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Read the text below and answer the following question based on it.
Death of The Death Care Industry
Death is a dying industry with an economic phenomenon. As Americans perceived value of “traditional” funerals diminish, the cost of funerals have increased nearly 1,328% in just four decades. In 1960 the average cost of a funeral was $706 when only 3.56% of bodies were cremated. Today the average traditional funeral costs between $8,000 and $10,000, and about 42% of people are cremated. The US funeral industry accounts for about $20 billion in annual economic activity, with around 130,000 employees that make a living on the 1.5 million people that go to rest each year.
Many communities have turned a blind eye to what goes on inside funeral homes, as many people prefer not to know the ins and out of the business. In addition, grieving customers in need of funeral goods and services may not be in a healthy state of mind to make financial decisions. Grief has similar side effects of alcohol consumption, such as numbness, guilt, and depression, resulting in less alert and price sensitive customers. In addition, the funeral industry is somewhat taboo in the sense that communities in general don’t communicate with one another about what are acceptable practices in this industry.
Some funeral service providers have taken advantage of this by encouraging the lack of transparency in the industry, charging exorbitant prices for funeral goods and services and charging people who appear to be wealthy higher prices. After Jessica Mitford published The American Way of Death in 1963, to expose the abuses in the funeral industry, a groundswell of support for government intervention followed. Under President Ronald Reagan The Funeral Rule was first enacted to protect consumers from deceptive practices, but the rule has yet to put the nail in the coffin.
Adaptado de: <https://www.forbes.com/sites/perianneboring/2014/04/25/the-death-of-the-death-care-industry-and-eternal-life-online/#389398011c1a>Acessado em 13 de outubro de 2017
1) costs of funerals have gone up a lot over the last 40 years. 2) traditional funeral costs cannot be any higher than $10,000. 3) more people were cremated in the past than they are now. 4) 1.5 million dead people make it possible for many to make a living. 5) more than a hundred thousand people work in the funeral industry.
The correct alternatives are only:
1) Dona Glória era a mãe de Bentinho.
2) Bentinho era muito namorador na infância.
3) Capitu pertencia a uma família de ricos proprietários de terra.
4) José Diaz era um agregado da família de Bentinho.
5) O filho de Bentinho e Capitu se chamava Ezequiel.
Estão corretas apenas:
TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
TEXTO 1
Lembro-me de que certa noite – eu teria uns quatorze anos, quando muito – encarregaram-me de segurar uma lâmpada elétrica à cabeceira da mesa de operações, enquanto um médico fazia os primeiros curativos num pobre-diabo que soldados da Polícia Municipal haviam ‘carneado’ (...) Apesar do horror e da náusea, continuei firme onde estava, talvez pensando assim: se esse caboclo pode aguentar tudo isso sem gemer, por que não hei de poder ficar segurando esta lâmpada para ajudar o doutor a costurar talhos e salvar essa vida? (...)
Desde que, adulto, comecei a escrever romance, tem-me
animado até hoje a ideia de que o menos que o escritor
pode fazer, numa época de atrocidades e injustiças como a
nossa, é acender a sua lâmpada, fazer luz sobre a
realidade de seu mundo, evitando que sobre ele caia a
escuridão, propícia aos ladrões, aos assassinos e aos
tiranos. Sim, segurar a lâmpada, a despeito da náusea e do
horror. Se não tivermos uma lâmpada elétrica, acendamos
o nosso toco de vela ou, em último caso, risquemos
fósforos repetidamente, como um sinal de que não
desertamos de nosso posto.
(Érico Veríssimo. Solo de clarineta. Tomo I. Globo: Porto Alegre. 1978). Fragmento.
A invenção de uma startup inglesa consiste em armazenar o líquido em bolhas transparentes, que explodem na boca. A “Ooho!” vem sendo desenvolvida há dois anos e se apresenta como uma alternativa mais sustentável às garrafinhas plásticas. Feita de um extrato natural de algas marinhas, as esferas cabem na palma da mão e são ecologicamente corretas. Caso não sejam consumidas, se degradam no ambiente em até no máximo seis semanas. Mais fácil do que mastigar água, diriam os mais antigos.
ELER, G.Que tal trocar garrafas plásticas por esta esfera de água comestível? Revista Super Interessante. Disponível em: < http://super.abril.com.br/ciencia/que-tal-trocar-garrafas-plasticas-por-esta-esfera-de-agua-comestivel/>. Acesso: 09 de maio 2017.
Além dos benefícios citados pelo TEXTO, as algas e seus produtos são muito utilizados na alimentação, indústria de cosméticos, como fertilizantes, entre outras aplicações. Com relação às algas, podemos afirmar que pertencem ao Reino
Jeca Tatu era caboclo que vivia no campo, na maior pobreza. Sua rotina baseava-se em ficar o dia inteiro sem fazer tarefa alguma. As pessoas tinham uma péssima imagem do Jeca, bêbado e preguiçoso. Um dia, um médico passou em frente à casa e espantou-se com tanta miséria. Percebendo que o caboclo estava amarelado e muito magro, resolveu examiná-lo. Jeca disse a ele que sentia muito cansaço e dores pelo corpo. O médico constatou que se tratava de uma doença chamada ancilostomose, o amarelão. Receitou-lhe, então, remédios e um par de botas. Meses depois do tratamento, Jeca já era outra pessoa. A moleza tinha desaparecido e ele passava o dia inteiro trabalhando. Arrumava a casa, plantava, pescava, carregava madeira, cuidava do gado. Não exagerava mais na bebida. Ninguém mais o reconhecia, trabalhava tanto que até preocupava as pessoas. Ele, a mulher e os filhos andavam agora calçados.
LOBATO, M. Jeca Tatu. Disponível em: http://www2.ibb.unesp.br/departamentos/educacao/trabalhos/obichoquemedeu/ancilostomose_jeca_tatu.htm> Acesso: 09 de maio 2017. (Adaptado).
De acordo com o TEXTO, Jeca Tatu estava doente, com ancilostomose, que é uma doença causada por
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. Dispinível em:http://www.mma.gov.br/biodiversidade/biodiversidade aquatica/zona-costeira-e-marinha.Acesso em 09 de maio2017.
Podemos afirmar que o texto acima se refere ao ecossistema

Adaptado de United States Census Bureal. Disponível em:<https://www.census.gov/population/international/data/idb/> . Acesso em: 09 maio 2017.
A partir do gráfico anterior, é CORRETO afirmar que
I. menor atuação de empresas transnacionais e multinacionais; II. expansão de capitais especulativos; III.fortalecimento dos Estados Nacionais; IV.difusão da cultura e modo de vida estadunidenses; V. aumento do fluxo de informações.
Estão CORRETAS apenas as afirmações: