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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302742 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O mundo como pode ser: uma outra globalização

    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
     É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
No enunciado “É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas”, a parte “afinal descoberta pelas massas” estabelece o seguinte pressuposto:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302740 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O mundo como pode ser: uma outra globalização

    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
     É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
Considere o seguinte recorte: “As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.
O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302739 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O mundo como pode ser: uma outra globalização

    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
     É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
O processo argumentativo do texto é construído a partir do seguinte procedimento:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302738 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

O mundo como pode ser: uma outra globalização

    Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
    Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
     É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
    No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:
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Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302736 Inglês
Em termos de sentido, verifica se que
Alternativas
Ano: 2017 Banca: UEG Órgão: UEG Prova: UEG - 2017 - UEG - Vestibular - Caderno de Provas - Inglês |
Q1302734 Inglês
Leia o texto a seguir para responder à questão. 

The true potential of technology to change behavior

    Technology could successfully change behaviours where decades of campaigns and legislation have failed. With the quantified self already walking among us and the internet of things within easy reach, digital technology is creating unprecedented opportunities to encourage, enable and empower more sustainable behaviours.
    If we are to unlock the power of technology we must be more ambitious than simply digitising analogue strategies or creating another communications channel.
    The true potential of technology lies in its ability to do things that nothing else can do. In behaviour change terms, the potential to succeed where decades of education programmes, awareness campaigns and product innovation have failed; to make a difference where government policy and legislation has had limited impact.
    Using behavioural insights, it is possible to highlight the bottlenecks, drop out points and achilles heels of traditional behaviour change efforts — the reasons why we have failed in the past — and apply the unique possibilities of technology to these specific challenges.

Overcoming our limitations

    Luckily, the history of the human race is almost defined by its ability to invent stuff that bolsters its feeble capabilities. That stuff is, of course, what we generically refer to as 'technology'. And in the same way that the internal combustion engine and the light bulb allow us to overcome our relatively feeble powers of motion and perception, so digital technology can be directed to overcoming our relatively feeble powers of reasoning, selfcontrol, motivation, self-awareness and agency—the factors that make behaviour change so difficult.
    Herein lies the true potential of technology: not in the laboratory or the workshop, but in an understanding of the behavioural dynamics that define the human condition, both generally and within the context of a specific user-group, market segment or community.

Fonte: JOHNSON, Steven. Recognising the true potential of technology to change behaviour. Disponível em: . Acesso em: 23 ago. 2017. (Adaptado).
Considering the ideas expressed in the text, technology
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFN-MG Órgão: IFN-MG Prova: IFN-MG - 2017 - IFN-MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1298012 Espanhol
TEXTO 01
Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo



21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

          El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
       Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
      El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
        El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
      Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
      El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
     Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
       El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
 

Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


TEXTO 2





TEXTO 3




Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



TEXTO 04



En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
12 de junio de 2017




           En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
        Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 

Imagem associada para resolução da questão

Disponível em: <http://ddhhenbolivia.blogspot.com.br>. Acesso em: 14 abr de 2017.



O TEXTO 06 fez parte da campanha de sensibilização realizada pela Defensoría del Pueblo - República Plurinacional de Bolivia e afirma que o termo “direitos humanos” possui o mesmo significado para todos independentemente do idioma, da cultura ou da fé. 



Considerando o TEXTO 06 e as normas gramaticais da língua espanhola, os vocábulos tu e mi são:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFN-MG Órgão: IFN-MG Prova: IFN-MG - 2017 - IFN-MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1298003 Literatura
Sobre a Obra Tenda dos Milagres, de Jorge Amado, só NÃO é correta a seguinte afirmativa.
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFN-MG Órgão: IFN-MG Prova: IFN-MG - 2017 - IFN-MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1298002 Literatura
Sobre a obra O bom Crioulo, de Adolfo Caminha, podemos afirmar que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFN-MG Órgão: IFN-MG Prova: IFN-MG - 2017 - IFN-MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1298001 Literatura
Leia o poema que se segue.

TEXTO 07

Assaltaram a gramática Assaltaram a gramática Assassinaram a lógica Meteram poesia na bagunça do dia a dia Sequestraram a fonética Violentaram a métrica Meteram poesia onde devia e não devia Lá vem o poeta com sua coroa de louro, Agrião, pimentão, boldo O poeta é a pimenta do planeta! (Malagueta!)

Waly Salomão

Fonte: http://portugues.uol.com.br/literatura/dez-poemas-geracao-mimeografo-ou-poesia-marginal.html. Acesso em: 12 de mar 2017.

