, embora não formassem um bloco econômico, teriam força suficiente para impulsionar o crescimento global. Exatos 15 anos depois, a realidade é bem diferente. O Brasil, que chegou a ser um dos alvos preferenciais dos investidores estrangeiros, está em recessão — que pode ser a mais profunda em um século — e perdeu o selo de bom pagador das agências de classificação de risco. Segunda maior força financeira mundial, a China, cujo PIB chegou a acelerar mais do que dois dígitos, terá em 2016 o seu pior desempenho econômico em 26 anos. Na Rússia, que está em guerra com a vizinha Ucrânia, o PIB encolheu 4% em 2015 e até a Índia, que estava em vias de se tornar a queridinha do mercado internacional, enfrenta uma maré negativa, com o resultado econômico mais fraco em 5 anos. (AMARAL, 2016, p. 54).

O crescimento ocorrido no Brasil, na Rússia, na Índia, na China e na África do Sul, no período citado no texto, aproximadamente, entre 2001 e 2014, decorreu de um conjunto de diversos fatores e de condições externas e internas favoráveis.
Dentre eles, pode-se corretamente identificar,
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284398 Conhecimentos Gerais

Os emergentes submergiram

Depois de um período de otimismo e bonança econômica, os Brics enfrentam recessão grave, desaceleração do PIB e inflação fora de controle Em 2001, quando a sigla Bric foi criada pelo economista inglês Jim O´Neill para designar os emergentes, Brasil, Rússia, Índia e China (mais tarde, a África do Sul acrescentaria o “S” ao termo), analistas previam que esses países avançariam em ritmo maior do que o restante do mundo e que, embora não formassem um bloco econômico, teriam força suficiente para impulsionar o crescimento global. Exatos 15 anos depois, a realidade é bem diferente. O Brasil, que chegou a ser um dos alvos preferenciais dos investidores estrangeiros, está em recessão — que pode ser a mais profunda em um século — e perdeu o selo de bom pagador das agências de classificação de risco. Segunda maior força financeira mundial, a China, cujo PIB chegou a acelerar mais do que dois dígitos, terá em 2016 o seu pior desempenho econômico em 26 anos. Na Rússia, que está em guerra com a vizinha Ucrânia, o PIB encolheu 4% em 2015 e até a Índia, que estava em vias de se tornar a queridinha do mercado internacional, enfrenta uma maré negativa, com o resultado econômico mais fraco em 5 anos. (AMARAL, 2016, p. 54).

A denominação “emergentes”, aplicada a um grupo de países, buscou identificar aqueles que, em geral, se caracterizavam pela desigualdade social e pela dependência com o exterior, aspectos que têm suas origens históricas
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284397 Conhecimentos Gerais
A evolução política brasileira esteve associada à dos direitos do cidadão, o que permite corretamente inferir que
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284396 História
Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
Na história da sociedade ocidental, pode-se corretamente inferir, como exemplo de “setores da mídia que têm prestado grande desserviços aos direitos humanos”,
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284395 História
Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
“A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia”, fato que pode ser observado na ação do Estado brasileiro em relação
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284394 Conhecimentos Gerais
Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
No Brasil, tem-se como exemplo do mesmo pensamento
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284393 Conhecimentos Gerais
Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
Em relação ao pensamento identificado no texto,“Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania”, pode-se citar, como exemplo deste exercício de cidadania,
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284392 Conhecimentos Gerais
Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
A conquista da cidadania tem sido um processo lento, que tem variado conforme o tempo histórico, e, também, entre as diferentes sociedades, podendo-se, dessa forma, corretamente afirmar:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284391 História
Diz a Constituição que todo poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. A ética republicana impõe a separação entre o público e o privado, bem como a democracia, que se caracteriza pelo poder do povo. Não só através dos seus representantes, mas também diretamente. Manifestações públicas são expressão da democracia direta. A ocupação da cidade pelos seus habitantes é o que dá a exata dimensão da cidadania. A criminalização dos manifestantes e dos movimentos sociais é expressão da violência ilegítima do Estado e da truculência contra a democracia. É uma violação da ética que há de orientar as relações públicas, tendo-se o Estado como ente instituído e a sociedade como instituidora e titular de todo poder. A ética republicana impõe assim o reconhecimento da supremacia da sociedade sobre o Estado.
A realização do Estado Democrático de Direito pressupõe o respeito absoluto e incondicional aos valores jurídicos que lhe são próprios, o exercício das funções públicas para a proteção dos direitos da pessoa humana e a realização das liberdades públicas, a democratização da estrutura do Estado, a atuação estatal transparente que permita ao cidadão o controle de seu funcionamento e a promoção e a defesa dos princípios da democracia pluralista e a difusão da cultura jurídica democrática.
São frequentes as mobilizações para a guerra, mas havemos de mobilizar para a paz; são frequentes as mobilizações para a ‘demonização’ de pessoas ou grupos sociais, notadamente daqueles que se situam no campo dos excluídos, e nesse sentido setores da mídia têm prestado grande desserviços aos direitos humanos, mas havemos de mobilizar para a garantia dos direitos.
(DAMASCENO*, 2016).

