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Os benefícios do cacau para a saúde e o envelhecimento, segundo a ciência
Um dos objetivos mais importantes da atualidade é o desenvolvimento de estratégias razoáveis que promovam uma velhice com independência e qualidade de vida adequada. E se uma dessas possíveis estratégias fosse simplesmente tomar, todos os dias, uma dose de cacau? Nos últimos anos, vem surgindo um número cada vez maior de estudos indicando que o cacau é um importante agente quimiopreventivo natural de diversas doenças. O cacau é rico em fibras (26-40%), lipídios (10-24%), proteínas (15-20%), carboidratos (15%) e micronutrientes (< 2%).
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cw5y26pdgrlo. Acesso em: 1 ago. 2024 (adaptado).
Entre os componentes presentes no cacau, pode-se encontrar, no alimento, satisfatórias quantidades de
“Decidi fazer vasectomia jovem por causa das limitações ao aborto nos EUA”
Jonathan e Bayleigh tinham sido informados pelo médico ginecologista que Bayleigh tinha sofrido um aborto espontâneo da gravidez que não havia sido planejada por eles. Como não estava grávida, Bayleigh fez uso de medicamentos que causam mal formações fetais. Mas, um mês depois, ela descobriu que o aborto não tinha acontecido, e a incerteza e o estresse, além de dores constantes e atípicas, levaram Bayleigh a fazer um aborto após 12 semanas de gestação, necessitando para isso passar por um procedimento cirúrgico para a retirada do feto: o aborto na Flórida ainda era permitido até a 15ª semana de gestação. Após esse episódio, a lei mudou para 6 semanas, o que levou Jonathan a optar por fazer a vasectomia, pois o casal não confiava mais na pílula, uma vez que Bayleigh fazia uso desse método contraceptivo.
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/
cx2n5x3e936o. Acesso em: 8 ago. 2024 (adaptado).
Os métodos contraceptivos empregados pelo casal são caracterizados como
O chá de alho é uma excelente opção caseira para quem precisa fortalecer o sistema imunológico. O alho possui um composto chamado alicina, principal responsável por seus fins medicinais, prevenindo, por exemplo, doenças cardiovasculares. A alicina é um composto de massa molecular igual a 162 g/mol, constituída por átomos de C, H, O e S.
O gráfico a seguir apresenta a composição percentual em massa da molécula de alicina:
Composição percentual em massa

Considerando as informações apresentadas, a fórmula molecular da alicina é
A fermentação lática nas células musculares produz o ácido lático, que é eliminado pelo organismo. Quando a produção é maior que a eliminação, pode ocorrer a acumulação da substância no corpo humano. Esse ácido lático residual, cuja fórmula é representada a seguir, se comporta como um ácido monoprótico e está em equilíbrio com os íons lactato num processo que tem Ka = 1,4 x 10-4.

O monitoramento do lactato no sangue é importante para a avaliação do quadro de saúde, e o intervalo considerado como normal é de 0,5 a 2,2 mmol/L para adultos em repouso. Níveis superiores podem indicar fadiga muscular, falta de oxigênio nos tecidos, dentre outros.
O resultado do exame de um indivíduo apresenta o teor de 0,09 mg/L de ácido lático no sangue. Considere que o pH do sangue dessa pessoa é igual a 7,0, e a ionização desse ácido é o único fator responsável pelo valor.
O nível de lactato, em mmol/L, no sangue desse indivíduo é classificado como
O captopril é um medicamento empregado como anti-hipertensivo, sendo capaz de reduzir a pressão arterial. Ele é administrado oralmente, metabolizado pelo fígado e sua excreção se dá, majoritariamente, pela via renal.
A seguir, é apresentada a fórmula estrutural da molécula do captopril.

A eliminação majoritária do captopril por via renal é explicada, dentre outros fatores, pela
Uma reação química genérica e suas etapas são representadas pelas equações químicas a seguir.
• Reação genérica: 2A + B → A2 B
• Primeira etapa: A + A → A2
• Segunda etapa: A2 + B → A2 B
Os aspectos termodinâmicos da reação são representados no gráfico a seguir,em que (I), (II) e (III) fazem referência, respectivamente, à energia dos reagentes, do intermediário e do produto.

Com relação ao referido processo reacional, assinale a alternativa correta.
