Questões de Vestibular
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Examine o cartum de Liana Finck, publicado em sua conta no Instagram em 13.08.2019.

No cartum, a casa pode ser vista como uma metáfora da

Neste tipo de bingo, os números de 1 a 15 estão vinculados à coluna referente à letra “B”; de 16 a 30 na coluna referente à letra “I”; de 31 a 45 na coluna referente à letra “N”; de 46 a 60 na coluna referente à letra “G” e os números de 61 a 75 na coluna referente à letra “O”.
Em cada coluna, os números são inseridos de forma aleatória, respeitando as referências de intervalos de números correspondentes a cada letra. O número de disposição central na cartela (terceira linha e terceira coluna) já vem marcado, ou seja, valendo como sorteado.
Comumente, os ganhadores são aqueles que completam primeiramente uma coluna, uma linha, uma transversal ou aquele que completar a cartela toda. Estas regras devem ser estabelecidas antes do início de cada partida.
Num bingo realizado em uma cidade tocantinense, a regra para se ganhar o jogo é que seja formada a letra “T”, completando a primeira linha e a coluna central da cartela. Considerando-se que houve um ganhador sorteando-se apenas 8 números neste jogo, é CORRETO afirmar que a única combinação possível, dentre as alternativas a seguir, da cartela do vencedor é:
Read the following advertisement in order to answer QUESTION.

The 1961 Kenwood Chef advertisement suggests:
A mulher e a mãe acomodaram-se finalmente no táxi que as levaria à Estação. A mãe contava e recontava as duas malas tentando convencer-se de que ambas estavam no carro. A filha, com seus olhos escuros, a que um ligeiro estrabismo dava um contínuo brilho de zombaria e frieza – assistia. – Não esqueci de nada? perguntava pela terceira vez a mãe. – Não, não, não esqueceu de nada, respondia a filha divertida, com paciência. (...) O trem não partia e ambas esperavam sem ter o que dizer. A mãe tirou o espelho da bolsa e examinou-se no seu chapéu novo, comprado no mesmo chapeleiro da filha. (...) Que coisa tinham esquecido de dizer uma a outra? e agora era tarde demais. Parecia-lhe que deveriam um dia ter dito assim: sou tua mãe, Catarina. E ela deveria ter respondido: e eu sou tua filha. – Não vá pegar corrente de ar! gritou Catarina. – Ora menina, sou lá criança, disse a mãe sem deixar porém de se preocupar com a própria aparência. A mão sardenta, um pouco trêmula, arranjava com delicadeza a aba do chapéu (...).
Fonte: LISPECTOR, Clarice. Laços de família. Rio de Janeiro: Rocco, 1998, p. 94-98.
A partir da leitura do fragmento do texto, assinale a alternativa CORRETA em que há um olhar empático da filha sobre a mãe.
Cena I
O Barão e o Visconde
Barão
Se é sobre negócios, que V. Exa. pretende falar a Eugênio, creio que não escolheu dia muito oportuno (apresenta-lhe uma cadeira); a recepção de hoje, é toda em obséquio à menina S. Salvador.
Visconde
Não ignoro essa circunstância, e é mesmo para cumprimentá-la que aqui venho (assentam-se); mais tarde, apresentar-me-ei em caráter oficial e solene. (surpresa do Barão) A filha do Comendador, é uma adorável criatura! Rica, formosa... ora... sejamos francos, Barão! Ainda não percebeu que eu gosto muito da jovem Olímpia?
(...) Barão
Nesta casa, Sr. Visconde, a felicidade não é um mito, é uma realidade.
Visconde
É por essa razão, que insisto em efetuar um casamento conveniente aos dois lados, pela riqueza e pela posição.
Barão (intencional)
E pelo sentimento?!...
Visconde
Isso... São frioleiras dispensadas pelos cônjuges de nossa roda! Entre nós outros fidalgos, de nada valem essas puerilidades a que chamam – interesses do coração!
Barão (friamente) Com semelhante modo de encarar um enlace tão solene, forma V. Exa. uma exceção... na nossa roda. (...)
Fonte: RIBEIRO, Maria. Cancros sociais. In: FARIA. João Roberto. Antologia do teatro realista. Martins Fontes, 2006, p. 277-280.
O fragmento de Cancros Sociais, da dramaturga Maria Ribeiro, do século 19, retrata a sociedade da época, refletindo sobre algumas questões sociais e éticas como o enlace matrimonial.
A partir da leitura do fragmento do texto, é INCORRETO afirmar que:
Meio dia
Melhor trilha de morrência nessa beira do rio é estar-se rede de quieto balançar.
Os calangos no quintal a rala sombra do pé de mamona imóveis a pulsar a terra.
A vida esconde numa pausa morna breve e boa.
Silêncio melhor para o nada feito querer ausente e a cidade dizendo um solapino.
Canoeiro
Um olhar fica na margem do rio. Outro olhar vai alcançar a possibilidade de semear estrelas acordar horizontes.
Pinguela
Antes da gente era a curva do rio cuidando as lonjuras.
E a gente simples andorinhas passíveis de azul na tarde veloz.
Bulindo em correntezas como fosse hábeis sem rumo ou esquecidos dele.
Ainda dissipa o dia e seu aroma desenterra-me em conta-gotas nas inumeráveis utopias que descuidei nosso rio.
Fonte: PEDREIRA, Célio. As tocantinas. Palmas, TO: Universidade Federal do Tocantins/EDUFT, 2014.
A partir da leitura dos três poemas, analise as alternativas e assinale a opção INCORRETA.
...As oito e meia da noite eu já estava na favela respirando o odor dos excrementos que mescla com o barro podre. Quando estou na cidade tenho a impressão que estou na sala de visita com seus lustres de cristais, seus tapetes de viludos, almofadas de sitim. E quando estou na favela tenho a impressão que sou um objeto fora de uso, digno de estar num quarto de despejo. (...)
Fonte: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo, Ática, 2000, p. 33.
Em relação ao fragmento do romance de Carolina Maria de Jesus e à imagem, é CORRETO afirmar que ambos: