Questões de Vestibular Comentadas

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Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840994 Biologia
Os figos não são frutos verdadeiros – cada figo é uma estrutura em forma de saco fechado, revestido de flores por dentro, chamado sicônio. A polinização das flores de Ficus é realizada exclusivamente pelas fêmeas de vespas da família Agaonidae; por sua vez, o ciclo de reprodução dessas vespas só ocorre no interior dos figos. As fêmeas, fecundadas e carregadas de pólen, adentram o sicônio através de uma pequena abertura, polinizam as flores femininas e depositam seus ovos em algumas delas, nas quais a prole de vespas se desenvolverá.
Curiosamente, é comum que essa associação figo-vespa polinizadora seja explorada por um outro tipo de vespas, que também usam as flores femininas do figo para desenvolver sua progênie. No entanto, essas vespas “não-polinizadoras” não realizam a polinização, uma vez que depositam seus ovos nas flores pelo lado externo, através da parede do figo.
(Fonte: https://doi.org/10.1590/S0073-47212007000300006. Adaptado.)

As relações entre Ficus e vespas polinizadoras e entre vespas polinizadoras e não polinizadoras são, respectivamente, do tipo
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840992 Biologia
Os estômatos estão presentes em todas as plantas vasculares. Em algumas delas, como na espécie ornamental Nerium oleander (“espirradeira”), os estômatos estão restritos à face inferior das folhas, onde se localizam no interior de depressões da epiderme, denominadas ‘criptas’.

Esta característica, encontrada principalmente em plantas de ambientes
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840991 Direitos Humanos
Nos tempos atuais, consolidando-se a partir da Convenção de 1951, o termo refugiado passou a significar, conforme as concepções mais amplas e inclusivas, "pessoas que estão fora de seus países de origem devido a fundados temores de perseguição, relacionados a questões de raça, religião, nacionalidade, pertencimento a um determinado grupo social ou opinião política. (ACNUR, 2020b)
MAGDALENO, Fabiano. Territorialidades refugiadas. Entre o legal e a ética da hospitalidade territorial. Rio de Janeiro: Terra Escrita, 2024. P.18

Sobre as condições apresentadas no texto, que configuram um drama humano de caráter individual, analise as afirmativas a seguir. 

I. Afetam intensamente o modo de vida da pessoa que está se deslocando.
II. Garantem uma nova nacionalidade em todos os países que os recebem.
III. Impossibilitam definitivamente o retorno do migrante forçado.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840990 Geografia
“São todos os lugares submetidos ao calor quase ininterrupto, anteriormente pântanos infestados por febres, depois rasgados por ferrovias e ocupados por loteamentos e mais loteamentos onde trabalhadores pobres vindos de todos os lugares construíram suas casas, e agora seus netos constroem os terceiros andares para suas famílias. “
SENRA, Álvaro. Antiroad. Rio de Janeiro: 7 LETRAS, 2025. p.17 e 18.

O narrador descreve um processo urbano presente em cidades brasileiras, conhecido como
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840989 Geologia
Um terremoto de magnitude 6,0 que atingiu o leste do Afeganistão e deixou ao menos 812 mortos e mais de 2.800 feridos. A geologia, fragilidade das casas e dificuldades de resgate ajudam a explicar por que os terremotos são tão devastadores e letais na região. Segundo o USGS (Serviço Geológico dos Estados Unidos), o tremor de hoje (31/08/2025) teve o hipocentro a apenas 8 km de profundidade.
Disponível em: https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimasnoticias/2025/09/01/ Acesso: 01 Set. 2025

A origem do fenômeno natural abordado no texto, está relacionada ao processo de
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840987 Sociologia
No estado do Paraná, desde meados da década de 1970, uma parte significativa da construção de discursos desenvolvimentistas esteve vinculada à ideia de que as monoculturas representavam importante impulso econômico e social, como sinônimo de modernidade.
KLANOVOCZ, Jo. A Sojização da Agricultura Moderna no Paraná, Brasil: Uma questão de história ambiental. Fronteiras: Journal of Social, Technological and Environmental Science http://revistas.unievangelica.edu.br/index.php/fronteiras/ Acesso: 09 jul. 2025.