Sobre o TEXTO 07 e ou sobre o poeta Waly Salomão, só NÃO é correta a seguinte afirmativa:

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFN-MG Órgão: IFN-MG Prova: IFN-MG - 2017 - IFN-MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1298000 Literatura

Leia o trecho do poema ―Navio Negreiro‖, de Castro Alves. 


TEXTO 06


Existe um povo que a bandeira empresta

Pra cobrir tanta infâmia e cobardia!...

E deixa-a transformar-se nessa festa

Em manto impuro de bacante fria!...

Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,

Que impudente na gávea tripudia?!...

Silêncio!... Musa! chora, chora tanto

Que o pavilhão se lave no teu pranto...

Auriverde pendão de minha terra,

Que a brisa do Brasil beija e balança,

Estandarte que a luz do sol encerra,

E as promessas divinas da esperança...

Tu, que da liberdade após a guerra,

Foste hasteado dos heróis na lança,

Antes te houvessem roto na batalha,



Que servires a um povo de mortalha!...

Fatalidade atroz que a mente esmaga!

Extingue nesta hora o brigue imundo

O trilho que Colombo abriu na vaga,

Como um íris no pélago profundo!...

...Mas é infâmia de mais... Da etérea plaga

Levantai-vos, heróis do Novo Mundo...

Andrada! arranca este pendão dos ares!

Colombo! fecha a porta de teus mares!



Fonte: http://enemquiz.com.br/simulado/literatura/3a-geracao-castro-alves-social#.WQeRkNLyvIU. Acesso em: 23 de mar 2017.


Marque a opção CORRETA
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IFN-MG Órgão: IFN-MG Prova: IFN-MG - 2017 - IFN-MG - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297999 Literatura

Texto 05



Mãos dadas 


Carlos Drummond de Andrade



Não serei o poeta de um mundo caduco.

Também não cantarei o mundo futuro.

Estou preso à vida e olho meus companheiros.

Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.

Entre eles, considero a enorme realidade.

O presente é tão grande, não nos afastemos.

Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.



Não serei o cantor de uma mulher, de uma história,

não direi os suspiros ao anoitecer, a paisagem vista da janela,

não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida,

não fugirei para as ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, do tempo presente, os homens presentes,

a vida presente.(in: Sentimento de Mundo)


Fonte: https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/460648/. Acesso em: 17 mar 2017.


Sobre o poema “Mãos dadas” e sobre a estética de Carlos Drummond de Andrade, TEXTO 05, NÃO É CORRETA a seguinte afirmativa:


Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297981 Espanhol
TEXTO II

Tecnología para el verano: wifi en la playa y drones salvavidas 

Miércoles, 12 de julio de 2017-05:33 BRT


Ni montañas, ni lagos, ni paseos urbanos culturales. La playa está en el punto de mira del 41,8% de los españoles, ya que, según el Barómetro de junio del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS), los destinos de sol y playa siguen siendo la primera opción a la hora de viajar. Ante este auge turístico de costa también surgen un buen número de ingenios tecnológicos pensados para hacernos más fácil, segura y conectada nuestra estancia sobre la arena. 
El ayuntamiento de Torrevieja, Alicante, intentó poner puso en marcha el año pasado un sistema pionero de vigilancia y seguridad en zonas de baño mediante drones denominado SalvaDron. Este servicio consistía en usar de aeronaves no tripuladas y controladas de forma remota que pueden acudir rápidamente hasta las personas en riesgo y lazarles un salvavidas mientras llegan los medios tradicionales de rescate. Desgraciadamente la regulación del uso de estas aeronaves está por llegar y debido a la proximidad del aeropuerto San Javier de Murcia no se pudo llevar a cabo la iniciativa. Aun así el Ayuntamiento de Torrevieja no solo volverá este año a intentar poner en marcha su proyecto de salvamento, en zonas permitidas, sino que pretende fomentar el uso continuo de drones en el municipio para regular el tráfico, velar por el medio ambiente y tomar medidas de disciplina urbanística.
A raíz de esta han surgido otras iniciativas en el litoral español. Fuengirola que es otra provincia de España, ha anunciado que este verano pondrá en marcha un proyecto similar con drones pilotados a distancia que, a través de vectores de posición y una cámara de alta calidad que lleva incorporada, pueden localizar a un bañista en situación de peligro y lanzarle un salvavidas que se hincha en dos segundos automáticamente, e incluso lleva otro más por si fuera necesario usarlo.
Fuengirola se ha puesto las pilas en cuestión de experiencia de usuario, ya que además de ofrecer wifi a pie de toalla, ha incorporado taquillas tecnológicas donde los bañistas pueden guardar sus pertenencias y cargar sus móviles con la energía solar que nutre a éstas.

