Questões de Vestibular
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O etanol anidro é uma das principais apostas do Brasil para combustíveis sustentáveis. Em uma experiência, uma amostra de 100 g dessa substância foi aquecida e a curva de aquecimento obtida é mostrada no gráfico, no qual T é a temperatura, em ºC, e Q é a quantidade de calor recebida, em kcal.

A quantidade de calor absorvida por uma substância durante seu processo de aquecimento sem mudanças de fase pode ser determinada pela fórmula Q = m٠c٠ΔT, na qual c é o calor específico da substância. Na experiência, o calor específico do etanol anidro líquido obtido é igual a
Leia o texto para responder à questão.
Uma nova montanha-russa foi inaugurada na cidade de Orlando, nos Estados Unidos. Em uma volta de 2 minutos de duração, o passeio é feito em um trilho de 920 m de comprimento e o carrinho atinge uma velocidade máxima de 72 km/h, aproximadamente.
(https://floridapolitics.com, 01.07.2024. Adaptado.)
A velocidade média do carrinho dessa montanha-russa durante uma volta completa do passeio é, aproximadamente,
Anortisito (Cax Aly Siz O8 ) é uma rocha que, apesar de relativamente rara na Terra, é comum na superfície lunar, tendo sido também detectada em Marte, o que justifica o grande interesse científico por essa rocha.
Aqui na Terra, sabe-se que, em meio levemente ácido, o anortisito sofre intemperismo conforme a equação química balanceada:

De acordo com a equação, a fórmula unitária do anortisito é:
Os compostos representados a seguir são responsáveis pelo aroma de diferentes ervas, tais como a hortelã, a menta, o capim-santo e a erva-cidreira.

Os compostos considerados isômeros estruturais estão representados por
Columbium (Cb) era o antigo nome atribuído a um elemento químico que, por muito tempo, confundiu-se com o tântalo (Ta), devido às suas semelhanças químicas. Posteriormente, o Columbium foi identificado como um novo elemento químico, com 41 elétrons em sua forma neutra e distribuição eletrônica [Kr] 5s2 4d3.
Esse novo elemento é hoje conhecido como
Os casamentos consanguíneos aumentam a probabilidade de ambos os pais compartilharem os mesmos alelos com seus descendentes. Essa proximidade genética eleva a probabilidade de os filhos herdarem os mesmos alelos recessivos de ambos os pais e, assim, manifestarem doenças que seriam menos prováveis em uniões entre indivíduos não consanguíneos.
O excerto refere-se a uma maior probabilidade de geração de indivíduos com
Um método promissor para evitar a proliferação do mosquito da dengue começou a ser adotado pelo Ministério da Saúde nas periferias brasileiras. Trata-se das Estações Disseminadoras de Larvicida, uma espécie de armadilha que busca reduzir a infestação pelo Aedes aegypti, que também transmite zika e chikungunya. [...] Como as fêmeas visitam muitos criadouros para colocar os ovos, ao pousar na armadilha, elas se impregnam com o larvicida e passam a disseminá-lo em um raio de até 400 metros.
(https://agenciabrasil.ebc.com.br, 04.11.2024.)
A notícia apresenta uma nova metodologia de combate ao mosquito cuja eficácia relaciona-se diretamente à compreensão
A trissomia do cromossomo 13 (síndrome de Patau) é uma síndrome genética rara caracterizada pela presença de um cromossomo 13 extra. Ao invés de ter dois autossomos número 13, como ocorre na maioria da população, o indivíduo com essa síndrome genética apresenta três cópias, o que causa diversas alterações de desenvolvimento e de saúde, como malformação congênita.
(https://nav.dasa.com.br. Adaptado.)
A presença da terceira cópia do autossomo 13 no genoma dos indivíduos com síndrome de Patau é decorrente de
Um artigo publicado na Revista Brasileira de Meteorologia, em novembro de 2024, verifica as características relacionadas à formação de ilhas de calor na região metropolitana de São Paulo. Segundo pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), bairros como Tucuruvi, Mooca, Freguesia do Ó e Jabaquara têm maior média de temperatura e menor umidade do que localidades como Capela do Socorro e Riacho Grande, próximas à zona rural. A diferença de temperatura média entre ambos os grupos pode chegar a 4 ºC.
(https://umsoplaneta.globo.com, 03.11.2024. Adaptado.)
Uma estratégia para a mitigação das ilhas de calor nos bairros com maior média de temperatura mencionados no excerto seria:
O Brasil e o Paraguai fecharam um novo acordo-base para o Anexo C do Tratado de Itaipu, que define as condições de comercialização da energia gerada pela megausina hidrelétrica. A partir de 2027, o Paraguai poderá vender sua parte da energia de Itaipu ao mercado livre no Brasil, que negocia seus contratos sem amarras de preço e de prazo, conforme a oferta e a demanda de eletricidade. A produção de Itaipu é dividida meio a meio. No entanto, os paraguaios não consomem toda a sua parcela.
