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Leia o texto a seguir.
Os corcéis que me transportam, tanto quanto o ânimo me impele, conduzem-me, depois de me terem dirigido pelo caminho famoso da divindade [...] E a deusa acolheu-me de bom grado, mão na mão direita tomando, e com estas palavras se me dirigiu: [...] Vamos, vou dizer-te – e tu escuta e fixa o relato que ouviste – quais os únicos caminhos de investigação que há para pensar, um que é, que não é para não ser, é caminho de confiança (pois acompanha a realidade): o outro que não é, que tem de não ser, esse te indico ser caminho em tudo ignoto, pois não poderás conhecer o não-ser, não é possível, nem indicá-lo [...] pois o mesmo é pensar e ser.
PARMÊNIDES. Da Natureza, frags. 1-3. Trad. José Trindade Santos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2009. p. 13-15.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Parmênides, assinale a alternativa correta.
Leia os textos a seguir.
Como dois e dois são quatro
Sei que a vida vale a pena
Embora o pão seja caro
E a liberdade, pequena
Ferreira Gullar, Dois e Dois: Quatro, 1966.
Meu amor,
tudo em volta está deserto, tudo certo
tudo certo como dois e dois são cinco
Caetano Veloso, Como Dois e Dois, 1971.
Os textos fazem críticas explícitas e implícitas à ditadura civil-militar que governou o Brasil entre 1964-1984.
Com base nos textos e nos conhecimentos históricos sobre o período, considere as afirmativas a seguir.
I. A ditadura civil-militar estabeleceu a censura de cunho político e moral-comportamental às manifestações artísticas, atingindo os veículos de cultura.
II. A Tropicália fazia a crítica aos costumes assim como disseminava os ideais libertários pregados pelos movimentos de contracultura.
III. A ditadura civil-militar declinou de produzir propaganda sobre o regime, deixando as campanhas publicitárias aos custos da indústria automobilística.
IV. A Jovem Guarda sofreu forte impacto da censura devido à defesa da utilização dos instrumentos elétricos e da vestimenta folk.
Assinale a alternativa correta.
Durante as guerras entre os Persas e os Gregos, no mundo antigo, um conjunto de ações foi realizado, o que levou à produção de narrativas sobre esses episódios, com consequências também para os seus vizinhos macedônicos. Com base nos conhecimentos sobre esse processo histórico, considere as afirmativas a seguir.
I. A Liga do Peloponeso, criada por Esparta, uniu-se à Confederação de Delos, liderada por Atenas, e com essa unificação as esquadras dos gregos tornaram-se fortificadas com os grandes navios de combate.
II. A Confederação de Delos reuniu as cidades-estado gregas contra a invasão persa e, no decorrer dos conflitos, sua sede foi transferida para Atenas, com a função de unificar os tributos e a frota.
III. Na obra História da Guerra do Peloponeso, escrita pelo general ateniense Tucídides, foi descrito o flagelo da peste natural, que se abateu sobre eles, expondo as ilusões de seu mundo.
IV. Plutarco descreveu as habilidades de Alexandre Magno na conquista e unificação dos povos envolvidos no conflito, por meio da miscigenação e integração cultural e do incentivo às artes e às ciências.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
O programa do esclarecimento era o desencantamento do mundo. Sua meta era dissolver os mitos e substituir a imaginação pelo saber. [..] O mito converte-se em esclarecimento, e a natureza em mera objetividade. O preço que os homens pagam pelo aumento de poder é a alienação daquilo sobre o que exercem o poder. [...] Quanto mais a maquinaria do pensamento subjuga o que existe, tanto mais cegamente ela se contenta com essa reprodução. Desse modo, o esclarecimento regride à mitologia da qual jamais soube escapar.
ADORNO & HORKHEIMER. Dialética do esclarecimento. Fragmentos filosóficos. Trad. Guido Antonio de Almeida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1985. p.17; 21; 34.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre a crítica à racionalidade instrumental e a relação entre mito e esclarecimento em Adorno e Horkheimer, assinale a alternativa correta.
Leia o texto a seguir.
A modernidade [...] é um fenômeno de dois gumes. O desenvolvimento das instituições sociais modernas e sua difusão em escala mundial criaram oportunidades bem maiores para os seres humanos gozarem de uma existência segura e gratificante que qualquer tipo de sistema pré-moderno. Mas a modernidade tem também um lado sombrio.