Extraído de <https://elpais.com/tecnologia/2017/07/11/actualidad/1499766424_940432.html>
En el fragmento del texto II “debido a la proximidad del aeropuerto San Javier de Murcia no se pudo llevar a cabo la iniciativa”. La expresión destacada significa:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297980 Espanhol
TEXTO II

Tecnología para el verano: wifi en la playa y drones salvavidas 

Miércoles, 12 de julio de 2017-05:33 BRT


Ni montañas, ni lagos, ni paseos urbanos culturales. La playa está en el punto de mira del 41,8% de los españoles, ya que, según el Barómetro de junio del Centro de Investigaciones Sociológicas (CIS), los destinos de sol y playa siguen siendo la primera opción a la hora de viajar. Ante este auge turístico de costa también surgen un buen número de ingenios tecnológicos pensados para hacernos más fácil, segura y conectada nuestra estancia sobre la arena. 
El ayuntamiento de Torrevieja, Alicante, intentó poner puso en marcha el año pasado un sistema pionero de vigilancia y seguridad en zonas de baño mediante drones denominado SalvaDron. Este servicio consistía en usar de aeronaves no tripuladas y controladas de forma remota que pueden acudir rápidamente hasta las personas en riesgo y lazarles un salvavidas mientras llegan los medios tradicionales de rescate. Desgraciadamente la regulación del uso de estas aeronaves está por llegar y debido a la proximidad del aeropuerto San Javier de Murcia no se pudo llevar a cabo la iniciativa. Aun así el Ayuntamiento de Torrevieja no solo volverá este año a intentar poner en marcha su proyecto de salvamento, en zonas permitidas, sino que pretende fomentar el uso continuo de drones en el municipio para regular el tráfico, velar por el medio ambiente y tomar medidas de disciplina urbanística.
A raíz de esta han surgido otras iniciativas en el litoral español. Fuengirola que es otra provincia de España, ha anunciado que este verano pondrá en marcha un proyecto similar con drones pilotados a distancia que, a través de vectores de posición y una cámara de alta calidad que lleva incorporada, pueden localizar a un bañista en situación de peligro y lanzarle un salvavidas que se hincha en dos segundos automáticamente, e incluso lleva otro más por si fuera necesario usarlo.
Fuengirola se ha puesto las pilas en cuestión de experiencia de usuario, ya que además de ofrecer wifi a pie de toalla, ha incorporado taquillas tecnológicas donde los bañistas pueden guardar sus pertenencias y cargar sus móviles con la energía solar que nutre a éstas.

Extraído de <https://elpais.com/tecnologia/2017/07/11/actualidad/1499766424_940432.html>
De acuerdo con el texto II, es incorrecto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297979 Espanhol

TEXTO I


Figuras del fútbol ecuatoriano se integran a acciones que buscan prevenir el consumo juvenil de drogas


Jueves, 06 de julio de 2017


“Festejamos su decisión de recuperarse, su tenacidad para hacerlo, sin duda son valientes por estar enrumbando su vida hacia un presente y futuro alegre y saludable”. Con estas motivadoras palabras se dirigió Ledy Zúñiga, secretaria Técnica de Drogas, a los 30 adolescentes residentes de la casa de acogida Juan Elías, centro público de tratamiento de adicciones al alcohol y otras drogas (Cetad), durante su visita, la tarde de este 3 de julio. 

Zúñiga fue recibida por Lorena Mendoza, directora de este centro especializado para el tratamiento de adolescentes varones de Guayaquil. A la cita acudieron además José Francisco Cevallos, gobernador del Guayas, junto a destacadas figuras del fútbol ecuatoriano. 

“Agradezco al Gobernador del Guayas por este tiempo de camaradería con ustedes, chicos tomaron la mejor decisión de sus vidas, hoy están recuperándose para tener un mejor futuro, nosotros nos comprometemos a acompañarlos hasta el final, no solo hasta que reciban el alta médica sino en el proceso de reinserción, este Gobierno quiere cumplir sus anhelos” concluyó la Secretaria de Estado. 

Los adolescentes compartieron con las autoridades de un almuerzo al que fueron también invitados los jugadores del Barcelona Sporting Club (BSC), Damián ‘El Kitu’ Díaz, Matías Oyola y Máximo Banguera, los tres talentos futbolísticos hicieron emocionar a todos, demostrando que además de ser grandes deportistas, son seres humanos que apoyan las iniciativas gubernamentales orientadas a prevenir el uso y consumo problemático de drogas, a través del fortalecimiento y el desarrollo emocional de adolescentes y jóvenes.