(Daniel Rittner. www.cnnbrasil.com.br, 07.05.2024. Adaptado.)
Antes do novo acordo mencionado no excerto, o excedente de energia gerado pela parte paraguaia era
Leia os versos do poema “A implosão da mentira ou o episódio do Riocentro”, escrito por Affonso Romano de Sant’Anna e publicado em 1984.
Mentiram-me. Mentiram-me ontem
e hoje mentem novamente. Mentem
de corpo e alma, completamente.
E mentem de maneira tão pungente
que acho que mentem sinceramente.
[...]
Mas não se chega à verdade
pela mentira, nem à democracia
pela ditadura.
[...]
E a mentira repulsiva
se não explode
pra fora pra dentro explode
implosiva.
(https://mpac.ufes.br)
O poema é inspirado em um episódio ocorrido no Brasil em 1981 e refere-se
No dia 12 de março de 1930, Mahatma Gandhi e seus discípulos iniciaram uma marcha de 400 quilômetros rumo ao litoral, em protesto contra as restrições da Inglaterra, que obrigava os indianos a comprarem os produtos importados de lá. Eles eram proibidos inclusive de extrair o próprio sal. Para Gandhi, esse era um símbolo do colonialismo, e ele queria acabar com esse monopólio. Ao longo de 25 dias, percorreram o trajeto até o Oceano Índico, conquistando simpatizantes que se uniram à marcha do sal. Ao chegar, Gandhi colocou a água do mar em um recipiente, esperou que evaporasse, e apanhou um punhado de sal. O gesto simples, mas desafiador, foi imitado por centenas de indianos, e a reação dos ingleses chamou a atenção do mundo todo: além de truculentos, os guardas prenderam mais de 60 mil pessoas, entre elas Gandhi.
(Marília Marasciulo. https://revistagalileu.globo.com, 02.10.2018. Adaptado.)
O movimento retratado no excerto revela
Em 2 de julho de 1824 os revolucionários proclamaram a independência de Pernambuco, e ainda convidaram as demais províncias do Norte e Nordeste a se unirem a eles, formando a Confederação do Equador. [...] Os confederados reivindicavam que o Brasil fosse organizado de maneira análoga “às Luzes do século”, seguindo o “sistema americano” e não o exemplo da “encanecida Europa”.
(Lilia M. Schwarcz e Heloisa M. Starling. Brasil: uma biografia, 2018.)
Politicamente, o movimento citado lutava
A partir do final do século XVIII, em uma reação às posturas iluministas, a Idade Média assumiu pela primeira vez uma feição positiva nas reflexões de autores europeus. A Idade Média aparece, então, como depositária das raízes nacionais e regionais, das fábulas, de todo o repertório de tradições, orais e escritas, que teriam dado origem às modernas nações europeias. Segundo o historiador Justus Möser (1720-1794), cada povo seria uma individualidade histórica, uma criação original, com um patrimônio espiritual expresso na língua, nos costumes e no direito.
(Marcelo Cândido da Silva. História medieval, 2023. Adaptado.)
No final do século XVIII, a reação às posturas iluministas, citada no excerto,
O livro Roma, o Império Infinito, do autor Aldo Cazzullo, propõe-se a mostrar a influência que o Império Romano teve sobre tudo que veio depois, de Napoleão a Hitler, do imperialismo estadunidense às empresas multinacionais do Vale do Silício. “Roma foi o arquétipo de todos os impérios, todo imperador da história pensou que era o novo César, e todo revolucionário se viu como um novo Espártaco”, afirma Cazzullo.
(Eduardo Lima. https://super.abril.com.br, 10.09.2024. Adaptado.)
A influência de Roma para a posteridade, defendida pelo autor, é demonstrada pela atual noção de
Leia o texto para responder à questão.
In my research recently published in an open access journal, I used a popular language model, GPT-4 by OpenAI, to create simple summaries of scientific papers. These summaries generated by artificial intelligence (AI) used simpler language and more common words, like “job” instead of “occupation”, than summaries written by the researchers who had done the work.
In one experiment, I found that readers of the AI-generated summaries had a better understanding of the science than readers of the human-written summaries. A second experiment investigated what effects the simpler summaries might have on people’s perceptions of the scientists who performed the research. In this experiment, participants rated the scientists whose work was described in the simpler texts as more credible than the scientists whose work was described in the more complex texts.
Have you ever read about a scientific discovery and felt like it was written in a foreign language? New scientific information is probably hard to understand — especially if you try to read a science article in a research journal. In an era where understanding science is crucial for informed decision- -making, the abilities to comprehend and communicate complex ideas are more important than ever. Trust in science has been declining for years, and one contributing factor may be the challenge of understanding scientific jargon.
As AI continues to evolve, its role in science communication may expand, especially if using generative AI becomes more commonplace. Simple science descriptions are preferable to and more beneficial than complex ones, and AI tools can help. But scientists could also achieve the same goals by working harder to minimize jargon and communicate clearly — no AI necessary.