GIDDENS, A. As consequências da modernidade. São Paulo: Editora Unesp, 1991, 2ª reimpressão, p. 16.
Com base no texto e nos conhecimentos sobre o debate a respeito da modernidade, considere as afirmativas a seguir.
I. Para Marx, a modernidade identificava-se com o capitalismo, o qual continha, em suas origens industriais, dimensões sociais potencialmente revolucionárias.
II. No momento do surgimento do industrialismo, Durkheim identificou o lado sombrio da modernidade com a possibilidade dos fenômenos da anomia social.
III. Weber compreendia o mundo moderno como aquele no qual a racionalização implicava a expansão da burocracia e dos limites que o corpo de funcionários estabelecia à autonomia individual.
IV. Para Giddens, a atual fase da modernidade, ao reduzir as possibilidades de autodestruição social, eliminou a existência da chamada “sociedade de risco”.
Assinale a alternativa correta.
Hobbes, mesmo que profundamente interessado na história, tendo traduzido para o inglês a História da guerra do Peloponeso, de Tulcídides, e tendo escrito uma história da guerra civil inglesa no Behemoth, não pensa que se possa retirar dela o conhecimento da política, muito menos que a política tenha uma natureza histórica. Ele pretende fazer da política uma ciência racional e do corpo político um construto da razão, o que quer dizer que tanto o conhecimento quanto a ação política dependem da percepção de certas relações necessárias e universais entre as ideias, pois é nisso o que consiste a razão, segundo o modelo matemático a partir do qual foi pensada nos quadros do racionalismo cartesiano, com o qual a filosofia de Hobbes manteve estreitas relações. A história não oferece senão relações contingentes e particulares. Dela se podem retirar apenas conjecturas, não uma ciência, que vem a ser um discurso em que se encadeiam proposições segundo relações necessárias.
LIMONGI, M.I. “Os contratualistas”. Em: FRATESCHI, Y; MELO, R; RAMOS, F.C (Orgs.). Manual de Filosofia Política. São Paulo: Saraiva, 2012.
Thomas Hobbes (1588-1679) foi o pensador fundador da ciência política moderna porque rompeu com a tradição greco-romana clássica.
Considerando seus conhecimentos sobre o tema e o texto base, conclui-se que:
TEXTO I
Há muitos dedos apontados para Anitta, a cantora brasileira mais famosa da atualidade. Alguns dizem que a jovem de 24 anos é só um produto de marketing[...] Muitas vozes contra Anitta, mas há muito mais gente que diz ou pensa bem o contrário. Ou não dizem nada, e se deixam contagiar por seu ritmo – uma mescla de pop, funk, rap –, imitando seus movimentos sensuais que ressaltam seu traseiro[...] Com ou sem a aprovação de parte do público, sua nova música é um claro retrato da cultura pop atual do Brasil. Anitta apresenta também MC Zaac, um dos principais nomes do funk, um ritmo das regiões periféricas do Rio de Janeiro que teve ascensão meteórica no país. Mulheres que se bronzeiam na laje das casas em comunidades pobres, com biquínis de fita isolante para realçar o bronzeado, é o que mais se vê nas favelas do Rio e em outras periferias pelo Brasil. (OLIVEIRA, A. “A revolução de Anitta é feiminista?”.
EL PAÍS, São Paulo, 27 de dezembro de 2017. Disponível em: https:// brasil.elpais.com/brasil/2017/12/26/cultura/4314644_981497.html. Acessado em: 31/08/2018
TEXTO II
A indústria cultural pode se vangloriar de haver atuado com energia e de ter erigido em princípio a transposição - tantas vezes grosseira - da arte para a esfera do consumo, de haver liberado a diversão de sua ingenuidade mais desagradável e de haver melhorado a confecção de mercadorias. Quanto mais total ela se tornou, quanto mais impiedosamente obriga cada marginal à falência ou a entrar na corporação, tanto mais se fez astuciosa e respeitável. Eis sua glória: haver terminado por sintetizar Beethoven com o Cassino Paris. Seu triunfo é duplo: aquilo que expele para fora de si como verdade pode reproduzir a bel-prazer em si como mentira.
ADORNO, T; HORKHEIMER, M. Indústria Cultural e Sociedade. São Paulo: Paz e Terra, 2011.