Luego de firmar autógrafos, Banguera felicitó a las autoridades por preocuparse del bienestar de los adolescentes. “Sacar a los jóvenes del consumo de drogas es un trabajo titánico y lo están haciendo de manera comprometida, cuenten conmigo para todo lo que necesiten, quiero que mi imagen sirva para animar a los chicos a elegir una vida sin drogas, motivarlos a que se inclinen a hacer deporte” indicó el arquero del BSC y de la selección ecuatoriana de fútbol.

José, de 16 años de edad, no podía creer que a su lado tenía al jugador que más admira. “Para mí ‘El Kitu’ Díaz es toda una estrella con el balón, es el 10 del equipo de mis amores, me encantaría jugar como él, estoy comprometido con mi recuperación, voy a salir del consumo para iniciar mi entrenamiento formal en las filas de Barcelona, si Dios me lo permite” manifestó el joven.


Extraído de <http://elperiodicohispano.com/32175-figuras-del-futbolecuatoriano-se-integran-a-acciones-que-buscan-prevenir-el-consumo-juvenilde-drogas/>

Observe el fragmento del texto I “Festejamos su decisión de recuperarse, su tenacidad para hacerlo, sin duda son valientes por estar enrumbando su vida hacia un presente y futuro alegre y saludable”. El fragmento en destaque se refiere:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297978 Espanhol

TEXTO I


Figuras del fútbol ecuatoriano se integran a acciones que buscan prevenir el consumo juvenil de drogas


Jueves, 06 de julio de 2017


“Festejamos su decisión de recuperarse, su tenacidad para hacerlo, sin duda son valientes por estar enrumbando su vida hacia un presente y futuro alegre y saludable”. Con estas motivadoras palabras se dirigió Ledy Zúñiga, secretaria Técnica de Drogas, a los 30 adolescentes residentes de la casa de acogida Juan Elías, centro público de tratamiento de adicciones al alcohol y otras drogas (Cetad), durante su visita, la tarde de este 3 de julio. 

Zúñiga fue recibida por Lorena Mendoza, directora de este centro especializado para el tratamiento de adolescentes varones de Guayaquil. A la cita acudieron además José Francisco Cevallos, gobernador del Guayas, junto a destacadas figuras del fútbol ecuatoriano. 

“Agradezco al Gobernador del Guayas por este tiempo de camaradería con ustedes, chicos tomaron la mejor decisión de sus vidas, hoy están recuperándose para tener un mejor futuro, nosotros nos comprometemos a acompañarlos hasta el final, no solo hasta que reciban el alta médica sino en el proceso de reinserción, este Gobierno quiere cumplir sus anhelos” concluyó la Secretaria de Estado. 

Los adolescentes compartieron con las autoridades de un almuerzo al que fueron también invitados los jugadores del Barcelona Sporting Club (BSC), Damián ‘El Kitu’ Díaz, Matías Oyola y Máximo Banguera, los tres talentos futbolísticos hicieron emocionar a todos, demostrando que además de ser grandes deportistas, son seres humanos que apoyan las iniciativas gubernamentales orientadas a prevenir el uso y consumo problemático de drogas, a través del fortalecimiento y el desarrollo emocional de adolescentes y jóvenes.

Luego de firmar autógrafos, Banguera felicitó a las autoridades por preocuparse del bienestar de los adolescentes. “Sacar a los jóvenes del consumo de drogas es un trabajo titánico y lo están haciendo de manera comprometida, cuenten conmigo para todo lo que necesiten, quiero que mi imagen sirva para animar a los chicos a elegir una vida sin drogas, motivarlos a que se inclinen a hacer deporte” indicó el arquero del BSC y de la selección ecuatoriana de fútbol.

José, de 16 años de edad, no podía creer que a su lado tenía al jugador que más admira. “Para mí ‘El Kitu’ Díaz es toda una estrella con el balón, es el 10 del equipo de mis amores, me encantaría jugar como él, estoy comprometido con mi recuperación, voy a salir del consumo para iniciar mi entrenamiento formal en las filas de Barcelona, si Dios me lo permite” manifestó el joven.


Extraído de <http://elperiodicohispano.com/32175-figuras-del-futbolecuatoriano-se-integran-a-acciones-que-buscan-prevenir-el-consumo-juvenilde-drogas/>

En el fragmento del texto I “Sacar a los jóvenes del consumo de drogas es un trabajo titánico y lo están haciendo de manera comprometida”. La palabra destacada puede ser sustituida, sin alterar su sentido en el texto, por:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297977 Espanhol

TEXTO I


Figuras del fútbol ecuatoriano se integran a acciones que buscan prevenir el consumo juvenil de drogas


Jueves, 06 de julio de 2017


“Festejamos su decisión de recuperarse, su tenacidad para hacerlo, sin duda son valientes por estar enrumbando su vida hacia un presente y futuro alegre y saludable”. Con estas motivadoras palabras se dirigió Ledy Zúñiga, secretaria Técnica de Drogas, a los 30 adolescentes residentes de la casa de acogida Juan Elías, centro público de tratamiento de adicciones al alcohol y otras drogas (Cetad), durante su visita, la tarde de este 3 de julio. 