*João Batista Damasceno é doutor em Ciência Política pela UFF e juiz de Direito. 
O debate sobre a “ética republicana” adquiriu grande importância na sociedade
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284385 Inglês

TEXTO:

LET’S TAKE CARE

OF OUR PLANET TOGETHER


Let’s work together to save water.

Water is essential for life on earth,

so please help us to save it.

Your bedclothes are changed daily.

5 You can choose to keep them one more day by

reversing this card and putting it on your pillow.

The ‘s in “Let’s” (l. 1) is the contraction of
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284384 Inglês

TEXTO:

LET’S TAKE CARE

OF OUR PLANET TOGETHER


Let’s work together to save water.

Water is essential for life on earth,

so please help us to save it.

Your bedclothes are changed daily.

5 You can choose to keep them one more day by

reversing this card and putting it on your pillow.

This message is commonly seen at
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284383 Inglês
TEXTO:

You’ve got a friend

        When you’re down and troubled
        And you need a helping hand
        And nothing, nothing is going right.
       Close your eyes and think of me
5      And soon I will be there
       To brighten up even your darkest nights

        You just call out my name
        And you know wherever I am
        I’ll come running
10   To see you again
       Winter, spring, summer or fall
        All you have to do is call
        And I’ll be there, yeah, yeah, yeah
         You’ve got a friend

Disponível em: <www.vagalume.com.br/james-taylor/you´ve-got-a-friend.html>  Acesso em: 2 fev. 2016.
The question to which there is no answer in this song is
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284382 Inglês
TEXTO:

You’ve got a friend

        When you’re down and troubled
        And you need a helping hand
        And nothing, nothing is going right.
       Close your eyes and think of me
5      And soon I will be there
       To brighten up even your darkest nights

        You just call out my name
        And you know wherever I am
        I’ll come running
10   To see you again
       Winter, spring, summer or fall
        All you have to do is call
        And I’ll be there, yeah, yeah, yeah
         You’ve got a friend

Disponível em: <www.vagalume.com.br/james-taylor/you´ve-got-a-friend.html>  Acesso em: 2 fev. 2016.
The author of this song says that his friend should call him when he or she ___________
he only alternative that does not complete this blank correctly is
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284377 Português
Texto A
O Cárcere das Almas
AH! Toda alma num cárcere anda presa, Soluçando nas trevas, entre as grades Do calabouço olhando imensidades. Mares, estrelas, tardes, natureza.
Tudo se veste de uma igual grandeza Quando a alma, entre grilhões as liberdades Sonha e, sonhando, as imortalidades Rasga no etéreo Espaço da Pureza.
Ó almas presas, mudas e funéreas Nas prisões colossais e abandonadas Da Dor no calabouço, atroz, funéreo
Nesses silêncios solitários, graves, Que chaveiro do Céu possui as chaves Para abrir-vos as portas do mistério?!
SOUSA, João Cruz e. Poesia por Tasso de Silva. 2. ed. Rio de Janeiro: Agir, 1960. p. 73.

Texto B
Corpo no cerco os quatro pontos do globo os quatro cantos do céu as quatro esquinas do quarto o corpo todo travado no olhar cicatrizado
nas mãos as chaves oxi(sol)dadas onde as portas (de sair aonde ?) onde o norte só desnorte mais a leste, sem oeste
os meus membros quatro exatos quatro minhas as paredes cerco do corpo no quarto meu corpo cortado em quatro
CUNHA, Helena Parente. Corpo no cerco. Rio de Janeiro: Tempo Brasileiro, 1978. p. 20-21.

Considerando-se os poemas em questão, a análise sem respaldo encontra-se em
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284376 Português
Fragmento 1
O largo seria apenas isso não fosse a mulher que vem tropeçando muito, talvez bêbada ou uma epiléptica, quase a alcançar a escadaria do pátio da igreja. Cai, estremecendo, em silêncio. — Misericórdia! Exclamo, já a correr, aproximando-me. E, mal me debruço para acudi-la, não tenho dúvida de que está morrendo. Dois ou três minutos de vida, no máximo. [...] Há a bolsa de couro, no chão, ao lado do corpo. Usada, gasta, suja. Aí, junto aos pés, é como uma parte do corpo que deve guardar os pertences da mulher. [...] a mulher no calçamento, morta, indiferente ao mundo.”
FILHO, Adonias. Um corpo sem nome. O Largo da Palma. Rio de Janeiro: Bertrand, Brasil, 2005. p. 73-74.

Fragmento 2
O que se espera, pelo mais certo das coisas, é que faleçam os avós antes dos netos, e que sejamos sepultados por nossos filhos. Do contrário, toda tristeza se multiplica pelo peso das nossas dores. Este sentimento me abrasava em gelo naquele exato instante, quando senti as palavras pontiagudas do médico, no momento da maior aflição: — Sinto muito, acabamos de perdê-lo. Eu o havia perdido antes mesmo de sua morte. Isso era o doloroso: não poder confortá-lo e amparar-me em seus últimos hálitos. Mas como pôde meu pai morrer assim, longe de nossos olhos e palavras, atrelado ao mundo por tentáculos de monitores? Era um jeito completamente contrário aos nossos sentimentos. [...] Era inglória a morte de meu pai, ele não a desejava assim. E isso era um peso, só agora eu o media. Ele sempre dizia não temer sua hora em sua justa vez, que se fosse dignamente ao lado dos seus, como parte de nossas vidas, como era o certo em seus bons tempos, sem as salvações por apenas uns dias e horas.
FONSECA, Aleilton. O desterro dos mortos: contos. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2001. p. 91-92.
Considerando-se os fragmentos dos textos no contexto das obras O Largo da Palma e O desterro dos mortos, marque V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas, as afirmações sobre elas.
( ) Os fragmentos destacados apresentam identidade temática na medida em que abordam questões como abandono e solidão na momento da morte. ( ) A moça que morre no Largo da Palma ilustra bem um drama existencial: o anonimato de uma morte solitária. ( ) O filho que perde o pai se dá conta da solidão a que são condenados os doentes terminais em hospitais, sem a presença reconfortante de parentes e amigos. ( ) Tanto a moça que morre na Palma como o pai que morre deixando o filho saudoso representam o anonimato social, seres que morrem sem ter contribuído na construção do tecido social. ( ) As narrativas ilustram bem os problemas ligados à contemporaneidade que ocorrem como consequência dos avanços tecnológicos.
A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284375 Português
Os homens da empresa funerária haviam feito um bom trabalho, eram competentes e treinados. Como disse o santeiro, ao passar um instante para ver como as coisas se apresentavam, “nem parecia o mesmo morto”. Penteado, barbeado, vestido de negro, camisa alta e gravata, sapatos lustrosos, era realmente Joaquim Soares da Cunha quem descansava no caixão funerário — um caixão régio (constatou satisfeita Vanda), de alças douradas, com uns babados nas bordas. Vanda pensou que Otacília sentir-se-ia feliz no distante círculo do universo onde se encontrasse. Porque se impunha finalmente sua vontade, a filha devotada restaurara Joaquim Soares da Cunha, aquele bom, tímido e obediente esposo e pai...
AMADO, Jorge. A Morte e a Morte de Quincas Berro d’Água. 42. ed. Rio de Janeiro: Record. p. 45-47.
Considerando-se o trecho destacado no contexto da obra, a forma verbal “restaurara”, em “restaurara Joaquim Soares da Cunha”, pode ser entendida como
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284374 Português
Fragmento 1

    Quem foi esse tal de Archanjo? Alguma figura exponencial, um professor, um doutor, um luminar, um prócer político, ao menos um comerciante rico? Nada disso: um reles bedel da Faculdade de Medicina, pouco mais que um mendigo, praticamente um operário. Espumava o insigne cidadão e eu não lhe nego motivos para tamanha cólera. Dedicara sua existência a clamar contra o porneia, a dissolução dos costumes, os maiôs, Marx e Lênin, o abastardamento da língua portuguesa, “última flor do Lácio”, e que resultados obtivera? Nenhum: impera a pornografia nos livros, no teatro, no cinema e na vida; a dissolução dos costumes fez-se normalidade quotidiana, as moças conduzem a pílula junto ao terço, os maiôs viraram biquínis e olhe lá; como se não bastassem Marx e Lênin, aí estão Mao-Tse-Tung e Fidel Castro, sem falar nos padres, todos eles possuídos do demônio; quanto a livros e língua portuguesaos tomos do ilustre acadêmico, vazados no terso e castiço idioma de Camões e publicados por conta do autor, jazem nas prateleiras das livrarias, em eterna consignação, enquanto vendem-se aos milhares os livros daqueles escribas que desprezam as regras da gramática e reduzem a língua dos clássicos a um subdialeto africano.