A ascensão da indústria cultural é parte indissociável do desenvolvimento capitalista. Para Adorno e Horkheimer, esta indústria efetiva um novo tipo de dominação que captura a espontaneidade da arte ao transformá-la em matéria-prima de mercadorias culturais. Tendo-se em vista o fenômeno cultural indicado no texto I e as considerações do texto II, observamos que a Indústria Cultural mantém com os marginalizados uma relação de:
À hegemonia do sujeito corresponde o que se convencionou denominar em Descartes de primado da representação. Podemos dizer, em princípio, que representação é todo e qualquer conteúdo presente na mente. Para uma teoria realista do conhecimento, como era por exemplo aquela que predominava na época de Descartes, a representação é apenas o reflexo de objetos particulares ou então a transfiguração abstrata da ordenação do mundo material. Nessa perspectiva, tudo aquilo que o espírito representa já foi alguma vez objeto da percepção, pois nada poderia estar presente na mente sem que tivesse estado antes nos sentidos. Assim, a questão do conhecimento consistiria em explicar o trajeto das coisas à mente por intermédio da sensibilidade e a transformação do particular e divisível em essência universal e indivisível, presente no intelecto.
SILVA, F.L e. Descartes: a metafísica da modernidade. São Paulo: Ed. Moderna, 1993.
René Descartes (1596-1650) é considerado o filósofo que inaugura o pensamento moderno. O que caracteriza a noção cartesiana de conhecimento é a:
A intensa circulação, tanto de capitais quanto de mercadorias, pessoas e informações, pode ser percebida pela velocidade dos fluxos locais, regionais e globais.
Os transportes têm um papel central de suporte ao
processo de globalização. Sem eles não há globalização.
Nesse contexto, as redes de sistemas de transportes têm
adquirido, cada vez mais, dimensões continentais,
integrando regiões distantes e diferentes territórios.
Contudo, é necessário superar algumas dificuldades.
Quanto a estas dificuldades a serem superadas, assinale
a alternativa CORRETA:
Esta região brasileira possui alto índice pluviométrico (cerca de 2500 mm/ano) devido principalmente à evapotranspiração da Floresta. O clima equatorial da região determina o regime perene dos rios. É uma região ameaçada pelos garimpos que contaminam as águas com mercúrio, e pelas atividades madeireira e pecuária, que envolvem a derrubada de áreas de floresta, acelerando o processo erosivo nas margens e o assoreamento de canais.
Com base no enunciado, identifique a bacia hidrográfica e mais algumas de suas características:
O Cordel, gênero literário desenvolvido na região do nordeste, configura-se como instrumento poético que, por meio da rima, da métrica e dos versos, expressa a cultura popular. Nesse sentido, o cordel, sinônimo de poesia, canta e conta histórias de lutas, de amores e, quase sempre, tematiza questões sociais e políticas do país e do mundo.
[...]
O que vale é a mais-valia
Disse Marx na teoria
Da exploração nasce o lucro
O proletariado é quem sofria
[...]
Marx e Engels já diziam
No manifesto comunista
O fim dessas diferenças
É a sociedade socialista.
Cordel de autoria de Jane Ribeiro Didek. Publicado no livro – Filosofia & Sociologia: reflexões cordelistas, organizado por ALMEIDA, A.C. S; NOVAIS, V.A. NOYAMA, S. SCHNORR, G.M. e publicado pela editora Intersaberes, 2015.
No que compreende o marxismo, é CORRETO afirmar
Na produção sociológica do francês Émile Durkheim, fatos sociais são maneiras coletivas de agir, pensar e sentir que são exteriores ao indivíduo e exercem pressão ou coerção social, ainda que não se perceba, sobre sua consciência. Também apresentam a característica de serem gerais na extensão de uma sociedade, na medida em que são comuns à maioria dos indivíduos. Durkheim considera que os fatos sociais não se confundem com as manifestações da consciências individuais, eles são uma realidade sui generis, uma realidade peculiar.
(ARAUJO, Silva Maria; BRIDI Maria aparecida; MOTIM, Benilde Lenzi. Sociologia. Sociologia ensino médio volume único. São Paulo: Scipione, 2013, p. 50).