Zúñiga fue recibida por Lorena Mendoza, directora de este centro especializado para el tratamiento de adolescentes varones de Guayaquil. A la cita acudieron además José Francisco Cevallos, gobernador del Guayas, junto a destacadas figuras del fútbol ecuatoriano. 

“Agradezco al Gobernador del Guayas por este tiempo de camaradería con ustedes, chicos tomaron la mejor decisión de sus vidas, hoy están recuperándose para tener un mejor futuro, nosotros nos comprometemos a acompañarlos hasta el final, no solo hasta que reciban el alta médica sino en el proceso de reinserción, este Gobierno quiere cumplir sus anhelos” concluyó la Secretaria de Estado. 

Los adolescentes compartieron con las autoridades de un almuerzo al que fueron también invitados los jugadores del Barcelona Sporting Club (BSC), Damián ‘El Kitu’ Díaz, Matías Oyola y Máximo Banguera, los tres talentos futbolísticos hicieron emocionar a todos, demostrando que además de ser grandes deportistas, son seres humanos que apoyan las iniciativas gubernamentales orientadas a prevenir el uso y consumo problemático de drogas, a través del fortalecimiento y el desarrollo emocional de adolescentes y jóvenes.

Luego de firmar autógrafos, Banguera felicitó a las autoridades por preocuparse del bienestar de los adolescentes. “Sacar a los jóvenes del consumo de drogas es un trabajo titánico y lo están haciendo de manera comprometida, cuenten conmigo para todo lo que necesiten, quiero que mi imagen sirva para animar a los chicos a elegir una vida sin drogas, motivarlos a que se inclinen a hacer deporte” indicó el arquero del BSC y de la selección ecuatoriana de fútbol.

José, de 16 años de edad, no podía creer que a su lado tenía al jugador que más admira. “Para mí ‘El Kitu’ Díaz es toda una estrella con el balón, es el 10 del equipo de mis amores, me encantaría jugar como él, estoy comprometido con mi recuperación, voy a salir del consumo para iniciar mi entrenamiento formal en las filas de Barcelona, si Dios me lo permite” manifestó el joven.


Extraído de <http://elperiodicohispano.com/32175-figuras-del-futbolecuatoriano-se-integran-a-acciones-que-buscan-prevenir-el-consumo-juvenilde-drogas/>

Después de leer el texto I, es correcto afirmar que:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297976 História
Se a nobreza de coragem elegeu ocavaleiro sobre os homens que lhe estão embaixo emservidão, nobreza de costumes e de bonsensinamentos convém ao cavaleiro, pois nobreza decoragem não poderia subir na cavalaria sem eleiçãode virtudes e de bons costumes.
FIDORA, A. e HIGUERA, J. G. (eds.) Ramon Llull caballero de la fe. Cuadernos de Anuário Filosófico -Série de Pensamiento Español. Pamplona: Universidad de Navarra, 2001, p. 13-40.

O texto acima fala sobre alguns dos princípios que constituem o código ético da cavalaria feudal que são:
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Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297975 História
A Idade Média que ocorreu na Europa Ocidental onde vigorou o sistema feudal, tinha como fundamentos
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Ano: 2017 Banca: INEP Órgão: IF-RR Prova: INEP - 2017 - IF-RR - Vestibular - Segundo Semestre |
Q1297974 História

As capitanias hereditárias eram uma forma de administração do território colonial português na América. Basicamente eram formadas por faixas de terra que partiam do litoral para o interior, comandadas por donatários e cuja posse era passada de forma hereditária.


Para o melhor aproveitamento para a administração da colônia, a Coroa Portuguesa delega a exploração e a colonização aos interesses privados, contudo o seu desenvolvimento foi desigual.


Assim o desenvolvimento desigual das capitanias hereditárias deve ser explicado prioritariamente a partir

Alternativas
Respostas
15741: C
15742: D
15743: E
15744: D
15745: C
15746: B
15747: A
15748: B
15749: A
15750: C
15751: D
15752: A
15753: B
15754: D
15755: A
15756: E
15757: C
15758: D
15759: C
15760: E