O paracetamol (151 g/mol) é um analgésico antipirético indicado para o alívio de dores de intensidade moderada, incluindo dor de cabeça e incômodos decorrentes de processos pós-odontológicos. O medicamento pode ser comercializado em cartelas contendo 10 comprimidos. Cada comprimido tem 755 mg de paracetamol. O esquema de síntese do fármaco que ocorre em três etapas, e seus respectivos rendimentos em percentual, é representado na imagem a seguir.

BAPTISTELLA, L. H. B.; GIACOMINI R. A.; IMAMURA, P. M. Síntese dos analgésicos paracetamol e fenacetina e do adoçante dulcina: um projeto para química orgânica experimental. Quim. Nova, vol. 26, n. 2, 2003 (adaptado).
Qual é o valor mais próximo da massa de nitrobenzeno, em gramas, necessário para produzir paracetamol suficiente para duas cartelas?
O estudo denominado “Demografia Médica no Brasil” traz, entre outras informações, um comparativo entre a evolução do número dos médicos no país e a evolução da população. O gráfico a seguir apresenta essa comparação de forma sintetizada, abordando o período de 1980 a 2025 (projeção):

SCHEFFER M. et al. Demografia Médica no Brasil 2023. Disponível em: https://amb.org.br/wp-content/ uploads/2023/02/DemografiaMedica2023 _8fev-1.pdf. Acesso em: 16 jul. 2024.
No gráfico, a linha superior indica o crescimento percentual do número de médicos no país do início ao fim de cada quinquênio pesquisado, enquanto a linha inferior indica o crescimento populacional no mesmo intervalo de tempo.
Os dados do gráfico indicam que a
INSTRUCTION: Read the following text to answer question.
Brachytherapy: A Tool for Fighting Cancer
Imagine you are camping at night, and you are sitting inside a tent. You want to read a book, but it is too dark. If someone outside the tent shines a flashlight at the book, that might help – you might be able to do some reading, especially if the person with the flashlight is not too far away. If the person with the flashlight gets very close to the tent, it will probably be easier to read your book. If you have a flashlight with you inside the tent and you hold your flashlight right up next to the pages of the book, then you are really in business! Brachytherapy is a little like this flashlight, because doctors deliver a dose of radiation right up close to tumor cells instead of treating them from farther away.
There are several ways to treat cancer using radiation. [...] When healthcare providers use beams of radiation from outside the patient, like with the linear accelerator, that is a little like shining the flashlight from outside of the tent. This is a great option, especially if doctors can aim the beam very carefully at the target. Another way to treat cancer with radiation is by using little pieces of radioactive metal. If doctors put the radioactive source right into the tumor that they are trying to treat, the cancer cells will get a high dose of radiation. This is what is done in brachytherapy.
Radiation Seeds and Extra Special Robots
There are several ways healthcare providers can deliver brachytherapy treatments. The first one that we will talk about is to use lots of little capsules, called seeds. Even though they are called seeds, these are a lot different than the kind of seeds you use in your garden! These seeds are pretty small – they are each about the size of a grain of rice. A doctor can surgically implant these seeds directly inside a tumor. The seeds stay in place inside and, because they are radioactive, they release radiation right where the cancer is.
In another type of brachytherapy, healthcare providers can use a robot called an afterloader that controls where the radioactive source is placed in the patient. This robot can move the source through special tubes into the inside of a patient. When the treatment is over, the robot removes the source from the patient. When the radiation source is not being used for treatment, it sits inside a container inside the robot. That container is made of lead so that it blocks radiation. The afterloader can be controlled from outside the treatment room, so the doctor and other members of the healthcare team can be outside of the room while the source is outside of its special container and is being used to treat the patient. This makes delivering radiation safer for the medical team, because they are not exposed to radiation each time they treat a patient.
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/ frym.2024.1378550. Accessed on: July 27, 2024.
INSTRUCTION: Read the following text to answer question.
Brachytherapy: A Tool for Fighting Cancer
Imagine you are camping at night, and you are sitting inside a tent. You want to read a book, but it is too dark. If someone outside the tent shines a flashlight at the book, that might help – you might be able to do some reading, especially if the person with the flashlight is not too far away. If the person with the flashlight gets very close to the tent, it will probably be easier to read your book. If you have a flashlight with you inside the tent and you hold your flashlight right up next to the pages of the book, then you are really in business! Brachytherapy is a little like this flashlight, because doctors deliver a dose of radiation right up close to tumor cells instead of treating them from farther away.