AMADO, Jorge. Tenda dos Milagres. 5. ed. São Paulo: Martins, 1970. p. 66.


Fragmento 2

“Não há no mundo gente melhor do que vocês, povo mais civilizado do que o povo mulato da Bahia”, dissera a sueca ao despedir-se na Tenda dos Milagres, em conversa com Lídio, Budião e Aussá. Chegara de longe, vivera com eles, dizia por saber, um saber sem restrições ou dúvidas, de real conhecimento. Por que então o doutor Nilo Argolo – catedrático de Medicina Legal na Faculdade e mentor científico da congregação, com renome de sábio e descomunal biblioteca — escrevera sobre os mestiços da Bahia ... ?

AMADO, Jorge. Tenda dos Milagres. 5. ed. São Paulo: Martins, 1970. p. 119.
Nos fragmentos de Tenda dos Milagres, os personagens Arcanjo e Nilo são evidenciados. Considerando-se o romance em sua totalidade, eles representam parte da sociedade soteropolitana da época.
A alternativa em que essa representação está correta é a
Alternativas
Ano: 2016 Banca: UNEB Órgão: UNEB Prova: UNEB - 2016 - UNEB - Vestibular - Português/Inglês/Ciências |
Q1284373 Português
Fragmento 1

    Quem foi esse tal de Archanjo? Alguma figura exponencial, um professor, um doutor, um luminar, um prócer político, ao menos um comerciante rico? Nada disso: um reles bedel da Faculdade de Medicina, pouco mais que um mendigo, praticamente um operário. Espumava o insigne cidadão e eu não lhe nego motivos para tamanha cólera. Dedicara sua existência a clamar contra o porneia, a dissolução dos costumes, os maiôs, Marx e Lênin, o abastardamento da língua portuguesa, “última flor do Lácio”, e que resultados obtivera? Nenhum: impera a pornografia nos livros, no teatro, no cinema e na vida; a dissolução dos costumes fez-se normalidade quotidiana, as moças conduzem a pílula junto ao terço, os maiôs viraram biquínis e olhe lá; como se não bastassem Marx e Lênin, aí estão Mao-Tse-Tung e Fidel Castro, sem falar nos padres, todos eles possuídos do demônio; quanto a livros e língua portuguesaos tomos do ilustre acadêmico, vazados no terso e castiço idioma de Camões e publicados por conta do autor, jazem nas prateleiras das livrarias, em eterna consignação, enquanto vendem-se aos milhares os livros daqueles escribas que desprezam as regras da gramática e reduzem a língua dos clássicos a um subdialeto africano.

AMADO, Jorge. Tenda dos Milagres. 5. ed. São Paulo: Martins, 1970. p. 66.


Fragmento 2

“Não há no mundo gente melhor do que vocês, povo mais civilizado do que o povo mulato da Bahia”, dissera a sueca ao despedir-se na Tenda dos Milagres, em conversa com Lídio, Budião e Aussá. Chegara de longe, vivera com eles, dizia por saber, um saber sem restrições ou dúvidas, de real conhecimento. Por que então o doutor Nilo Argolo – catedrático de Medicina Legal na Faculdade e mentor científico da congregação, com renome de sábio e descomunal biblioteca — escrevera sobre os mestiços da Bahia ... ?

AMADO, Jorge. Tenda dos Milagres. 5. ed. São Paulo: Martins, 1970. p. 119.
Comparando-se os fragmentos destacados do romance Tenda dos Milagres e considerando-se a totalidade da obra, fica evidente
Alternativas
Respostas
18721: D
18722: E
18723: C
18724: B
18725: E
18726: E
18727: C
18728: E
18729: A
18730: D
18731: B
18732: C
18733: C
18734: D
18735: C
18736: B
18737: C
18738: A
18739: B
18740: A