(David Markowitz. https://theconversation.com, 30.10.2024. Adaptado.)
Leia o texto para responder à questão.
In my research recently published in an open access journal, I used a popular language model, GPT-4 by OpenAI, to create simple summaries of scientific papers. These summaries generated by artificial intelligence (AI) used simpler language and more common words, like “job” instead of “occupation”, than summaries written by the researchers who had done the work.
In one experiment, I found that readers of the AI-generated summaries had a better understanding of the science than readers of the human-written summaries. A second experiment investigated what effects the simpler summaries might have on people’s perceptions of the scientists who performed the research. In this experiment, participants rated the scientists whose work was described in the simpler texts as more credible than the scientists whose work was described in the more complex texts.
Have you ever read about a scientific discovery and felt like it was written in a foreign language? New scientific information is probably hard to understand — especially if you try to read a science article in a research journal. In an era where understanding science is crucial for informed decision- -making, the abilities to comprehend and communicate complex ideas are more important than ever. Trust in science has been declining for years, and one contributing factor may be the challenge of understanding scientific jargon.
As AI continues to evolve, its role in science communication may expand, especially if using generative AI becomes more commonplace. Simple science descriptions are preferable to and more beneficial than complex ones, and AI tools can help. But scientists could also achieve the same goals by working harder to minimize jargon and communicate clearly — no AI necessary.
(David Markowitz. https://theconversation.com, 30.10.2024. Adaptado.)
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In my research recently published in an open access journal, I used a popular language model, GPT-4 by OpenAI, to create simple summaries of scientific papers. These summaries generated by artificial intelligence (AI) used simpler language and more common words, like “job” instead of “occupation”, than summaries written by the researchers who had done the work.
In one experiment, I found that readers of the AI-generated summaries had a better understanding of the science than readers of the human-written summaries. A second experiment investigated what effects the simpler summaries might have on people’s perceptions of the scientists who performed the research. In this experiment, participants rated the scientists whose work was described in the simpler texts as more credible than the scientists whose work was described in the more complex texts.
Have you ever read about a scientific discovery and felt like it was written in a foreign language? New scientific information is probably hard to understand — especially if you try to read a science article in a research journal. In an era where understanding science is crucial for informed decision- -making, the abilities to comprehend and communicate complex ideas are more important than ever. Trust in science has been declining for years, and one contributing factor may be the challenge of understanding scientific jargon.
As AI continues to evolve, its role in science communication may expand, especially if using generative AI becomes more commonplace. Simple science descriptions are preferable to and more beneficial than complex ones, and AI tools can help. But scientists could also achieve the same goals by working harder to minimize jargon and communicate clearly — no AI necessary.
(David Markowitz. https://theconversation.com, 30.10.2024. Adaptado.)
Leia o texto para responder à questão.
In my research recently published in an open access journal, I used a popular language model, GPT-4 by OpenAI, to create simple summaries of scientific papers. These summaries generated by artificial intelligence (AI) used simpler language and more common words, like “job” instead of “occupation”, than summaries written by the researchers who had done the work.
In one experiment, I found that readers of the AI-generated summaries had a better understanding of the science than readers of the human-written summaries. A second experiment investigated what effects the simpler summaries might have on people’s perceptions of the scientists who performed the research. In this experiment, participants rated the scientists whose work was described in the simpler texts as more credible than the scientists whose work was described in the more complex texts.
Have you ever read about a scientific discovery and felt like it was written in a foreign language? New scientific information is probably hard to understand — especially if you try to read a science article in a research journal. In an era where understanding science is crucial for informed decision- -making, the abilities to comprehend and communicate complex ideas are more important than ever. Trust in science has been declining for years, and one contributing factor may be the challenge of understanding scientific jargon.
As AI continues to evolve, its role in science communication may expand, especially if using generative AI becomes more commonplace. Simple science descriptions are preferable to and more beneficial than complex ones, and AI tools can help. But scientists could also achieve the same goals by working harder to minimize jargon and communicate clearly — no AI necessary.
(David Markowitz. https://theconversation.com, 30.10.2024. Adaptado.)
Leia o soneto de Luís de Camões para responder à questão.
Quem diz que Amor é falso ou enganoso,
ligeiro, ingrato, vão, desconhecido,
sem falta1 lhe terá bem merecido
que lhe seja cruel ou rigoroso.
Amor é brando2 , é doce e é piadoso3 .
Quem o contrário diz não seja crido;
seja por cego e apaixonado tido,
e aos homens, e inda4 aos deuses, odioso.
Se males faz Amor, em mim se veem;
em mim mostrando todo o seu rigor,
ao mundo quis mostrar quanto podia.
Mas todas suas iras são de amor;
todos estes seus males são um bem,
que eu por todo outro bem não trocaria.
(Luís de Camões. Sonetos: antologia comentada, 2012.)
1 sem falta: sem dúvida.
2 brando: manso, meigo.
3 piadoso: piedoso.
4 inda: ainda.