There are several ways to treat cancer using radiation. [...] When healthcare providers use beams of radiation from outside the patient, like with the linear accelerator, that is a little like shining the flashlight from outside of the tent. This is a great option, especially if doctors can aim the beam very carefully at the target. Another way to treat cancer with radiation is by using little pieces of radioactive metal. If doctors put the radioactive source right into the tumor that they are trying to treat, the cancer cells will get a high dose of radiation. This is what is done in brachytherapy.
Radiation Seeds and Extra Special Robots
There are several ways healthcare providers can deliver brachytherapy treatments. The first one that we will talk about is to use lots of little capsules, called seeds. Even though they are called seeds, these are a lot different than the kind of seeds you use in your garden! These seeds are pretty small – they are each about the size of a grain of rice. A doctor can surgically implant these seeds directly inside a tumor. The seeds stay in place inside and, because they are radioactive, they release radiation right where the cancer is.
In another type of brachytherapy, healthcare providers can use a robot called an afterloader that controls where the radioactive source is placed in the patient. This robot can move the source through special tubes into the inside of a patient. When the treatment is over, the robot removes the source from the patient. When the radiation source is not being used for treatment, it sits inside a container inside the robot. That container is made of lead so that it blocks radiation. The afterloader can be controlled from outside the treatment room, so the doctor and other members of the healthcare team can be outside of the room while the source is outside of its special container and is being used to treat the patient. This makes delivering radiation safer for the medical team, because they are not exposed to radiation each time they treat a patient.
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/ frym.2024.1378550. Accessed on: July 27, 2024.
INSTRUCTION: Read the following text to answer question
Bringing Physics Into The Doctor’s Office?
Particle physics is a scientific discipline that tries to understand the tiniest building blocks of the universe. These particles are so small that we cannot see them with our eyes or even with advanced microscopes. To study them, particle physicists use huge, powerful machines called particle accelerators, which get particles moving at very high speeds and then smash them into each other. Examining what comes out of these collisions, using giant detectors, can teach scientists a lot about the tiny particles that make up atoms, like electrons and quarks, and even the famous Higgs boson. Nuclear physicists can also use and study radioactive isotopes – atoms that give off a kind of energy called radiation – in their experiments.
On the surface, particle physics and medicine might seem as different as plumbing and carpentry. But some particle physicists have the same goal as doctors – they would ultimately like to see their research improve human lives. Working together, doctors and particle physicists can combine tools and ideas from these two separate disciplines to improve the way diseases, like cancer for instance, are diagnosed and treated. When particle physicists collaborate with doctors, the sky(scraper) is the limit!
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/
frym.2024.1302457. Accessed on: July 17, 2024.
Read the following article abstract.
Abstract
In this article, we explore the importance of cooperation in science. Just as various construction trades must work together to build a skyscraper, scientists from separate fields can cooperate to tackle complex scientific challenges. This is called interdisciplinary collaboration, and it is a great way to do science. By bringing together knowledge and tools from multiple fields, scientists can uncover creative solutions and make meaningful connections that they might not have reached on their own. We give an example of how collaboration between particle physics and medicine – two fields that seem very different from one another – come together to improve healthcare. Using the tools of particle physics, scientists are enhancing cancer diagnosis and treatment. Interdisciplinary collaboration is the best way to address many of the complex issues we face today, like controlling climate change or fighting cancer, and it can help scientists and doctors make a lasting impact on human lives and the health of our planet.
Available at: https://kids.frontiersin.org/articles/10.3389/
frym.2024.1302457. Accessed on: July 17, 2024.
A regência verbal, assim como outros fatos da língua, se adequa à situação de uso.
Considerando a norma-padrão da Língua Portuguesa, a regência verbal está adequada em:
IA na medicina
DrugGPT ajuda médicos a prescrever remédios
A ferramenta, desenvolvida pela Universidade de Oxford, poderá ser usada em consultórios: o médico digita os sintomas do paciente e o bot responde com uma lista de medicamentos recomendados, os possíveis efeitos colaterais e uma explicação sobre a escolha. Uma análise da Universidade de Manchester estimou que os médicos ingleses cometam 237 milhões de erros em receitas por ano.
Bots podem gerar desinformação, mostra estudo
Os algoritmos GPT-4 (do ChatGPT), PaLM 2 (do Google), Llama (da Meta) e Claude foram avaliados por cientistas australianos, que fizeram a eles perguntas sobre temas de saúde (3). Tirando o Claude (da empresa Anthropic AI), todos os robôs se saíram mal: é possível induzi-los a dizer coisas absurdas, como que vacinas causam autismo ou uma “dieta alcalina” pode curar câncer.
Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/3-noticias
sobre-ia-na-medicina/. Acesso em: 3 ago. 2024 (adaptado).
O texto discute o uso da inteligência artificial (IA) na Medicina. A relação entre os dois parágrafos apresentados evidencia uma
Leia a seguir uma manchete e sua reescrita.
Manchete:
Rebeca Andrade é reverenciada no pódio por Simone Biles e Jordan Chiles
Disponível em: https://ge.globo.com/. Acesso em: 5 ago. 2024.
Reescrita
Simone Biles e Jordan Chiles reverenciam Rebeca Andrade no pódio
Considerando as vozes verbais utilizadas na elaboração da manchete e da reescrita apresentadas, conclui-se que
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Releia o período a seguir.
“Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde.”
O verbo “haver”, no período anterior, é
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde.”
O fragmento em destaque caracteriza-se como um
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).
Releia o trecho a seguir.
“Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital a entrada de dados é geralmente feita com atraso.”
A função da oração subordinada destacada no período é
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.
A importância da análise de dados na saúde
O mercado financeiro não sobreviveria sem a análise de dados. É ela que permite a detalhada avaliação de tendências e riscos e que informa a tomada de decisão. Na saúde, a análise de dados também permite a avaliação de tendências e riscos e informa a tomada de decisão. Entretanto, o que está em jogo são vidas!
O Brasil coleta sistematicamente dados de nascimentos, óbitos, hospitalizações, vacinação, agravos de notificação compulsória, dentre outros. Isso é feito em todo o território nacional. Os dados coletados são a fonte de muitas análises retrospectivas que revelam, por exemplo, fatores de risco, padrões de desigualdade, caraterísticas sazonais de agravos e características de grupos e áreas vulneráveis. Análises prospectivas que tenham a agilidade e rapidez das análises do mercado financeiro também são necessárias. Ressalto três aspectos.
Primeiro, em áreas de difícil acesso que não possuem conexão digital, a entrada de dados é geralmente feita com atraso. Isso compromete a rápida detecção de problemas e, portanto, prejudica a tomada de decisão. Impede, ainda, a promoção da saúde digital. Essa é a realidade de muitas comunidades ribeirinhas e indígenas na Amazônia. Aqui, a ação da segurança pública é fundamental para viabilizar o trabalho dos profissionais de saúde. Essa é uma das dificuldades na terra indígena Yanomami e em áreas controladas pelo tráfico de drogas.
Segundo, a riqueza dos dados de saúde coletados no Brasil seria ampliada, caso as bases fossem integradas de tal forma que todas as passagens pelo sistema de saúde, bem como os agravos que uma pessoa tenha tido ao longo da vida, estivessem conectados. Ou seja, um histórico individual de agravos, atendimentos e procedimentos médicos, do nascimento à morte.
Esse histórico individual poderia ainda conter dados das localidades dos indivíduos, tais como cobertura e uso da terra, produção econômica e clima. Além da oferta de serviços nessa localidade, uma vez que também há dados sobre estabelecimentos e profissionais de saúde. A integração das bases permitiria que o Brasil fosse pioneiro no uso de ciência de dados para a saúde, utilizando a maior e mais completa base de dados com o principal objetivo de reduzir a atual carga de doenças, prevenir cargas futuras e otimizar a oferta de serviços a fim de minimizar iniquidades.
Terceiro, a análise ágil, integrada e efetiva dos dados da saúde é fundamental para conter surtos e salvar vidas. Uma plataforma que permita o uso dos dados coletados de forma ágil, integrada e efetiva para a tomada de decisão é uma demanda urgente. A ideia é simples, porém disruptiva.
Em um primeiro momento, contribuiria para melhorar as ações e serviços sendo prestados. Ao longo do tempo, permitiria que as ações do Ministério da Saúde focassem na prevenção e não na reação ao problema. Tal plataforma seria a mola mestre para se ter um Ministério que seja prioritariamente um veículo de promoção de saúde e não um administrador de doenças. O Brasil pode (e deve) tornar isso uma realidade.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/ marcia-castro/2024/01/a-importancia-da-analise-de-dadosna-saude.shtml. Acesso em: 2 ago. 2024 (adaptado).