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Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355405 Português
Texto 3


O permanente e o provisório


    O casamento é permanente, o namoro é provisório. O amor é permanente, a paixão é provisória. Uma profissão é permanente, um emprego é provisório. Um endereço é permanente, uma estada é provisória. A arte é permanente, a tendência é provisória. De acordo? Nem eu.
    Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem e anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.
    Amor permanente... como a gente se agarra nessa ilusão. Pois se nem o amor por nós mesmos resiste tanto tempo sem umas reavaliações. [...]O amor se infiltra dentro de nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro.
    Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, [...] a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.
MEDEIROS, Martha. Coisas da vida. Porto Alegre: L&PM, 2005. p. 39-40. (Fragmento).

Analise as afirmações:



I. “Um endereço não é para sempre”, “Uma profissão pode ser jogada pela janela” e “A arte passa por ciclos” são expressões utilizadas no último parágrafo para questionar o caráter permanente de certas coisas.

II. Considerando o último parágrafo do texto, podemos afirmar que a conclusão da autora é de que nada pode ser considerado permanente.

III. No trecho “[...] mas o que sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro”, os termos destacados excluem a ideia de transitoriedade que a autora associa ao casamento.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355404 Português
Texto 3


O permanente e o provisório


    O casamento é permanente, o namoro é provisório. O amor é permanente, a paixão é provisória. Uma profissão é permanente, um emprego é provisório. Um endereço é permanente, uma estada é provisória. A arte é permanente, a tendência é provisória. De acordo? Nem eu.
    Um casamento que dura 20 anos é provisório. Não somos repetições de nós mesmos, a cada instante somos surpreendidos por novos pensamentos que nos chegam através da leitura, do cinema, da meditação. O que eu fui ontem e anteontem, já é memória. Escada vencida degrau por degrau, mas o que eu sou neste momento é o que conta, minhas decisões valem para agora, hoje é o meu dia, nenhum outro.
    Amor permanente... como a gente se agarra nessa ilusão. Pois se nem o amor por nós mesmos resiste tanto tempo sem umas reavaliações. [...]O amor se infiltra dentro de nós, mas seguem todos em movimento: você, o amor da sua vida e o que vocês sentem. Tudo pulsando independentemente, e passíveis de se desgarrar um do outro.
    Um endereço não é pra sempre, uma profissão pode ser jogada pela janela, [...] a arte passa por ciclos, e se tudo isso é soberano e tem valor supremo, é porque hoje acreditamos nisso, hoje somos superiores ao passado e ao futuro, agora é que nossa crença se estabiliza, a necessidade se manifesta, a vontade se impõe – até que o tempo vire.
MEDEIROS, Martha. Coisas da vida. Porto Alegre: L&PM, 2005. p. 39-40. (Fragmento).
Analise as afirmações:

I. O texto 3 é construído com base nos elementos associados aos adjetivos PERMANENTE e PROVISÓRIO. II. A relação lexical que se estabelece entre os adjetivos PERMANENTE e PROVISÓRIO é a de sinonímia. III. Para a autora, um casamento que dura muito tempo (20 anos), mas chega ao fim, é provisório, e a crença de que o amor é permanente é uma ilusão à qual os seres humanos se agarram.

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355402 Português
Texto 1


    Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
    Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
    O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
    No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
    Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
    Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
    Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
    Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
O último par de parênteses usados no texto se justifica para:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355401 Português
Texto 1


    Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
    Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
    O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
    No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
    Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
    Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
    Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
    Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
A expressão “quer dizer” poderia ser substituída, sem provocar problema de sentido à sentença em que ela se encontra, por:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355400 Português
Texto 1


    Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
    Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
    O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
    No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
    Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
    Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
    Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
    Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
Em: “Cada um de nós...”, o autor refere-se:
Alternativas
Q1355399 Português
Texto 1


    Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
    Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
    O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
    No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
    Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
    Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
    Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
    Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
Em relação às Funções de Linguagem, o texto 1 é um exemplo em que predomina a função...
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355398 Português
Texto 1


    Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
    Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
    O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
    No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
    Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
    Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
    Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
    Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
A expressão “No nosso século...”, utilizada pelo autor do texto 1, refere-se:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FAG Órgão: FAG Prova: FAG - 2016 - FAG - Vestibular - Primeiro Semestre |
Q1355397 Português
Texto 1


    Toda cultura é particular. Não existe, nem pode existir uma cultura universal constituída. No nosso século, os antropólogos vivem ensinando isso a quem quiser aprender.
    Tal como acontece com cada indivíduo, os grupos humanos, grandes ou pequenos, vão adquirindo e renovando, construindo, organizando e reorganizando, cada um a seu modo, os conhecimentos de que necessitam.
    O movimento histórico da cultura consiste numa diversificação permanente. A cultura universal - que seria a cultura da Humanidade - depende dessa diversificação, quer dizer, depende da capacidade de cada cultura afirmar sua própria identidade, desenvolvendo suas características peculiares.
    No entanto, as culturas particulares só conseguem mostrar sua riqueza, sua fecundidade, na relação de umas com as outras. E essa relação sempre comporta riscos.
    Em condições de uma grande desigualdade de poder material, os grupos humanos mais poderosos podem causar graves danos e destruições fatais às culturas dos grupos mais fracos. (...)
    Todos tendemos a considerar nossa cultura particular mais universal do que as outras. (...) Cada um de nós tem suas próprias convicções. (...)
    Tanto indivíduos como grupos têm a possibilidade de se esforçar para incorporar às suas respectivas culturas elementos de culturas alheias. (...)
    Apesar dos perigos da relação com as outras culturas (descaracterização, perda da identidade, morte), a cultura de cada pessoa, ou de cada grupo humano, é frequentemente mobilizada para tentativas de auto-relativização e de autoquestionamento, em função do desafio do diálogo.
Leandro Konder. O Globo, 02/08/98.
A locução conjuntiva no entanto, que inicia um dos parágrafos do texto 1, está como elemento de coesão, ao ligar dois segmentos do texto. Ao fazer isso, ela:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352763 Conhecimentos Gerais

Observe a imagem.


Imagem associada para resolução da questão


Fonte: Disponível em: <www.bluebus.com.br/maio-de-1968-o-mesem-que-foi-proibido-proibir-texto-do-jayme-serva>. Acesso em: 12 dez. 2016.


Em maio de 1968, na França, ocorreram greves de trabalhadores, protestos estudantis e manifestações populares pelas ruas.
Nesse mesmo contexto, despontaram outros movimentos políticos pelo mundo, EXCETO:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352762 História

Entre 1956 e 1959, o governo cubano de Fulgêncio Batista enfrentou um exército rebelde, liderado por Fidel Castro.