Em relação ao processo produtivo destacado, analise as afirmativas a seguir.

I. Representou um grande impacto socioambiental, com perda de biodiversidade existente e mudanças na organização social do trabalho.
II. Transformou a paisagem estadual, com a substituição de culturas tradicionais e a diminuição dos campos nativos e de florestas pelo plantio da soja.
III. Foi marcado pela incorporação intensa de fatores modernizadores, como o melhoramento genético e o uso de insumos químicos no combate de patógenos.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840986 Engenharia Ambiental e Sanitária
Leia o texto a seguir.

Diversos efluentes líquidos, resultantes de diferentes atividades humanas, têm a capacidade de contaminar as águas subterrâneas e superficiais, contribuindo para a redução da quantidade de água potável disponível para consumo humano.
Disponível em: https://riut.utfpr.edu.br/jspui/handle/1/36338 Acesso: 03 Jul. 2025.

Em relação ao processo mencionado no texto, analise as afirmativas a seguir e assinale V para a verdadeira e F para a falsa.

( ) A expansão urbana, com o intenso crescimento populacional e a sobrecarga dos serviços de saneamento básico, explica esse processo.
( ) Os aquíferos estão protegidos dessa situação, porque contam com um sistema natural de filtragem, que mantém a qualidade de suas águas.
( ) As práticas agrícolas podem alterar o regime de chuvas e contaminar o solo por uso de fertilizantes e pesticidas, contribuindo para o quadro apresentado.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840985 Meio Ambiente
Leia o trecho a seguir.

O Programa Cidades Verdes Resilientes foi instituído pelo Decreto nº 12.041/2024 e tem como objetivo aumentar a qualidade ambiental e a resiliência das cidades brasileiras diante dos impactos da mudança do clima.
Disponível em: https://www.gov.br/mma/pt-br/assuntos/meio-ambiente-urbanorecursos-hidricos-qualidade-ambiental/cidades-verdes-resilientes.Acesso 01 Jul. 2025.

Sobre as ações de planejamento e gestão das cidades, segundo o Programa Cidades Verdes Resilientes, analise as afirmativas a seguir.

I. Ressalta o tema da mobilidade urbana sustentável como uma prioridade.
II. Identifica o problema da gestão de resíduos urbanos como um desafio a ser superado.
III. Desconsidera a capacidade de manutenção de recursos para as gerações futuras.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840984 História
Quando Juscelino Kubitschek apresentou seu plano de metas prevendo crescimento de 50 anos em 5, o Brasil vivia um período de baixa autoestima nacional. O otimismo e a liderança do presidente, a postura de quem realmente seguia em frente com seu projeto, e sua crença de que o Brasil poderia, sim, deixar de ser subdesenvolvido mudaram de vez a "cara" da nação. O povo então experimentou seus "anos dourados".

Adaptado de Noronha, Silvia. A herança da epopeia desenvolvimentista. Revista Rumos, dezembro, 2001, pp. 26-27.

Assinale a afirmativa que apresenta corretamente uma meta do governo de Juscelino Kubitschek para o desenvolvimento nacional. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840982 História
Leia o trecho a seguir.

John Sykes, fabricante de tecidos e empregado de William Cotton, mestre no acabamento de tecidos, declarou, em 6 de março de 1812, que um grupo de pessoas foi até a residência de seu patrão, bateu violentamente à porta e exigiu entrada, ameaçando arrombá-la caso não fossem atendidos. Para evitar isso, ele abriu a porta e cerca de 30 ou mais pessoas, com os rostos pintados ou disfarçados, entraram, e então vários deles pegaram velas e começaram a destruir as ferramentas, quebrando 10 pares de tesouras e uma máquina de escovagem. Um dos invasores, que parecia comandar o grupo, disse que se voltassem e encontrassem qualquer máquina instalada novamente, iriam explodir o local. Logo depois disso, todos se retiraram.