Considerando o pensamento sociológico de Durkheim e
com base na assertiva acima, assinale a alternativa
CORRETA:
Quando nascemos, já encontramos prontos valores, normas, costumes e práticas sociais. Também encontramos uma forma de produção da vida material que segue determinado, parâmetros. Muitas vezes, não temos como interferir nem como fugir das regras já estabelecidas. A vida em sociedade é possível, portanto, porque as pessoas falam a mesma língua, são julgadas por determinadas leis comuns, usam a mesma moeda, além de ter uma história e alguns hábitos comuns, o que lhes dá um sentimento de pertencer a determinado grupo.
TOMAZI, Nelson Dacio. Sociologia para o ensino médio. Saraiva: São Paulo, 2010, p. 14.
A assertiva acima remete para uma discussão que é recorrente do século XIX e XX, a organização social dos indivíduos.
Nesse sentido, assinale a alternativa CORRETA:
O fenômeno da desigualdade social é um tema presente na Sociologia clássica e na contemporânea. Por que esse assunto continua sendo estudado pelos cientistas sociais? A resposta está em nosso cotidiano. [...] Como são diferentes os indivíduos e grupos sociais em seus hábitos, interesses, costumes, gestos, manifestações culturais! Há diversidade e desigualdade nos tipos de moradia em diferentes bairros e nos meios de transportes que a população utiliza rotineiramente. Também são diversas as instalações físicas das escolas e as condições de ensino das pequenas e desiguais grandes cidades.
ARAUJO, Silva Maria; BRIDI Maria aparecida; MOTIM, Benilde Lenzi. Sociologia. Sociologia ensino médio volume único. São Paulo: Scipione, 2013, p. 14-15.
Considerando a assertiva, assinale a alternativa CORRETA:
Trechos do livro Estados Unidos: a formação da nação:
“Centenas de tribos indígenas habitavam a América do Norte até a chegada dos europeus. Há uma variedade enorme nestas tribos: só em línguas diferentes encontraram-se mais de trezentas [...] Por toda a América do Norte a história dessas tribos seria profundamente modificada pela chegada dos europeus” (p. 54).
“O primeiro carregamento de escravos negros chegou à Virgínia em 1619, trazido por holandeses [...] Em duas décadas a escravidão estava presente em todas as colônias e havia uma legislação específica para ela” (p. 59).
“[...] um dos primeiros fatos no século XVIII que saltam aos olhos é o grande crescimento da população [...] Além dos alemães, chegaram também muitos escoceses e irlandeses. Os franceses protestantes também constituíram um significativo grupo de imigrantes no século XVIII” (p. 62-63).
KARNAL, Leandro. Estados Unidos: a formação da nação. São Paulo: Editora Contexto, 2008.
Trecho de discurso do atual presidente dos EUA, Donald Trump, sobre imigrantes:
— Vocês têm que pensar nisso em termos de imigração
— assinalou o presidente, antes de compartilhar a música, baseada em uma fábula de Esopo.
“’Eu te salvei’, gritou a mulher/’E você me picou, mas por quê?/Você sabe que sua picada é venenosa e agora eu irei morrer’/’Oh, cale-se, mulher tola’, disse o réptil com um sorriso/’Você sabia muito bem que eu era uma cobra antes de me acolher’”, recitou Trump em meio aos aplausos do público.
— Isso é o que estamos fazendo com nosso país — concluiu Trump. — Estamos deixando as pessoas entrarem, e vai haver muita gente. Só vai piorar. Damos proteção a eles como nunca antes.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/trump-compara-imigrantes-cobras-damos-protecao-como-nunca-antes-22428274. Acesso em 03 de setembro de 2018. O discurso original pode ser encontrado em: https:// www.vox.com/policy-and-politics/2018/2/23/17044760/transcript-trumpcpac-speech-snake-mccain. Acessado em 03/09/2018.
Do século XVII aos dias atuais, a história da formação
social dos Estados Unidos é marcada:
Trecho da Constituição Brasileira de 1988:
“Art. 215. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional, e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais.