A luta desses rebeldes tinha como propósito

Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352761 História
”O desenvolvimento industrial ampliou a demanda de matérias-primas, muitas das quais se produziam em condições mais vantajosas fora da Europa e dos Estados Unidos; ao mesmo tempo, o aumento da produção de artigos industriais ia ampliando a necessidade de mercados exteriores que consumissem os excedentes. Por outro lado, o crescimento das populações urbanas fez aumentar a demanda de alimentos, cuja produção na Europa havia diminuído pelo êxodo rural ou simplesmente porque se tornara mais barato comprá-los em mercados externos”.
Fonte: Héctor Bruit citado por FARIA, Ricardo. . História Belo Horizonte: Lê, 1989, p. 191.(Adaptado) “
O contexto histórico representado no texto relaciona-se:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352760 História
Observe a imagem.
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: Disponível em: <www.museuhistoriconacional.com.br/ mh-2008-001.htm>. Acesso em: 12 dez. 2016
A pintura apresentada, de Cândido Portinari, é uma representação da chegada ao Brasil, no ano de 1808, da família real bragantina. Entre os desdobramentos de tal evento, identificam-se:
I → o incremento da economia açucareira baseada na plantation, com a manutenção do exclusivo co- plantation mercial.
II → o fim do pacto colonial, que derrubou o monopólio nas relações comerciais entre Portugal e Brasil.
III → um processo de independência brasileiro marcado por heranças coloniais como o regime monárquico e a escravidão.
Está(ão) correta(s).
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352759 História
Everdade que nas democracias o povo parece fazer o que quer; mas liberdade política não consiste nisso. [...] A liberdade é o direito de fazer tudo o que as leis permitem; e se um cidadão pudesse fazer o que elas proíbem, ele não teria mais liberdade, porque os outros também teriam esse poder”. “
Fonte: MONTESQUIEU. . O espírito das leis In: WEFFORT, Francisco (Org.). Os clássicos da política. São Paulo: Ática, 1989.
O trecho do francês Montesquieu, um dos expoentes do movimento iluminista, relaciona-se a princípios norteadores de uma sociedade
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352758 História
A respeito das relações de poder no Brasil colonial, considere as afirmativas a seguir.
I → A primeira tentativa da Coroa portuguesa em centralizar o poder na colônia foi a criação do Governo Geral em Salvador.
II → A instalação de feitorias foi um instrumento do poder institucional português para a ocupação das terras e exploração da mineração pelo interior do território.
III → O poder português não atingia áreas remotas do território colonial, o que reforçava o poder privado dos grandes senhores de terras e escravos.
IV → A Igreja Católica, por intermédio da Companhia de Jesus, atuou a favor da colonização, catequizando e incutindo nos indígenas as normas de conduta cristã.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352757 História
Observe as imagens.
“Virgem em majestade com o Menino e dois anjos” (1275), de Maestro del Bigallo.
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: DUPRAT, Carolina. MASP, São Paulo. Rio de Janeiro: Mediafashions, 2009
“A Virgem com o Menino de pé, abraçando a Mãe" (1480-1490), de Giovanni Bellini.
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: DUPRAT, Carolina. MASP, São Paulo. Rio de Janeiro: Mediafashions, 2009

Nas obras acima, de dois artistas italianos – um representando a arte medieval; outro, a arte do início dos tempos modernos –, pode-se inferir as mudanças que ocorreram na Itália, no final do medievo e início da Idade Moderna. Nesse período, aconteceu:
I → uma ruptura em relação ao predomínio dos temas religiosos na arte, em decorrência do crescimento do comércio e das manufaturas nas cidades italianas.
II → uma mudança no tratamento dos temas religiosos, no sentido de uma representação das figuras sagradas mais próximas a modelos humanos naturalizados.
III → uma nova orientação cultural, que modificou os valores do mundo medieval e priorizou o racionalismo, o naturalismo e o hedonismo.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352756 História
As Cruzadas foram expedições militares estimuladas pelos papas, a partir do ano de 1095, com o proprósito de combater os reinos muçulmanos, então considerados inimigos dos cristãos. Essas expedições se dirigiram em especial ao Oriente Médio para a conquista da Palestina, mas também para a luta contra os reinos muçulmanos na Península Ibérica.
Imagem associada para resolução da questão
Fonte: ARRUDA, José J; PILETTI, Nelson. Toda a História São Paulo: Ática, 2007. p. 127.(Adaptado)
A partir das informações fornecidas no texto e no mapa, analise as afirmativas.
I → As Cruzadas mobilizaram o excedente populacional da Europa, com destaque para os nobres sem terras, que, dessa forma, puderam amealhar alguma riqueza, seja por meio de saques, seja pelo domínio de territórios.
II → Como as Cruzadas eram guerras religiosas, santificadas pelo Papa, os guerreiros cristãos que delas participavam tinham seus pecados perdoados.
III → As Cruzadas dinamizaram o comércio no Mar Mediterrâneo e possibilitaram o enriquecimento de cidades italianas, como Veneza, Gênova e Pisa, que já tinham tradição de comércio marítimo.
IV → Encerradas as expedições militares, as consequências foram imediatas quanto ao encerramento do intercâmbio entre o Ocidente e o Oriente, em especial nas áreas comercial e cultural.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352755 História
“As três Guerras Púnicas [entre Roma e Cartago, nos séculos III e II a.C.] constituíram um processo impactante ainda na Antiguidade. [...] Em poucas palavras, as Guerras Púnicas movimentaram grande quantidade de recursos humanos e econômicos, movimentação essa que propiciou muita riqueza, luxo e escravos à elite romana, assim como provocou alastramento da pobreza entre os camponeses devido à destruição de parte da agricultura.”
Fonte: GARRAFONI, Renata. . In: MAGNOLI, D. (Org.). Guerras Púnicas História das guerras. São Paulo: Contexto, 2011. p. 73. (Adaptado)
A respeito das transformações que as Guerras Púnicas provocaram na República Romana, assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada afirmativa a seguir.
( ) Terminadas as Guerras Púnicas, o território sob controle de Roma aumentou ao longo do Mar Mediterrâneo, incluindo as terras da atual Espanha e o litoral do norte da África, antes sob domínio de Cartago.
( ) O comércio no Mar Mediterrâneo entrou em declínio, os patrícios romanos empobreceram e ascenderam politicamente os pequenos e médios proprietários rurais da Península Itálica.
( ) Grande número de escravos, a preço baixo, chegaram aos mercados romanos e consolidouse o latifúndio escravista, gerando a ruína da tradicional sociedade camponesa de Roma.
( ) Pacificamente, o Império substituiu a República, os imperadores passaram a ser venerados como deuses e patrícios e plebeus foram submetidos ao mesmo padrão sócio-econômico.
A sequência correta é
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352754 História

No período “Neolítico ou Nova Idade da Pedra, [...] diversos grupos humanos passaram a polir a pedra. [...] Os instrumentos assim obtidos eram muito mais eficazes do que os de pedra lascada. Grupos nômades de caçadores-coletores passaram a fixar-se nas margens dos rios, onde construíam suas habitações, pescavam, caçavam e coletavam frutas, raízes e cereais.”


Fonte: ARRUDA, José J; PILETTI, Nelson. Toda a História. São Paulo: Ática, 2007. p. 11.


O texto acima caracteriza o início do período Neolítico, no qual ocorrem importantes inovações:


I → a domesticação de animais selvagens e o surgimento do pastoreio.


II → a manipulação de plantas silvestres e o plantio de trigo, cevada e aveia.


III → a substituição dos instrumentos de pedra por artefatos de bronze, cobre e ferro.


IV → a diferenciação social, o surgimento das classes sociais e da propriedade privada.


Está(ão) correta(s)

Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352753 Geografia
A agricultura brasileira apresenta como características:
I → insignificante participação dos produtos do agronegócio na pauta de exportação.
II → predomínio da exploração de grandes extensões de terra para produção de gêneros agrícolas destinados à exportação.
III → dicotomia entre as áreas destinadas à agricultura familiar e à patronal, evidenciando uma estrutura agrária muito concentrada.
Está(ão) correta(s)
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INEP Órgão: UFSM Prova: INEP - 2016 - UFSM - Vestibular - EAD |
Q1352752 Conhecimentos Gerais
“Desde que passou a se organizar socialmente, a espécie humana buscou também soluções para sua sobrevivência. A utilização do conhecimento geográfico permitiu ao ser humano reconhecer paisagens e lugares de acordo com o clima, o relevo, a cultura e os recursos naturais disponíveis. Agora que o ser humano já ocupa quase todo o planeta e as informações são transmitidas com rapidez e em grande volume, é praticamente impossível entender e acompanhar mudanças, fatos ou fenômenos sem conhecer geografia”.
Fonte: ALMEIDA, L.M.A.de; RIGOLIN, T. B. : o Fronteiras da globalização mundo natural e o espaço humanizado. 2.ed, V. 1. São Paulo: Ática, 2014. p.09.(Adaptado)
O texto destaca a geografia como uma ciência para entender o mundo porque o espaço geográfico
Alternativas
Respostas
18241: D
18242: A
18243: D
18244: A
18245: B
18246: C
18247: E
18248: E
18249: E
18250: C
18251: C
18252: D
18253: B
18254: E
18255: E
18256: D
18257: A
18258: B
18259: D
18260: E