Adaptado de: https://www.nationalarchives.gov.uk/education/resources/why-didthe-luddites-protest/why-did-the-luddites-protest-source-1/

Com base na leitura do trecho, é correto afirmar que o Ludismo foi um movimento
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840981 História
Sobre as consequências da assinatura do Tratado de Latrão, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.

( ) Estabeleceu a fundação e garantiu a autonomia do Estado da Cidade do Vaticano, com definições de suas fronteiras.
( ) Prejudicou a imagem de Benito Mussolini perante a população, ao ceder às exigências da Igreja Católica.
( ) Encerrou o conflito histórico entre o Reino da Itália e a Santa Sé, iniciado durante o processo de unificação italiana.

As afirmativas são, respectivamente,
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840979 História
Sobre os objetivos das missões jesuíticas no período colonial brasileiro, analise as afirmativas a seguir.

I. Promover a fé católica entre os povos indígenas, por meio da catequese e do ensino da doutrina religiosa.
II. Organizar um regime comunitário agrícola, baseado na exploração da mão de obra indígena.
III. Preservar a cultura e os modos de vida dos povos indígenas, por meio de sua proteção contra os interesses dos colonos.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840978 Português
Leia a entrevista a seguir.

Entrevistador: Alguns dos seus livros são lidos como narrativas, aproximam a historiografia de um género literário. No entanto, você sempre contestou a ideia, de que não há fronteiras nítidas entre narração de ficção e narração historiográfica…

Carlo Ginzburg: Na nossa tradição, a relação entre a narrativa de ficção e a narrativa histórica foi sempre de competição pela representação da realidade, já que a ficção também tem uma relação com a realidade. Procurei trabalhar sobre temas específicos, para mostrar como as técnicas usadas pelos romancistas podem ser interpretadas no plano histórico. Temos de perceber que a narração, e este é o ponto onde quero chegar, é um modo de relação com a realidade e que toda a experiência narrativa, mesmo o espaço em branco, tem implicações e potencialidades cognitivas, pode ser lida como um documento histórico. E o historiador não pode deixar de se interrogar sobre as formas narrativas que utiliza.

Adaptado de https://electramagazine.fundacaoedp.pt/editions/edicao-10/carloginzburg-o-historiador-como-detective.

Com base na entrevista, assinale a opção que, segundo Carlo Ginzburg, relaciona corretamente História e Literatura. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840970 Inglês
Read Text I below and answer the  question that follow it.


Text I


Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
When the author argues that the trend “is not inevitable” (4th paragraph), he means that it is 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840969 Inglês
Read Text I below and answer the  question that follow it.


Text I


Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/

The word “chatter” (3rd paragraph) is a reference to the sound produced by the kids’: 

Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840968 Inglês
Read Text I below and answer the  question that follow it.


Text I


Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
The phrase “as soon as” in “as soon as they got smartphones” (3rd paragraph) indicates 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840967 Inglês
Read Text I below and answer the  question that follow it.


Text I


Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
Based on Text I, mark the statements below as true (T) or false (F).

( ) Happiness among young people has increased compared to previous years.
( ) Today, children prefer playing with their friends at school to using a smartphone.
( ) According to Haidt, social media is harmful to children.

The statements are, respectively: 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840966 Português
Texto III


Livros a Mancheias


Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
Nas opções a seguir, há dois termos unidos pela conjunção aditiva e; assinale a alternativa em que o segundo termo está englobado no primeiro.
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840965 Português
Texto III


Livros a Mancheias


Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.

Sobre a estruturação ou significação desse segmento do Texto, assinale a frase que apresenta uma observação adequada. 
Alternativas
Ano: 2025 Banca: FGV Órgão: FEMPAR Prova: FGV - 2025 - FEMPAR - Vestibular - Medicina |
Q3840964 Português
Texto III


Livros a Mancheias


Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
Assinale a frase em que a preposição de sublinhada é uma exigência de um termo anterior.
Alternativas
Respostas
161: D
162: B
163: A
164: A
165: B
166: E
167: A
168: B
169: D
170: C
171: B
172: B
173: A
174: B
175: B
176: C
177: D
178: A
179: A
180: B