§ 3º A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura, de duração plurianual, visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público que conduzem à:
I. defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro; (Incluído pela Emenda Constitucional nº 48, de 2005)”.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do
Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
Trecho de artigo de blog:
“O crânio humano mais antigo das Américas, o maior meteorito já encontrados, no Brasil, a maior coleção latino-americana de múmias, relíquias de civilizações extintas do continente, fósseis de dinossauros, ao todo 20 milhões de itens nas áreas de paleontologia, etnologia, arqueologia, botânica, zoologia e demais ciências. Tudo reunido num palácio que abrigou momentos decisivos do Brasil imperial, num parque histórico, cartão-postal da mais bela cidade do país. Foi-se a ciência, foi-se a história, foi-se um pedaço de cada um de nós, consumidos pelas chamas que destruíram ontem o Museu Nacional no Rio, o mais antigo do país, com 200 anos feitos em junho. Nada do que foi perdido poderá ser substituído. Não há dinheiro capaz de repôr o prejuízo. Não se trata de perda meramente material, mas de conhecimento imaterial. O palácio repleto de tesouros consumido pelas chamas é um retrato simultâneo da nossa riqueza cultural e de nosso desprezo por ela, do desdém pelo que temos de melhor. Era um museu no sentido mais amplo da palavra. Não apenas um espaço de exposição. Não um polo de comunicação com recursos digitais para atrair turistas. Mais que instalações dedicadas à educação, era um repositório de coleções, um centro de pesquisas. Menos sexy, mas mais valioso. Um museu clássico, como os congêneres de história natural ou etnografia em Londres, Paris ou Nova York”.
GUROVITZ, Helio. A tragédia real do Museu Nacional. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/blog/heliogurovitz/post/2018/09/03/a-tragedia-real-do-museu-nacional.ghtml. Acessado em 03/09/2018.
O incêndio no Museu Nacional, em 02 de setembro de
2018, recolocou no cenário nacional debates sobre nossa
relação com os museus, com o patrimônio histórico,
cultural e natural e, de maneira ampla, com o nosso
passado. Baseando-se nos trechos acima, é possível
deduzir que:

Fonte: A Gazeta Digital. Voto de Cabresto. Disponível em: http:/ gazetadigital.blogspot.com/2018/07/voto-de-cabresto.html. Acesso em 03 de setembro de 2018. Texto originalmente publicado no jornal Estadao de São Paulo, 25 de julho de 2018. Disponível em: https:// opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,voto-de-cabresto,70002413878. Acessado em 03/09/2018.
Com base na charge, é possível inferir que na história
política brasileira:
“Esclarecimento [Iluminismo] é a saída do homem de sua menoridade, da qual ele próprio é culpado. A menoridade é a incapacidade de fazer uso de seu entendimento sem a direção de outro indivíduo [...] A preguiça e a covardia são as causas pelas quais uma tão grande parte dos homens [...] continuem [...] de bom grado menores durante toda a vida. São também as causas que explicam por que é tão fácil que os outros se constituam em tutores deles. É tão cômodo ser menor [...] Que, porém, um público se esclareça a si mesmo é perfeitamente possível; mais que isso, se lhe for dada a liberdade, é quase inevitável. Pois, encontrar-se-ão sempre alguns indivíduos capazes de pensamento próprio, até entre os tutores estabelecidos da grande massa, que, depois de terem sacudido de si mesmos o jugo da menoridade, espalharão em redor de si o espírito de uma avaliação racional do próprio valor e da vocação de cada homem em pensar por si mesmo.”
KANT, Immanuel. Que é esclarecimento? Disponível em: coral.ufsm.br/ gpforma/2senafe/PDF/b47.pdf. Acessado em 02/09/2018.
O trecho acima foi extraído do artigo Que é o Esclarecimento?, publicado em 1783 pelo filósofo prussiano Immanuel Kant. Neste texto, Kant apresentou uma explicação sobre o que caracterizava o Iluminismo. A partir do excerto citado, o Iluminismo pode ser compreendido como:
“As feias que me desculpem, mas a beleza é fundamental.” Um rosto bonito pode não ser tão importante quanto achava o poeta Vinícius de Moraes (1913-1980), mas é sempre bem-vindo. E, muitas vezes, ardentemente desejado. Das partes do corpo, a pele é a que tem uma relação mais direta com a vaidade. E também a que revela de forma mais ostensiva a ação devastadora do tempo. Na velhice, as fibras de colágeno da derme – a camada debaixo da pele – perdem a elasticidade. Sem sustentação, a superfície fica frouxa. Resultado: rugas.
Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/o-tempo-eimplacavel-envelhecimento/. Acessado em 06/09/2018.
Sobre o colágeno é CORRETO afirmar: